Lotus Branco - Homenagem a Helena Petrovna Blavatsky - 67min
Ísis sem Véu:
Isis Unveiled: A Master-Key to the Mysteries of Ancient and Modern Science and Theology (em portuguêsÍsis sem Véu: Uma Chave-Mestra para os Mistérios da Antiga e Moderna Ciência e Teologia) publicado em 1877, é um livro de filosofiaesotérica e primeira grande obra de Helena Petrovna Blavatsky e um texto-chave em seu movimento teosófico.
O trabalho foi originalmente intitulado O Véu de Isis, um
título que permanece no cabeçalho de cada página, mas teve que ser
renomeado uma vez que Helena descobriu que este título já havia sido
usado para um trabalho Rosa-cruz de W.W. Reade, em 1861. Ísis sem Véu é dividido em dois volumes. O volume I, A "Infalibilidade" da ciência moderna, discute Ciência Oculta, as forças ocultas e desconhecidas da natureza, explorando temas como forças, elementais, fenômenos psíquicos, e o homem interior e exterior. Volume II, Teologia, discute a semelhança da escritura cristã às religiões orientais, como o budismo, o hinduísmo, os Vedas, e o Zoroastrismo. Segue-se a noção renascentista de prisca theologia, em que todas essas religiões supostamente descendem de uma fonte comum; a antiga "Religião-Sabedoria".1 Helena escreve no prefácio que Ísis sem Véu é "um apelo para o reconhecimento da filosofia hermética, a antigamente universal Religião-Sabedoria, como a única chave possível para o absoluto na ciência e na teologia."2
O trabalho é defendido por muitos estudiosos modernos, como Bruce F. Campbell e Nicholas Goodrick-Clarke como um marco na história do esoterismo ocidental.3 Ela reuniu uma série de temas centrais para a tradição da filosofia oculta—filosofia perene, um neoplatonismoemanacionista cosmológico,
adeptos, cristianismo esotérico—e reinterpretou-los em relação com os
desenvolvimentos correntes na ciência e novos conhecimentos sobre as
religiões não-ocidentais. Ao fazê-lo, Ísis sem Véu refletiu muitas controvérsias contemporâneas, tais como as teorias de Darwin sobre a evolução
e seu impacto sobre a religião, e envolvido em uma discussão que apelou
para pessoas inteligentes interessadas em religião, mas alienadas de
formas ocidentais convencionais.4
A combinação de Helena das percepções originais, apoiadas por fontes
acadêmicas e científicas realizando uma grande demonstração de desafio à
ciência materialista do ocultismo moderno. O trabalho também foi
significativo como uma primeira declaração de idéias amplificadas nos
escritos mais tarde Teosóficos, uma percepção comum sendo no entanto,
que o trabalho oferece ensinamentos contraditórios em relação a
trabalhos posteriores. Por exemplo, tem sido comumente percebido que não
há nenhuma menção da reencarnação dentro de Ísis sem Véu e a
obra ensina uma concepção tríplice do homem—corpo, alma e espírito—em
linha com o pensamento neoplatônico e hermético.
Este é contrastado com
as obras de Helena, nomeadamente A Doutrina Secreta
(1888), em que não só é a reencarnação destaque, mas o homem é
concebido tendo sete vezes uma constituição. Essa mudança de pensamento é
marcada por ela e o movimento da Sociedade Teosófica oriente para a
Índia.5
No entanto, no que diz respeito às contradições percebidas Helena
afirmava que além de contradições decorrentes de erros não há
"discrepância", mas apenas incompletude — portanto, equívocos
decorrentes de ensinamentos posteriores,6 defendendo esta posição em mais de uma ocasião.
Detratores muitas vezes acusam o livro de um extenso plágio não
atribuído, uma visão em primeira seriamente apresentada por William
Emmette Coleman logo após a publicação. Com efeito, Ísis sem Véu
faz uso de um grande número de fontes populares entre ocultistas da
época. No entanto, ao invés de plágio, estudiosos argumentam que "era
uma pessoa que tinha um conjunto original de ideias, mas que não tinham
as habilidades literárias e conhecimentos de inglês suficientes para
criar uma obra por conta própria. Baseando-se em fontes escritas e ajuda
de amigos, ela formulou uma expressão única e poderosa de ideias
ocultas".4
Teosofistas modernos manter o livro como uma obra de revelação ditada a ela por mestres da teosofia.7
Terceira Estrofe do Hino Rosacruz de Abertura cantada por
todos os presentes.
