quinta-feira, 25 de outubro de 2012

A FESTA DA IMORTALIDADE




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A FESTA DA IMORTALIDADE
A Observância de Scorpio
Regentes: Marte e Plutão


Pintado em 1920, antes da descoberta de Plutão ( 1930) o painel de Scorpio no Templo de Mt. Ecclesia mostra Marte como regente e Urano exaltado. Com o Scorpio celestial ao centro. A cena em cor e conteúdo, é semelhante a Pisces; uma luz crepuscular opaca banha os dois murais. Mas aqui, a água contida de um lago está representada, denotando Scorpio como um signo fixo, de água. Uma disposição de introspecção, pensativa é projetada .


Observância que ocorre em novembro, enquanto o Sol está transitando pelo signo de Scorpio, é a Celebração de Finados. A Igreja de hoje reserva o início de novembro para celebrar essa data. Durante a observância de maio (Tauro) os Egos prontos para retornar em corpo físico durante o ano corrente, reúnem-se para receber as bênçãos da Divina Virgem e Sua hoste de ministros angélicos. Durante a observância de novembro (Scorpio), todos os que abandonaram seus corpos durante o ano que passou reúnem-se para que também eles possam ser abençoados pela Senhora e Seus Anjos. A Luz Dourada gerada por essas bênçãos encoraja e acelera o progresso superior dos Egos recém- libertados.


Para os iluminados, as chamadas vida e morte são dois aspectos da existência imortal. Para eles, a morte não é mais que uma passagem para os Reinos Superiores de Vida e os mais amplos campos de atividade. Era nisso que a Igreja acreditava até cerca de trezentos anos após a Crucificação. Durante os primeiros dias dos Mistérios Cristãos, o Senhor Cristo, Maria e os Discípulos conviviam livremente com os membros da Igreja. Ensinavam aos seus seguidores e com eles trabalhavam incessantemente, do mesmo modo que o faziam quando estavam em Seus corpos físicos.


É propósito do Cerimonial de Novembro levantar o véu entre os vivos e aqueles chamados mortos. Muitos dos que testemunharam essa Observância nos planos superiores trouxeram de volta uma percepção consciente e subconsciente de que a morte não existe, que não há nada mais do que Vida Eterna e Amor Imortal.


A
2
Como o Ritual de Scorpio vem prosseguindo durante os anos que se seguiram, milhares irão dar seu testemunho da imortalidade, e o véu da separação tornar-se-á cada vez mais fino até que a convivência entre os planos visível e invisíveis seja completamente estabelecido. Então toda a humanidade exclamará triunfalmente com São Paulo:


 "Ó morte, onde está teu aguilhão? 
Ó, túmulo, onde está tua vitória?"

- Corinne Heline



 
 Li-Sol-30
Fonte:
http://www.fraternidaderosacruz.org/festadaimortalidade.pdf

AGARTHA - HD Jesu Joy of Man's


Bach Jesu Joy of Man's - 7min.

O gesto harmonioso
igual um jardim florido
- glórias da Natureza. 
Ade.
Radeir1 há 1 segundo

Agartha

















[Esconder] Parte de uma série sobre
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Agartha ou Agarta, por vezes chamada de Agharta, seria um reino situado dentro da Terra, e, neste sentido, a crença em sua existência estaria associada às teorias da Terra Oca e à cidade sagrada de Shambhala.

Shambhala, não necessariamente entendida como um reino subterrâneo, no imaginário do budismo e do hinduísmo, dentre outros, acha-se associada ao axis mundi, ou eixo primordia mitológico de um povo ou cultura, sendo uma das oito cidades sagradas localizadas em quarta dimensão, como entende a tradição ocultista, baseada principalmente em textos do hinduismo, budismo e taoismo.

