segunda-feira, 12 de agosto de 2013

EU MAIOR - Professor Hermógenes - Entrevista


 
EU MAIOR - entrevista com Professor Hermógenes 
 


Trechos da entrevista com Professor Hermógenes. 
Documentário EU MAIOR, sobre autoconhecimento e busca da felicidade. 
www.eumaior.com.br

Saúde na Terceira Idade

entrevista com Professor Hermógenes - 17 de Fevereiro de 2007 


De que forma o livro Saúde na Terceira Idade pode ajudar o idoso?
O idoso passa por profundas transformações em sua vida e não deve cair no caso comum de sentir-se marginalizado e comprometido com a morte e a decadência. O livro surge para mudar a visão da terceira idade. Cada um precisa cair em si e dizer: 'Estou tendo a chance de realizar o melhor da minha vida e fazer coisas que não podia. É a oportunidade de trabalhar para ajudar alguém, uma instituição, em substituição ao trabalho profissional que vinha exercendo. Agora posso usar o lazer da melhor maneira.' O livro tem essa proposta, mas vai ajudar também com a metodologia holística do Yoga. Ela envolve o corpo físico e a estrutura energética, que atua no campo das emoções, dos pensamentos e, acima de tudo, proporciona um meio de chegar o mais perto possível da perfeição divina. 

Em que princípios se baseiam as técnicas ensinadas no livro?
Neste livro trago novidades porque não falo apenas no Hatha Yoga. Para a terceira idade, não posso usar determinadas técnicas que exigiriam manobras de corpo que o idoso não consegue fazer. Ofereço outras metodologias, como a caminhada, mas não esta que costumamos ver, com as pessoas conversando, escutando walkman e até fumando. Proponho uma caminhada completa, com a pessoa interiorizada, apreciando a paisagem e até orando. Também proponho a automassagem, com o objetivo de melhorar as circulações sangüínea, linfática, energética e nervosa. Outro método que sugiro é para restaurar a mobilidade das articulações de todo o corpo e desbloquear a circulação. Ainda acrescento técnicas de meditação e oração que afirmam o poder que está em nós e é divino. Desenvolvo outros temas que não são propriamente metodologias, mas sugestões para práticas da vida. Uma das coisas mais interessantes, e que tenho usado muito entre meus alunos, é o que chamo de positividade, ou seja, acabar com aquela história de dizer coisas destrutivas em relação a si e aos outros. Para ilustrar, conto a história do homem que caiu do quarto andar, e quando chegam perto dele perguntando o que aconteceu, diz: 'Eu também não sei, pois acabei de chegar'. Também falo de hábitos alimentares. Introduzo ainda o conceito de remusculação. Enfim, é um conjunto de propostas que se complementam. É um trabalho holístico.

Como o senhor comprovou a eficácia destas técnicas?
Tudo que está no livro foi experimentado por mim e por meus alunos em 35 anos de experiência (desde 1960). Nunca mudei nada. Agora resolvi fazer uma adaptação para os idosos porque suponho que alguns possam ter limitações. Quero que até o idoso de cama tenha o que fazer. Abordo até o problema da aposentadoria. Estou pedindo a Deus que o livro produza uma transformação que é difícil para quem cristalizou hábitos errados.

O senhor encontra alguma resistência à aplicação de seus métodos?
Sim. Não é uma resistência programada, mas afirmada através de muitos anos. Pior do que o Yoga não ser compreendido é ser compreendido erradamente. As mulheres aderem com facilidade. Por conta de fatores culturais, vivemos um machismo pouco inteligente. Quando os homens experimentam os resultados do Hatha Yoga, acham que o conheceram tarde. Em São Paulo, estive conversando com um piloto de avião. Ele estava num estado de estresse violento. Eu disse: 'Vai fazer Yoga.' Depois o encontrei muito bem. Disse que o Yoga tinha sido uma maravilha para ele. Perguntei quando tinha começado, e ele respondeu: 'Foi a minha mulher que começou.' A partir dela, melhorou a vida dele.

Seu trabalho fala muito no combate ao estresse. É ele o grande vilão do homem?
Minha visão é de que o estresse é a raiz comum de muitos males, a fonte de várias doenças que matam milhões, como as do coração, sono, hipertensão, impotência e úlcera. Na minha opinião, o estresse não é o vilão, mas um mecanismo que a vida desenvolve para se defender. Quando um animal se vê diante do predador, ele entra em estresse. Toda a confusão anatômica, fisiológica, psicológica e energética é para assegurar a integridade pessoal, e precisa ser compreendida e administrada. Se eu não administrar o estresse, ele se transforma em distresse, que é enfermidade. O Yoga nos ajuda a lidar com o estresse para chegar ao eustresse, uma condição de tranqüilidade, paz, eficiência e felicidade. Quer dizer, o estresse utilizado para chegar a uma qualidade de vida melhor.

Os problemas da terceira idade possuem maior relação com a dimensão espiritual ou a social?
Se a pessoa aceitar meu convite no livro, vai aumentar sua capacidade de relacionamento consigo e com os outros. O livro propõe que a pessoa chegue à terceira idade enfrentando os problemas à sua volta sem se deixar abater.

O senhor acha que os idosos brasileiros possuem alguma tendência cultural de assumir uma condição de improdutividade?
Já está em nosso inconsciente coletivo. Há quem ache que a terceira idade é o momento de parar, ver os netos crescerem, viver isolado, cheio de doenças. Esse livro vem contestar isso. Ser ou não ser jovem é uma questão de postura. Não sei como é em outros países, mas acredito que seja universal.
 
O senhor acaba de completar 75 anos demonstrando vigor, tranqüilidade e alegria de viver. Qualquer pessoa tem acesso a esta condição de equilíbrio?
É bom que se diga que tenho muitos motivos para viver estressado. Foram 75 anos de muitos desafios. Toda minha vida foi batalhada. Mas 'tudo concorre para o bem dos que amam Deus', disse o apóstolo Paulo. As pessoas não só podem alcançar essa alegria, como estão desafiadas e convidadas a isso. Quanto mais cedo começar, melhor. O sujeito que pensa em fazer isso quando ficar mais velho demonstra que o problema está mal equacionado nele. Eu tenho este vigor porque faço isso há 40 anos.

A partir de que idade uma pessoa pode aplicar estes princípios em sua vida?
No Japão existe uma especialidade médica que é a geriatria pediátrica. É a partir da infância que a pessoa deve ser preparada para a velhice, aprender a escolher os alimentos, os pensamentos, as emoções, os exercícios, enfim, disciplinar a vida e orientá-la para alguma coisa gloriosa.
O senhor costuma dizer que o maior perigo para o ser humano é ser contagiado pela doença da normose.

O que é isto?
É a doença de ser normal. Aí você pergunta: 'Mas o normal é doente?' Sim, é. O que não é doente é o natural. Normal é o comportamento que todos têm, a mesmice generalizada. Estive lendo que, depois da Segunda Guerra Mundial, o consumo de refrigerantes aumentou 85 por cento. Os normóticos são os que estão consumindo refrigerante. Quem não possui a doença prefere água ou sucos. Muitas coisas que destroem o homem estão na moda, dentro das normas. São normais, mas não são naturais. Normose é esta vida pequena, mesquinha, daqueles que são manobrados pela máquina de convencer. Os normóticos em geral são acometidos de outra doença, a egosclerose. Por que há tanta miséria no mundo? É porque a egosclerose dominou as pessoas de poder. Elas pensam: 'Primeiro, eu. Depois, eu. Em terceiro lugar, talvez, minha mulher e meus filhos. Os outros que se danem.' É isto que está acontecendo na política, nas finanças, na educação, na medicina, nas ciências em geral. As pessoas lutam pelo poder e, ao chegar lá em cima, continuam com isso estupidamente.
O senhor pode apontar pessoas que não tenham se tornado normóticas?
Mahatma Ghandi, Chico Xavier e irmã Dulce são exemplos de pessoas não-normóticas.

Durante suas viagens, cursos e palestras, o senhor vê o interesse por terapias alternativas e naturalistas aumentando?
Sim. Tenho recebido muito apoio e aceitação. Mas há exceções, como certos especialistas, cientistas e religiosos obliterados e dogmáticos que sentem alguma ameaça. Mesmo assim, são raros. O que apresento é convincente não somente pelo poder da experiência, mas também pela clareza da lógica. Minha alegria é ver transformadas as pessoas que aceitaram meus ensinamentos, saindo de problemas difíceis. Sem dúvida, eu seria mais aceito se fizesse alguma coisa normótica para os normóticos. Se eu oferecer carniça em festival de urubu, vou ganhar muito mais dinheiro, mas se oferecer flores, serei bicado.

Como o senhor conheceu o Hatha Yoga?
Eu tinha tuberculose. Meus pulmões pareciam casas de abelhas. Me atacou a laringe a ponto de me deixar afônico. Como o tratamento era à base de muita alimentação e muito repouso, quando terminou eu estava envelhecido e obeso, apesar de ainda estar na faixa dos 35 anos (por volta de 1956). O pior era o bloqueio psicológico e social que o médico me impôs. 'Você não pode ficar no Sol, pegar sereno, ir à praia, fazer ginástica' e por aí afora. Até propôs que eu me aposentasse porque minha vida estava comprometida. Foi aí que ganhei um livro de Yoga de um autor indiano, Selvajaran Yesudian, escrito em francês. Como era muito claro na didática, comecei a fazer sozinho, como experiência. Pensei: 'Ou fico bom ou morro logo'. A transformação em poucos meses foi tão espetacular que surgiu um novo ser daquela ruína. Senti o compromisso de dedicar o resto da minha vida a mostrar o mapa da mina aos outros.

Então o senhor é autodidata?
Sim. O mestre que eu tinha era invisível, chamava-se Deus. Não havia nada em português sobre o Hatha Yoga. O primeiro livro em nossa língua sobre o tema foi escrito por mim e publicado em 1960 a partir de minha experiência pessoal e de meus estudos sobre medicina oriental, anatomia, psicologia e tudo mais que me desse base para compreender o que se passara comigo. Chama-se Autoperfeição com Hatha Yoga, que chegou em 1996 à 35ª edição. O principal é a quantidade de cartas com depoimentos de pessoas, até da África portuguesa, dizendo como o livro mudou a vida delas.

Além dos livros, suas técnicas são ensinadas e divulgadas através da Academia Hermógenes. Como ela surgiu?
Ao escrever esse meu primeiro livro, ele se tornou um best seller. Fui procurado pelas pessoas para ensinar-lhes as técnicas. Para mim, o Yoga era tão puro que eu não queria misturá-lo com uma empresa. Um amigo de infância montou a coisa na rua Uruguaiana e me ofereceu em 1962. Vamos completar o 35º ano de funcionamento em 1997. Milhares de pessoas já passaram por lá.

Originalmente publicado em 1996 no sítio
 www.record.com.br/novaera

Visite o sítio do Professor Hermógenes em 


Professor Hermógenes
 
 
O professor Hermógenes tem toda a sua obra reeditada pela Editora Record, com novo projeto gráfico e revisão científica. O primeiro livro a ser relançado foi Yoga para Nervosos, um best seller do mais importante nome do yoga no Brasil, que fala sobre sua obra e vida na entrevista abaixo.

Hermógenes, escritor, poeta e pensador

“Já tive a surpresa de ouvir de Chico Xavier que eu era seu escritor favorito. Paulo Coelho, Roberto Shinyashiki e Leonardo Boff já me disseram que me consideram um pensador. Porém, a mídia nunca me entrevistou como escritor. Quando vou a algum programa de televisão, os apresentadores fazem meia dúzia de perguntas sobre yoga e logo pedem que eu faça uma demonstração do “homem-borracha”. Me dá um desgosto... Porque, desse jeito, estou fazendo propaganda da casca da banana, enquanto gostaria de falar do miolo.” - Hermógenes

Quem é Hermógenes? O nome diferente e o conteúdo das obras dá margem a acreditar que se trata de um espírito psicografado ou um filósofo da Grécia antiga. Nada disso. Nascido em Natal (RN) há 82 anos, o filósofo, poeta, escritor e terapeuta José Hermógenes de Andrade Filho - conhecido como professor Hermógenes - vive no Rio de Janeiro e agora tem o prazer de ver sua obra completa ser relançada pela Editora Record, com novo e belo projeto gráfico e revisão científica. São cinco livros técnicos que promovem a saúde e a longevidade e catorze livros poéticos e filosóficos. O primeiro relançamento é Yoga para nervosos, publicado pela primeira vez em 1965, mas com conteúdo e linguagem absolutamente atuais. Um dos capítulos, por exemplo, caracteriza e ensina como driblar a síndrome do pânico, doença que atinge atualmente 3% da humanidade, e que na época ainda não tinha sido descrita pelos médicos. Apesar de ser mais reconhecido por seu trabalho de divulgação da yoga, hoje em dia o professor dá apenas uma aula por semana e tem uma rotina de escritor. Viúvo há dois anos, pai de duas filhas e avô de 6 netos, ele mora sozinho num apartamento no bairro do Flamengo e encara a morte como “o sinal para iniciar o recreio”. “É um repouso para quem realmente se preparou para repousar. Quem não se preparou, vai continuar brigando do lado de lá”.

Por Valéria Martins-Stycer.

O conteúdo de Yoga para nervosos é absolutamente atual e científico apesar do livro ter sido escrito há mais de 40 anos. Como o senhor explica esse fenômeno?

Os livros clássicos falam de assuntos que estão presentes em todas as épocas. Escrevi Yoga para nervosos com a intenção de aliviar o sofrimento humano, que tem várias manifestações. Na academia, eu recebia muitas pessoas aflitas, preocupadas, angustiadas, estressadas, tensas que, em questão de semanas, começavam a mudar mostrando-se mais seguras e tranquilas. Percebi uma grande força no meu trabalho e me propus a compartilhar. Não se trata apenas de ginástica. Sempre falei muito nas aulas, mostrando os caminhos para a pessoa mudar, criar um sentido para sua vida, um novo estilo de viver. A falta de sentido na vida é uma neurose gravíssima.

Atualmente, 3% da população mundial sofre de síndrome do pânico. Em Yoga para nervosos, publicado em 1965, o senhor caracteriza a doença e ensina como lidar com os sintomas antes dela ser reconhecida pelos médicos. Como foi isso?
É verdade. Muitos alunos chegavam reclamando: “professor, eu sinto uma coisa terrível...”, “No dia em que a coisa me pega eu quase morro...”. Por isso, incluí no livro um capítulo chamado A Coisa, que explica a síndrome do pânico minuciosamente. Trata-se de um desequilíbrio psicossomático que submete a vítima a sentimentos muito dolorosos sobre os quais ele não tem o menor controle. O pânico nasce justamente da incapacidade de controlar esse estado tão perturbador. A principal estratégia para vencer a crise, conforme ensino no capítulo seguinte, é não se armar para se proteger. A tensão prepara o circuito para o pânico se alastrar. A solução é relaxar.

No primeiro capítulo do livro o senhor conta que, ao lançar a primeira edição, temeu ser criticado pelos médicos pelo fato de ser um leigo propondo soluções e terapias. Como a obra foi acolhida na época?
Eu me surpreendi com a boa acolhida. Acho que foi porque viram uma novidade proposta com muita convicção. Enquanto escrevia o livro, eu também tive o cuidado de me preparar para responder os médicos caso viessem a me criticar. Ao contrário disso, recebi cartas de muitos deles que se curaram depois praticar o que é proposto no livro.

O yoga foi redescoberto de uns 5 anos para cá, ou seja, entrou em moda porém com finalidade mais voltada para a forma física. O senhor acha que a parte filosófica está sendo esquecida pelos novos professores?
Sim. No meu primeiro livro previ que, um dia, o yoga conquistaria gente interessada em perpetuar a uma coisa que acaba: o corpo. Isso é uma insensatez. Quem usa yoga apenas como ginástica - o que é muito agradável e eficaz - está comendo a casca da banana e jogando o miolo fora.

O senhor teve graves problemas de saúde quando era criança e na década de 60. Quais foram esses problemas?
Quando criança eu tive paludismo, que é uma febre decorrente da picada de um mosquito. Já capitão do exército, fui atacado por tuberculose. Esta, quase me matou. O yoga e a medicina me resgataram.

Como e quando o yoga entrou na sua vida?
Naquela época (final da década de 1950), não se ouvia falar de yoga no Rio de Janeiro. Descobri e comprei numa livraria um livro em francês que mostrava o poder terapêutico do yoga e ensinava a praticar. Comecei a fazer escondido do médico. Os resultados foram maravilhosos. Foi aí que assumi o compromisso de, até o fim da minha vida, ensinar as pessoas a se curar através desse método. Foi com essa intenção que escrevi o meu primeiro livro Auto-perfeição com hatha yoga, que foi best-seller na época do lançamento e hoje está na 42º edição.

Como o senhor começou a dar aulas?
Através do livro, as pessoas tomaram conhecimento da minha proposta e passaram a me procurar para ter aulas. Num primeiro momento, recusei-me a transformar yoga em profissão. Eu ainda era membro do exército e me preocupava com viver, na prática, preceitos do yoga como a verdade e a desambição. Porém, um amigo de infância lá de Natal, construtor, alugou para mim uma sala no centro da cidade - a mesma há 42 anos. No início, eu era diretor, professor, faxineiro e secretário. Então, comecei a ter a alegria de ver as pessoas se libertarem dos seus limites, condicionamentos e do sofrimento. A academia se converteu em meu laboratório, de onde tirei fundamentos para escrever meus outros livros.

O senhor é um dos grandes vendedores de livros do Brasil. A que se deve esse sucesso?
Antes de escrever sobre yoga, tive a experiência de escrever livros didáticos sobre História do Brasil, Organização Social e Política e Moral e Cívica. Tomei a iniciativa de escrever porque era professor do Colégio Militar, lidava com esses temas e tinha idéias absolutamente progressistas em relação aos textos vigentes na época. Quebrei a cara. Bati de frente contra uma comissão conservadora que controlava essas publicações e meus livros não foram aprovados. Mas eu sempre soube me comunicar bem.

O senhor conta que em determinada época da vida experimentou um pouco da angústia perfeccionista dos escritores. Como foi isso?
Isso não passou, não. Toda vez que termino um texto fico lendo e relendo a fim de torná-lo mais claro, dar mais força ao que escrevi. É um trabalho de escritor, muito embora eu não me considere escritor.

Autores de best-sellers como Paulo Coelho, Roberto Shinyashiki e Leonardo Boff o consideram como mais do que um escritor, uma espécie de sábio ou pensador. O que acha disso?
É verdade. Já tive a surpresa de ouvir de Chico Xavier que eu era seu escritor favorito. Porém, a mídia nunca me entrevistou como escritor. Quando vou a algum programa de televisão, os apresentadores fazem meia dúzia de perguntas sobre yoga e logo pedem que eu faça uma demonstração do “homem-borracha”. Me dá um desgosto... Porque, desse jeito, estou fazendo propaganda da casca da banana, enquanto gostaria de falar do miolo.

Quando o senhor iniciou sua obra poética e filosófica - composta hoje de 14 livros -- mostrou seus textos a um poeta que lhe aconselhou a burilar mais os versos. Como encarou essa crítica?
Optei pelo conteúdo em vez da forma. Escrevo o que chamo de “Cintilações”. São frases que contém um pouco de doçura, encanto, talvez de beleza, talvez de poesia, talvez de desafio, que facilitam a germinação de sementes de reflexão e questionamentos. Um exemplo: “Enquanto caía, pensava o pingo de chuva: ‘que importa deixar o céu se estou indo fertilizar a terra?’”. Muitos apreciam os meus livros e conhecem o meu nome, mas não sabem se estou vivo ou morto. Uns pensam que eu sou um espírito comunicante. Outros, que eu sou um filósofo grego.

Suas influências vão de Jesus Cristo a Sai Baba, de Helena Blavatsky (fundadora da Teosofia) a Chico Xavier, do sufismo (filosofia do Islã) ao kardecismo. Como foi esse percurso na formação do seu pensamento? Como o senhor concilia mensagens filosóficas tão diferentes? Ou não são tão diferentes assim?
São diferentes na superfície. Na profundidade, é tudo a mesma coisa. Eu sou um farejador. Meu compromisso é com a busca. Sempre li e me interessei por todas as filosofias sem medo, sem preconceito, sem apego. A verdade é eterna e o topo da montanha é um só.

Na dedicatória do livro Canção Universal o senhor diz que, por amor, rezou para sua mãe morrer e, assim, libertar-se do corpo doente que lhe causava sofrimento. Foi difícil tomar essa iniciativa? Como o senhor encara a morte?
Não foi difícil porque ela estava sofrendo demais, com o corpo irrecuperável. Meu amor filial se manifestou através de uma oração para que ela fosse. Cheguei a dizer no ouvidinho dela: “esse corpo não lhe serve mais, mãe. Deixa esse corpo!” Algum materialista vai dizer que eu matei minha mãe. Não é nada disso. Hoje, eu faria a mesma coisa. Porque sei que a morte é uma transição necessária. A morte é o toque para iniciar o recreio. É um repouso para quem realmente se preparou para repousar. Quem não se preparou, vai continuar brigando do lado de lá.

O senhor diz que a yoga “é a viagem dos que, intoxicados de divertimento, acordados pelas abençoadas pancadas das vicissitudes, saudosos da ‘casa do Pai’, (...) se tornaram aspirantes ao Eterno”. O que quer dizer com isso?
Nós vivemos nesse mundo rendidos aos desejos, aos apegos, às rejeições, ao medo, e buscamos soluções na aquisição de bens materiais, gozar prazeres, subir na vida etc. Isso entretém a gente aqui. Quando conseguimos o que queremos, vem um prazer - momentâneo, porque nada é eterno. Se não conseguimos, vêm a tristeza e a depressão. Só existe uma solução: despertar para a verdade superior. Tudo o que está aqui é ilusório. Eu defino ‘infelicidade’ como ‘a pretensão de eternizar o provisório’.

Como é sua rotina aos 82 anos?
Acordo cedo, às cinco horas. Faço algumas práticas de yoga, oração e meditação. Como meu desjejum vegetariano e vou trabalhar no computador. Dou duro sob o ponto de vista do primor e da dedicação. Depois do almoço tiro uma sonequinha e, à tarde, vou novamente para o computador. Nessa época, outono, lá pelas três e meia eu saio para caminhar entre as árvores do Parque do Flamengo. É uma caminhada holística, que todo mundo deveria praticar. Porque existe a caminhada mecânica, na qual o sujeito marcha com walkman, alheio a tudo. Eu procuro curtir a beleza da paisagem, prestar atenção aos detalhes, penetrar em mim mesmo. Quando volto, já está escuro. Tomo banho, lancho frutas e à noite, se me dá apetite, ainda trabalho um pouquinho. Senão, vou ver besteiras na televisão. Durmo mais ou menos às dez e meia.