Cumpramos todos o nosso dever
Do nobre e recto proceder
Sem ódio por amor agir
E nunca ao nosso dever fugir
Sabendo por amor obrar
E repetindo-o sem cessar
O medo e o pecado assim,
Iremos dominar enfim.
RITUAL
O leitor descobre o emblema e profere a Saudação Rosacruz:
Queridas Irmas e Irmãos - "Que As Rosas Floresçam Em
Vossa Cruz".
Todos respondem: "E na vossa também".
"DEUS É LUZ"
Todas as vezes que concentramos nossos pensamentos nessas
três palavras, banhamo-nos numa fonte espiritual de profundidade
infinita; mergulhamos mais profundamente na divindade e ficamos mais próximos
do nosso Pai que está nos céus.
Para ficarmos em maior intimidade com este assunto, agora
que a luz de Cristo começa a penetrar na Terra, vamos retroceder no
tempo, para atingirmos nossa origem e verificarmos a direcção da nossa
futura linha de progresso.
A primeira vez que nossa consciência foi dirigida para a
luz, foi imediatamente depois de obtermos a mente e entrarmos
definitivamente na nossa evolução como seres humanos, na Atlântida, a
terra da névoa, no fundo das depressões da Terra, onde a névoa quente
produzida pelo resfriamento da Terra caía como um denso nevoeiro sobre
a sua superfície.
Nessa ocasião não seria possível ver as alturas
estreladas do universo, nem poderia a luz prateada da Lua penetrar na
atmosfera densa, enevoada, que recobria aquela antiga Terra. Mesmo o ígneo
esplendor do Sol estava quase totalmente extinto, pois quando observamos
a Memória da Natureza pertencente àquele tempo, verificamos que a
atmosfera da Terra era opaca, tendo uma aura de várias cores, muito
semelhante à que podemos observar em torno de um foco luminoso nas ruas
quando há neblina.
Mas esta luz tinha um fascínio. Os antigos atlantes foram
ensinados pelas Hierarquias Divinos, que viviam entre eles, a aspirar
pela luz, e como a luz espiritual estava então amortecida, os atlantes
aspiravam ardentemente pela nova luz, pois temiam a escuridão da qual
se tornaram conscientes quando adquiriram a mente.
Chegou então a inevitável inundação que conhecemos
como Dilúvio, quando a névoa se esfriou e condensou. A atmosfera
tornou-se clara e límpida e o "povo escolhido" foi salvo.
Aqueles que trabalharam dentro de si mesmos e aprenderam a construir os
órgãos necessários, requeridos para respirar numa atmosfera como a
que possuímos hoje, sobreviveram e vieram para a luz.
Esta escolha não foi arbitrária: o trabalho do passado
consistiu na construção do corpo. Aqueles que apenas possuíam brânquias,
semelhantes às que o feto humano ainda utiliza no seu desenvolvimento
pré-natal, não estavam fisiologicamente adaptados para entrar na nova
era, como o feto não poderia viver, depois de nascido, se nao construísse
os pulmões; morreria, como morreu aquele antigo povo quando a atmosfera
actual, mais rarefeita, tornou as brânquias inúteis como aparelho
respiratório.
Desde o dia em que emigrámos da antiga Atlântida, o
nosso corpo está praticamente completo; mas desde aquele tempo e a
partir de agora aqueles que quiserem acompanhar a luz deverão lutar
pelo crescimento da alma. Os corpos que nós cristalizamos deverão ser
dissolvidos, e a quintessência da experiência obtida por intermédio
desse corpo deve ser amalgamada, como "alma", com o espírito,
para nutri-lo e elevá-lo da impotência à omnipotência. Por isso o
Tabernáculo do Deserto foi dado aos Antigos e a luz de Deus desceu
sobre o Altar dos Sacrifícios. Isto é de grande significação: o Ego
desceu ao seu tabernáculo, o corpo físico. Todos conhecemos a tendência
do instinto primitivo para o egoísmo e se já estudámos a ética
superior, aprendemos quão subversiva do bem é a indulgência para a
tendência egoísta: por isso, Deus colocou imediatamente diante da
humanidade a luz divina sobre o Altar do Sacrifício.