A partir desse reino mítico, um monarca chamado Melki-Tsedeq, ou Melquisedeque, governaria o mundo. Este misterioso personagem é citado na Bíblia (Gên. 14:18-20 e Heb 6:17-20 e 7:1-3). No Budismo tibetano crê-se que haveria canais de ligação entre Shambhala e o reino budista (no exílio na Índia desde a ocupação chinesa comunista de 1950) dos Dalai Lama.


A ocultista russa
Helena Petrovna Blavatsky, que apresenta ao ocidente farto e rico material filosófico das escolas orientais no final do século XIX, associa Shambhala a um destino escatológico: seria o berço do Messias que apareceria para libertar a Terra antes do fim do Kali Yuga, ou ciclo de destruição de mundos.[1] Tal reino seria mencionado nos Puranas, coleção atribuída ao Vyâsa ("compilador") Krishna Dwaipâya, autor do grande épico hindu Mahabharata, sânsc. Mahābhārata.[2

Relatos de exploradores


Em toda a Ásia Menor, não somente no passado, mas também hoje, acredita-se na existência de uma cidade de mistério, cheia de maravilhas, conhecida como Shambhala, ou Shamb-Allah, ou, entre os povos tibetano e mongol, Erdami. Na China, no panteão do taoismo, é considerada a residência da Mãe Sagrada do Oeste, que o budismo chinês depois associa a Kuan Yin ou Guan Yin, e o japonês a Kannon, divindade da misericórdia, advinda da representação indiana original de Avalokiteshvara, "O que olha para baixo" (em socorro dos seres), Cherenzig no Tibete.

O explorador polonês Ferdinand Ossendovski, no início do séc. XX, refere-se ao reino de Agartha, crença provavelmente inspirada na cidade mitológica de Shambhala, como um reino habitado por milhões de indivíduos, governados por Rigden Jyepo (tib.), soberano ou rei do mundo. No livro Bestas, Homens e Deuses, Ossendovski, que ouviu várias histórias ao viajar pela Ásia Central, faz referências a Agartha, mostrando que o povo oriental crê em tal fato, especialmente os tibetanos, mongóis e chineses. Toda a natureza se calaria para louvar o rei do mundo em suas manifestações no plano físico.

No final do século XIX, o marquês Saint-Yves D'Alveydre viajou pela Índia e arredores e ouviu relatos semelhantes, que registrou na obra Missão da Índia.

Terra celestial e paraíso terrestre, mundo oculto e manifesto

Entre as raças da humanidade, desde o alvorecer dos tempos, existe a tradição de uma terra sagrada ou paraíso terrestre, onde os mais elevados ideais da humanidade são realidades vivas. Este conceito é encontrado nos escritos mais antigos e nas tradições dos povos da Europa, Ásia Menor, China, Índia, Egito e Américas. Esta terra sagrada poderia ser conhecida por pessoas merecedoras, puras e inocentes, razão pela qual constitui o tema central dos sonhos da infância.

O caminho para essa terra abençoada, este mundo invisível, domínio esotérico e oculto, constitui a motivação principal e a chave-mestra de ensinamentos misteriosos e sistemas de iniciação. Essa chave mágica é o Abre-te, Sésamo! que destranca as portas de um mundo novo e maravilhoso. Os antigos Rosacruzes a designavam pela palavra vitriol, combinação das primeiras letras da frase vista interiora terrae retificando invenes omnia lapidem, para indicar que "no interior da Terra está oculto o verdadeiro mistério". O caminho que conduz a este mundo oculto seria o da iniciação.[3]

Na Grécia antiga, nos Mistérios de Elêusis e pelo Oráculo de Delfos, esta terra celestial era chamada de Monte Olimpo e de Campos Elísios. Também nos tempos védicos primitivos era chamada por vários nomes, tais como Ratnasanu (pico da pedra preciosa), Hermadri (montanha de ouro) e Monte Meru, lar dos deuses no Hinduísmo.