Sua mensagem é essencialmente de paz, evolução e iluminação espiritual. Como o senhor encara o que acontece no mundo, principalmente depois do atentado terrorista de 11 de setembro? O senhor é otimista quanto ao futuro?
A Bíblia nos conta a história do Filho Pródigo, que começa com um afastamento da casa paterna. O rapaz sai pelo mundo com o bolso cheio de dinheiro, gastando com os amigos, procurando novos prazeres. Chega num ponto em que nada lhe resta. Aí, sente-se miseravelmente. Nessa hora, em meditação, conclui que todo o sofrimento ocorreu por causa do afastamento. O alívio estaria em se reaproximar e se juntar àquilo que ele tinha deixado. Ele volta feliz à casa do pai, que o acolhe muito bem. Porém, se não houvesse sofrido tanto, o danado ainda estaria se alienando. A humanidade está chegando nesse ponto crítico e começa a se preparar para voltar.

O senhor está preparando algum livro novo?

Sim. O livro no qual tenho trabalhado atualmente chama-se Esplendores na madrugada. É um livro de cintilações.


OBRAS DO PROFESSOR HERMÓGENES JÁ DISPONÍVEIS:
 
  • Canção Universal   
  • Convite à Não-Violência  
  • Dê uma Chance a Deus   
  • Yoga: Caminho para Deus
  • Viver em Deus  
  • Iniciação ao Yoga
  • Mergulho na Paz
  • Saúde Plena: Yogaterapia
  • Saúde na Terceira Idade: Saúde no Jovem, Obra Nati
  • Superação
  • Yoga: Paz com a Vida 
  • Yoga Para Nervosos 
   





Enviado em 22/08/2010-Licença padrão do YouTube

domingo, 11 de agosto de 2013

A Era de Francisco O Papa do Fim do Mundo


A Era de Francisco O Papa do Fim do Mundo47min.
Até 13 de março deste ano, Jorge Mario Bergoglio era apenas o arcebispo de Buenos Aires e cardeal-presbítero argentino. Neste dia, o mundo foi surpreendido com sua escolha como o 266 º Sumo Pontífice da Igreja Católica, colocando a Argentina e a América Latina no centro das atenções. Agora, enquanto o Vaticano acerta os últimos detalhes da primeira viagem do papa Francisco ao Brasil, em sua primeira viagem internacional, o History Channel apresenta o especial inédito "O Papa do Fim do Mundo", no dia 21 de julho, domingo, às 21h, sobre a vida e as ações do novo representante supremo da Igreja Católica.

Responsável por liderar mais de 1,2 bilhão de fiéis em todo o mundo, o novo papa surpreendeu também por seu estilo simples, despojado e pela preocupação social, tendo já demonstrado qual será o tom de seu papado. Além disso, com uma Igreja em crise, o papa Francisco demonstrou disposição para colocar a casa em ordem, sem receio de tocar em questões polêmicas, envolvendo o Vaticano e o clero. O papa estará no Brasil entre 23 e 28 de julho para a Jornada Mundial da Juventude, na cidade do Rio de Janeiro, ocasião em que visitará Aparecida do Norte, em São Paulo.

Por meio de um relato dinâmico, o programa revela a trajetória de Francisco, o primeiro jesuíta da história da Igreja Católica a se consagrar papa, e apresenta o perfil do homem que vem cativando a todos por seus atos e declarações. O especial satisfaz inúmeras curiosidades a seu respeito: quem é esse religioso humilde, mas austero, que vai ao encontro dos menos favorecidos em um Estado que enfrenta crescente perda de fiéis? O que pensa esse governante da Igreja Católica que dispensa as regalias do alto cargo, como automóveis oficiais e chofer, para correr o mundo sobre seus sapatos velhos?

"O Papa do Fim do Mundo" busca respostas a questões que inquietam a comunidade católica, analisa os desafios que enfrentará como Sumo Pontífice e tenta entender o que os fiéis esperam dele, quem são seus inimigos e por que motivo dispensa privilégios e luxos. Investiga, ainda, profecias que o anunciam como o último papa e revela a verdadeira participação do Cardeal Bergoglio durante a ditadura militar argentina. Reúne, também, preciosos depoimentos de pessoas de diversos países, que ajudarão a traçar o seu perfil. Entre eles, o de Federico Lombardi (sacerdote jesuíta italiano, porta-voz do papa e diretor da Rádio e Televisão do Vaticano), o de Antonio Sparado (sacerdote jesuíta e filósofo, editor-chefe da revista romana La Civitá Catolica) e o de Marco Politti (analista de prestígio, jornalista e autor do livro Crise de um Papado).

Leia mais em: vcfaz.TV -
 History exibe especial sobre o Papa Francisco
 http://www.vcfaz.tv/viewtopic.php?t=2...
 O outro lado de Bento XVI -

A segunda Cruzada - 92min.
History Channel - Os Segredos do Vaticano - 85min.

Ronaldo Malta  

Publicado em 23/07/2013-Licença padrão do YouTube

VENCENDO A NEGATIVIDADE - OBSESSÃO ESPIRITUAL:- Dr.Sérgio Felipe de Oliveira


 Dr. Sérgio Felipe de Oliveira
A Glândula Pineal- 67min.
Dr.Sérgio Felipe de Oliveira - Análise Da Lei das causas...10min.
Dr.Sérgio Felipe de Oliveira
Doenças e Espiritualidade- 75min.

Dr.Sérgio Felipe de Oliveira
Sintonia Fraterna- Faculdade Uniluz - 84min.
Dr.Sérgio Felipe de Oliveira - Visão Espírita - 61min

VENCENDO A NEGATIVIDADE -
 OBSESSÃO ESPIRITUAL: QUANDO COMEÇA E QUANDO TERMINA?

Obsessão é o ato de exercer influência do tipo negativa. Trata-se de um termo clássico e tradicional utilizado em meio à comunidade espiritualista que passa a ideia de que uma ou mais pessoas, lugares, objetos ou entidades, estão sofrendo influencia negativa de origem espiritual. A designação obsessão espiritual revela o caráter extrafísico do processo, portanto, de forma geral, trata-se de obsessão invisível e silenciosa, logo, com baixíssimo grau de percepção por parte do obsediado.
Existem inúmeros tipos de obsessões, contudo, neste material vamos tratar apenas as de ordem espiritual.

O assunto é denso, exige profundidade, atenção, maturidade e muito bom senso, porque está intimamente relacionado às questões mais profundas da alma humana. Digo isso porque a obsessão não acontece sem um obsessor. A obsessão é um sistema energético que funciona pela presença do obsessor e do obsediado. Não há um sem o outro.
E como decidi abordar o tema com foco apenas na obsessão do tipo espiritual, vamos estreitar a amplitude do assunto lembrando que para considerar a obsessão espiritual, antes precisamos considerar a existência do espírito ou o caráter imortal da alma.
É importante ficar claro que a obsessão espiritual se dá pela ação de influência de um espírito desencarnado sobre um ou mais espíritos encarnados.
Também podemos lembrar que existem diversos tipos de obsessão, como por exemplo, entre pessoas encarnadas, entre espíritos desencarnados, entre pessoas e espíritos. Neste caso estamos abordando unicamente a ação de seres desencarnados sobre os encarnados.

A IMORTALIDADE DA ALMA E DOS ASPECTOS DA PERSONALIDADE
Ao desencarnar, a alma guarda consigo todos os aspectos de sua personalidade, o lado positivo e o negativo. Quando a morte vem, a única coisa que se perde é o corpo físico, todavia o temperamento, a base moral e o universo de pensamentos e sentimentos ficam preservados. É aí que as obsessões começam, porque os mesmos defeitos e virtudes que a pessoa tinha quando vivia na matéria, agora ela manifestará no lado extrafísico da vida.

 ESCOLHAS E SINTONIAS

Quando a alma desencarna no processo da morte do corpo físico, é a sua constituição moral e sua personalidade que determinará os horizontes que seguirá. Em outras palavras, “a cada um será dado conforme suas obras”.
O que uma pessoa vive na vida material, no que concerne a forma como ela pensa e sente a vida e a sua capacidade de sentir mais ou menos amor, determinará o seu endereço na vida além-túmulo. Como a alma não morre, e ela é a matriz da sua existência, você não se livrará daquela tendência de se magoar, daquela visão pessimista, daquela mania de reclamação, daquela atitude crítica, somente porque “passou para o outro lado”.
Se você é uma pessoa legal aqui no lado da matéria, assim será do lado de lá!
Se você é chato, inconveniente e negativo aqui no lado da matéria, assim você será do lado de lá!
A morte não muda o que as pessoas são em essência!
A morte é uma transição necessária que acontece para que as pessoas possam reavaliar seus estágios de evolução e para que possam se reciclar quanto aos seus propósitos e necessidades.
Definitivamente, quanto mais você focar o sentido de uma vida física na busca por evolução espiritual e reforma íntima, mais chances você terá de não se tornar um obsessor no pós-morte!

 EU, UM OBSESSOR???
Esse é um caminho, infelizmente, muito comum!
O motivo é simples, você vive uma vida inteira sem propósito espiritual e sem focar na evolução da sua consciência e na realização da verdade da sua alma. A consequência é que a morte vem e você não estava preparado para ela. Isso implica em sentir muitos sentimentos negativos, como apegos, medos, tristezas, mágoas, ressentimentos e irritações. É aí que as obsessões mais simples, as quais são as mais ocorrentes na vida humana, surgem.
Você morreu, mas aquele ressentimento está mais vivo do que nunca. O seu corpo morreu, mas aquela tristeza está mais forte do que nunca. O seu corpo já virou resido no cemitério, mas aquele vício por cigarro, álcool ou por aquela alimentação desregrada ainda está muito forte.
O que você acha que acontece?
Você acha mesmo que somente porque você é um espírito desencarnado é que tudo será curado?
Ledo engano...
No lado de lá da existência, os vícios, incluindo os emocionais como reclamação, crítica, apego, ficam mais intensos, mais protuberantes, portanto mais incômodos.
E o mesmo desafio pessoal, que envolve dedicação, vontade, desapego e força, necessária para vencer as suas limitações, será igualmente necessário.
O lado espiritual da vida revelará totalmente o que você é em essência!
O lado espiritual da vida mostrará a face escura e a face clara da sua alma! O lado que estiver mais nutrido vencerá!
Não existe um Deus que castiga, pois céu e inferno são estados de consciência que sintonizam a pessoa em ambientes bons ou ruins. O céu e o inferno são aglomerados de coisas, pessoas, energias de mesmo padrão, portanto você terá o seu magnetismo pessoal como o GPS que lhe guiará para o seu ambiente perfeitamente adaptado para  o que você é em essência e verdade.
Você se tornará um obsessor de pessoas encarnadas se não souber se livrar a tempo das inferioridades mundanas que lhe mantem em estado de apego e dependência, seja no nível e tipo que forem.

 O INÍCIO DE UMA OBSESSÃO
Cada ser escolhe como quer evoluir. Evoluir pela dor ou pelo amor será sempre a escolha oferecida a cada alma, contudo, evoluir não é uma escolha, é uma lei natural, a qual você não pode se desligar.
Você tem a oportunidade de após a morte do seu corpo físico, seguir no caminho da consciência e da continuidade da sua evolução, mesmo que isso exija dedicação, empenho e muito trabalho. Sempre há uma mão estendida do lado espiritual, proporcionando ajuda no sentido da elevação moral daquele que acaba de desencarnar. Todavia, ceder aos impulsos da carne e obedecer a um chamado da alma não é tarefa simples, em especial para aquele que se intoxicou profundamente no período de uma vida, com ilusões mundanas, materialismo excessivo e paixões animalizadas.
É nesse momento que a evolução pelo caminho da dor pode começar. Se o espírito recém-desencarnado não se dedicar ao aprimoramento de sua alma, cederá aos impulsos ainda remanescentes de uma alma contaminada pelo estilo de vida material sem valores espirituais.
Como saciar os desejos de uma alma doente e dependente de elementos de uma vida material?
Somente com elementos do mundo material...
Dessa forma, o espírito apegado ao modo de vida na Terra, ignora o chamado que levará ao o seu aperfeiçoamento para ser magnetizado aos elementos que provocaram a ilusão da saciedade.
Com esta escolha, o espírito passará a seguir o caminho da vampirização energética ou simplesmente obsessão espiritual (os dois termos significam a mesma coisa). De forma magnética será atraído para pessoas encarnadas que estejam mergulhadas nas sensações em que ele é viciado, passando a participar ativamente da aura de acontecimentos, idas e vindas dessas pessoas.
Seu objetivo não é fazer mal a ninguém, apenas alimentar suas sensações de carência com os fluidos energéticos das práticas realizadas na Terra por um ou mais encarnados.
A obsessão acontece no sentido de sugar os fluidos corpóreos extrafísico exalados pelos ambientes e pessoas que produzem as sensações as quais o obsessor necessita.

 ELEMENTOS DE DEPENDÊNCIA
Tudo o que promove o aumento do amor e da elevação da alma ajuda na construção da proteção espiritual, da saúde em todos os níveis e da ascensão da alma humana. Todavia, tudo aquilo que gera vício e provoca sentimentos animalizados ou desequilibrados, gera a escravização.
Se você é uma pessoa cheia de rancor, poderá viciar-se em situações de mágoa e quando desencarnar, ficar presa às situações similares;
Se você é uma pessoa controladora e autoritária na sua família, quando desencarnar, tende a ficar preso as situações similares;
Se você é descompromissado, não tem vontade de crescer, não tem ambição para vencer o comodismo, quando desencarnar, tende a ficar preso em situações similares;
Se você só reclama da vida e fica se lamentando o tempo todo, quando desencarnar, tende a ficar preso a situações similares;
Emoções negativas são viciantes, estudos científicos já comprovam essa afirmação, portanto, são as maiores responsáveis por dar origem a condição de obsessor espiritual

 90% DAS OBSESSÕES NÃO SÃO FEITAS POR ESPÍRITOS MALÍGNOS
Você não precisa ser uma pessoa maldosa para se tornar um obsessor espiritual, basta que você se deixe levar pelas emoções negativas, que feche as portas para a necessidade de evolução e que mergulhe nos erros da invigilância espiritual, para que você se torne um candidato a obsessor. É simples assim!

 90% DOS OBSESSORES PROCURAM AMIGOS E FAMILIARES
Da mesma forma que vivemos no mundo material em grupos sintonizados por afinidades, quando desencarnamos e não aprendemos a domar as emoções viciantes, voltamos a procurá-los. Desta forma, as obsessões tem a maior tendência de acontecer com parentes e amigos.
Notadamente, os obsessores procuram os seus semelhantes!

 AS CONSEQUÊNCIAS

É importante evidenciar que o elemento de ligação entre o obsessor e o obsediado é um conjunto de emoções e sentimentos. Em outras palavras, o obsessor reconhece no obsediado uma ponte para que ele volte a experimentar os fluidos de determinadas sensações, portanto não existem vítimas, somente consequências de ações.
Mesmo assim, é necessário explicar alguns dos tipos mais clássicos de consequências envolvidas no processo de obsessão.
Basicamente o obsessor se alimenta de uma ou mais sensações específicas que são geradas na associação do corpo mental e emocional do obsediado. E para que essas sensações sejam produzidas pelo obsediado, o obsessor irá constantemente estimular seu alvo a tais ações. Com essa corrida sem fim, o obsediado passa a ser manipulado não somente pelos seus próprios vícios, mas também pela ações de entidades externas.
Por meio dessa influenciação, o obsediado aumenta o seu nível de dependência e de desequilíbrio. Também pode começar a sentir outros anseios, dores, emoções e traços de temperamento do seu obsessor, o que provocará inúmeras sensações inconvenientes.
Como o processo de obsessão acontece por conta da sintonia de sensações, é dificilmente percebida por pessoas distantes da vida espiritual e porque não manifestam características muito diferentes daquelas que retratam a sua personalidade. E outras palavras, as consequências negativas das obsessões dão a impressão de ser fruto apenas de um desajuste meramente pessoal. E com isso a percepção dos reais fatos se torna impossível para pessoas materialistas (neste conceito não me refiro ao dinheiro, mas apenas as pessoas que não estão abertas para enxergar, sentir e acreditar no lado espiritual da vida).

 TIPOS DE OBSESSÕES ESPIRITUAIS
O tipo mais ocorrente de obsessão espiritual é o que relatei anteriormente, contudo não é o único. Existem outros padrões de obsessões bem mais complexas e arquitetadas. Vamos citar aquelas as quais considero as mais relevantes.

OBSESSÕES DE INIMIGOS ESPIRITUAIS
Quando um conflito surge entre duas pessoas, as consequência dessas desavenças podem atravessar os séculos. Quando as pessoas envolvidas estão em dimensões diferentes, ou seja, uma está no plano físico e outra no plano espiritual, uma obsessão espiritual pode surgir.
Os laços negativos que foram criados por conta dos conflitos criam sintonia entre os dois seres. Depois disso, o indivíduo desencarnado toma proveito da sua invisibilidade para fazer valer sua influenciação negativa no sentido de promover sua vingança, seu ataque ou qualquer que seja a sua ação perniciosa. Casos assim acontecem com muita frequência e precisam de muita dedicação por parte principalmente do obsediado para que o processo se encerre. Além disso, a oração de familiares e amigos pode também oferecer vibrações positivas que favorecem a transmutação do carma. É importante entender que os conflitos podem ter origem em uma ou mais existências (vidas passadas).
Nesses casos, o obsediado dificilmente conseguirá tratar a obsessão se não procurar ajuda especializada, bem como, mergulhar profundamente no seu caminho de reforma íntima.

SISTEMAS ENERGÉTICOS DE VICIAÇÃO
Os submundos espirituais são regiões extrafísicas envolvidas por vibrações negativas, de baixo calão, estruturadas de material astral sombrio, proveniente das imperfeições da alma humana. Nesses ambientes conhecidos genericamente por umbral (região onde existe grande perturbação e sofrimento) ou inferno (do latim: profundezas, mundo inferior) muitos espíritos especializados na obsessão coletiva, desenvolveram sistemas complexos para garantir a exploração em escala maior dos fluidos vitais humanos carregados de sensações e sentimentos que alimentam os seus vícios. Esses sistemas contam com o trabalho de escravos espirituais que atuam na crosta da Terra exercendo influencias em encarnados para que o processo de obsessão organizada siga acontecendo. Esses sistemas são especializados por áreas de interesse, como por exemplo: escolas e universidades, grupos religiosos, bares e prostíbulos, festas e eventos, grupos políticos, entre outros.
Quando uma ou mais pessoas no ambiente extrafísico da Terra desenvolve ações, atitudes ou movimentos que indiquem uma possibilidade de abalar a ação desse sistema organizado por espíritos especialistas (os quais normalmente lideram falanges de muitos espíritos viciados ou enveredados para o mal) poderão sofrer retaliação.
Esses casos são graves, a considerar que essas organizações são monitoradas a distância pelos técnicos espirituais a serviço do bem maior, os únicos capazes de proceder com os recursos corretos, com as estratégias perfeitas para o desmantelamento de suas atividades.
Quando uma pessoa por imperícia, distração ou inocência, comete ações impensadas contra essas organizações (quase sempre sem perceber), pode sofrer graves consequências. Especialmente se essas ações infringirem leis naturais, então os agentes do bem maior nada poderão fazer para atenuar as consequências. Nestes casos, a pessoa pode ter a sua vida literalmente virada de pernas para o ar!
Se um pessoa desavisada agir de forma que provoque alterações nos sistemas desses seres das sombras, todavia não estiver agindo contra nenhuma lei da justiça divina, ela será amparada pelos seres de luz responsáveis pela tarefa.

RETALIAÇÃO DE OBSESSORES DE TERCEIROS
É comum uma pessoa que esteja ajudando alguém na sua reforma íntima sofrer a retaliação do espírito obsessor relacionado a ela.
Imagine que você esteja ajudando alguém a se livrar de um vício ou a curar aspectos da personalidade inferior de alguém que esteja sobre influencia espiritual de uma entidade qualquer. Pela mudança no padrão energético da pessoa que está buscando ajuda, ela passará a ser considerada pelo obsessor como a responsável pela perda de seu “escravo”, logo, pode começar a sofrer ataques espirituais da entidade perturbada.
Uma vez que o trabalho de ajuda seja feito dentro de um âmbito de respeito, não julgamento e amor, não haverá desequilíbrio nas leis de justiça divina, portanto a pessoa será amparada por seres de luz empenhados na tarefa. Da mesma forma, se a pessoa que oferece ajuda conduzir práticas que alterem o equilíbrio da justiça divina, certamente receberão o impacto das ações incorretas.

OBSESSÃO POR ENCOMENDA

Você pode ter sido alvo de alguém que encomendou um “trabalho” para lhe prejudicar por inúmeros motivos que o egoísmo humano pode criar. Exemplo: Inveja, cobiça, vingança, entre outros. Neste caso, a pessoa interessada no mal de alguém encarnado, encomenda o serviço para algum feiticeiro que cobra um valor pelo serviço. Este feiticeiro trabalha em consórcio com espíritos malignos especializados, os quais avaliam detalhadamente as falhas morais e os pontos fracos do alvo, para o planejamento das ações obsessivas.
Neste caso, a consequência dos atos ou carma fica acumulado na energia tanto de que solicita o trabalho, quanto de quem o intermédia (o feiticeiro e os espíritos associados).  Mesmo assim, a ação do trabalho poderá facilmente atingir o alvo se este sucumbir as falhas morais que dão vida aos efeitos da ação obsessiva. Da mesma forma, a conduta moral elevada, a associação com praticas de elevação moral e o serviço altruísta amoroso pode construir os diques de contenção necessários para impedir que tais influências sejam recebidas.
No caso das encomendas, poderão ser utilizados espíritos escravos ou soldados dos reinos inferiores, os quais muitas vezes podem se revezar no processo de obsessão negativa. Utilizam-se de vibrações perniciosas através de técnicas de implantação mental de pensamentos que dão origem a emoções, que por sua vez podem produzir as consequências desejadas pelos seres das sombras.