Sobre esse Altar os homens foram forçados, pela dura
necessidade, a oferecer suas posses mais queridas em troca de cada
contravenção cometida, parecendo-lhes Deus um duro Senhor em cuja ira
era perigoso incorrer.
Mas a luz ainda os atraía. Verificaram então que era inútil
tentar escapar das maus de Deus.
Esses homens jamais ouviram as palavras de João:
"Deus é Luz", mas já haviam aprendido dos céus, em certa
medida, o significado do infinito, medido pelo reino da luz, pois
ouvimos David exclamar: "Para onde poderei fugir do Teu Espírito?
Ou para onde poderei voar de Tua presença?... Se eu tomar as asas da
aurora e for habitar nas extremidades do mar, ainda lá me guiará a Tua
mão e Tua mão direita me amparará... porque as trevas não me
escondem de Ti, mas a noite é clara como o dia pois a escuridão e a
luz são a mesma coisa para Ti."(Salmo 139: 7-12)
O passo seguinte no trabalho de Deus para connosco
consistiu em tornar permanente esta condição de estar na Luz que
culminou com o nascimento de Cristo que, como a presença corporal do
Pai, encarnava em si mesmo aquela Luz, pois a Luz veio ao mundo para
aqueles que cressem em Cristo nao perecessem, mas tivessem vida eterna.
Ele disse: "Eu sou a Luz do Mundo". O Altar no Tabernáculo
ilustrou o princípio do sacrifício como meio da regeneração, e por
isso disse Cristo aos Seus discípulos:
"Ninguém tem maior amor do
que este:
o de dar sua vida por seus amigos. Vós sois meus
amigos".
A partir daí Ele começou um sacrifício, sacrifício
esse, que não se consumou nas poucas horas de sofrimento físico sobre
uma cruz material, mas que é tao perpétuo como o foram os sacrifícios
feitos sobre o Altar no Tabernáculo do Deserto, já que isso implica
uma descida anual à Terra e o sofrimento de tudo o que as
cristalizantes condições da Terra podem significar para tão grande
Espírito.
Esta situação continuará até que um número suficiente
de homens tenha evoluído e possa conduzir a carga desta massa de
escuridão que chamamos de Terra, e que pende, como uma mó, do pescoço
da humanidade, constituindo um empecilho para o posterior crescimento
espiritual. Tal é a tarefa com que nos defrontamos.
Estamos agora na passagem equinocial em que o Sol deixa o
hemisfério Norte, depois de prover todas as necessidades de vida, para
o próximo ano; e a onda espiritual que conduz em sua crista a vida que
encontrará expressão física no ano que se inicia, está-se agora
aproximando da nossa Terra. O meio ano que temos pela frente é a parte
santa do ano. Desde a festa da Imaculada Conceição até ao Nascimento
Místico do Natal (enquanto a onda de vida penetra em nossa Terra),
desde o Natal até ao tempo da Páscoa (enquanto a onda de vida está
saindo da nossa Terra), uma canção harmoniosa, rítmica, vibrante, tão
bem descrita na lenda do nascimento místico como "hossana",
cantada por um coro de Anjos, enche a atmosfera planetária e age sobre
todos como um impulso para a aspiração espiritual.
Conhecemos a analogia entre o homem - que penetra nos seus
veículos durante o dia, neles vive e por seu intermédio trabalha, e
que à noite é um espírito livre, livre dos grilhões do corpo denso -
e o Espírito de Cristo que habita nossa Terra durante parte do ano.
Todos sabemos que cadeia, que prisão representa este corpo denso, como
somos torturados pelas doenças e pelos sofrimentos, pois não há
qualquer de nós que esteja sempre com perfeita saúde de modo que
jamais sinta o látego da dor; pelo menos ninguém que esteja no caminho
superior.
O mesmo acontece com o Cristo Cósmico, que dirige Sua
atenção para a nossa pequena Terra, focalizando Sua consciência neste
planeta a fim de que possamos viver.