A compilação dos Eddas, textos islandeses referentes à mitologia nórdica, também menciona esta cidade celestial, que ficava na terra de Asar, dos povos da Mesopotâmia, terra de Amenti do Livro Sagrado dos Mortos, dos antigos egípcios, a cidade das Sete Pétalas de Vixnu e a Cidade dos Sete Reis de Edom, ou Éden da tradição do judaismo. Em outras palavras, o paraíso terrestre.

Os persas denominam-na Alberdi ou Aryana, terra dos seus ancestrais. Os hebreus chamam-na Canaã e os mexicanos Tula ou Tolan, enquanto os astecas chamavam-na de Maya-Pan. Os conquistadores espanhóis que vieram para a América acreditavam na existência de tal cidade e organizaram muitas expedições para procurá-la, chamando-a de El Dorado, Eldorado, ou "Cidade do Ouro". Provavelmente souberam a seu respeito pelos aborígenes que a a ela se referiam como Manoa ou "Cidade Cujo Rei se Veste com Roupas de Ouro".

Para os celtas, esta terra sagrada era conhecida como "Terra dos Mistérios", Duat ou Dananda. Uma tradição chinesa fala de uma Terra de Chivin ou Cidade das Doze Serpentes.

Na Idade Média estava associada à Ilha de Avalon e à saga dos Cavaleiros da Távola Redonda, que, sob a liderança do Rei Arthur e a orientação do mago Merlin, empreendiam a busca do Graal ou Cálice Sagrado, símbolo da obediência, da justiça e da imortalidade, e que teria sido usado na última ceia de Jesus com os apóstolos e, após a crucifixão, contido o sangue do "golpe de misericórdia" dado pelo soldado Longino e guardado pelo devoto José de Arimatéia.

Referências:Blavatsky, Helena P. Glossário Teosófico. São Paulo, Ground, s/d, p.598; Idem Op. Cit., pp.529/530; 750/751- Tomas, Andrew. Shambhala. A misteriosa civilização tibetana. Lisboa, Bertrand, 1979, pp.19-29

Bibliografia - Blavatski, Helena Petrovna. Glossário Teosófico. São Paulo, Ground, s/d. - BLOFELD, John. A Deusa da Compaixão e do Amor. São Paulo: Edições Ibrasa, 1994. ;Ossendowski, Ferdinand. Bestas, homens e deuses.SP, Hemus,s/d.Bêtes Hommes et Dieux-beasts,Men and Dogs. Paris, Plon-Nourrit, 1924.---Homme et Le Mystere En Asie. Idem, 1925.;Saint-Yves D'Alveydre. Missão da Índia na Europa. SP, Madras, 2005.;Tomas, Andrew. Shambhala. A misteriosa civilização tibetana. Lisboa, Bertrand, 1979.


Agartha- UFO- Antartida - 26min.
 Li-Sol-30
Fontes:
 Enviado por em 26/06/2010
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
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quarta-feira, 26 de setembro de 2012

Santo Agostinho - Filme Completo


 
Com razoável rigor histórico e realismo, o filme favorece imensamente a uma melhor compreensão das grandes questões culturais e religiosas do início do quinto século, quando os bárbaros investem contra Roma e o Mundo Antigo entra em colapso. 

 Agostinho, "o último dos antigos e o primeiro dos modernos", é mostrado no filme em seu combate com os donatistas, em sua peculiar oratória e sermões perscrutadores, em seu serviço pastoral intenso, em algumas de suas ideias mais destacadas, com expressões de seus principais livros, como Confissões e Cidade de Deus.

Li-sol-30
 Fonte:
 Enviado por em 29/01/2012

BBC - THE BUDDHA'S LIFE (dublado em português)




BBC - A VIDA DE BUDDHA

Quinhentos anos antes de Cristo um jovem príncipe saiu numa jornada. Ele viajaria através da dor e sofrimento para alcançar a Iluminação ou Nirvana - estado desperto da mente em que cessam todos os karmas. Símbolo da paz, símbolo de compaixão, símbolo de não-violência. Ele foi o Buda. 