OBSESSÃO POR IMPLANTES EXTRA FÍSICOS
A vida física é uma cópia grosseira meramente aproximada da vida espiritual. Da mesma forma que as tecnologias estão avançando no mundo físico e afetando a vida de todas as pessoas, nas atmosferas espirituais elas também estão presentes.
Para organizar um sistema de obsessão espiritual mais efetivo e eficiente, os espíritos especialistas das sombra criaram um complexo sistema de obsessão por dispositivos tecnológicos, os quais substituem a necessidade da presença constante dos espíritos escravos ou dos soldados das sombras no ambiente das obsessões.
Os implantes são pequenos dispositivos implantados nos corpos espirituais dos encarnados que pulsam vibrações específicas para o objetivo de cada obsessão.
Por se tratar de uma tecnologia espiritual avançada, esses dispositivos só podem ser removidos com a cooperação trabalhadores a serviço do bem maior encarnados e desencarnados.
Nessas tarefas de remoção de implantes, são necessários trabalhadores habilidosos na manipulação de energias vitais de cura, associadas às vibrações e a perícia dos técnicos do plano espiritual, espíritos guardiões e especialistas na manipulação das energias de plantas e minerais, como os conhecidos pais velhos.
A remoção de um implante extrafísico por meio de um médium ou terapeuta holístico despreparado pode gerar graves consequências ao implantado.

TIPOS DE OBSESSORES
SIMPLES


Aquele parente ou amigo que está preso ao plano físico simplesmente pela sintonia de apego as emoções e sentimentos mundanos. Por essa causa, acaba se tornando um obsessor, muitas vezes sem ter consciência do caráter pernicioso de sua ação.

ESCRAVIZADO
Após atingir um nível de profunda dependência e apego aos desejos mundanos, esses seres são escravizados por entidades especializadas, que os utilizam oferecendo permutas e os mantendo como trabalhadores para os mais diversos tipos de ação.

QUIUMBAS
São os bagunceiros e vândalos espirituais. Não se prendem a nada e não tem nenhuma intenção elevada, não tem ambição de nada, apenas bagunçar. Normalmente andam em grupos contendo mais do que três quiumbas. Podem facilmente afetar um ambiente o tornado um campo de discussões e desentendimentos.

SOLDADO DAS SOMBRAS

É uma classe de espíritos realmente conscientes do mal, arredios, revoltados e contrariados. Eles sabem o que estão fazendo, estão conscientes de seus papeis e consequências. São empregados nos mais diversos tipos de trabalhos sempre orientados por espíritos especializados.

ESPECIALISTAS

Apenas para não aprofundar propositalmente nesta classificação, pode-se dizer que são diversas classes de espíritos especialistas. Contudo, vale lembrar que são peritos nas artes de manipulação de fluidos vitais, na influenciação por meio da hipnose e na disciplina mental. Em outras palavras, são especialistas no domínio dos elementos. Não costumam aparecer, de forma alguma se deixam mostrar, bem como não trabalham em causas pequenas. Estão empenhados em atuar em ações coletivas ou em pessoas importantes no mundo, cujo suas ações reflitam consequências em muitas pessoas. Se você não é um político muito influente, se você não tem um trabalho de grande expressão, se você não é um líder espiritual, não se preocupe, pois você jamais será alvo de um especialista das sombras.

Um grande abraço.

Bruno J.Gimenes
http://holisticocromocaio.blogspot.com.br/2013/08/vencendo-negatividade-obsessao.html

A GRADE DE ENERGIA - BRUCE L. CATHIE



Arquivo Secreto da KGB - 88min
 Acessos Secretos -89min
 Caçadores de Ovnis - 44min
Discorery Channel Brasil - A Verdade Oculta. 47min.




A INVESTIGAÇÃO NA GRADE DE ENERGIA MUNDIAL
A GRADE DE ENERGIA

HARMONIC 695
THE PULSE OF THE UNIVERSE
BRUCE L. CATHIE
NEXUS MAGAZINE EDITIONS

NOTA DO AUTOR
ESTE LIVRO É UMA COMBINAÇÃO REVISADA DE MEU SEGUNDO E TERCEIRO

livros, “Harmonic 695, os OVNIs e a anti-gravidade” e “The Pulse of The Universe,
Harmonic 288”. O conteúdo tem sido aprimorado em relação ao meu
conhecimento presente.

Para fazer isto, eu deletei uma pequena quantidade de material que eu agora
acredito estar impreciso, ou coberto numa forma mais compreensível em meus
trabalhos posteriores, corrigidos ou acrescentados, material necessário para
explicar minhas teorias tão claramente quanto possível.

Eu percebo que eu não posso estar cem porcento correto em todas as vezes em
minhas especulações, mas se algum progresso está sendo feito em novos
conceitos, então eu estou mais do que satisfeito. Um futuro fantástico nos espera
se nós pudermos desenredar os segredos subjacentes da estrutura básica do
universo.
Bruce Leonard Cathie.
OBS: Estão excluídos as seções de agradecimentos e listas de diagramas e
fotocópias e mapas.

CONTEÚDO:

Introdução
1- AS ÁREAS ABRANGENTES PARA A INVESTIGAÇÃO
2 – MATEMÁTICA DA GRADE MUNDIAL
3 – AS EQUAÇÕES UNIFICADAS
4 – MAIS EVIDÊNCIAS DA GRADE DE OVNIS
5 – AS MISTERIOSAS ANTENAS
6 – OS CIENTISTAS E OS OVNIS
7 – VALORES MATEMÁTICOS DE INTERESSE
8 – O CAMPO MAGNÉTICO DA TERRA
9 – PITÁGORAS E A GRADE
10 – OS MAPAS DOS ANTIGOS
11 – RUSSOS E ALEMÃES DESCOBREM UM SISTEMA DE GRADE MUNDIAL
12 – TESLA – O GÊNIO ESQUECIDO
13 – COMUNICAÇÃO ESPACIAL
14 – PRA ONDE FORAM TODOS OS AVIADORES?
15 – PESSOAS QUE NÓS GOSTARÍAMOS DE SABER MAIS A RESPEITO
16 – O SEGREDO DA VIDA (LAKHOVSKY) E O DOSSEL MAGNÉTICO DE DELAN
17 – OS HARMÔNICOS DOS HUMANOS
18 – CONSTRUTORES EM PEDRA
19 – DO ALFA AO ÔMEGA
20 – HÁ ALGUMA COISA NO AR
21 – OOPARTS E OOPTHS
22 – ESPAÇONAVE OU CRAVILHA DE SONDAGEM?
23 – RUAPEHU ESTOURA
24 – A STONEHENGE AUSTRALIANA
25 – A ORGANIZAÇÃO DE UM MILAGRE
26 – O HOMEM DIMINUTO DO MISTÉRIO
27 – PARTÍCULAS E PEDAÇOS
28 – PADRÕES COINCIDENCIAIS DE POÇOS PETROLÍFEROS
29 – ACORDE, TERRA!


PREFÁCIO
O UNIVERSO É UMA INTELIGÊNCIA VIVA, AS BATIDAS DE SEU CORAÇÃO

trovejam no centro das galáxias e murmuram nos núcleos dos átomos. Com as
formas de onda espiralantes de sua própria essência, ele cria de dentro de suas
profundezas infinitas, a matéria que constitui todas as substâncias físicas,
viventes ou inanimadas. Ele foi-é-sempre será- eterno.

Nós somos criados por esta inteligência da mesma miríade de formas de onda
que entrelaçam as profundezas do espaço, conectando todas as coisas. Nós e ele
somos um. Para toda a verdade e sabedoria olhada de dentro, pois nós somos
uma massa vislumbrante de estrelas e mundos em miniaturas, com mares de
esmeralda e costas de areia, que por sua vez fornecem lar para a inteligência.

DEFINIÇÃO DE TERMOS
Harmonia e harmônico, etc, como definido pelo Britannica World Standard
Dictionary:

1. HARMONIA:
Um estado de ordem, concordância ou perfeição nas relações

das coisas, ou partes de um todos a cada outro.

2. HARMÔNICA
: Produzido, caracterizado por, ou pertencente à harmonia.


(a) MÚSICA: Pertencendo à um tom no qual a média de vibração é um
múltiplo exato de um dado tom primário.

(b) MATEMATICAL:
Derivado de, ou originalmente sugerido por, as relações

numéricas entre as vibrações das harmonias musicais, ou tons secundários,
do mesmo tom fundamental: Funções harmônicas.

(c ) FÍSICA: Qualquer componente de uma quantidade periódica, que é um
múltiplo integral da frequência fundamental. Neste livro, nós discutimos as
harmonias fundamentais das frequências vibracionais que formam os
blocos de construção de nosso universo imediato: e aqueles do antiuniverso
teórico no qual os cientistas modernos tem postulado como uma
imagem de um espelho existente de nosso próprio. Nós teorizamos que o
todo da realidade física que é tangível para nós é formado de harmonias
geométricas básicas, ou harmônicos, das velocidades angulares, ou formas
de onda da luz. Destas harmônias básicas, ou formas de onda ressonantes,
miríades de outras ondas são criadas que se combinam em ressonância
simpática, uma com a outra, dessa maneira formando as estruturas físicas.
Einstein declarou que a estrutura geométrica do espaço-tempo determina os
processos físicos.

Nós teorizamos que o tempo e o espaço manifestam-se das harmonias
geométricas dos movimentos de onda da luz. O harmônico fundamental da
luz em termos geométricos sendo uma velocidade angular de 144,000
minutos do arco por segundo da grade. Havendo 97,200 segundos da
grade para uma revolução da Terra.

O harmônico recíproco da luz, ou 1/144,000 sendo 694444, repetindo-se.
Foi descoberto que para calcular os valores das formas de onda harmônicas
que tem ressonância simpática, era possível desconsiderar os zeros à
direita, ou esquerda, dos números totais e extrair os valores diretos das
tabelas matemáticas. O harmônico 69444 portanto refere-se ao recíproco
geométrico da luz, que em teoria, forma os blocos de construção do antiuniverso,
ou região da realidade negativa.

3. ANTI-MATÉRIA:
Uma forma de matéria hipotética na qual todas as partículas

componentes, como prótons, elétrons, etc., são admitidas carregar cargas
opostas àquelas associadas com as partículas correspondentes do univeros
conhecido.

4. ANTI-GRAVIDADE: No universo conhecido, toda a matéria física tem uma
atração gravitacional comum ou tendência para aglutinar-se junta. Como a
própria palavra sugere, um corpo debaixo da influência de campos antigravitacionais,
seria repelida ou tenderia a mover-se longe da matéria física
normal.

Foi descoberto em pesquisa posterior que o harmônico da velocidade da luz
varia em relação à distância geométrica do centro da Terra. O valor em
vários níveis, do centro da Terra à extremidade da atmosfera, é
demonstrado em meu quarto livro, “The Bridge to Infinity, Harmonic
371244.”

Introdução
ACORDE TERRA! OS SINAIS FORAM RECEBIDOS. Primeiro, em 1927 pelos
pesquisadores americanos Taylor e Young, de aparentes distâncias de 2,000 à
10,000 Km. Halls, um engenheiro, relatou à Carl Stormer de Oslo que ecos
de 3 segundos de atraso foram ouvidos em Eidhoven, Holanda. Em 11 de
outubro de 1928, Carl Stormer, com Halls, auxiliados por Van der Pol
transmitindo de Eidhoven pegaram ecos de 3 segundos em 31.4 metros, no qual
mudaram para ecos variando de 3 a 15 segundos. Os sinais de pulso foram
transmitidos em intervalos de 20 segundos. Ecos foram recebidos na seguinte
frequência de atraso: 8, 11-15, 8,13,3,8,8,8-12,15,13,8,8. em dois casos ecos
foram ouvidos 4 segundos separadamente.

O consenso era: que os sinais estavam dizendo – Aqui estou eu na órbita da
sua Lua.
E ninguém quis ouvir.

Mais de doze anos tinham se passado desde que eu apresentei o manuscrito
para meu primeiro livro, HARMONIC 33, para publicação. Nele, eu relatava as
descobertas – até aquela época – de minhas investigações no mistério dos objetos
voadores não-identificados.

Entre outros fatos interessantes, eu tinha descoberto a evidência de um sistema
de rede mundial de energia e pouco eu sabia então, que eu tinha aberto uma
linha de indagação na qual me causaria a obter atenção das agências de
inteligência de várias das grandes potências ao redor do mundo. Logo se tornou
óbvio que eu tinha descoberto algo que muitos grupos de potências mundiais
preferiam que continuassem desconhecidas do público geral. Conforme o tempo
passou, admitiu-se que a rede mundial existia, mas foi considerado que ainda não
era o tempo de admitir abertamente à uma fonte de energia quase livre. Energia
significa poder em muitas maneiras.

Conforme meu trabalho progrediu, eu descobri evidências mais do que
suficientes para convencer- me de que o público não está sendo informado das
mais fantásticas e avançadas descobertas científicas na história do homem.
Depois de quarenta anos de descobertas, cientistas e agências do governo ainda
estão tentando convencer o público que Objetos Voadores Não-Identificados são
invenções da imaginação. Eu declaro, sem quaisquer dúvidas ou o que quer que
seja, que o público está sendo enganado. OVNIs existem; eles são máquinas de
anti-gravidade interdimensional.

Eu acredito que muitas das máquinas avistadas estão visitando-nos do espaço
exterior, mas um grande número de avistamentos são de máquinas produzidas
por nossos cientistas na Terra. Os segredos da anti-gravidade e produção de
energia livre são conhecidos nos altos círculos científicos e eles vão fazer
qualquer coisa para guardar este conhecimento de nós.

Muitas razões poderiam ser dadas para a supressão, mas eu acredito que uma
das principais sejam as consequências financeiras da completa liberação de tal
tecnologia avançada na economia mundial. Isto certamente seria um problema,
mas quanto mais as coisas forem deixadas no modo que elas estão, maior o
problema vai ser.

Qualquer que sejam as razões, nós temos o direito de saber a verdade e é
dever de todos nós demandar que a verdade seja dita.

Todo dia, em algum lugar do mundo, há avistamentos confirmados de
OVNIs. Enquanto os céticos continuam a afirmar que tais circunstâncias normais
como vapor de gás, balões, o nascer e assentamento de Vênus ou o lampejar de
faróis de carro contra bancos de nuvens baixas considerados como avistamentos
de OVNIs, eles não tem nada a dizer sobre o crescente número de relatórios de
radar no qual indicam que objetos físicos, nem sempre visíveis ao olho humano,
estão continuando a freqüentar nosso espaço aéreo. Veículos no céu aparecem
observadores em distantes extremidades do globo; eles executam manobras
elaboradas, eles desaparecem de vista; ou eles deixam a área em fantástica
velocidade deixando espanto, excitação ou medo completo atrás deles. Dentro
da última semana, houve um incidente que atingiu as manchetes do mundo
inteiro. O evento ocorreu nas primeiras horas da manhã de 20 de janeiro de
1988, cerca de 40 Km a oeste de Mundrabilia, perto do limite ocidental
australiano.

Fay Knowles e seus três filhos, Patrick (24), Sean (21), e Wayne (18),
observaram um objeto incandescente no qual parecia-se com um ovo gigante
numa xícara de ovos, perseguir um caminhão e um carro, que estavam viajando
na direção oposta, antes que ele virasse e pairasse sobre o próprio veículo deles.

Eles disseram que ele apanhou o carro da estrada, sacudiu-o um tanto
violentamente, virou-o na direção oposta, e então forçou a descer de novo com tal
pressão que um dos pneus estourou. Investigadores criminais de Port Lincoln
examinaram o carro, que foi coberta com um substância como que de cinzas e
enviaram amostras do interior e exterior para Adelaide, para uma examinação
forense.

Foi relatado que um evento similar envolvendo um oficial da polícia nos
Estados Unidos alguns anos atrás. As explicações para a ocorrência forma mais
bizarras do que a própria história. Um acadêmico disse que isso poderia ter sido
causado por um meteorito carbonoso, “que poderia fazer este tipo de coisa”. Eu
me pergunto quanto tempo mais o público vai aceitar tal óbvio absurdo.

Quanto mais houver atividades inexplicáveis nos céus e na terra, e quanto
mais as minhas teorias existentes estiverem sendo apoiadas por fatos e relatos
vindos de muitas partes do mundo, eu não estarei satisfeito até que eu seja capaz
de me aproximar de um dos veículos de maneira bem próxima, examiná-lo em
detalhes, e se possível me comunicar com um dos seres que controlam ele.

O conhecimento que eu agora possuo é tão distante em avanço do que aquele
do qual eu tinha quando eu estava preparando meus primeiros trabalhos. Uma
grande coisa aconteceu que tendeu a confirmar meu cálculos básicos e teorias.
Além do mais, a abertura da aceitabilidade está constantemente se estreitando;
milhares de pessoas que nunca deram atenção séria aos OVNIs estão
repentinamente voltando-se para todos os materiais de referência na busca por
um vislumbre da verdade.

Durante os meus muitos anos de pesquisa, eu tenho descoberto um
considerável conjunto de evidências apontando para a existência de projetos
sendo efetuados em uma escala mundial na qual tem conexões diretas com
OVNIs. Desta evidência, a conclusão lógica é que cientistas e engenheiros
eletrônicos de alto nível têm contato e comunicação diretos com OVNIs.

Eu também acredito que seja muito provável que a base da Lua já tenha sido
estabelecida por nossos próprios cientistas. A tecnologia avançada daria a eles
esta capacidade. Quando o programa de mísseis foi interrompido anos atrás, foi
provavelmente porque ele estava obsoleto.

Conforme eu continuava fazendo minhas descobertas – a existência de uma
vasta grade de poder, as maquinações elaboradoas para estabelecer comunicação
entre alguns grupos neste planeta e os OVNIs – eu cheguei a um ponto de manter
partidos interessados na atenção do governo deles, esperando completamente ser
repudiado como um excêntrico ou, no mínimo, ser pedido para parar minhas
atividades. Para minha grande surpresa, eu recebi todo o encorajamento para
continuar com minha sondagem e publicar qualquer informação que viesse à
tona. Possivelmente esta é a primeira vez que qualquer governo já tenha
autorizado um civil a prosseguir uma pesquisa irrestrita no fenômeno OVNI.

Entre outras coisas, eu tenho descoberto uma série de equações geométricas
harmônicas das quais, quando colocadas em aplicação prática, causarão reações
no espaço-tempo.

Durante a série de testes de explosões nucleares de 1968 pelos franceses
na ilha de Mururoa no pacífico, foi requisitado pelo chefe de um departamento do
governo que eu fornecesse uma lista de informações de explosões pré-calculadas.
Nas minhas primeiras publicações, eu indiquei como fatores geométricos
determinavam qualquer possibilidade de uma explosão ou reação nuclear. Eu
forneci as informações, como requisitado, e depois disso, eu fui informado de que
meus cálculos tinha sido passados de Auckland para os chefes de outros quatro
departamentos antes que os testes reais fossem efetuados. Meus cálculos
provaram-se corretos. Esta informação está agora nos arquivos das autoridades
do governo interessadas.

Se eles já não estiverem cientes, então os eventos desta ordem devem cedo ou
tarde comandar as atenções das organizações científicas internacionais. Um dia,
os cientistas não serão mais capazes de virar suas costas para os preceitos
básicos da ciência real. Eles irão ter de examinar toda evidência imparcialmente
antes deles chegarem às suas conclusões – em vez de oferecer somente o
ridículo, efetuar uma completa investigação mundial em todos os fenômenos
relacionados aos OVNIs e o sistema de rede de energia mundial. Fatos não podem
ser ignorados pra sempre; embora seja óbvio à todas as pessoas inteligentes que
há interessados que prefeririam muito que o mundo permanecesse na ignorância
e em cultivar indiferença por tanto tempo quanto possível.

Minhas investigações tem me levado a muitos caminhos alternativos, nem todos
eles de grandes momentos, ou interessante para outros a não ser eu mesmo. A
carga de trabalho de meus estudos têm aumentado enormemente; e ainda há
fatos, bem como hipóteses, nos quais eu sinto que deve ser trazido à observação
do público urgentemente.

Algumas das informações serão encontradas nas seguintes páginas deste livro
atualizado.

1- AS ÁREAS ABRANGENTES PARA A INVESTIGAÇÃO
O QUE ESTÁ ACONTECENDO ÀS IDÉIAS CLÁSSICAS DA PESQUISA CIENTÍFICA?
Sempre foi de minha compreensão que a atitude básica que leva à investigação
científica deveria ser uma de não-inclinação. O cientista, como eu compreendo,
seria a pessoa que coletaria toda a informação disponível no tema de seu estudo,
a pesaria e a interpretaria, e atingiria certas conclusões sobre isso, sem prejudicar
e sem noções préconcebidas.

Hoje, a Ciência está erguida em um pedestal. Um novo deus apareceu; seus
altos sacerdotes conduzem os rituais, com reatores nucleares, naves de mísseis
de sondagem lunar, tubos de catódio e raios laser. E seu território é sacrosanto;
leigos estão proibidos de entrar.

Uma carta para um jornal de Auckland assinada por Robert Adams, presidente
do Institute of Electrical and Eletronics Engineers dos EUA, seção Nova Zelândia,
referindo-se à proposta de uma intalação de uma estação Omega, relata com
suprema satisfação: “Não é para leigos passarem a comentar em tais
instalações”.¹

Quanto mais as nações avançadas procederem em um estado de tecnocracia,
se torna mais e mais aparente de que os leigos do mundo não irão ter mais o que
dizer nas questões deste planeta do que diziam os escravos do Faraó. Já há claras
indicações de que o Establishment científico em muitos países, é capaz de operar
e conduzir atividades com fundos do governo sem ter de escrupulosamente
prestar contas ao governo ou cidadãos o que estas atividades realmente são. Há
uma atividade aberta e manifesta em certas direções, mas há razões para
suspeitar que isto freqüêntemente esconde uma atividade interna e secreta – uma
atividade na qual o governo e as pessoas não tem palavra. Cientistas já falam
entre eles mesmos em uma linguagem que não é mais propriedade pública. Eles
tem, pra desespero do estado de confusão das questões mundiais, atados juntos
em uma moderna – ordem monástica diária deles próprios, com o foco de tomar
posse inteiramente das questões da Terra?

Há uma enormemente vasta massa de informação que nunca foi explicada
satisfatoriamente, abrangendo através de todo o ramo de cada ciência
reconhecida; o incansável Charles Fort referiu-se a este conjunto de informação
como “condenado” – condenado pela ciência porque ele não se encaixava em
qualquer lugar e então, a fim de preservar o status quo do Establishment
científico, tinham de ser rejeitado e ignorado.

OVNIs estão na categoria dos condenados. Nunca antes o interesse público
foi tão alto em discos voadores, objetos e luzes aéreas estranhas, aterrissagens
relatadas, objetos submarinos não-identificados, vozes alienígenas falando sem
conhecer a linguagem terrestre em baixas frequências de rádio, explosões
inexplicáveis na qual coincidem muito freqüentemente com avistamentos de
OVNIs e um monte de fenômenos relacionados. Não há ciência existente capaz de
puramente organizar toda esta informação e oferecer uma explicação consistente.