Ele tem que vivificar esta massa morta (que nós
cristalizamos do Sol) anualmente, e isto constitui um grilhão, um
empecilho, uma prisão para Ele; por isso os nossos corações deveriam
ficar voltados para Ele, neste tempo, em gratidão pelo sacrifício que
Ele faz por nossa causa durante os meses em que a natureza está morta,
compenetrando este planeta com Sua vida para despertá-lo do seu sono,
no qual permaneceria se Ele nascesse no seu interior para vivificá-lo.
Sem esta infusão anual de vida e energia divina, todas as
coisas vivas sobre a nossa Terra pereceriam imediatamente e todo o
progresso ordenado seria frustrado, pelo menos no que diz respeito à
nossa linha actual de desenvolvimento. É a "queda" (ou
descida) do Raio Espiritual do Sol nestes três meses que dá origem às
actividades mentais e espirituais nos três meses seguintes.
A mesma força germinadora que activa a semente na terra e
a prepara para produzir sua espécie em múltiplo, agita também a mente
humana e promove as actividades altruístas que fazem o mundo melhor.
Assim é que as poderosas vibrações espirituais da onda
Crística doadora de vida estão na atmosfera terrestre durante os meses
que temos pela frente e podem ser por nós usadas com muito maior
proveito se soubermos disso e se redobrarmos nossos esforços, o que não
faríamos se desconhecêssemos esse facto. O Cristo ainda está gemendo
e sofrendo as dores do parto, esperando pelo dia da libertaçao, pela
"manifestação dos Filhos de Deus"; e apressamos
verdadeiramente esse dia, cada vez que alimentamos nossos veículos
superiores, isto é, cada vez que participamos da ceia simbolizada pelo
pao e vinho místicos.
Todas as vezes que nos damos a nós mesmos no
serviço aos outros, aumentamos nosso corpo-alma que é constituído
pelos éteres superiores. Actualmente é o éter Crístico que mantém a
Terra flutuando no espaço, porém, lembremo-nos que se quisermos
apressar o dia de sua libertação, devemos desenvolver em número
suficiente nossos próprios corpos-alma até ao ponto em que possamos
manter a Terra flutuando. Dessa forma poderemos tomar conta da carga de
Cristo e libertá-Lo das limitações da existência física.
Oxalá possamos aproveitar as vibrações espirituais com
as quais seremos banhados durante os próximos meses, de modo que, na
mesma data do próximo ano, nos encontremos mais próximos do Dia da
Libertação.
Concentremo-nos agora sobre Amor Divino e Serviço
CONCENTRAÇAO (10 minutos)
MÚSICA
Hino Rosacruz de Encerramento
O leitor cobre o emblema e profere a seguinte exortação
de despedida:
"E agora, queridas Irmãs e Irmãos, que vamos partir
de volta ao mundo material, levemos a firme resolução de expressar, em
nossas vidas diárias, os elevados ideais de espiritualidades que aqui
recebemos, para que, dia a dia, nos tornemos melhores homens e mulheres,
e mais dignos de sermos utilizados como colaboradores conscientes, na
obra benfeitora dos Irmãos Maiores, em Serviço da Humanidade".
… E quando o fim do Kali Yuga chegar as colheitas serão escassas.
E as mulheres estarão sempre de língua afiada, impiedosas e
choramingonas. E elas nunca suportarão as ordens dos seus maridos. E
quando o fim do Kali Yuga chegar os filhos assassinarão os pais e suas
mães. E as mulheres, vivendo descontroladamente, matarão também os seus
maridos e filhos. E, ó Rei, quando o fim do Yuga chegar, Rahu engolirá o
Sol despropositadamente. E haverá chamas por toda a parte”. (Excerto do Mahabharata, Livro 3: Vana Parva: Markandeya-Samasya Parva, Secção CLXXXIX, sobre o FIM DO KALI YUGA, traduzido por Kisari Mohan Ganguli)
O Equinócio de Outono no dia 20 de Março 2014, às 13:57 horas de Brasilia:
A palavra equinócio vem do latim, aequus (igual) e nox(noite),
e significa “noites iguais”, ocasiões em que o dia e a noite duram o
mesmo tempo. Ao medir a duração do dia, considera-se que o nascer
do Sol (alvorada ou dilúculo) é o instante em que metade do círculo
solar está acima do horizonte, e o pôr do Sol (crepúsculo ou ocaso) o
instante em que o círculo solar está metade abaixo do horizonte. Com esta definição, o dia e a noite (momento do ano em que existe equilíbrio entre a Luz e as Trevas) durante os equinócios têm igualmente 12 horas de duração. Na astronomia, equinócio também é definido como o instante em que o Sol, em sua órbita aparente(como vista da Terra), cruza o plano doequador celeste(a linha doequadorterrestre projetada na esfera celeste). Mais precisamente é o ponto no qual aeclípticacruza o equador celeste.