Ele cresceu em um palácio rodeado por luxúria. Na sua adolescência, seus direitos especiais lhe garantiram todo tipo de vícios. Mas ele desistiu de tudo isso para ganhar a sabedoria final. Ele viajaria pelos corredores escuros de sua mente para chegar cara a cara com seus demônios internos. 

Ele fundou a primeira(*) religião do mundo, seguida hoje por mais de 400 milhões de pessoas, uma religião onde a meditação é usada para alcançar um estado de completa paz e felicidade.

* - Buda não criou a primeira religião do mundo 
- Buda apenas realizou o que Rama e Khrisna-Krsna-Crisna
pregaram na aurora desta geração.

"A grandeza de Sáquia Muni está em sua caridade sublime,em sua reforma moral e na revolução social que ele suscitou pela oposição às castas ossificadas.


O Buda deu uma sacudidela no bramanismo envelhecido, uma sacudidela semelhante à que o protestantismo deu no catolicismo, há quase 500 anos. Forçou-o a preparar-se para a luta e a regenerar-se. Mas sáquia Muni nada acrescentou à doutrina esotérica dos brâmenes. Apenas divulgou algumas de suas partes. No fundo, sua psicologia é a mesma, embora seguindo um caminho diferente - à sua maneira. -(vide meu artigo sobre a "Legenda de Buda", Revue des Deux-Mondes, 1-7-1885).
      O Buda não se inclui neste livro por causa do plano especial desta obra. Reconhecemos o seu lugar na série dos grandes iniciados. Escolhemos reformadores ou filosofos para mostrar a doutrina dos mistérios, sob um novo aspecto,em outra fase da sua evolução. Sob este ponto de vista, haveria repetição por um lado com Pitágoras, através de quem desenvolvi a doutrina da reencarnação e da evolução das almas. Por outro lado com Jesus Cristo, que proclamou para o ocidente como para o Oriente a fraternidade e a caridade universais.


Quanto ao livro, aliás muito interessante, e digno de leitura, Esoteric Budhism,, de M. Sinnet cuja origem algumas pessoas atribuem a pretensos adeptos vivendo atualmente no Tibete, não posso ver nele, até nova ordem, mais do que uma compilação muito hábil de bramanismo e de budismo com algumas idéias da Cábala, de Paracelso, e alguns dados da ciência moderna."

 Citação de Édouard Schuré,  ao pé da página 110 do Livro - "LES GRANDES INITIÉS"- 1889 "Os Grandes Iniciados" - Primeira edição: 1889 - Publicado em Português pela LIVRARIA EDITORA CÁTEDRA LTDA -Rio de Janeiro -1980
 Tradução e Notas de RAUL S.VAVIER - Capa: LUIZ FALCÃO 

 http://www.entreirmaos.net/wp-content/uploads/2011/10/
Os-Grandes-Iniciados-Edouard-Schure.pdf
 Li-Sol-30
 Fontes:BBC

Enviado por em 11/07/2011
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domingo, 23 de setembro de 2012

PROFECIAS DE LEONARDO DA VINCI - 44:59


Enviado por em 19/12/2011


 


1488: A Busca do FirmamentoVoar foi uma grande obsessão de Leonardo durante toda sua vida. Ele observava pássaros com precisão científica e imaginava o mundo sob sua perspectiva. Esta fascinação o levou a criar uma série de esboços de máquinas voadoras, incluindo seu famoso ornitóptero. O mecanismo que batia as asas  era impulsionado pelo corpo por meio de um sistema de roldanas e e cilindros.

Nenhuma das máquinas voadoras de Leonardo teria saído do papel com sucesso, apesar de sua compreensão da mecânica do voo estar muito à frente de seu tempo, incluindo a ideia de que a força de ascensão é o que mantém os pássaros no ar.

 Li-Sol-30
Enviado por em 19/12/2011Licença padrão do YouTube