Certificar que milhões de leigos ao redor do mundo já sabem – que OVNIs
existem – resultaria em um completo distúrbio do Establishment científico. Os
fatos estão todos lá, acertando a ciência cega na face. Mas os fatos são
inaceitáveis; por essa razão OVNIs não existem.

xNew Zealand Herald, 17 de janeiro de 1969.
Não há nada de novo nesta atitude; a única coisa nova é que o próprio
Establishment mudou. Nos tempos medievais, “Establishment” significava as
famílias dominantes da Europa, no Ocidente; o conhecimento então sendo
construído e explorado por pessoas conhecidas como “bruxas” e “alquimistas” era
contrário às teorias aceitas sobre realidade. A penalidade para estes
investigadores da verdade era frequentemente uma morte vagarosa.
Hoje a ciência está no trono, mas nada mais mudou. Informações desagradáveis
ainda são rejeitadas e arquivadas em algum lugar, na melhor das hipóteses como
“curiosidades”.

Em examinar sua infromação, com uma clara atitude imparcial, o verdadeiro
pesquisador deve corretamente rejeitar todas aquelas das quais estão não estão
claramente livres de precisão duvidosa; mas depois de toda a sua examinação, se
mesmo uma informação permanecer que não pode ser ignorada, é obviamente
seu dever vir à cabo com ela.

OVNIs são notoriamente nada mais do que “alucinações”, mas mesmo se nós a
todos os involuntários ou, de outro modo, erros humanos de observação, há
ainda a implacável evidência científica e impessoal do radara a ser levada em
conta.

Radar não é sujeito a alucinações. Ele grava a presença de objetos sólidos,
estabelece seus padrões de movimento, traça seu voo. A estação de radar de
Auckland em Mangere é apenas uma estação das milhares espalhadas pelo
mundo na qual está habitualmente gravando a presença no céu moventes nãoidentificados
– movendo-se muito rápido para serem explicados como pássaros
ou aviões e movendo-se em padrões de voo impossíveis para qualquer tipo de
obra feita na Terra.

Houveram muitas ocasiões quando o controle do radar indicou aviões vindo
para áreas próximas onde os objetos são “vistos” por radar; frequentemente, os
pilotos tem sido incapazes de detectar qualquer coisa invísivel. Enquanto eles
procuram pelo objeto, o radar segue a busca; o “blip” do objeto não-visível é
observado na tela de visão do radar; ele avança em turnos com o avião
procurando, pendula pra cima e pra baixo como um iô-iô, ou dá um guinada e
parte numa fantástica velocidade. Inexplicável, sim – pela nossa compreensão
presente. Mas, evidências desse tipo tem de ser ignoradas, rejeitadas e
resguardadas para “referências futuras”? É o que pareceria então.

Em janeiro de 1969, a Universidade do Colorado emitiu um relatório em uma
investigação de OVNIs endossada por um quadro de “principais cientistas”
convocados pela National Academy of Sciences.

“Nossa conclusão geral”, de acordo ao volumoso relatório, “é que nada tenha
vindo do estudo de OVNIs nos últimos doze anos, que acrescentou algo ao
conhecimento científico”. Isto, é claro, conversa fiada; ele não nega a existência
de OVNIs diretamente, mas meramente de forma pública, admite que a ciência
fracassou em chegar à compreensão com o fenômeno mundial.
O quadro de cientistas notou que o relatório concede um resíduo de “episódios
desconcertantes”.

Na base aérea de Lakenheath, na Inglaterra, usada pela USAF (United States Air
Force) e a RAF (Royal Air Force) em 1956, operadores de radar no solo detectou
“um ou mais” alvos movendo-se aparentemente em velocidades tão grandes
quanto 2000 ou 4000 milhas por hora, embora não houvessem estrondos
sônicos. Eles fizeram curvas de ângulos retos à umas “dez mil milhas por hora”
(uma manobra impossível para qualquer objeto da Terra).

Dois caças da RAF foram enviados, e um obteve o radar registrando o alvo. Mas
o objeto, o que quer que fosse, circulou a cauda dos caças e permaneceu lá,
apesar de todas as tentativas de evasão. O avião consequentemente teve de
aterrisar a fim de reabastecer, e a equipe do solo viu “um ou mais objetos brancos
se movendo rapidamente”.

Isto é mais um exemplo do inexplicável resíduo no que de forma clara, rejeita
ser categorizado em algum escaninho conveniente do conhecimento. Houveram
cinquenta e nove casos citados pelo relatório como sendo de “interesse especial
de vários milhares” que foram revisados.

O Sr. William Ryan (Partido Democrata, Nova Iorque), o congresista em
Washington que também é a voz do National Investigations Committee on Aerial
Phenomena (NICAP), no qual tem cerca de 10, 000 menbros em uns quarenta
países, disse à Camâra dos Deputados:
“Um programa de supervisão dos OVNIs federal deveria ser montado. OVNIs não
podem mais ser ignorados, e os avistamentos irão persistir”.

E a NICAP acrescentou uma bomba por sua própria conta: ela argumentava ter
provas de que o grupo de investigação do Colorado nunca pretendeu estudar os
OVNIs objetivamente, mas tinha intencionalmente adequado sua informação em
um relatório negativo.

Lendo isto, eu fui inevitavelmente lembrado de um documento em minha
possessão. É uma cópia de uma diretiva para os investigadores da USAF dos
relatórios de OVNIs; ela é assinada pelo General Curtis LeMay, que era na época
de sua publicação, chefe da USAF. De fato, ele instrui os oficiais investigadores
dos relatórios de OVNIs a denegrir os relatórios, como jogar eles pra baixo e
como oferecer explicações óbvias para vários fenômenos. Ele não sugere que os
avistamentos de OVNIs seriam considerados dignos de um estudo mais completo.

Eu me pergunto: podem os cientistas serem tão insinceros quanto eles parecem
ser? Eles realmente imaginam que o leigo tão desprezado do mundo vai se definir
por ombros encolhidos e uma cobertura de uma conversa fiada?

Eu me pergunto: não poderia ser que os cientistas já a total explicação dos
OVNIs – e por razões ainda não claras, estão deliberadamente mantendo o
conhecimento tão zelosamente guardado em segredo dentro de seus próprios
grupos fechados?

Por mais incrível que isso possa parecer, esta parece ser a verdade. Eu tenho
acumulado uma considerável quantidade de evidências que fortemente sugerem
que cientistas em muitos países não somente sabem muito acerca dos OVNIs,
como também sabem como manter contato com eles. Eu acredito que de tais
contatos já houveram uma considerável troca de informação. Eu acredito que o
Establishment passou por uma fase de choque, resultando em traumas severos,
quano o novo conhecimento foi revelado, e que não há uma ciência, nem uma
grande indústria, que podem permanecer sem ser afetadas pelo que os cientistas
já descobriram. O programa de mísseis da União Soviética e os Estados Unidos, os
sistemas de transporte do mundo, as autoridades de suprimento de energia e
todo tipo concebível de indústria seriam tornadas obsoletas se uma novo,
inesperado, ainda que universalmente disponível sistema de energia fosse se
tornar acessível. Eu acredito que a Terra está na iminência de ter acesso a essa
fonte de energia.

Eu não sou nem um fã de fantasia ingênua, nem um prosélito de qualquer
espécie particular de fé. Eu estou em completo acordo com os autores franceses,
Louis Pawels e Jacques Bergior¹, no que eu declaro: não é necessário acreditar em
tudo; é somente necessário olhar em tudo, estudar e examinar tudo; explorar
com uma mente sem preconceitos, livre de fanatismo; peneirar evidências e
conhecer fatos, e sob estas atingir certas conclusões experimentais, no que não
são o produto de ideias pré-concebidas. Eu espero que no mínimo, um grande
número de leitores irão sentir o mesmo caminho.

A estrada rumo à uma equação começam com a descoberta de que existe neste
globo uma rede que circunda tudo, as linhas entrelaçantes das quais
correspondem às linhas de voo dos aparecimentos verificados de OVNIs. Seria
apropriado aqui, recapitular brevemente, as teorias e cálculos em respeito à
natureza dessa rede.

Antes de tudo, um padrão geométrico da atividade OVNI foi descoberto, no que
indica um propósito definido na presença dos OVNIs em relação à nossa
superfície planetária. Tendo estabelecido o padrão da rede, o próximo passo era
desfragmentá-lo em coordenadas matemáticas. Quando isto foi feito, foi
descoberto que todos os valores representados na rede tinham relações
harmônicas diretas com a velocidade da luz, a gravidade e a massa da terra.
Uma vez que estas relações se tornavam claras, era possível teorizar no método
de propulsão empregados pelos OVNIs. Parecia que, elaborando um desequilíbrio
harmônico das forças gravitacionais, os OVNIs eram capazes de se
reposicionarem-se no espaço-tempo; isto é, os OVNIs moviam-se de um ponto à
outro a fim de restaurar o balanço das forças causadas pela geometria do espaçotempo.
Eu espero que o total significado deste conceito se torne completamente
claro conforme nós procedermos.

O pensamento até este ponto seguiu-se racionalmente das teorias de Eisntein
nas quais afirmam, em parte, que as relações geométricas de tempo e espaço
controlam todos os processos físicos.

Minhas descobertas levaram-me a concluir, mais adiante, que a atividade
vulcânica, irrupções atômicas (detonações de bombas nucleares) e terremotos
poderiam estar todas relacionadas à estrutura de redes; uma bomba atômica
sendo um item geométrico do espaço-tempo, e vulcões e terremotos ocorrendo
em pontos geométricos do sistema de rede, devido à distúrbios nestes pontos.
Uma correlação de todos estes diferentes fenômenos levaram-me a concluir que
todas as grandes mudanças do estado físico, em qualquer lugar do mundo, são
trazidas quase que por interações harmônicas daquelas manifestações as quais
nos referimos como: luz; gravidade; massa; e forças elétricas e magnéticas.
A manipulação destes fatores ressoantes deveriam, em minha hipótese, fazer
possível mover massa de um ponto à outro no espaço-tempo (isto é, ao olho de
um observador teórico, instataneamente); ou mudar a forma da massa para um
mais, ou para um menos, estado tengível. A contração ou expansão do tempo
poderiam também ser controladas pelas mesmas manipulações das pulsações
harmônicas, ou ressonâncias, desde que o tempo tivesse uma relção direta com a
velocidade da luz. A “velocidade da luz”, como nós a chamamos, não é uma
constante, contrária à todas as declarações das autoridades científicas. Em teoria,
por isso ainda está para ser demonstrativamente provada, não há limites para a
velocidade da luz.

1. The Dawn of Magic, 1963.
O conceito da relatividade tem estado conosco por um longo tempo; ela atingiu
sua expressão mais clara nas mãos de Albert Einstein. Agora, o estudo dos OVNIs
pode mostrar-nos algumas da aplicações práticas da teoria.

Geralmente acredita-se que Einstein expressamente declarou que a velocidade
da luz era absoluta, e que nada podia existir além desta velocidade. O biólogo
Ivan T. Sanderson relata em um livro recente¹ que pouco antes de sua morte,
Eisntein negou que ele já tivesse feito tal declaração: “O que ele disse foi que, por
volta de 186,000 milhas por segundo, a massa se tornaria infinita – que sua parte
de trás se tornaria sua parte da frente, e o tempo (como nós o concebemos)
chegaria à uma parada – em outras palavras, não há razão, teórica ou de outra
maneira, pelos quais a velocidade particular não pode ser excedida”.

Há também uma crença largamente difundida, possivelmente uma que foi
deliberadamente encourajada, de que o trabalho de Eisntein em sua “teoria do
campo unificado” não tenha atingido seu estágio final, quando sua morte deixou
este trabalho a ser completado, presumivelmente, ainda por outras mentes
brilhantes para desenvolver. Mas Sanderson afirma que Dr. B. Russell
privadamente declarou que Einsten completou sua teoria antes de sua morte. Há
evidências para sugerir que o Dr. Russell devesse estar correto.

Em 1945, experiências secretas foram efetuadas no meio do Pacífico por
cientistas americanos. Um campo de força unificado foi criado, e um navio da
Marinha americana, totalmente tripulado, foi feito para desaparecer. Ivan
Sanderosn e outros tem trazido evidências detalhadas bastante avançadas em seu
próprios livros.

No passar de uns poucos meses, eu tenho encontrado evidência na qual
fortemente sugere que o conceito do campo unificado foi incorporado no sistema
de rede dos OVNIs, em um sentido harmônico. Duplicando o C, ou valores da luz
na equação do campo unificado harmônico, baseado na famosa equação de
Eistein (E = MC2), um efeito gravitacional se torna possível. Mas eu vou deixar a
explicação completa disto para outra hora.

Em harmonic 33, foi meu esforço estabelecer que os equivalentes harmônicos
da luz, gravida e massa, e assim por diante, são construídos no sistema global de
rede dos OVNIs como unidades geométricas ou angulares e são expressadas
como minutos dos volares de linha curva. Alguns destes valores são os seguintes:

Velocidade da luz harmônica: 1439
Anti-velocidade da luz harmônica: 695
Harmonias associadas com o campo magnético da terra: 2545.5 e 3930.
Massa hrmônica da Terra: 1703

Valores radianos e logarítmicos, bem como valores trigonométricos foram
também descobertos estar harmonicamente sintonizados aos padrões
geométricos do sistema.

Naquela época meus cálculos foram levados somente à precisão desses quatro
diagramas, principalmente porque isto me capacitava a efetuar meus cálculos
mais facilmente. Minhas tabelas de registro somente operavam aos quatro
diagramas em qualquer caso, e teriam levado muitos meses de trabalho adicional
para encontar todas as correlações se eu tivesse de trabalhar com, digamos, sete
ou oito diagramas harmônicos.

1.Univited Visitors, 1968
Mas nos meses recentes, graças ao recebimento de muita informação nova
chegando pra mim, como eu explicarei depois, eu ampliei meus harmônicos a
cinco diagramas. Eu então descobri uma equação do campo unificado harmônico.
O principal padrão tipo treliça da grade, eu descobri, consistia de áreas de 30
minutos de linha curva orientada aproximadamente norte-sul (006º verdadeiro) e
30 minutos de linha curva aproximadamente leste-oeste (276º verdadeiro).
Subsequentemente, foi de minha descoberta que estas áreas são mais adiante
divisíveis em dezesseis áreas menores, medindo 7.5 por 7.5 minutos de linha
curva.

Nota:
Para todos os propósitos práticos, a orientação do sistema foi relatada como 006
graus verdadeiro, de acordo à precisão da rede traçada em meus mapas originais.
Recentes trabalhos por computador permitem a possibilidade de que a orientação
vigente poderia ser: 5.90165 graus.

O harmônico recíproco deste valor é 0.169444. Isto criaria um relacionamento
harmônico direto com a massa, como descoberto em pesquisa posterior.
Recentes avistamentos de OVNIs visuais verificados e por radar, mais um grande
volume de evidências vindo à luz somente na área da Nova Zelândia, tem
confirmado a existência da rede no padrão. Eu descrevi isso além de qualque
sombra de dúvida razoável.

Além do mais, a criação de uma complexa rede de estações de rádio tripulada
dentro da estrutura do sistema de rede dos OVNIs prova não somente que o
sistema está lá, mas também que nossos peritos técnicos tem conhecimento
disso, uma compreensão disso, e através dela, comunicação direta com os
próprios OVNIs.

Incrível? Na estrutura do pensamento convencional, e à luz dos conceitos nos
quais nós fomos condicionados a aceitar, como as fundações do que nós
eufemisticamente chamamos de realidade, minhas afirmações devem realmente
parecer além da convicção. Eu não pretendo permitir que minhas incríveis
afirmações permaneçam pairando no ar, por assim dizer.

Neste livro, eu estarei apresentando uma variedade de evidências, fatos e
hipóteses. Eu espero responder, no mínimo, algumas das questões importantes
que devam surgir; e eu espero apontar o caminho no qual outros investigadores,
talvez infinitamente mais competentes do que eu mesmo, devam atravessar na
busca pela verdade.

Enquanto isso, eu devo oferecer neste estágio, algumas evidências aos
duvidosos de que a rede realmente existe.

Eu estou satisfeito de que há um esmagador conjunto de evidências que
fornecem todas as provas necessárias, e que estabelece que as radiações
harmônicas emanando delas estão por sua vez, causando certos efeitos físicos em
localiades específicas. Além do mais, as atividades de cientistas em certas áreas
chave, indicam que há febril, governamental, ou de outra maneira, encoberta,
atividade acontecendo em conexão com pesquisa no caráter e estrutura básica da
rede.

Meu sistema de rede, traçado em um mapa da Nova Zelândia, foi completado em
1965. Conforme os avistamentos verificados chegavam em mãos, eu assinalava
neste mapa as posições precisas dos avistamentos, e não para minha surpresa
descobri que as posições dos OVNIs invariavelmente batiam com incrível precisão,
as linhas da rede de longitude ou latitude – nunca nos espaços intermediados.
Em setembro de 1967, chegaram relatos de quatro precisas fixações de
avistamentos de OVNIs poucos minutos intercalados na área de Hawke's Bay
(mapa 1). Aqui, não foram avistamentos isolados, mas quatro, todos dentro de
um curto período de tempo e em uma área relativamente pequena.

Quando eu tracei a posição destes quatro avistamentos no mapa da rede, eu
descobri que eles batiam exatamente nas quatro linhas paralelas da latitude da
rede. Um estava sob a cidade de Napier, um ao noroeste, um a nordeste, e um ao
sudeste. Como eu disse em Auckland, uma porção da rede sobreposta na área de Hawke's Bay, onde avistamentos de OVNIs foram relatados. Os quatro avistamentos (agrupados), coincidiam
perfeitamente com as linhas da grade nas quais tinham sido traçadas três anos antes na base de avistamentos confirmados por toda a Nova Zelândia.

O relato naquela época: “Os avistamentos de Hawke's Bay fornecem a evidência
mais impressionante até o momento em apoio às minha teoria da grade”.
O OVNI, ou OVNIs, incidentemente, foram vistos em 3 de setembro de 1967, por
residentes de Hastings, Pakowhai, Wairoa e Esk Valley.

Como eu empreguei ESP quando eu construí o mapa da grade três anos antes –
prevendo, por assim dizer, pelos significados das linhas em um mapa apenas
onde futuros avistamentos seriam feitos?

Nós somos informados por cientistas de que, teoricamente, haveria uma região
de matéria negativa no universo. Isto constituíria uma realidade negativa que
consistiria de matéria composta de anti-prótons, anti-elétrons e anti-neutrôns e
etc. Se qualquer partícula da matéria da realidade negativa fosse impulsionada pra
dentro, e entrasse em contato com uma partícula em nossa realidade positiva,
haveria aniquilação instantânes de ambas as partículas. Uma explosão atômica
cósmica. Isto soa tudo muito bem, e criaria um tipo de simetria no Universo, mas
eles nunca explicaram onde está a fronteira entre as duas regiões. O Espaço não é
vazio, como muitas pessoas imaginam. Há todos os tipos de partículas flutuando
em volta do espaço, no qual poderia dar luz à fusão de tal sistema. Se fosse este
caso, eu acredito que o Universo seria um lugar muito perigoso para se viver.

Minha teoria fundamental concernente à formação das partículas da matéria e
anti-matéria, é a que se segue:

Primeiro, matéria e anti-matéria são formadas pelos mesmos movimentos de
ondas no espaço. As ondas viajam através do espaço em um movimento
espiralante, e alternadamente passam através de estágios positivos e negativos. A
matéria é formada através do estágio positivo, ou pulso, e a anti-matéria durante
o pulso negativo.

Um elétron é formado por três movimentos de onda espiralantes no espaço.
Estas ondas passam através de cada uma outra em 90º. O ponto de intersecção
no espaço causa a manifestação do que nós denominamos de elétrons.
O elétron desta maneira formado efetua as ondas espiralantes.

Cada espiral de 360º forma um único pulso. O movimento circular de um elétron
sobre o núcleo de um átomo é portanto uma ilusão. O movimento relativo do
núcleos e elétrons através do espaço dá a ilusão de um movimento circular. O
período durante a formação da anti-matéria é completamente indetectável, já que
obviamente toda a matéria física está se manifestando no mesmo padrão de
pulso, incluindo quaisquer instrumentos ou detectores usados para sondar as
estruturas atômicas.

O período ou padrão de frequência em cada pulso da matéria física cria a
medida na qual nós chamamos de tempo, bem como a velocidade da luz, na
posição particular do espaço da qual nós estamos cientes, em qualquer dado
momento. (Veja Diagrama 1).

Nota:
Pesquisas recentes indicaram que o elétron poderia possivelmente mover-se
através de 371.27665 graus. Isto sendo o raio multiplicado por 3.24, no que eu
chamo de espiral Pi. O harmônico de 37127665 seria um valor recíproco do que
derivou das equações unificadas. (26934) aproximadamente.
Se o padrão de frequência dos pulsos negativo e positivo é crescente ou
decrescente, então o tempo e a velocidade da luz variam em proporção direta.

DIAGRAMA 1.
A formação da matéria e anti-matéria em ciclos positivo e negativo alternados. O
padrão de frequênica entre cada pulso da matéria física determina o padrão de
fluição do tempo, e a velocidade da luz em qualquer ponto particular do espaço.
A trajetória do núcleo através do espaço também seria uma espiral, mas por
motivo de simplicidade, foi mostrado como uma linha reta neste diagrama.
Este conceito exlicaria o tempo como uma geometria, como Einstein teorizava
que ele seria.

Uma grossa analogia da existênica física pode ser feita em referência à uma tira
da película de um filme. Cada frame ou imagem estática na tira do filme deve ser
parecida com um único pulso da existência física. A divisão entre um frame e o
próximo representa um pulso de anti-matéria. Quando visto como um faixa
completa, cada frame seria visto como uma figura estática e, de certo modo,
comparando duas destas figuras estáticas – digo uma em cada final da faixa –
então o passado e o futuro podem ser vistos simultaneamente. Entretanto,
quando o filme é rodado através de um projetor, nós obtemos a ilusão do
movimento e da passagem do tempo. As divisões entre as figuras estáticas não
são detectadas pelos nossos sentidos por causa da frequência, ou velocidade, de
cada projeção na tela do cinema. Mas acelerando ou desacelerando o projetor,
nós podemos alterar o aparente padrão de tempo das ações mostradas pelo filme.
Para continuar esta analogia: nossa consciência é o projetor. A consciência da
parte “Eu sou” de nossa individualidade passa de um pulso da matéria física para
o próximo dentro da armação da estrutura física na qual nós denominamos nosso
corpo, desta forma dando a ilusão de realidade constante e da passagem do
tempo.