A
Iluminação da Terra pelo Sol no momento do equinócio se dá de forma
uniforme, e ambos os hemisférios recebem a mesma quantidade de luz nesse
dia (equilíbrio entre Luz e Trevas). Os equinócios ocorrem nos meses de
março e setembro quando definem mudanças de estação. Em março, o
equinócio marca o início da primavera no hemisfério norte e do outono no
hemisfério sul. Em setembro ocorre o inverso, quando o equinócio marca o
início do outono no hemisfério norte e da primavera no hemisfério sul.
A partir deste Equinócio de Outono de 2014 a energia feminina
da divindade continua a se intensificar, começa a atuar mais fortemente
em todo o planeta, desde a eleição de mais um novo (em substituição a
Francisco, em meados de setembro de 2014) papa na igreja romana assim
como acelerando o processo de LIMPEZA MUITO MAIS PROFUNDO em toda a
América do Sul, Brasil e nos demais países (como no hemisfério norte,
tendo o foco na Ucrânia), onde tudo que foi feito às escondidas e com
acordos e intenções escusas virá à tona.
- O Final do ciclo Hindu do Kali Yuga(Idade
do Ferro com período total de 432 mil anos), era que se iniciou em
429.988 a.C. É o período de maior densificação material de toda a esfera
planetária e da própria humanidade (o homem de barro), enormemente
aumentado durante os seus 5.125 anos finais de todo o
ciclo de 432 mil anos, o que aconteceu se iniciando em 3.113 a.C. com
seu término ocorrendo há pouco, em 21 de dezembro de 2012.
Escrituras como o Mahabharata e o Bhagavata Purana apresentam a era do Kali Yuga como
uma era de crescente degradação humana, cultural, social, ambiental e
espiritual, sendo simbolicamente referida como Idade das Trevas porque nela as pessoas estão tão longe quanto possível de Deus. O Hinduísmo muitas vezes representa a moralidade (dharma)
como um touro. Na Satya Yuga, o touro tem quatro pernas (os quatro
princípios védicos de não-violência, austeridade, veracidade e limpeza),
mas em cada era uma dessas pernas é reduzida, sobrando em Kali Yuga
somente a perna da veracidade, resguardada pelas escrituras e pelos
gurus fidedignos.
Esta previsto o retorno de Krishna, como o Kalki (VISHNU) Avatar, desta vez no OCIDENTE
Kali Yuga é associada com o apocalíptico demônio Kali, não devendo ser confundido com a deusa Kali. É dito no Bhagavata Purana que
Kali recebeu permissão para viver onde quer que houvesse matança de
vacas, jogatina, prostituição, corrupção e embriaguez, sendo estas características proeminentes da ATUAL Era de Ferro, do Kali Yuga:
”Tudo isto acontecerá no fim do Kali Yuga e saberás que estes são os sinais do fim do Yuga: e
quando o homem se tornar feroz e destituído de virtude e carnívoro e
viciado em bebidas tóxicas, (e drogas) então o Kali Yuga chega ao fim.
E, ó Monarca, quando as flores forem geradas dentro das flores e os
frutos dentro dos frutos, então o Yuga chegará ao fim (Engenharia genética). E as nuvens despejarão água (mudanças climáticas) despropositadamente quando se aproximar o fim do Kali Yuga.
E, nessa altura, os ritos dos homens não se seguirão uns aos outros
pela ordem correta e os Sudras brigarão com os Brâmanes. E em breve a
terra estará cheia deforasteiros (Extraterrestres) e os Brâmanes correrão em todas as direções temendo o peso dos impostos.
E
cessarão todas as distinções entre os homens, tais como as relativas à
conduta e ao comportamento e, aflitos com tarefas e serviços honrosos,
as pessoas fugirão para retiros nas florestas, subsistindo de frutos e
raízes. E o mundo estará tão aflito que a conduta reta deixará de
aparecer onde quer que seja e a corrupção será a norma.
E os discípulos desprezarão as instruções dos mestres e tentarão até
injuriá-los. E os mestres empobrecidos serão menosprezados pelos homens.
E os amigos e parentes realizarão serviços agradáveis apenas pela riqueza que uma pessoa possua. E quando o fim do Kali Yuga chegar todos estarão em falta” … (excerto do Mahabharata, Livro 3: Vana Parva: Markandeya-Samasya Parva, Secção CLXXXIX, traduzido por Kisari Mohan Ganguli)
- Final do 13º Baktun doCalendário Maiade Contagem Longa (com início em 14 de agosto de 3.114 a.C (época de Krishna vivo na Índia) e termino em 21 de dezembro de 2012 ( o 13º Baktun) um período de 5.126 anos, muitíssimo semelhante ao período final do Kali Yuga no Mahabharata hindu, sendo o mais
importante destes calendários aquele com período de 260 dias. Este
calendário de 260 dias era prevalente em todas as sociedades
mesoamericanas, e é de grande antiguidade (quase certamente o mais velho
dos calendários).
O Tzolkin
Ainda está em uso em algumas regiões de Oaxaca, e pelas comunidades maias dos planaltos da Guatemala. A versão maia é conhecida pelos estudiosos como tzolkin, ou Tzolk’in na ortografia revisada da Academia de Lenguas Mayas de Guatemala. O tzolkin é combinado com outro calendário de 365 dias (conhecido como haab, ou haab’), para formar um ciclo sincronizado durando 52 haabs, chamado de roda calendárica. Ciclos menores de 13 dias (a trezena) e 20 dias (a vintena) eram componentes importantes dos ciclos tzolkin e haab, respectivamente.
- Final de um ano solar, um ciclo completo de nosso sistema solar ao redor da estrelaAlcyone, o Sol Central dasPlêiades(citadas na Bíblia como Kesil),
grupo de estrelas chamado de Aglomerado Estelar M-45, final de um
grande ciclo astronômico de 25.920 anos, de acordo com os astrônomos Friedrich Wilhelm Bessel, Paul Otto Hesse, José Comas Solá;
Aglomerado
estelar M-45 as Plêiades e no centro da foto sua estrela mais
brilhante, ALCYONE o sol Central do sistema. O nosso sistema solar
orbitaria o Sol Central das Pleiâdes, Alcyone (a estrela maior e mais
brilhante na foto) dando uma volta completa (um ANO SOLAR) a cada 25.920
anos, sendo que a data de 21 de dezembro de 2012, marcou o FINAL do 13º
Baktun do Calendário MAIA, também o final de um desses anos solares. Em
astronomia são conhecidas como o Aglomerado estelar aberto M-45, as
Sete Irmãs, a Constelação das Plêiades, com os sóis/estrelas principais
de ALCYONE, Maia, Electra, Taygeta, Atlas, Pleyone, Celaeno, Asterope e
Merope.
Saiba mais em:http://thoth3126.com.br/2012-o-cinturao-de-fotons-e-as-pleiades/ - Final do período de 2.300 anos dado ao profeta Daniel,
em sua visão, que consta em seu livro na Bíblia, capítulo oito,
versículo treze e catorze referente às duas mil e trezentas manhãs e
tardes (um período de 2.300 anos) até que o “Santuário” seja purificado.Daniel, 8: 13 e 14:
“Depois ouvi um santo que falava; e disse outro santo àquele que falava: Até quando
durará a visão do sacrifício contínuo, e da transgressão assoladora,
para que sejam entregues o santuário e o exército, a fim de serem
pisados? E ele me disse: Até duas mil e trezentas tardes e manhãs; e o santuário será purificado”. Daniel 8:13-14.
Esse período se iniciou em 288 a.C.
{288 + 2012 = 2.300 anos (manhãs e tardes)}, é o momento da história em
que a cidade estado de ROMA consolida o seu domínio da Península Itálica derrotando a coligação de tribos doSâmnio, os samnitas e em seguida derrota o Exército dePirro,
do Épiro (hoje a Albânia) e começa a sua expansão e guerras de
conquista em direção a todas as terras e culturas banhadas pelo Mar
Mediterrâneo até à Mesopotâmia (hoje o Iraque), conforme também foi
profetizado em todo oCapítulo 8 do livro de Daniel.