É lógico presumir que nós temos uma corrente dupla de consciência no lado da
anti-matéria do ciclo, no qual de fato cria uma imagem espelhada de nossa
própria personalidade individual. (Esta postulação já foi colocada adiante por
cientistas). A frequência da manifestação de ambas as correntes de consciência,
isto é, o mais e o menos “Eu sou” posicionaria nosso estado de cônscio da ilusão
da realidade em um ponto particular no espaço e no tempo. Em outras palavras,
se a frequência da manifestção do pulso é alterada, mesmo fracionariamente,
nossa consciência da realidade, no sentido físico, mudará de um ponto espacial a
outro. De fato, nós viajaríamos de um ponto no espaço a outro sem estar cientes
de que nós tivemos atravessado distâncias, no sentido físico. Isto seria viagem
espacial no sentido mais verdadeiro.

Vamos dar uma olhada numa outra analogia: nós podemos considerar uma
simples mola espiral como representando o movimento de onda de um elétron
através do espaço. Cada segunda espiral de 360º da mola representa o curso do
elétron na matéria física, enquanto o oposto se aplica à anti-matéria.
A teoria delineada acima explica porque a luz foi descrita como sendo efetuada
tanto por um movimento de onda como por um pulso. Ambas as explicações
estão corretas.

Um pulso da luz é manifestado quando o nível de energia da estrutura atômica é
alterado por influências externas (teoria de Max Planck). No plano físico, o elétron
da estrutura atômica parece pular de sua órbita. De acordo à minha crença, o
elétron não pula da órbita. Mas esta é a ilusão que nós obtemos, já que nós não
estamos equipados para observar o curso do elétron durante o ciclo da antimatéria.
O que realmente acontece é que o raio do movimento espiralante é
aumentado ou diminuído a fim de absorver ou liberar a energia concedida para,
ou removida da, estrutura atômica. Se a energia é concedida, então o elétron deve
estender a órbita a fim de manter o balanço no sistema; e vice-versa. Luz, ou
qualquer outra energia radiante acima ou abaixo da frequência da luz, é portanto
manifestada por mudanças indetectáveis no raio do movimento espiral do elétron
durante o ciclo da anti-matéria.

Se esta hipótese é correta, o movimento de um ponto no espaço a outro ponto,
independente da distância aparente – em outras palavras, viagem real no espaço –
é completamente factível. Manipulando o padrão de frequência do ciclo matériaanti-
matéria, o tempo e a velocidade da luz podem ser variados em proporção
direta a qualquer valor desejado.

Este, creio eu, é o método de propulsão usado pelos OVNIs, e isso está no
âmago da teoria sob a qual eu construí o sistema de grade global dos OVNIs.
Esta é a base. Eu estou ciente de que um refinamento considerável terá de ser
empreendido. Mas eu acredito que o conceito completo será um tanto simples.
Conforme nossa tecnocracia avança, você irá descobrir de uma examinação causal
de muitos exemplos (circuitos impressos, por exemplo) que equipamentos e
aparatos se tornam simplificados antes do que mais complexos.

E agora, para fechar com chave de ouro esta seção de minhas teorias
matemáticas, uma palavra ou duas a respeito da equação na qual eu creio que irá
estabelecer uma reação no espaço-tempo.

A equação clássica de Einstein está contida nesta, mas o fator da velocidade da
luz, C, foi duplicado.
Além disso:
é igual a M, ou o volume da massa de qualquer corpo de
unidade no espaço.

Pelo cálculo do diâmetro de qualquer massa esférica e o padrão de sua rotação,
o valor da velocidade da luz, acelerações do tempo e gravidade deverão ser
capazes de ser determinadas. Se o volume de corpos irregulares pode ser
determinado, então, pelo cálculo do volume esférico equivalente, os outros
valores podem também ser determinados.

Há um corolário: a velocidade da luz linear em qualquer ponto particular do
espaço determina o volume do corpo preciptado naquele ponto. Por essa razão,
relativo aos valores terrestres da luz, uma velocidade inferior vai determinar
massas menores, e velocidades maiores irão determinar massas maiores – tal
como a de Júpiter, por exemplo. A aceleração angular da luz vai permanecer
constante.

Corolário: para qualquer unidade de corpo, uma vez que preciptada, então o
padrão de rotação, ou giro, e seu volume, irão determinar seu padrão de
aceleração no espaço (por exemplo, seu movimento no espaço relativo a outros
corpos). Este movimento vai manter um constante balanço da aceleração angular
da luz no ponto no espaço no qual o corpo deve estar em qualquer dado instante.
Se estas teorias parecem ser complexas e confusas, venha conosco. Elas são
apresentadas aqui como meios de estabelecer a fundação das outras teorias em
suporte das quais a evidências serão oferecidas.

2 – MATEMÁTICA DA GRADE MUNDIAL

MEU INTERESSE NA CRESCENTE ATIVIDADE OVNI na área da Nova Zelândia me
levou à descoberta de que a superfície do mundo era cruzada com uma intrincada
rede de lihas de grade de energia. Eu comecei minha pesquisa em 1965.

De um modo geral, eu estava convencido de que os OVNIs estavam ativamente
engajados numa inspeção da Terra por alguma razão definida. Eu sentia que suas
visitas não eram por acaso; eles não estavam apenas em turnês turísticas. Muitos
dos investigadores ao redor do mundo tinham chegado à conclusão de que os
avistamentos estavam começando a formar um padrão. Neste período, entretanto,
este padrão era tão complexo que desafiava qualquer definição, ou solução. Pela
correlação dos avistamentos, pequenas seções de trilhas tinham sido
identificadas, e alguns discos voadores tinham sido vistos movendo-se ao longo
destes caminhos estabelecidos. Alguns destes tinham pairado sob vertos pontos
em intervalos determinados. Mas estes bocados e pedaços de linhas traçadas
estavam tão espalhados em volta da superfície de nosso planeta, que era um
tanto impossível ajustar eles juntos em qualquer semelhança de ordem.

Era certo que se um padrão completo pudesse ser encontrado e mapeado,
poderia ser possível estabelecer um padrão por trás da atividade OVNI. Eu
considerei que o padrão seria geométrico se essas coisas fossem inteligentemente
controladas, e que se eu de algum modo pudesse encontrar a chave para uma
seção, então eu deveria resolver o resto duplicando a inferência. Eu tinha
observado muitos dos objetos não-identificados no céu por um período de vários
anos, e correlacionando dois destes com outra informação, eu fui
consequentemente capaz de construir um sistema de grade na qual cobrisse o
mundo inteiro.

Um destes avistamentos foi em 1956. Eu estava em um DC3 como co-piloto,
num voo de Auckland para Paraparaumu. Era cerca de 18 horas, as condições
eram calmas, e havia visibilidade ilimitada. Nós estávamos um pouco ao sul de
Waverley à 7000 pés, quando eu vi este objeto numa altitude extremamente alta
no leste. Eu chamei a atenção do capitão para isso e juntos nós observamos ele
viajar numa trajetória curva de leste a oeste através da nossa trilha até que ele
desapareceu num flash de luz à cerce de 10000 pés na área de D'Urville Island.
Ele parecia viajar através da Nova Zelândia e arredores, ou levemente ao norte do
Estreito de Cook, e era tão grande que duas faixas, similares à trilhas de vapor,
eram vistos a se estender de cada lado de seu disco verde pálido.

Quando acerca de meio caminho do Estreito, um pequeno objeto destacou-se do
corpo principal e caiu verticalmente até que ele desaparecesse. Parecia quase
como se o disco principal estivesse em uma tão alta temperatura que o glóbulo
tinha pingado dele. Eu pensei sobre isso depois e decidi que se fosse assim então,
o pequeno objeto deveria também ter uma trajetória curva, na direção do corpo
principal. Mas este não foi o caso; ele se destacou e caiu verticalmente, caindo em
grande velocidade. Poderia haver somente uma resposta para esta ação: o
pequeno corpo deve ter sido controlado.

Cálculos em uma data posterior provaram que este OVNI a ter tido entre 1500-
2000 pés de diâmetro. Um relato no jornal Nelson no dia seguinte, descreveu uma
explosão à uma alta altitude ao norte da cidade. A onda de choque quebrou
janelas em algumas estufas de plantas locais.

O outro avistamento ocorreu em 12 de março de 1965. Este foi o melhor e mais
interessante de todos eles, e desde então, minhas investigações foram
compelidas a toda velocidade até que elas culminassem em minhas atuais
descobertas.

Eu sempre esperava ver OVNIs no céu, e era onde minha atenção estava
habitualmente focada. Quando eu estava voando, eu ficava alerta e pronto para
analisar qualquer objeto avistado do avião. Eu nunca esperava encontrar um disco
voador aterrissando em meu pés e até agora isto nunca aconteceu. Este
avistamento entretanto, era diferente de todos os outros porque eu observei ele
caindo abaixo de trinta pés de água.

Eu estava comprometido a efetuar um voo de posicionamento de Whenuapai,
principal aeroporto naquela época, para Kaitaia. A partida foi às 11 e como não
haviam passageiros envolvidos e o tempo estava perfeito, eu decidi voar
visualmente para Kaitaia ao longo da costa oeste. Um oficial do departamento de
operações estava à bordo e esta era uma boas oportunidade para mostrar a ele
algo do áspero terreno ao norte. (Eu devo salientar que regulamentos de tráfego
aéreo eram estritamente observados durante o voo.)

Na saída de Whenuapai, eu ascendi para limpar a área, e quando aproximávamos
do final sudeste de Kaipara Harbour, um pouco ao norte de Helensville, eu desci
para uma altitude mais baixa, para ter uma vista melhor de tudo na rota de voo. A
maré no Harbour estava bem aberta e a água nos alagadiços e estuários estava
um tanto rasa.

Eu suponho que nós estávamos a cerca de um terço do caminho através do
porto (Kaipara Harbour), quando eu avistei eu tomei como uma baleia brancacinzenta
encalhada. Eu girei levemente para o porto, para voar mais diretamente
sob o objeto e obter uma vista melhor.

Eu suponho que um piloto desenvolva o hábito de manter suas emoções para ele
próprio. Tanto quanto eu posso lembrar, eu não dei indicação de surpresa, e eu
nada disse conforme eu procurava descer. Minha “baleia” era definitivamente um
peixe de metal. Eu podia vê-la muito claramente, e eu faço citação das notas que
eu fiz depois.
A) O objeto era perfeitamente aerodinâmico e de forma simétrica.

B) Ele não tinha superfícies de controle externas ou protuberâncias.

C) Ele parecia metálico, e havia uma sugestão de uma comporta no alto, de
forma aerodinâmica. Ela não estava um tanto a meio caminho ao longo do
corpo como medido do nariz.

D) Ele estava repousando na base do estuário e dirigia-se em direção ao sul,
como sugerido da forma aerodinâmica.

E) A forma não era aquela de um submarino normal e não havia superestrutura.

F) Eu estimei o comprimento como sendo de 100 pés, com um diâmetro de 15
pés na parte mais larga.

G) O objeto repousava em não mais do que 30 pés de água limpa. A base do
porto era visível e a embarcação era nitidamente definida.
Indagações feitas da marinha confirmaram que não deveria ter sido possível para
um submarino normal estar nesta posição particular, devido à configuração do
porto e do litoral.

O engenheiro-chefe do Ministry of Works, Auckland, checou este local no porto
com um sondador de profundidade em setembro de 1969. Ele informou-me
posteriormente que um buraco tinha sido detectado no leito do porto,
aproximadamente um oitavo de uma milha de largura e cerca de 100 pés de
profundidade, no qual eu considero que indicaria alguma atividade tendo sido
efetuada nesta posição há uns cinco anos anteriormente. (Veja fotocópia do relato
na página …)

Eu tive mais uma chave ao quebra-cabeça em abril de 1965. Minha esposa viu
um anúncio no jornal local procurando membros para uma organização OVNI
chamada New Zealand Scientific and Space Research. Eu contatei esta organização
e descobri que uma vasta quantidade de informação tinha sido compilada muito
eficientemente. O material tinha sido coletado de vinte e cinco países diferentes,
por um período de doze anos. Eu fui convidado para estudar a informação no
tempo livre.

Dentre esta massa de informação, eu encontrei um relato de um OVNI que tinha
sido visto de várias localidades diferentes em ambas as ilhas da Nova Zelândia em
26 de março de 1965. Pessoas em Napier, New Plymouth, Palmerston North,
Wanganui, Feilding e Otak Forks (Cabo Foulwind), no sul da Ilha, tinham todas
relatado avistamentos.

Isso decidiu que eu tentaria pilotar a trilha desse OVNI. Da considerável
quantidade de informação disponível, eu descobri que a máxima variação no
tempo dos avistamentos de todas as áreas era de 15 minutos. Muitos relatos
deram o tempo como 9:45 da noite. Isto provou que o objeto deve ter sido muito
grande e estava em alta altitude durante a maior parte de sua trajetória. Aqui esta
uma breve descrição de cada avistamento tirado dos relatos originais:

1) New Plymouth:

Cerca de 9:40 da noite, o Sr. A. Nixon foi pra fora de sua casa pra deixar as
leiteiras. Ele tinha uma visão clara sob o céu ao norte. Um brilho apareceu
primeiro no horizonte, e conforme ele olhava nele, ele via uma luz que
estava se aproximando lentamente. Então ele chegou mais perto em
tremenda velocidade, iluminando as nuvens em um brilho vermelho,
conforme ele passava através delas. Conforme ele passava por cima por um
trecho claro do céu, o objeto era nitidamente definido. Esse brilho era de
cor branca, e era em forma esférica com uma extremidade prateada. Depois
de passar por cima, a parte traseira emitiu um brilho vermelho. Ele acelerou
para o oeste Mt Egmont e disapareceu. De acordo ao Sr. Nixon, “seus
cabelos ficaram de pé”.

2) Napier
Um objeto brilhante foi visto por um habitante a curvar através do céu às
9:45 da noite. Ele estava visível a noroeste e mudou da cor branca para um
verde vívido, então um vermelho vívido antes que ele desaparecesse atrás
de algumas árvores.

3) Wanganui
Entre 9:30 e 10:00 da noite, o Sr. M. F. C. Grotenhuis estava olhando pra
fora de uma janela, quando viu flash similar ao relâmpago. Então ele
observou uma bola de fogo na qual parecia cair em direção ao sul. Ela
começou como um brilho de luz branca, mudou para azul esverdeado,
então para um vermelho quente, antes que ela desaparecesse como uma
estrela cadente. O céu estava claro na hora.

4) Feilding
Enquanto circulava por uma montanha, a srta Ralda Campbell ouviu um
som de zunido. Ele foi seguido por uma luz azul-branca cegante, similar a
um flash de relâmpago. A área inteira foi iluminada por isto, então ela viu
uma imensa bola laranja que “parecia como um prato de jantar”. A bola
parecia emanar da extremidade esquerda da luz azul-branca. Poucos
segundos depois, ela explodiu e três bolas laranja, como bolas de tênis,
muito densas, apareceu na extremidade do lado direito e desapareceu.
A srta Campbell disse que estas três bolas menores pareciam emergir da
bola maior quando esta desaparecia. A trilha visível era de norte-leste à suloeste.

5) Palmerston North

Uma testemunha mulher viu um objeto no céu a cerca de 9:30 da noite. Ele
era de um verde vívido com uma longa cauda como de cometa, saindo de
um profundo centro laranja. Ele desceu e desapareceu de vista atrás de uma
edificação próxima.

6) Otaki Forks
Esta é uma posição no raio de montanhas tararua. Enquanto vagueavam na
área, cinco Escoteiros de Aventura viram uma enorme bola branca-azulada
de luz no céu às 9:45 da noite. Este estava circundando a área pelo que
parecia ser como um raio de relâmpago. O avistamento foi brave; a bola
parecia estar estacionária e aparentemente muito longe ao oeste, e cerca de
metade do tamanho de uma lua inteira. Um dos escoteiros, Sr. Parnell,
garantiu que depois o tamanho do objeto foi calculado
trigonometricamente pelo grupo, e o diâmetro calculado era cerca de 2000
pés.

7) Nelson
Sob os alagadiços de Tasman Bay, um habitante viu um flash muito
brilhante no céu, imediatamente após, três bolas verdes brilhantes
desceram em um ângulo de 45º. Isto foi às 9:45 da noite (uma casa de
penhores voadora?).

8) Nelson Coast Road
Às 9:45 da noite, um habitante de Nelson dirigindo-se à Wakapuaka viu
uma grande bola branca com uma cauda azulada clarear o lugar como se
fosse dia. Ele então estourou como numa chuva de partículas brilhantes.

9) Westport
O Sr. L. H. Keay, um fazendeiro, viu um objeto brilhante no céu. Ele era
muito mais brilhante que a Lua e iluminou o céu com uma luz branca
brilhante, que mudou para verde, e então para vermelho. Ele aparentemente
foi para leste. A hora era “algo por volta de 10 horas”.

10) Blenheim
Sr. e Sra. Bell e sua filha, Linda, Margaret White, e muitas outras pessoas,
viram uma grande bola verde de luz que parecia que ia explodir sob suas
cabeças. Uma pequena bola brilantemente colorida, se sobresaltou e girou
rapidamente para leste. Era 9:45 da noite. A Sra. M. Christensen observou
uma bola verde, cerca do tamanho de uma bola de cricket. Ela desceu
calmamente do céu e parecia estar próxima e de uma cor obtusa. Hora:
10:15 da noite.

Não houve nada de qualquer significância ou originalidade nestes relatos, e eles
seguiram o padrão de muitos outros avistamentos. Entretanto, da grande
quantidade de detalhes fornecida por tantas pessoas diferentes sob uma área tão
vasta, era possível mapear o traçado do objeto com precisão razoável. Eu comecei
a trabalhar no eboçamento de um mapa de mercador, e depois de várias horas
comparando um relato contra o outro e calculando possíveis elevações e
trajetórias, eu sentia que eu tinha refinado o mapa suficientemente para chegar
ao traçado final do objeto, ou objetos. O resultado é mostrado no Mapa 2.

O traçado começou a cerca de setenta milhas ao norte de New Plymouth, passou
um pouco a oeste de Mt. Egmont, e terminou na ilha D'Urville. Quando visto pela
primeira vez, a altitude deveria ter sido de 30,000 pés, curvando pra baixo em
uma rota de voo a algo em torno de 10,000 pés quando desapareceu.

Algum tempo depois destes avistamentos em 26 de março de 1965, eu dei outra
olhada no mapa que eu tinha feito. Eu não poderia encontrar falhas em meu
pensamento, mas eu necessitava de mais informação. Como eu iria descobrir
muitas vezes depois, os indícios eram um tanto óbvios, mas eu não era então
suficientemente hábil em perceber sua significância. A respeito deste fato, a
primeira linha do traçado seria o ponto de ínicio de uma série inteira de
descobertas das quais eu ainda tenho de encontrar um fim.

Eu matutei sob aquele mapa um longo tempo antes que repentinamente
ocorresse a mim que o traçado parecia de acordo com a posição onde eu tinha
avistado o objeto submarino não-identificado, ou OSNI, em 12 de março de 1965.
traçando a linha, eu descobri que ela estava de acordo com os avistamentos de 26
de março. Eu estava persuadido de que tinha de haver uma conexão – mas para
provar isto era uma questão diferente.

Eu chequei meus arquivos de relatos de novo e descobri que em 2 de março,
alguns pescadores um pouco ao norte de New Plymouth tinham visto um grande
objeto mergulhar dentro do mar e desaparecer. Eles pensaram que fosse um avião
e relataram o incidente às autoridades apropriadas, mas nenhum avião ou pessoal
estava desaparecido. Eu chequei esta posição no mapa e descobri que esta
também se encaixava com o trajeto estabelecido. Estava isto conectado com o
OSNI de 12 de março e poderiam os dois avistamentos serem do mesmo objeto,
avistados duas vezes em dez dias? Poderia isto estar fazendo lentamente este
trajeto efetuando algum projeto no fundo do mar? Eu guardei este pensamento
para futuras referências e continuei com a pesquisa.

Foi alguns dias depois que eu me lembrei do OVNI que eu tinha visto em 1956.
Este objeto era muito similar e, mais significante de tudo, ambos os objetos
tinham aparentemente viajado 90º cada um ao outro, e terminado no mesmo
imenso flash iluminate na área da ilha D'Urville.

Se estes objetos não eram controlados, como poderia alguém explicar tais
coincidências? Nenhum meteoro ou outro fenômeno natural poderia
coincidentemente efetuar manobras similares, viajar 90º de um lado a outro e
ambos decidirem terminar sua existência no mesmo ponto no espaço, dentro de
nove anos de diferença de cada um do outro. Também, em ambos os casos, os
objetos tinham sido vistos emergir de corpos de origem. Esta era um evidência
irrefutável de que eles eram veículos inteligentemente controlados.

Eu mapeei o traçado do OVNI de 1956 no mapa em 90º à linha norte-sul. Eu
percebi que eu não tinha uma prova definitiva de que eles estavam exatamente
90º um ao outro ou que o traçado de 1956 não estava a umas poucas milhas ao
norte ou sul desta posição – ainda assim, eu tinha de começar de algum lugar, e
eu assumiria isto ser correto a menos que ou até que outra evidência me provasse
o contrário.

Duas linhas traçadas em 90º significavam pouco por si próprias. Se eu
encontrasse várias em 90º, eu deveria ter algo – uma grade talvez? Estas duas
linhas sugeriam isto, e eu acreditava que se eu pudesse resolver o sistema de
medição, então eu teria duas linhas base já feitas para trabalhar a partir daí.
Mais uma vez, eu fui aos arquivos de OVNIs e descobri que um francês com o
nome de Aime' Michel tinha estudado os OVNIs por muitos anos e tinha
encontrado pequenas seções de trajetos em várias áreas da Europa. Discos
voadores tinham sido vistos pairando ao longo destes trajetos, e o Sr. Michel
tinha observado que a distância média entre estes era de 53.43 quilômetros. Por
si só, isto era somente um pequeno grão de informação, mas, como um ponto de
partida, ela me colocou no rumo de novo.

MAPA 2.
Mostando a rota de OVNI de Kaipara Harbour à D'Urville Island.
Usando Kaipara Harbour como um ponto de partida, eu demarquei os intervalos
do quilômetro 53.43 ao longo da trajetória que eu tinha encontrado. Eu fiquei
desapontado quando fui mal-sucedido em obter uma distribuição exata das
posições para o ponto de desaparecimento de D'Urville Island. Eu chequei e
chequei de novo, mas nada adiantava. Eu fui dormir pensando no problema, e
numa certa hora durante a noite, a inspiração veio à tona; uma vez mais, a luz
brilhou.

Eu me lembrava que um grande número de avistamentos tinha ocorrido em volta
da área de Blenheim. Mesmo antes do advento do avião comum na Nova Zelândia,
esta área tinha sido visitada por OVNIs. Eu tinha lido sobre eles em cópias velhas
de documentos locais, e muitos avistamentos recentes sugeriam novamente que
esta área tinha algo especial sobre ela.