Animação da evolução territorial do Estado romano de acordo com a PASSAGEM DO TEMPO (as duas mil e trezentas manhãs e tardes de Daniel).
“Já não falarei muito convosco, porque “se aproxima o príncipe deste mundo”, e nada tem em mim”Cristo em João 14:30 (Cristo finalmente esta retornando “através de JOÃO” para julgar a todos e separar o joio do trigo)
O momento em que a nossa atual civilização ocidental enfrenta AINDA é fruto do expansionismo do Império romano
(desde o seu principio criado e conduzido pela Irmandade das Trevas),
que formou as nações europeias à ferro e fogo com a ajuda da Igreja católica, (que mais tarde substituiu o império romano) e que depois povoou o “Novo Mundo”, as Américas do Norte, Central e do Sul e partes da Ásia.
Toda a estrutura da nossa atual
sociedade dita “moderna”, a começar pela jurídica, com advogados,
juízes, “FORUM” (o Direito “Romano”), dos três poderes, o executivo
(Prefeituras, estados e países), legislativa (Senado e Câmara) é a
continuidade da estrutura corrupta de poder implantada desde o
surgimento da cidade estado imperial de ROMA, continuado após o seu fim
pela igreja católica.
O
FÓRUM Romano, o centro político, econômico, cultural e religioso da
cidade durante a República e, mais tarde, durante o Império, está agora
em ruínas. Foro Romano. Da sinistra, in primo piano: le 3 colonne del
tempio di Vespasiano e Tito, l’arco di Settimio Severo, il tempio di
Saturno.
É um sistema falso, patriarcal e corrupto até as suas mais profundas raízes e é mantido pela preguiça, ignorância e indigência mental
dos indivíduos que ao longo desse tempo o aceitaram como a única
realidade possível e que desde os tempos da Roma Imperial só querem “PAO E CIRCO” e tem suas vidas manipuladas com base em um sistema de controle aperfeiçoado nos últimos duzentos e quarenta anos.
Manipuladas e controladas desde este tempo, quando foi criada a Sociedade dos Illuminati, em Frankfurt, em 1773, quando Mayer Amschel Bauer (um judeu alemão Khazar que mais tarde mudou o sobrenome para ROTHSCHILD) reuniu doze de
seus mais influentes amigos, e os convenceu de que se eles colocassem
todos os seus recursos materiais juntos, eles poderiam governar o
planeta inteiro (o núcleo principal e controlador do GRUPO ILLUMINATI DESDE A SUA FUNDAÇÃO É composto por TREZE FAMÍLIAS)
Esses encontros iniciais sempre aconteceram na cidade de Frankfurt, na ALEMANHA, a partir de 1773. ROTHSCHILD também informou aos seus amigos que havia encontrado um discípulo perfeito, um indivíduo de incrível intelecto e ingenuidade, para “liderar” a organização que ele estava planejando criar, o seu nome: Adam Weishaupt.
Mas o fim DESTE ATUAL SISTEMA DE CONTROLEe manipulação da consciência planetária está muito próximo, restam apenas mais 49 meses (Abril de 2018)
e então o reinado de Roma, da igreja católica, do judaísmo
- Jerusalém - e do islamismo – Meca – (ou seja o fim das religiões) e
seus parceiros Illuminati
termina em completo colapso. O maior expoente e HERDEIRO FINAL dos
tempos do Império Romano atualmente é os EUA e a UE-União Europeia junto
com o Vaticano em primeiro plano.
São
156 países com tropas dos EUA, 63 países com Bases militares e tropas, 7
países com 13 novas Basesd esde 2001. Um total de quase 300 mil
soldados americanos espalhados pelo mundo. A presença militar dos EUA no
mundo aumentou cerca de 20% desde os (falsos) atentados de 11 de
Setembro de 2001. Estes quase 300 mil soldados presentes em mais de 150
países velam pelos “interesses” (DA ELITE) da única potência mundial.
Os EUA e suas forças armadas, os seus exércitos, hoje são as “modernas legiões”
de soldados romanos, se infiltrando e dominando os quatro cantos do
planeta, com dezenas de bases militares em países estrangeiros, o país
com a maior força militar, sua marinha de guerra com seis frotas navais
(uma para cada oceano) e onze porta aviões (alguns nucleares), e que
apenas um sozinho (USS Enterprise,
o maior navio do mundo, com oito reatores nucleares) tem capacidade de
destruir um país de tamanho médio e matar toda a sua população usando
suas armas atômicas.