Então eu prolonguei o meu mapa e estendi a trajetória até ela cortar uma
coordenada de 90º da cidade de Blenheim. A distância deste ponto para a posição
de Kaipara eu descobri ser exatamente 300 milhas náuticas. Até aí, tudo bem. Eu
medi os intervalos do quilômetro 54.43 – e praguejei. Ainda assim, a coisa não se
encaixava! Frustração sempre foi a minha companhia neste negócio, e nós temos
muitos, muitos argumentos! Algumas vezes, foi uma batalha demorada de
juízos... um ajuste no meu computador e eu estava no rumo de novo.

A distância de 54.43 quilômetros encontrada por Michel foi somente uma
estimativa média. Eu descobri que 55.5955 quilômetros eram iguais a 30 milhas
náuticas, e isto divide exatamente em 300 milhas náuticas, dez vezes. Este era o
sistema de medida usado pelos OVNIs? Não havia provas, claro, mas parecia uma
suposição razoável. Um minuto da linha curva é uma medida da qual se poderia
aplicar ao Universo inteiro. Isso certamente acontece que um minuto da linha
curva, do centro da Terra subtende, na superfície, o que nós chamaríamos de uma
milha náutica. Assim seja...

Desde eu fiz essa declaração em meu primeiro livro, eu tenho sido
repetidamente atacado por pessoas de universidades e do campo acadêmico. Eles
mantinham que graus e minutos da linha curva são valores arbitrários
estabelecidos por antigos matemáticos e que dessa forma meus cálculos são sem
sentido. Eu creio que a evidência mostrada neste livro irá agora convecê-los de
que minhas suposições originais estavam corretas. Os valores angulares de 360º
e 21,600 minutos da linha curva no qual constituem um completo círculo tem
diretas associações com a velocidade da luz.

O quinto intervalo das 30 milhas náuticas da posição de Kaipara coincidiam com
a posição rumo ao mar da costa de New Plymouth, onde os objetos misteriosos
tinham mergulhado dentro do mar. Os pontos mapeados do desaparecimento dos
dois grande OVNIs em D'Urville Island não se igualavam exatamente com o nono
intervalo, mas isto não me preocupou excessivamente, já que eu esperava que
uma pequena porcentagem de erro devesse ser esperada em meu mapa original.
Eu reajustei esta posiçao ao nono intervalo, e continuei a busca pra ver quantos
outros avistamentos eu poderia encaixar neste padrão.

Os resultados excederam as minhas expectativas. Eu descobri que, usando as
unidades de 30 minutos da linha curva latitude norte-sul, e 30 minutos de linha
curva latitude leste-oeste, em meu mapa de mercador, um padrão de grade era
formado no qual um grande número de relatos de OVNIs poderiam ser
encaixados. Eu mente tinha um mapa com dezesseis OVNIs estácionarios e
dezessete se movendo mapeados nas intersecções e trajetórias da grade.

Tendo satisfazido a mim mesmo meu raciocínio e meu mapeamento não eram
falsos, eu considerei de que eu tinha uma boa prova de que a Nova Zelândia,
possivelmente outros países, e provavelmente o mundo inteiro, estavam sendo
sistematicamente cobertos por algum tipo de sistema de grade (veja o mapa da
grade 3).

Eu subseqüentemente descobri que o entrelaçamento da grade poderia ser mais
dividido. É agora evidente que as linhas da grade no sistema principal são
espaçadas em intervalos de 7.5 minutos da linha curva norte-sul e leste-oeste. A
importãncia disto vai se provar por si própria quando comparado com o resto do
cálculo deste livro. Há 21.600 minutos de linha curva num círculo, e quando este
é dividido por 7.5, nós chegamos a um valor de 2880. O entrelaçamento da
grade, portanto, é sintonizado harmonicamente ao dobro da velocidade da luz
(288), como será mostrado em outras seções.

Parecia que eu tinha encontrado uma seção de um padrão de grades
geométricas na área da Nova Zelândia. Eu agora tinha de formar alguma teoria de
construção para o mundo inteiro. Eu então poderia possivelmente encaixar a
seção da Nova Zelândia dentro dela.

Desenhando uma série de padrões em uma bolinha plástica, eu finalmente
encontrei um sistema no qual poderia ser usado como um ponto de partida para
uma investigação global. (o padrão básico é mostrado no diagrama 2).
Eu estava certo de que eu estava na direção correta, mas eu agora tinha de
sobrepor este padrão no globo inteiro. Era essencial que eu encontrasse um
ponto em algum lugar da Terra sob o qual orientar o padrão geométrico. Eu
finalmente cheguei a um artigo de notícias que me deram um vestígio muito
importante em como proceder.

Em 29 de agosto de 1964, o navio de inspeção americano Eltanim estava
efetuando uma varredura do fundo do mar da costa da América do Sul. Uma série
de fotografias submarinas estavam sendo tiradas da área por meios de uma
câmera atachada a um longo cabo. Uma surpresa estava de reserva quando estas
fotografias foram desenvolvidas. Em uma dos pontos, em detalhes maravilhosos,
estava um objeto tipo aéreo, estava se sobressaindo de um, senão de outra
maneira, fundo de mar, sem traços característicos.

O objeto parecia ser metálico e perfeitamente simétrico em sua construção. O
arranjo consistia de seis travessas principais, com pequenos finais como que
maçanetas, e uma pequena travessa no alto. Cada cruz parecia estar em um
ângulos de 15º em relação às outras, e o sistema inteiro erguia-se em cerca de 2
pés de altura. A posição onde este objeto foi encontrado foi dada como latitude
59º08' sul, longitude 105º oeste.

Como este monte de engrenagem estava situado à uma profundidade de 13,500
pés abaixo da superfície, eu estava certo de que nenhum engenheiro humano
tinha colocado ele lá.
Objeto de tipo aéreo fotografado pelo navio de inspeção “Eltanin”

DIAGRAMA 2
Mostando o relacionamanto da estrutura de grade aos pólos geográficos. Cada
uma das duas grades tem padrões similares, a interação dos quais estabelece
uma terceira grade como resultado. Os pólos das três grades estão posicionados
em três diferentes latitudes e longitudes.

Cientistas devem ser capazes de descer à estas profundidades em batisferas
especialmente construídas, mas eu não acho que eles poderia trabalhar tão
profundamente com esse problema de precisão de engenharia. Em vista de meus
primeiros avistamentos em Kaipara Harbour, eu estava inclinado a aceitar que o
objeto de tipo aéreo tinha sido colocado lá por um objeto submarino nãoidentificado,
ou OSNI.

Desde que esta foto foi tirada lá, tem sido uma tentativa determinada do mundo
científico rotular este objeto como mais que uma planta de algum tipo. Um amigo
jornalista e eu tentamos visitar o Eltanin durante uma de suas poucas visitas à
Nova Zelândia e quando nós discutimos este objeto com alguns dos cientistas à
bordo, o comentário era de que ele foi classificado como um artefato. Isto foi
antes do grande encobrimento, mas, independente disso, eu creio que as provas
matemáticas irão mostrar, sem dúvida, de que o objeto é artificial, e muito
provavelmente, um de algum tipo aéreo.

A forma desta estrutura tipo aérea também se encaixava com o padrão geral da
grade, como eu tinha conjeturado ela na bolinha plástica. As seis cruzes
transversais denotavam os pontos radiantes de seis ou doze grandes círculos dos
quais formam a estrutura perincipal da grade.

Eu centrei a grade na posição do objeto encontrado pelo Eltanin e os 180º
recíprocos deste está na Rússia siberiana, alinhando a coisa inteira até a seção
que eu encontrei na Nova Zelândia. Eu percebi o sistema estar arranjado muito
aproximadamente com o campo magnético da Terra. O equador da grade seguia
muito aproximadamente a da curva zero em volta do mundo. (Isto é, as posições
na superfície da Terra, onde uma agulha de uma bússola magnética tinha
somente um componente horizontal e nenhum vertical).

Eu meus primeiros trabalhos, eu discuti os métodos que eu usava para dispor os
cálculos e sistema das primeiras estimativas das posições dos pólos da grade e os
grandes pontos focais da grade ao colocação “aérea” do Eltanin.

A posição recíproca do Eltanin “aéreo” está na latitude 59º08' norte, longitude
75º leste, na sibéria. Eu calculei o comprimento da diagonal do que eu poderia
chamar, por simplicidade, de “quadro da grade polar” e percebi ela estar
5091.168825 minutos da longa linha curva. Eu mapeei um tajeto da posição
siberiana através do pólo geográfico norte e medi esta distância para localizar
outra extremidade “aérea” do quadro polar. (Quadro não é tecnicamente a palavra
correta para se usar, já que os quatro lados são formados por seções de
pequenos círculos nos quais estão em planos diferentes a cada outro. Quando as
áreas do “quadro polar” são transferidas da superfície da esfera terrestre para
uma superfície plana, tal como um mapa, então um quadrado perfeito é formado
com lados de 3600 minutos ao longo deles e diagonais de 5091.168825 minutos
da linha curva).

Em meus dois primeiros livros eu relatei, em erro, que os lados dos “quadros
polares” eram formados por seções de IMENSOS círculos de 3600 minutos ao
longo da linha curva, em vez de PEQUENOS círculos. A distância do grande círculo
entre estes pontos é de fato, 3,418.5 minutos da linha curva, no qual é muito
desconcertante para qualquer investigador tentar reconstruir a grade. Eu peço
desculpas aos meus leitores por este erro, no qual foi determinado pela minha
escassez de acesso às calculadoras durante minhas primeiras pesquisas. No
padrão da grade há vigentemente dois pequenos segmentos de círculos, e um
segmento de círculo maior conctando cada um destes pontos nos quais formam
os quadros polares.

Cada um dos segmentos tinham uma rota diferente sob a
Terra e alguma calculação esperta é necessária para apurar o comprimento
verdadeiro. Embroa eu tenha usado o termo errado em minhas primeiras
publicações, os cálculos presentes derivados do sistema de grade não estão
alterados de qualquer maneira, e ainda assim, resistem ao teste do tempo. Por
cerca dos últimos poucos anos, eu tenho levemente refinado os valores que eu
demonstrei anteriormente, derivados de uma mistura de estudos teóricos e
práticos. Eu tenho agora estabelecido o que eu vejo como um sistema
completamente teórico, descoberto trabalhando inteiramente pela calculadora. O
tempo vai provar o quão próximo meus cálculos estão. Eu não tenho dúvida de
que eu, e outros, irão continuar prosseguindo para aperfeiçoar o sistema quanto
mais fatos vierem à tona.

Um vez que eu tinha estabelecido esta linha-base, eu descobria-a muito fácil
para construir o pincipal esqueleto da grade sob a superfície inteira da Terra.
Conforme o meu trabalho progredia, eu percebia que haviam de fato duas
grades similares, entrelaçadas uma à outra. Os pólos das grades eram espaçados
em diferentes distâncias do pólo norte geométrico, e esta organização estabelecia
uma série de geometrias harmônicas nas quais estavam diretamente relacionadas
à velocidade da luz, massa e gravidade. A interação das duas grades criou uma
ressonância harmônica na qual, por sua vez, formou uma terceira grade como
resultado.

A posição teórica para os três pólos da grade no hemisfério norte são as
seguintes:
Grade pólo “A” = Latitude 72.4266º/longitude 90º oeste 1054.4 minutos da linha
curva do pólo norte.
Grade pólo “B” = Latitude 78.4266º/longitude 105º oeste 694.4 minutos da linha
curva do pólo norte.
Grade resultante pólo “C” = Latitude 75.6º/longitude 97.5º oeste 864 minutos da
linha curva do pólo norte. Posições recíprocas vão dar valores similares para o
hemisfério sul.

DIAGRAMA 3
Mostrando um relacionamento de um quadro polar da grade ao pólo geográfico.
Cada grade tem um padrão similar. O pólo de cada grade está colocado em uma
latitude e longitude diferentes.

DIAGRAMA 4
Mostrando o relacionamento dos quadros polares da grades A, B, e C. Os
quadros polares estão orientados em posições recíprocas em volta dos pólos
norte e sul.

3 – AS EQUAÇÕES UNIFICADAS
VIAGEM ESPACIAL, GRAÇAS AOS AMERICANOS E AO PROGRAMA DE MÍSSEIS

RUSSO, é uma realidade. Usando grandes volumes de hardware, milhas de
instalações elétricas e sondagens. A lei de Newton de movimento e alguma sorte
não inconsiderável de iniciante, o primeiro homem na Lua saltou das páginas de
Júlio Verne para a história. Sondas tem sido enviadas para estudar Vênus e Marte
em distâncias próximas. Considerando o breve tempo no qual o homem tem
tomado sérias observações dos caminhos para atravessar a brecha entre a terra e
o céu, são estas façanhas notáveis.

Durante a guerra de 1939-1945, cientistas alemãs estiveram efetuando
experiências em construção de mísseis; suas experiências resultaram nas bombas
voadoras se dirigindo até Londres, fazendo deles os líderes neste campo; Werner
Von Braun e outros peritos alemães subseqüentemente passaram sua experiência
e conhecimento para outros em ambos os lados da Cortina de Ferro. Aqueles
modelos T da construção de mísseis, os V2, tinham dado ascensão às sofisticadas
unidades de energia Apollo e Vostok no qual impulsionaram comparativamente
minúsculas cargas-úteis no vácuo do espaço.

Eles trabalharam. E eles tinham capacitado o homem a aventurar-se bem longe
de seu próprio planeta.

Ainda assim, antes que o primeiro veículo espacial construído neste planeta
impulsionasse seu focinho além do átomo elementar do ar no envólucro no qual
agarrar-se como um envoltório de sustendador da vida sobre nosso planeta, o
método já era obsoleto. Ele deve ter sido obsoleto séculos atrás. Os meios de
propulsão de mísseis são obsoletos – tão obsoletos como o método de propulsão
assim como o estilingue é obsoleto como uma arma. Em ambos os casos, a força
bruta é o critério; em ambos os casos, a lei de diminuir os retornos domina o
jogo. Quando a força do motor primordial é aumentada, o tamanho e custo do
sistema se torna menos e menos praticável, e a carga-útil deve consequentemente
fracassar em dar retornos suficientes em relação ao esforço dispendido em movêlo
através do espaço. Um míssel permitiu à humanidade tomar o primeiro passo
essencial; mas isso é óbvio, se nós pararmos pra pensar sobre isso, que a
propulsão de mísseis não pode ser a resposta para a exploração dos sistemas
estelares que circundam nossa galáxia.

Mesmo se nós conseqüentemente pudermos alcançar velocidades se
aproximando àquela da própria da luz, nós nunca poderíamos nos aventurar
muito longe do sistema solar em uma vida. As distâncias são vastas, mísseis do
tamanho de pequenas cidades seriam necessários, para que várias gerações
pudessem viver fora de suas vidas durante a jornada através do espaço a fim de
que lá seriam colonistas para as distantes destinações do planeta.

Poderia ser possível fazer isto. Não seria muito praticável. Como tema para
escritores de ficção científica, tem sido uma fonte abundante de histórias.
Os primeiros vislumbres de como a verdadeira viagem espacial deveria ser
alcançada, vieram a mim quando eu descobri que os primeiros vestígios que me
levaram à grade de OVNIs no qual enlaça sobre o nosso globo. Eu publiquei
minhas descobertas e esperava que alguém com maior conhecimento científico do
que eu possuo, prosseguirira desse ponto – e finalmente descobrisse cada
segredo trancado nesse sistema.

Eu estava ciente de que meus cálculos não eram precisamente precisos – no
sentido estrito matemático – mas eu podia ver que o sistema era baseado em
geometrias do espaço-tempo, e ao menos, havia o melhor suporte possível para
isto, e era nada menos que as teorias de Einstein.

Em algum lugar, eu sabia, o sistema continha um vestígio para a verdade do
campo unificado no qual, ele postulava, peremia toda a existência. Eu não sabia
naquela época que este vestígio já tinha sido encontrado por cientistas que
estavam bem a frente de mim na disputa. Eu sei agora que eles devem ter
compreendido algo do sistema de grade anos atrás. Eles sabiam que as ideias de
Einstein sobre o campo unificado estavam corretas. Além disto, por muitos anos
eles estavam efetuando uma pesquisa em larga-escala nas aplicações práticas dos
conceitos matemáticos contidos naquela teoria.

Eu acredito, e com boa razão, que os fatos completos tinham sido conhecidos
por no mínimo alguns cientistas por muitos anos.

O grande fato de que o equipamento científico feito pelo homem tinha sido
construído dentro do sistema de grades dos OVNIs, no qual eu coloquei mais
adiante como uma teoria anos atrás, é evidência de que no mínimo algumas
pessoas tem conhecimento prévio da grade e seus processos de funcionamento.
Isso deve ter tomado deles anos para construir a rede de estações da qual agora
existe. Mas tanto quanto eles ou seu mestres estão interessados, não é nosso
direito saber.

O único meio de atravessar as vastas distâncias do espaço é possuir os meios de
manipular ou alterar, a grande estrutura do espaço; alterando a matrix geométrica
de espaço-tempo, na qual fornece para nós a ilusão de forma e distância. O
método de alcançar isto recai na alteração de freqüências controlando os ciclos de
anti-matéria na qual governa nossa consciência ou percepção de posição na
estrutura do espaço-tempo. O tempo em si é geométrico, assim como Einstein postulava; se o tempo pode ser alterado, então o universo inteiro está esperando por nós para vir e explorar seus recantos e fendas.

No piscar de um olho nós poderíamos atravessar distâncias colossais; pois
deslance é uma ilusão. A única coisa mantendo lugares separados no espaço é o
tempo. Se fosse possível se mover de uma posição para outra no espaço, em uma
quantidade infinitamente pequena de tempo, ou “hora zero”, então ambas as
posições coexistiriam, de acordo à nossa consciência. Acelerando a geometria do
tempo, nós seremos capazes de trazer lugares distantes para dentro das
proximidades. Este é o segredo dos OVNIs – eles viajam por meios de alterar as
dimensões espaciais em volta deles e reposicionar-se no espaço-tempo.
Quando eu conclui meu primeiro livro, eu não  estava ciente do quão perto eu tinha chegado desta verdade. A resposta esteve literalmente fixada em mim das páginas de meu próprio trabalho por quase três anos, antes que a visita de um estranho trouxesse isso à minha compreensão.

Um ano depois que o livro foi publicado, eu recebi um telefonema de um homem
que tinha recentemente chegado na Nova Zelândia, vindo da Inglaterra. Ele
explicou que ele era um representante de vendas têxtil e que ele estaria aqui
somente por uns poucos dias a negócios. Ele disse que ele tinha ouvido sobre
minha pesquisa, e estava muito insistente de que ele deveria me ver. Ele disse que
ele tinha muito pouco conhecimento dos OVNIs, mas que ele gostaria de falar
comigo sobre minhas teorias. Ele poderia aparecer na minha casa para uma visita?

Naquela manhã particular eu estava preocupado com alguns afazeres meus; eu
não estava desejoso em receber um estranho, mas no fim concordei em vê-lo.
Ele chegou num carro alugado, e imediatamente começou a me questionar sobre
minhas atividades e minha pesquisa. Logo ficou óbvio que ele sabia muito mais
sobre o tema dos OVNIs do que ele preparado a admitir; e ele estava muito
exigente em ter as suas questões respondidas. Ele tinha um ar de tensão nervosa
sobre ele conforme ele checava através das páginas de meus cálculos; então ele
quis saber onde eu mantinha toda a minha informação, e se haviam muitas
pessoas que sabiam sobre meus estudos.

Eu não fiz segredo de quaisquer descobertas que eu desvendei, e eu mostrei a
ele tudo o que ele pediu para ver. Finalmente, ele insistiu que havia algo que eu
não tinha mostrado a ele – uma equação na qual entrelaçava todos os meus
cálculos juntos. Com alguma surpresa, eu disse a ele que eu não conhecia
nenhuma tal equação; sua expressão era eloquente de descrença.

Conforme essa discussão prosseguia, eu informava a ele que haviam
provavelmente outros que pensavam como ele – que eu tinha alguma tal equação
embaixo da manga, porque eu estava sendo observado e em várias ocasiões meu
carro tinha sido seguido. Eu acrescentei que já que ele tinha vindo pra minha casa
ele deveria muito provavelmente ter companhia indesejada nos seu caminho de
volta para a cidade. Quem quer que fosse que estivesse mantendo um olho em
mim, eu disse a ele, provavelmente acreditaria que ele fosse um homem de
contato do exterior e dessa maneira, deveria estar interessado em seus
movimentos.

Eu devo admitir que eu disse a ele este pequeno conto intrigante para ver qual
seria a sua reação. Eu fiquei fascinado em ver seu aparente nervosismo
aumentado, e com alguma agitação, ele decidiu que era hora de sair. Sua retirada
foi apressada; eu nem tenho visto, nem ouvido falar dele desde então.

Pelos próximos dois ou três dias, eu me descobri revendo e reavendo sua
questões. Quanto mais eu pensava sobre isso, mais o ficava convencido de que o
estranho sabia muito mais sobre meus cálculos do que eu mesmo. Havia algo lá
no qual ele poderia ver – mas no que eu não tinha notado? Se havia alguma
equação enterrada em algum lugar de minha figurações, então eu teria de
encontrá-la.

Trabalhando novamente a matemática, eu finalmente decidi me concentrar
especificamente em três valores harmônicos no qual pareciam ter um
relacionamento próximo um com o outro. Anteriormente, eu tinha mostrado esta
conexão, e tinha de fato apontado que eu não sabia porque o relacionamento
estava lá afinal. Estes eram os valores harmônicos que agora ocupavam
totalmente a minha atenção:

1703 – Este é o harmônico de quatro contornos de 170,300,000,000, no qual é a
expressão em minutos cúbicos da linha curva(arc) da massa ou volume da Terra e
sua atmosfera circundante.

1439 – Um harmônico de quatro contornos de 143,900 minutos de linha
curva(arc) por segundo da grade, representando a velocidade da luz em valores da
grade.

2640 – Esta figura, expressada em minutos dos valores da linha curva(arc), é
construída dentro da porção polar da estrutura da grade como uma coordenada
geométrica.

Agora eu descobri que quando eu igualava estes valores harmonicamente os
resultados eram como os que se seguem. Zeros ao lado direito podem ser
ignorados nesta fórmila de cálculo harmônico:
Em outras palavras, a diferença entre o harmônico da massa e o harmônico da
luz é o harmônico de 264(ou 2640). Era agora evidente que se quaisquer cálculos
fossem mais precisamente elaborados deveria ser possível desvendar o que a
figura 2640 se referia.

Depois de várias horas de trabalho o que se segue era o que aparecia a mim no
meu papel:
17025 harmônico da massa da Terra.
-2636 harmônico desconhecido
14389
checando através das cinco tabelas matemáticas de cinco contornos, eu
descobri, para minha surpresa, que 2.6363 é a raiz quadrada de 6.95 (das tabelas
de raiz quadrada de 1-10). Nos cálculos harmônicos deste tipo de pontos
decimais bem como os zeros à direita de uma quantia, podem ser ignorados;
então poderia se dizer que a raiz quadrada de 695 era 2636. Agora eu poderia
entender os primeiros passos necessários para resolver a equação elusiva. Eu
tinha há muito tempo estabelecido que 695 é o harmônico recíproco da
velocidade da luz, ou 1/1439. Os cálculos eram agora suficientemente precisos
para valores algébricos serem substituídos – embora obviamente um computador
seria necessário para resolver os valores verdadeiros à extrema precisão.

17025(massa da Terra)
-2636(raiz quadrada da velocidade da luz recíproca)
14389(velocidade da luz)
Se C = velocidade da luz, e  M = massa

Então
Agora, no mínimo, eu tinha uma parte de uma equação no campo unificado em
valores harmônicos. Para tomar o próximo passo eu primeiro tinha de voltar para
a teoria de Einstein, particularmente a famosa equação, E=MC2, onde E é energia,
M é massa, e C, a velocidade da luz.

Einstein declarava que a matéria física nada mais era que uma força de campo
concentrada. O que nós denominamos substância física, é na realidade uma
concentração intangível de formas de onda. Diferentes combinações e padrões
estruturais de ondas unem-se para formar as míriades de químicas e elementos
no qual por sua vez, reagem com um outro para formar substâncias físicas.
Diferentes formas de onda de matéria parecem para nós ser sólidas porque nós
somos constituídos de formas de onda similares na qual ressoam dentro de um
raio de frequências claramente definidas – e na qual controla os processos físicos
de nosso mundo limitado.

Einstein acreditava que M, o valor para massa na equação, poderia
consequentemente ser removido, e um valor substituído que expressaria o f´sico
na forma de energia pura. Em outras palavras, substituindo por M, uma equação
de campo unificada deveria resultar no que expressaria em termos matemáticos o
todo da existência – este universo e tudo dentro dele. Como eu já tinha dito,
parece que antes de sua morte, Einstein realmente produziu esta equação. Quais
eram os termos matemáticos que ele usou, eu não sei; mas eu não poderia ajudar
me perguntando que resultados eu deveria obter se eu fosse resolver o problema
do ponto da matemática harmônica. Se uma equação pudesse ser encontrada na
qual tivesse uma afinidade harmônica com toda a substância, uma na qual
mostrasse um fator de ressonância ligado à própria matéria, então o problema,
talvez, fosse resolvido.

Einstein sustentava que o M em sua equação poderia ser substituído por um
termo denotando forma de onda. Eu tinha agora encontrado um substituto para o
M em termos de forma de onda da luz. Então, o passo seguinte óbvio, para mim,
era substituir o M do Einstein com os valores de C, encontrados da grade de
OVNIs. Estes são os resultados que eu obtive:

em termos de luz – ou pura forma de onda eletromagnética – a chave para o
universo, o todo da existência; para o visível e o invisível, para formas, sólidos,
líquidos, as estrelas e a negridão do próprio espaço, tudo consistindo de ondas
de luz visíveis e invisíveis. Tudo da criação é luz; essa era a resposta que tinha
sido correta dentro de minha compreensão por quatro anos.
Agora era necessário checar a validez da equação; para conseguir isto eu
necessitava de um computador e a ajuda de um perito em matemática pura.

Um homem jovem que tinha assistido uma de minhas conferências, disse que ele
estava disposto a colocar um pequeno computador a meu serviço e um amigo
dele, um excelente matemático que tinha um grande computador, estava disposto
a progamá-lo harmonicamente para me dar a assistência que eu deveria precisar.

Eu estava profundamente apreciativo de ambas as ofertas e os cálculos
subsequentes provaram que a equação inicial era válida. Por toda a minha
pesquisa, eu sempre tinha estado nos limites de meu próprio conhecimento, pra
sempre frustrado pelo meu lento ritmo de progresso. Eu podia sempre ver muito
mais adiante do que minha habilidade técnica me permitiria atravessar.

Em minhas primeiras publicações, eu tinha relatado que eu acreditava que o
valor de 2545.58, a distância geométrica em minutos da linha curva(arc), dos
pólos da grade para as principais posições aéreas das extremidades, nos
quadrados da grade polar, era um harmônico da aceleração da gravidade. Eu
estava agora ciente que esta suposição era incorreta e que o valor real para o
harmõnico da aceleração da gravidade era derivado da velocidade da luz. O
diagonal do “quadrado polar” de 5091.168825 unidades pode ser quebrado em
uma série de valores:
5091.168824/2 = 2545.584412
2545.5844122 = 6480000

O número 648 é um fator harmônico de grande importância, como será
demonstrado em outras seções deste livro. Os muitos outros fatores harmônicos
centrados em volta do “quadrado polar” das posições aéreas da extremidade,
formam uma série de associações matemáticas complexas e isto pode ser deixado
para aqueles que desejam efetuar sua própria pesquisa.

O recíproco de 2545.58, arredondado para a precisão de quatro-contornos,
recebeu um harmônico de 3930, (agora corrgido para 3928371). Quando eu fiz
minhas descobertas iniciais das equações unificadas, o harmônico de 3930 era
imaginado ser aquele da anti-gravidade. Sabe-se agora que este valor é
relacionado ao campo magnético da Terra. Embora eu rotulasse eles erradamente,
os valores reais tinham resistido ao teste do tempo e ainda se encaixavam dentro
das equações como originalmente demonstrado.

As equações harmônicas são aquelas das quais uma bomba atômica é
desenvolvida. Estabelecendo as derivativas da equação na forma geométrica, os
movimentos relativos das formas de ondas na matéria são zerados, e convertidos
de substância material de volta em energia pura.

Revertendo o processo, a substância física em qualquer molde ou forma
desejada poderia ser produzida da pura energia.

Enquanto as aplicações práticas da última possibilidade devam ainda estar
distantes no futuro, nós somos, todavia, no mínimo capazes, agora, de destruir
matéria. Como eu tenho relatado em outra parte – cientistas podem fazer um
estrondo de uma bomba, mas ainda assim, eles são incapazes de colocar o
estrondo de volta dentro de uma garrafa.

Embora eu estivesse muito mais feliz com o progresso quando eu cheguei neste
ponto dos meus cálculos, haviam ainda algumas respostas importantes faltando.
Tanto quanto elas pretendiam, as equações explicaram as operações de um
aparelho explosivo nuclear, mas elas ainda não tinham rendido os segredos da
propulsão dos OVNIs. A grade de OVNIs foi indubitavelmente construída na base
da equação, contudo, um OVNI não se desintegra quando ele se move dentro dos
campos ressoantes do sistema. Teria de haver uma extensão da equação, na qual
até agora eu não tinha encontrado, que produziria os harmônicos necessários
para o movimento no espaço-tempo. Mas eu sentia que estava próximo da
solução, e estava determinado a encontrá-la.

Tem sido consequentemente da minha experiência que quando um beco-semsaída
é atingido, é melhor deixar de lado um trabalho por um tempo e tomar um
descanso. Pelas próximas poucas semanas seguintes, eu deliberadamente esqueci
mesmo tudo remotamente conectados com OVNIs. Mas, numa noite, imprevista e
inesperada, um pensamento surgiu em minha mente. Por que somente lidar com
valores singulares de C?

A chave foi virada e uma sequência de portas abriram-se, uma após a outra, para
revelar segredos do espaço e do tempo.
Na área polar da grade de OVNIs, o valor geométrico de algumas das
coordenadas pareciam estar dobradas.
Os diagramas dos “quadrados polares”, como eu tenho denominado eles,
incorporam duas vezes o valor de 2545.56.

No quadrado da grade polar resultante, a velocidade da luz recíproca harmônica
de 695 é incorporada em uma harmônica de 2695. Estas coordenadas são as
mesmas das posições aéreas da extremidade para os pólos geográficos. Parece
que o fator 2 precedendo o 695 serve para harmônicamente duplicar o recíproco
da velocidade da luz. Eu conclui que uma maneira de checar esta ideia, era
aumentar os valores de C em minha equação,
 e observar o harmônico mudar de E.

Em poucas horas na ocupação desta linha de pensamento, eu fui capaz de dizer:
“Eu encontrei algo extremamente interessante”.

Era evidente que somente uma tinha de duplicar o valor de C. Uma vez que eu
tivesse feito isso, era possível produzir duas equações diferentes através do uso
das tabelas se relacionando à porção da raiz quadrada da equação. Os resultados
diferiam de acordo a se as raízes quadradas 1-10 ou 10-100 eram empregadas.
Na equação Nº1, eu descobri que o harmônico resultante era: 3926991712050.

Este foi o valor calculado pelo computador depois que nós tínhamos alimentado
a equação, e gradualmente corrigimos de um lado da equação para outra. Eu
estava muito bem ciente de que meus cálculos eram somente de uma precisão
“quase-suficiente” até este ponto, e tinha sido o suficiente somente para formar
uma base geral para as teorias que eu tinha desenvolvido. A precisão de quatro  figuras,
de fato, é apenas “ não tão bom o suficiente”, como qualquer puro
cientista será rápido a concordar. Alimentando nas harmônicas em um ou outro
lado da equação e gradualmente corrigindo, o valor de 12 dígitos foi finalmente
alcançado.

Este harmônico ainda não é completamente preciso, computadores maiores vão
ser necessários prosseguir na correção para a conclusão de precisão. Todavia, o
resultado agora é “bom o suficiente” tanto quanto eu estou convencido, e deve no
mínimo impulsionar um cientista de uma natureza independente para efetuar
investigações mais avançadas por sua própria conta. Eu tinha mostrado
anteriormente que o harmônico de quatro figuras de 3930 (arredondados para
quatro figuras) era o recíproco próximo de 2545.58. Num sentido prático, os
valores eram quase suficientes para demonstrar o que eu estava tentando
estabelecer. Dessa maneira, eu considerei que o harmônico de 392699171205,
derivado pela duplicação do componente C da equação, estava também indicando
um recíproco do valor 2545.58 encontrado nas áreas quadradas polares da grade.

Com leves correções, a equação poderia ser expressada desta forma:
A segunda equação é derivada pelo uso da raiz quadrada das tabelas 10-100.
esta equação é a que se segue:
A mais próxima que nós trouxemos à precisão, usando um pequeno
computador de mesa, é a que se segue:
O harmônico preciso da velocidade da luz para quatro figuras é igual à 1439,
como eu tinha dito em outra parte. O valor usado neste cálculo de acordo aos
mais preciso computador checa igual a 1438881. Como eu já tinha relatado, o
valor real vai somente ser derivado pelo uso de computadores altamente
sofisticados.

Outra possível guia para os leitores matemáticos é o fato de que a tangente
natural de 36º é 72654. O quadrado de 26953 da equação é 726504, no qual é
muito próxima.

O fato de que o harmônico da luz tem somente de ser duplicado a fim de obter
campos de anti-luz deve estar relacionado aos ciclos de matéria e anti-matéria dos
mundos físico e não-físico. Se os dois, mais e menos, campos são entrelaçados,
como eu tenho postulado, e matéria e anti-matéria se manifestam em pulsos
alternados, então um ciclo duplo deve ocorrer entre cada pulso da matéria e da
anti-matéria. O pulso da anti-matéria não pode ser percebido por nós, por razões
absolutamente óbvias; mas enquanto calculando a frequência de interação entre
os dois, ambos os ciclos devem ser levados em conta.

Aumentando ou diminuindo a frequência de C entre os dois ciclos, uma
mudança no espaço-tempo deverá ocorrer.

4 – MAIS EVIDÊNCIAS DA GRADE DE OVNIS
E AGORA BUSCAREMOS ALGUMA EVIDÊNCIA DA EXISTÊNCIA DA GRADE GLOBAL

na qual é usada pelos OVNIs, tanto para propulsão, como para navegação, ou
ambos.

No começo de 1968, eu estive próximo de um co-piloto de um National Airways
Corporation Viscount. Ele tinha um interessante relato para mim:
No dia anterior, ele tinha sido um membro tripulante de um Viscount voando ao
norte para Auckland de Wellington. Entre New Plymouth e Auckland, com o avião
a 19,000 pés, uma requisição foi recebida do Controle de Tráfego Aéreo para
desviar levemente a estibordo do trajeto. Os operadores de radar no aeroporto de
Auckland tinham três objetos estacionários em sua tela, espaçados em intervalos
abaixo da costa oeste entre Raglan e New Plymouth.

O Viscount estava vetorado até estas posições pelo controle do radar, e a
tripulação foi solicitada para examinar a área, para checar se os objetos causando
os bilpes do radar eram visíveis ao olho humano.
A manobra foi efetuada corretamente, mas não havia visibilidade de nada
incomum no céu. Embora a apresentação dos objetos fosse clara e pronunciada,
os operadores, em vista do relato negativo dos tripulantes, se preparou para
dispensar o incidente. E repentinamente os blipes desapareceram, dispondo-se do
problema de qualquer maneira.
Até dia seguinte, quando eu apareci na sala de radar com meu mapa da grade
embaixo do meu braço.

Eu discuti o incidente com os membros da sala do radar, e um deles então
demarcou as posições dos três objetos desconhecidos no mapa do radar na tabela
de exibição. Quando estas posições foram comparadas com meu mapa da grade,
ficou imediatamente evidente que os OVNIs estavam espaçados ao longo de uma
grade de linhas decaindo da costa, e que os intervalos entre os OVNIs eram de
trinta milhas náuticas e quinze milhas náuticas – um espaçamento que coincidia
com as linhas de trajetória indo de leste à oeste na grade.
Claramente nossos visitantes estavam ativos de novo; algum projeto estava em
progresso nesta sessão do sistema ocupando sua atenção quando eles tinham
sido perturbados pela aproximação do Viscount.

Recentemente, eu tenho sido capaz de correlacionar este incidente particular
com outra atividade humana fora da costa da Nova Zelândia, na qual fortemente
sugere que nossos cientistas caladões não sejam os únicos cientes da existência
real de visitantes alíenigenas, mas estão de fato trabalhando em cooperação
próxima com eles. Nós nos estenderemos mais neste ponto posteriormente.
Entrementes, meu velho mapa da grade original, no qual eu completei em 1965,
está mostrando sinais de desgaste; mas ele ainda me ajuda a provar a qualquer
um interessado de que a grade não é um mito, nem algo que eu tenha apenas
sonhado a fim de confundir um público já confuso. Eu não poderia possivelmente
ter predizido as posições daqueles três blipes vistos em uma tela de radar do
aeroporto, bem antes que eles verdadeiramente fizessem sua aparição; ainda
assim, a menos que o mapa da grade seja de fato preciso e confiável, essa é
somente a única explicação alternativa. No mímimo um de meus críticos repudiou
meu trabalho com um divertidamente desdenhoso “Oh bem, você pode provar
tudo pelos números!”. Prever o futuro por números e linhas pode ou não ser
possível, mas eu não tenho nem treinamento, nem conhecimento nem
entendimento para tentar esse tipo de coisa. E eu estou bem certo de que eu não
possuo segunda visão; muita pena!

Outro incidente no qual ocorreu depois em 1968, foi aquela alarmante
fraternidade voadora. A RNZAF esteve atrás deste, mas, como acontece com as
forças aéreas de outras partes do mundo, as autoridades rapidamente silenciaram
a questão. A tampa foi batida fortemente na caixa de Pandora, na qual deve estar
bem cheia até agora; eles manejam para voo aberto com crescente regularidade,
muito para a agonia daqueles que gostariam de ter a questão inteira do
pensamento dos OVNIs pelo público como um conto de fadas moderno.

Um Air Force Orion estava efetuando uma missão de exercício fora da costa
oeste de North Island da Nova Zelândia numa trade nebulosa. Quando a tripulação
foi alertada pelo controle de radar. Um objeto não-identificado estava viajando em
passo vagaroso de cerca de quarenta nós do norte para o sul a algumas trinta
milhas fora da costa. O Orion foi requisitado para checar este intruso e foi
vetorado para um curso interceptado. Se aproximando mais perto do objeto, o
radar de buscas dianteiro do Orion se concentrou no visitante, mas não havia
objeto sólido vísível para qualquer um à bordo. De acordo à minha informação, o
objeto então perdeu altitude, e o Orion seguiu-o pra baixo. A tripulação então
relatou que uma contracorrente como um redemoinho era visível na superfície do
mar. Talvez o objeto, ou que quer que fosse, mergulhou dentro do oceano e
escapou como se fosse um submarino.

Esta, você pode ter certeza, não será a última vez que OVNIs vao ser detectados
por radar em nossos céus. Uma vez em certo mês, eu estive com um membro de
tripulação e fui informado de que ainda houve outro avistamento OVNI na área da
Nova Zelândia. Se todos estes membros de tripulção estão loucos, então nossas
linha aéreas estão em meios absolutamente precários para o público que não
desconfia.

Porque é que nenhum dos relatos que chegam a mim são imprimidos nos
jornais? 

A resposta é esta: os jornais nunca recebem eles. Membros de tripulação
são, em geral, uma classe conservadora, e eles zelosamente guardam sua imagem
como um grupo são e sensato, dedicado somente à tarefa de voar em uma
“maneira diligente e segura”, como é denominado nos códigos de regulamentos.
Até agora, eu tenho sido uma das poucas pessoas tolas na aviação comercial a
colocar meu pescoço pra fora e mostrar ao público o que eu tenho visto,
teorizado e ouvido. Talvez num futuro próximo outros em minha profissão mais
pra frente dar apoio às minhas declarações; há muitos que acreditam, como eu,
que a verdade é mais importante do que muitos dos critérios artificiais com os
quais nós nos enterramos a nós mesmos nesta tão chamada sociedade civilizada
nossa.
Os testes nucleares ainda estão conosco, e fornecem uma perfeita nota nos
cálculos harmônicos dos quais eu descrevi anteriormente. Os franceses estavam
ativos novamente na Ilha Mururoa em 1968, e me deram mais uma oportunidade
para fazer algumas predições em possíveis datas nas quais uma aparelho nuclear
pudesse ser explodido.

Muito para a minha própria satisfação, eu gastei uma noite intera calculando
todas as combinações possíveis em valores harmônicos necessários para a
detonação de uma bomba nuclear, para cobrir o total do período de testes.
Eu estava muito ciente de que eu ainda não havia descoberto tudo sobre os
harmônicos envolvidos, mas efetuando constantes checagens nas atividades dos
cientistas envolvidos, eu esperava que, em tempo, muitos dos segredos
finalmente seriam revelados. Eu duvidei se muitos dos boffins(cientistas) iriam
receber bem minhas constantes bisblhotagens; mas eu acredito que se o público
está sob constante ameaça de aniquilação, eles no mínimo teriam o direito de
saber como as mecânicas da operação seriam efetuadas. Quanto mais
conhecimento nós temos, mais nossas chances de parar estes idiotas de explodir
nosso planeta em pedaços.

Umas poucas semanas depois que eu guardei meus cálculos, eu fui convidado
para apresentar uma conferência sobre OVNIs para a Royal Aeronautical Society
em Auckland. Pouco antes da conferência, eu fui levado para um jantar pelo
presidente e secretário da sociedade. As conversas da refeição se voltaram para
minhas teorias em respeito aos testes das bombas nucleares. Não
desnaturalmente de modo geral, o presidente estava inclinado a ser cético dos
meus métodos de cálculo, e ele me perguntou um tanto casualmente quando a
próxima bomba francesa seria detonada. Eu disse a ele que seria no dia 25 do
mês, acerca de quinze dias, era minha aposta; a conversa então mudou para
assuntos mais mundanos.
A conferência, apresentada para uma audiência lotada, foi bem recebida, e a
discussão da bomba esquecida.
No dia 25 do mês, a paz da Ilha Mururoa foi despedaçada, e os ecos da explosão
nuclear francesa ondulou em volta do mundo. Essa foi outra vitória pessoal para
mim registrar.

Naquela tarde meu telefone tocou. Era o presidente da Royal Aeronautical
Society. Poderia eu entrat na cidade para uma conversa e poderia eu dar mais
informações de testes para cobrir o resto da corrente de séries francesas?
Isto eu fiz. As informações que eu forneci provaram estar corretas, culminando
na explosão da bomba de hidrogênio francesa. Mais testes foram cancelados
quando o presidente de Gaulle descobriu que os banqueiros franceses estavam
tendo um ano improdutivo. Foi uma escolha entre pão e bombas, e o pão venceu.
Eu tinha provado o minha indicação de que as informações dos testes nucleares
poderiam ser precisamente predizidas na base dos cálculos harmônicos. O
presidente da Society, que é também o chefe de um departamento do governo,
me deu uma cópia das notas que ele tinha feito com algumas de minhas
predições. Ele me disse que estas forma passadas para os chefes de outros
departamentos do governo.
Este memorandum é mostrado na fotocópia nº1. Ela mostra que minha predição
para os testes da bomba de hidrogênio estavam muito próximos. Neste momento,
eu fiquei muito satisfeito com estes erros bem pequenos. Eu teria ficado satisfeito
se eu tivesse tido várias horas desperdiçadas.

A newsweek magazine relatou: “exercício para os testes de energia nuclear –
teste subterrâneo da última semana de uma 'arma nuclear avançada' em Pahute
Mesa, norte de Las Vegas, prefigurou explosões mesmo muito grandes. A
comissão de energia atômica perfurou vários buracos cobertos em uma milha de
profundidade na Nevada Central 100 milhas ao norte do presente sítio de teste.
Isso deixou mais contratos para a construção de quatro buracos de teste a uma
profundidade de 6000 pés em Amchitka, a quarta ilha do fim da corrente
aleutiana. Estes buracos levam uma ano e meio para perfurar e miná-los na base.
Em essência, a AEC está estocando buracos no chão contra futuros requerimentos
de testes”.

FOTOCÓPIA 2
FOTOCÓPIA DE PREDIÇÕES DE BOMBA ATÔMICA
Fotocópias de predições de testes de átomo foram efetuadas pelos cientistas
franceses na Ilha Mururoa no Pacífico, em 1968, escrito à mão e prédatado pelo
chefe de um departamento do governo em Auckland City, Nova Zelândia. O tempo
real mostrado é aquele da bomba de hidrogênio. Eu fui informado de que esta
nota foi passada quatro outros departamentos do governo antes da data do teste.