Esse país outrora defensor da
liberdade, que venceu duas grandes guerras no século passado, hoje é
dominado pelas trevas que utiliza as suas forças armadas para implantar
um domínio global e assim que possível apresentar uma nova ordem, a
NWO-Nova Ordem Mundial, um governo central totalitário e global.
CVN-65,
o Porta Aviões Nuclear USS Enterprise, O USS Enterprise (CVN-65) foi o
primeiro superporta-aviões de propulsão nuclear a fazer parte da frota
da Marinha de Guerra dos Estados Unidos, foi também o primeiro a ser
construído no mundo com este tipo de propulsão. Com os seus 342,3 m é o
maior barco militar em operação no mundo. O navio pertence a Classe de
mesmo nome.
Muito mais poderia ser dito, mas fiquemos nisso. Devemos ter consciência de que a batalha entre “os Filhos da Luz” contra a Irmandade das Trevas
se intensificará radical e exponencialmente a partir deste Equinócio de
Março, quando se intensifica (vide Ucrânia, Rússia, Crimeia,
terremotos, excesso de frio e calor, etc…) o ciclo final de depuração e
cura do planeta inteiro e de parte de sua humanidade (15% do total tem
condições de fazer uma escolha final e ser RESGATADO), com grandes e
sucessivas crises se iniciando em todas as esferas de atividade humana (especialmente
na religiosa, com o início do fim do catolicismo romano – Francisco
será substituído… – , do islamismo e do judaísmo), enquanto a Mãe Terra aguarda pelos que ainda podem dar o passo final em sua evolução, mas RESTA POUCO TEMPO … Mais informações em:
The History Channel Brasil (Portões para o Inferno)
o The History Channel discute um
assunto intrigante defendido pela mitologia antiga e pelas lendas
cristãs: alguns lugares do mundo seriam verdadeiras passagens para o
reino das trevas.
No especial inédito Portões para o Inferno, o
canal mostra quais são esses lugares - entre eles, um vulcão na
Islândia, uma caverna nas selvas da América Central e um lago de fogo na
África - e porque eles teriam recebido tal denominação. Para muitas
culturas antigas, o inferno estaria localizado abaixo da terra e poderia
ser acessado através de lugares remotos, de difícil acesso, como
vulcões, desertos, ilhas e cavernas. Acompanhando exploradores, que
estão escavando e investigando seis lugares em busca de provas mais
concretas, o programa mostra que apesar de aparentemente serem bem
diferentes, eles têm muitas semelhanças. Entre as teorias sustentadas,
esses portais podem ser verdadeiros acessos ao inferno - a ideia de
funcionarem como passagens têm ligação com o principal significado da
morte, que é o portal do plano terreno para o espiritual.
Além de
discutir a composição e as características dessas localidades, o
especial revela quando surgiu o conceito de inferno na história e porque
ele é tão temido ainda hoje. Segundo a Bíblia, o inferno teria sido
preparado para o diabo e seus anjos. Quando Lúcifer, depois de se
rebelar contra Deus, foi expulso do céu com os anjos rebeldes, ele teria
caído em um abismo gigante debaixo da terra.
Documentário Israel, o Islã e o Amargedom completo e DUBLADO.wmv
UM VÍDEO PARA ATEUS QUESTIONAREM
Vídeo:
Israel, o Islã e ArmagedomCom mais de 3000 anos de história, Jerusalém é
mencionada aproximadamente 800 vezes na Bíblia. As profecias indicam
seu papel de destaque no destino do mundo. Muitas delas já se
realizaram, enquanto outras estão para se cumprir.
Este vídeo mostra:
• como o processo de paz está repleto de perigos
• porque é impossível que Jerusalém conheça a verdadeira paz em nossa era
• como o Anticristo vai liderar os exércitos do mundo para destruir Israel
• quais são as verdadeiras intenções do Vaticano
• o que é o mito palestino
Além
de apresentar um amplo panorama bíblico a respeito das questões do
Oriente Médio, Dave Hunt rebate a desinformação e propaganda divulgada
por grande parte da mídia mundial.