Recentes listas de computador das posições geométricas de muitos testes
harmônicos efetuados no sítio de testes de Nevada, mostram que um grande
número deles foram detonados em posições das quais se estendem sobre uma
latitude de 37.1195º norte. Isto criaria um harmônico recíproco de 2694, um valor
médio relacionado às equações unificadas descobertas em minha pesquisa.
Em minhas primeiras publicações, eu indicava que um valor de massa foi
possivelmente ultilizado para os testes das Ilhas Aleutian. Agora que eu tenho
computadores com os quais trabalhar, eu creio que uma disposição mais precisa
podem ser demonstradas nas quais permitiriam os harmônicos geométricos,
requeridos para um detonação bem sucedida, ser completados.

Uma posição de 51º 25' 10.85” norte/ 179º 24' 00” leste, no final sudeste da ilha
seriam ideais como um sítio de testes.
A grande distância do círculo deste ponto para a longitude 180º, na mesma
latitude é:
1347 segundos da linha curva(arc); na qual é a metade harmônica de 2694; o
valor médio derivado das equações unificadas.
A circunferência do paralelo de latitude em 51º 25' 10.85” é:
13470 minutos da linha curva(arc), ou milhas náuticas, relativas ao Equador. Isto
novamente é uma metade harmônica de 2694 (equação unificada).
Outros harmônicos nos quais são associados com esta posição e grade pólo “B”
no norte tem conexões com a gravitação. Isto será mais explicado completamente
em trabalhos posteriores.
Para interesse, o sítio de testes de Bikini Island e Eniwetok são 11º 35' latitude
norte, no que equivale 695 minutos da linha curva(arc). Esta figura, 695, é o
harmônico da velocidade da luz recíproca, ou 1/1439. Johnson Island é 169.5º
longitude oeste.

Nota:
Foi descoberto em pesquisa posterior que a velocidade da luz não é uma
constante sob a superfície da Terra. Ela varia em relação à aceleração da
gravidade. Isto, por sua vez, causa uma leve variação dos valores derivados das
equações unificadas. Isto vai ser mais inteiramente explicado em publicações
futuras.

5 – AS MISTERIOSAS ANTENAS
EM UMA MANHÃ RESPLANDESCENTE DE FEVEREIRO DE 1968, UMA INFORMAÇÃO
veio a mim na qual era pra começar, um inteira nova corrente de investigação – e
na qual me traria muitas das descobertas então surpreendentes que mesmo agora
suas totais implicações são difíceis de compreender.

Como uma teoria, a antigravidade parece muito boa. Realmente, ela tornaria da
noite pro dia tais formas de transporte antiquadas como trens, carros, aviões e
naves espaciais propelidas por foguetes; realmente, ele revisionaria nosso
pensamento sobre recursos de óleo combustível e engenharia básica.
Mas imagine se a teoria não estivesse somente correta, mas em real aplicação
hoje – imagine se houvessem um grande número de pessoas completamente
cientes da existência da grade de OVNIs e seu poderoso potencial como uma
fonte de energia que poderia ser retida pela tecnologia da Terra; imagine se, de
fato, equipamentos tivessem sido estabelecidos em muitas partes do mundo,
mesmo bem aqui, na quieta Nova Zelândia, onde nada muito perturbador parece
acontecer – então, isto não significaria que, de fato, a a
ntigravidade estava
virtualmente dentro da compreensão de todos nós?
Um grupo de colegas pilotos e eu mesmo tínhamos acabado de preparar nossos
planos de compra para o primeiro voo do dia, e nós estavámos conversando
generalidades, quando um co-piloto veio até mim e disse que ele tinha notado
algo bizarro parecendo um mastro de antena em sua rota para o aeródromo. Isso
foi, ele disse, em propriedade privada, mas sua forma era tão incomum, e
evidentemente parecia dispendiosa, que tinha tomado sua atenção. 

Como muitos
outros membros da tripulação do avião, este piloto mostrava um considerável
interesse em minha pesquisa de OVNIs e tinha o hábito de notar quaisquer
atividades incomuns em cima e em baixo do país, no que facilmente poderia ter
uma relação com minhas investigações. Pilotos em treinamento e experientes são
bons obsrvadores e geralmente capazes de fazer relatos precisos, fatuais e
imparciais. De fato, eu estou muitíssimo em débito aos pilotos e membros de
tripulação como um todo, pela grande quantidade de ajuda e muitas orientações
fascinantes. Haviam muitos presentes naquela manhã de fevereiro cientes de
alguma suspeita que eu tinha em relação à algumas estações de rádio
transmissoras que estavam surgindo de repente em volta da Nova Zelândia. Mas
ainda assim, desta vez eu não tinha provas de que estas estações não estivessem
fazendo nada além do que elas propunham fazer; o que tinha principalmente
estimulaod minhas suspeitas eram pouco mais do que uns rumores ocasionais, e
a atitude evasiva dos oficiais quando determinadas questões foram solicitadas.
O co-piloto me perguntou se o mastro que ele tinha visto, com sua
estranhamente forma de arranjos empoleirados no topo, poderiam ter qualquer
conexão com a evidência que eu estava procurando. Ele fez um inacabado rabisco
do mastro para mim, e eu imediatamente senti uma familiaridade sobre o padrão
no qual a aparelhagem estava organizada. Certamente era apenas um rabisco
inacabado; o co-piloto, qualquer que fosse suas virtudes, não é artista. Mas o
rabisco que ele desenhou da visão de lado do mastro, tinha uma notável
similaridade aos padrões polares do sistema de grade dos OVNIs. Isto me intrigou
muito, e eu tive um pressentimento de que uma olhada mais próxima nesta
antena poderia fornecer uma chave ainda para abrir outra seção da caixa de
Pandora com a qual eu tinha ficado envolvido.
Naquela noite, eu contatei meu amigo jornalista Peter Temm e nós combinamos
de nos encontrar no dia seguinte. Armado com uma câmera equipada comlentes
de telefoto, nós palnejamos nos dirigir para a área em questão e silenciosamente
obter uns poucos close-ups da antena para um exame mais próximo em nosso
tempo livre.

Poucos dias depois nós estudamos atentamente sob uma série de dez boas
fotografias ampliadas nas quais mostravam a antena e a casa na qual ela estava
ligada. A antena tinha a forma de um cubo, com cada lado sobre nove pés de
longitude. Suportes para os arames formando o forma de caixa irradiavam de um
ponto central. Estes eram oito em número, com cada suporte individual
terminando em uma extremidade da caixa. A antena estava apoiada, do ponto
central do molde de caixa, no topo de um mastro de ferro de treliça que nós
estimamos ser cerca de trinta pés de altura.
Um exame revelou que, de acordo aos regulamentos do Departamento de
Comunicações, este aparelho dispendioso e elaborado não era nada mais sinistro
do que uma antena de rádio amador erigida pelo proprietário para a comunicação
com centenas de outros rádios amadores tecnicamente instruídos espalhados em
volta do mundo.

Talvez. Nós mesmos descobrimos que havia um termo técnico para a forma
geral da antena nas fotografias – nenhum de nós sendo de qualquer maneira,
informados sobre rádio amador, isto veio como novidade. Mas era como se o
mecanismo tivesse um aparência lisa, sofisticada pelo que dava a ela um toque de
algo mais que um tipo de aparelhos de rádios amadores podiam parecer quase
em qualquer lugar. Rádio-amadores são entusiastas e um pessoal inventivo e hábil
em montar e armar temporáriamente sua próprias antenas projetadas; mas uma
grande quantidade de dinheiro geralmente não é disposta no mastro. Neste país,
ao menos, uma extensão de arame esticada de um mastro de madeira é mais do
que a norma. Algumas vezes um operador amador vai ter uns poucos dipoles
através do topo de seu mastro para propósitos direcionais: mas esta tinha uma
aparência decididamente profissional sobre ela.

Eu decidi checar um pouco mais e, pra começar, eu me determinei sobre mapear
as posições da antena em meu mapa da grade de Auckland para ver se quaisquer
correlações se mostrariam.

No começo, nada incomum se apresentou; parecia não haver conexão com a
área da antena e o sistema de grade. Mas algo continuou me importunando. Eu
tinha um sentimento muito forte de que havia uma conexão e que uma busca
completa dos fatos e figuras trariam isso à tona.

Neste ponto, eu decidi mapear as coordenadas das várias posições de atividade
OVNI conhecidas já mapeadas no mapa de Auckland. Os resultados foram
imediatamente interessantes. Um linha mapeada através de uma posição onde
uma grande forma de disco OVNI tinha sido observada pairando sob Inverary
Road, Epsom, e o ponto onde uma explosão inexplicada ocorreu em Rutland
Street, Auckland, cerca de onze anos anteriormente, passava diretamente através
da localização da antena de North Shore. Isto dificilmente era algo conclusivo –
mas sugeria uma possível direção. Eu falei a Peter do meu achado, e nós
concordamos que o próximo passo era averiguar a área de Auckland por antenas
similares, traçar suas posições no mapa e então procurar de novo pelas
correlações de informação. No intérim, eu comecei a espalhar o assunto entre
alguns de meus companheiros e colegas pilotos que nós estávamos caçando por
antenas e pedi a eles para ficarem com um olho aberto.

Pelos quatro meses seguintes, eu gastei meus dias fora do trabalho viajando em
volta da área de Auckland procurando por algo incomum no caminho dos mastros
e antenas. Os resultados excederam todas as expectativas. Um número
surpeendentemente grande revelaram-se; traçados no mapa de Auckland, elas
mostravam muito claramente que eram mais do que postos de escuta de
rádioamadores – embora em cada exemplo, elas fossem de fato ouvidas como
pertencendo às estações de rádio amadoras no almanaque de rádio amador
oficial. Estava claro que as antenas especializadas estavam estabelecidas em
linhas diretas no relacionamento de uma à outra – e além disso, estavam
combinando com o padrão de grade dos OVNIs estabelecida sob a área de
Auckland.

Neste ponto, eu fui confrontado com a conclusão óbvia de que um grupo de
peritos em eletrônica sabiam muito mais do que eu sobre o sistema de grade – e
além disso, que o conhecimento tem estado sob sua possessão por alguns tantos
anos. Algumas das antenas, nós descobrimos, tinham estado localizadas nos
presentes lugares por períodos indicando a vários anos.

Quando as implicações disto se elucidaram em mim, o choque foi severo, a
grade não era mais só uma possibilidade teórica. Era um fato definitivo, e um fato
que era conhecido a um indefinido, mas claramente grande, número de pessoas
por algum tempo considerável. Isso parecia para mim, ainda que o equipamento
eletrônico estivesse sendo construído dentro da rede, e ainda que eles estivessem
efetuando ou controlando experimentos em larga escala. Mas para que propósito?
E que eram “eles”? Ambas estas questões não podiam ainda serem respondidas.
Entretanto nós apresentaremos algumas de nossas especulações e nós esperamos
que os leitores venham à luz com mais informação que vai ajudar a resolver o
mistério.

Havia outro método pelo qual nós poderíamos provar conclusivamente que as
tão chamadas estações de rádio amadoras estivessem estabelecidas em
determinadas posições geométricas para propósitos além dos de experiência
privada ou simples comunicação. Pelo estudo do padrão geométrico que tinha
emergido de um cauteloso mapeamento de todos os sítios de antena conhecidos,
deveria ser possível predizer onde outras bizarras antenas mostrariam-se. Se o
padrão estivesse correto, se nosso pensamento estivesse certo, nós seríamos
capazes de estender o padrão, talvez como as “séries” de tipos de problemas
algumas vezes apresentados em testes de inteligência, e declarar dessa forma,
que outra antena estaria localizada aqui, ali, ou lá – ou o mapa.
Se, por outro lado, as posições estivessem inteiramente de forma coincidente
ligadas com a grade; se de não houvesse conexão afinal; e se realmente as
antenas fossem genuinamente estações de rádio amador e espalhadas em uma
ordem mais ou menos randômicas pelo interior, tal predição simplesmente não
seria válida.

Numa noite de sexta, eu gastei muitas horas estudando a rede de comunicações
das antenas e calculei várias coordenadas de suas posições. Quando eu tinha
detectado o que parecia para mim ser a posição mais provável para uma antena
ainda não descoberta por nós, eu liguei para Peter e nós combinamos de nos
encontrar na tarde seguinte.
Num mapa de rua comum, nós anotamos com lápis na posição onde esperava-se
que uma bizarra antena estivesse localizada. Então, com uma câmera à mão, nós
saímos em nossa caçada.

Este seria o primeiro grande teste. Eu estava razoavelmente confiante de que nós
encontraríamos uma antena onde eu tinha traçado no mapa; mas ao mesmo
tempo, eu estava horrivelmente ciente de que eu também poderia estar batendo
em minha cara. Eu ainda tinha sido compelido a presumir certos relacionamentos
geométricos em conexão com o sistema; quem quer que tivesse planejado a
evidente rede de antenas já sabia por certo toda a relação de naves envolvidas,
enquanto eu tinha de tatear através de uma confusão de cálculos para teorizar
sobre elas. Eu não estava certo, também, como Peter estava reagindo às minhas
teorias. Nós não tínhamos trabalhado muito tempo juntos naquele estágio, e até
agora ele tinha simplesmente tomado minhas palavras por muitos aspectos de
minha pesquisa. Mas se a presente excursão provasse-se bem sucedida, o maior
ganho para ambos de nós, poderia ser uma confirmação da convicção.
Nos aproximamos da rua que eu tinha circulado no mapa, e virado a
extremidade.

E lá estava ela.
Eu estava tanto aliviado como empolgado. Peter parecia silenciosamente
surpreso. A antena diante de nós, e na qual nós fotografamos, era um complexo
de dois modos de componentes direcionais. As coordenadas de várias outras
posições de antenas passavam através deste ponto de diferentes direções.
Meu mapa tinha sido preciso para dentro de cerce de cem pés ou mais,
considerando a qualidade dos mapas de inspeção que eu uso, era razoavelmente
próximo à exatidão. Nós encontramos um lugar no qual nós poderíamos tirar
fotografias para acrescentar a nossa pilha crescente de evidências pictoriais para
a existência de uma rede de antenas e fomos para casa.

Havia ainda uma pequena possibilidade de que a descoberta de uma antena
quase exatamente onde eu tinha predizido estar, poderia ter sido apenas por
acaso; eu sabia que não era por acaso; mas ao mesmo tempo, nós reconhecíamos
o fato de que os céticos fariam esta argumentação. Entretanto, um curto período
depois, e em duas ocasiões diferentes, eu fui capaz de ir através da performance
idêntica ainda para duas outras antenas – primeiro, imaginando no mapa onde
elas deviam estar, de acordo com o padrão emergente e minhas teorias nos
fatores envolvidos em localizar mastros estranhos; e então com um mapa de rua e
um carro, realmente localizar eles naquelas posições precisamente.

Com toda a honestidade, eu devo também admitir que em duas ocasiões eu
tracei um espaço vazio. Uma destas marcações, onde eu estava certo que eu
encontraria o mastro, está agora sendo mantido sob observação por alguns de
nossos ajudantes; eu creio que há uma forte possibilidade de que realmente uma
antena vai aparecer nesta localização. Um desenvolvimento, e eum que nós
percebemos que viria, tinha sido de que o pessoal responsável por estas antenas
estão cientes de nossas atividades e, provavelmente sabendo que nós temos o
lugar sob vigilância, eles devem estar relutantes de construir um mastro até que
se torne imperativo para a rede como um todo ter uma lá.

Nós nnunca fomos relutantes em deixar as pessoas saberem o que nós estamos
a par em nossa busca, e em nossas conclusões. Tão logo novas evidências
cheguem continuamente, nós passaremos elas junto da fonte da qual nós
acreditamos estar sendo remendadas por “eles”. Nada é secreto, confidencial, ou
oculto sobre nossa investigação. O Governo Neo-Zelândes tinha sido até o
momento, a par com minhas descobertas, tanto correspondências como e relatos
escritos dirigidos ao Primeiro Ministro. Nós fizemos um ponto de passagem em
cada ligação na cadeia de evidências para pessoas chave para que nunca possa
haver qualquer sugestão feita de que nossa investigação é de alguma maneira ou
outra “subversiva”.

Nosso foco total tem sido trazer os fatos à tona para que do peso puro da
evidência, alguém com autoridade, em algum lugar, cedo ou tarde, vai ter de
admitir para o público que não somente os OVNIs existem, mas que o sistema de
grade no qual eles operam é também um fato estabelecido. E até que isto
aconteça, nosso trabalho continuará. Se acontecer de eu ser parado, há muitos
outros agora com conhecimento que vai capacitá-los de continuar a investigação,
com ou sem aprovação oficial. A informação que nós temos pacientemente
armazenado sob o curso de vários amos foi espalhada, e eu tenho pessoalmente
ensinado outros continuar se isso se tornar necessário. Vários jornalistas, alguns
deles correspondentes para organizações além mar, estão também continuamente
informados de nosso progresso, e agora será impossível para a verdade ser
escondida por muito mais tempo.
Quando a admissão for finalmente feita, quando for relatado que o gás de
pantâno, a ascensão e queda de Vênus e todos os outros lixos forem mostrados
pelos dóceis e não tão dóceis cientistas que aparentemente tem esquecido os
primeiros princípios da ciência para “explicar” avistamentos OVNIs, e não o sertodo
e fim-todo do fenômeno OVNI, então nossa investigação vai diminuir. Nosso
objetivos terão sido alcançados.

Nossas buscas pelas antenas continuou por todos os meses, até a época
presente, e ainda o bizarro mastro é trazido à nossa atenção. Eles podem ser
vistos por toda a Nova Zelândia, e nós sabemos que eles existem no exterior
também, por relatos de lugares tão distantes como Austrália, França e América.
Neste país, nós descobrimos eles Invercargill ao norte de Auckland.
Muitos são aqueles em forma de caixas. Mas outro tem leves variações. Uma
variante é um tipo alongado que se parece como uma rede de papagaio em forma
de caixa – presumivelmente para propósitos direcionais mais eficientes. Algumas
tem uma esfera de metal altamente polida colocadas dentro da forma de caixa.
Por alguma razão estas esferas, nas quais são muito largas, desprendem flashes
de luz, observáveis de muitas milhas distantes em um dia bom. Este tipo é
facilmente visto do ar – de tão londe quanto quinze milhas. Se a luz é refletida de
uma superfície prismática ou emitida de dentro das próprias esferas, é algo que
nós ainda vamos saber.

Nós não sabemos o que esta esfera é, ou o que ela faz. Uma explicação possível
foi oferecida por um diretor de uma companhia fabricante de equipamentos
científicos nos Estados Unidos: “Os elementos ressaltantes parecidos com
alfinetes na bola são sondas verticais uni-direcionais. Na bola, um transdutor, ou
transistor pré-amplificador condutor, direciona qualquer sinal de cima da antena
principal para baixo da antena principal, e este é então retransmitido de uma
torre da antena à seguinte para um base principal de recepção de operações. Isto
então, evitaria qualquer recepção acidental do sinal de um OVNI, etc de ser pego
por qualquer, qualquer um, rádio que estivesse sintonizado na frequência certa...
eu prefiro pensar que a bolinha no topo do receptor recebe eu um comprimento
de onda (frequênica) muito alta, e então, o circuito transistorizado, agindo como
um conversor, reduz o sinal recebido à uma frequência mais baixa, e é então
carregado de uma torre à seguinte até que ela atinja sua estação de recepção
base”.

Outra sugestão de conexão entre as estranhas antenas e os OVNIs, é o fato de a
grade de antena sob o mar fora da costa da América do Sul, fotografada em 1964
pelo navio de inspeção americano Eltanin, tem objetos em forma de bola nas
extremidades de suas antenas; além disso, as antenas salientes de OVNIs tem
sido observadas, também, tendo as pontas em forma de bolas.
O outro principal tipo de antena no qual parece ser construído na grade consiste
de um similar mastro de aço entrelaçado com elementos de antena parecendo
pesados, apoiados horizontalmente através do topo. Alguns mastros menores
dentro do sistema são mais do que como antenas de TV comuns. O padrão
produzido em um mapa pela localização aguçada das antenas é um complexo –
especialmente quando posicionada em um mapa que também inclui a grade de
OVNIs. Depois de um minucioso estudo da rede se torna óbvio que antenas feitas
por homens tem sido contruídas na grade dos OVNIs por um propósito definido e
aparentemente com uma total consciência da grade de OVNIs. Muitas das áreas da
Nova Zelândia onde atividade OVNI tem sido marcante são também áreas nas
quais as antenas aparecem.

Conforme nossa investigação continuava, uma massa de informação foi formada
sobre as redes de antenas, e eu tenho sido capaz de checar muistas de minha
próprias teorias contra isso. A descoberta de que “eles” tinham colocado seu
próprio equipamento em posições geométricas específicas, me deu indícios nos
quais tem me levado à novas descobertas. “Eles” estão agora cientes disto, e eu
imagino que eu não seja tão popular com “eles” – primeiro, por ter tropeçado nas
redes de antenas, e então por não ter a decência de me manter quieto sobre isso.
A descoberta das antenas e nossas conclusões sobre sua função, mais as novas
descobertas das quais nós temos derivado de nossa compreensão de seu
posicionamento tem atingido uma questão de gato-e-rato na qual tem sido
algumas vezes nada além de um jogo. Os seguintes capítulos irão prolongar-se
sobre estas questões em detalhes.

6 – OS CIENTISTAS E OS OVNIS
A DESCOBERTA DE UMA REDE DE ESTAÇÕES DE TRANSMISSÃO FEITAS PELO
homem em volta de nossa cidade, descrita no capítulo anterior, foi o fato tangível
mais surpreendente que nós temos encontrado em nossa pesquisa sobre os
OVNIs. Nós descobrimos que a cidade de Auckland e áreas circundantes foram
ligadas com os transmissores por numerosos alinhamentos geométricos.
Investigação mais profunda sugere muito fortemente que o padrão ainda está
incompleto – e que outras estações ainda serão acrescentadas ao sistema.
Meses se passaram antes que nós fossemos capazes de determinas as posições
de todas as estações mapeadas nos mapas de avaliação e naquele estágio nós
consideramos que havia evidência suficiente para provar que experiências
secretas estavam sendo efetuadas. Nós decidimos também que era agora
necessário trazer à atenção do público, todos os fatos até aqui estabelecidos, e
preencher com mais detalhes os padrões da rede de antenas, quando cada nova
antena adicional viesse à nossa informação. Na base do material neste capítulo,
alguns leitores deverão desejar efetuar investigações por sua própria conta no
sistema de antenas. Dessa forma, nós certamente estaríamos interessados em
ouvir sobre os resultados.

Assim que cada antena era descoberta, sua posição precisa era marcada no
mesmo mapa da grade de Auckland e seus distritos circundantes, no qual eu
tinha usado quando estabeleci as posições de atividade OVNI, publicadas em meu
primeiro livro. A questão era se havia alguma correlação entre as posições de
atividade OVNI conhecida e a localização das antenas transmissoras. Lembre-se,
as posições dos OVNIs tinham sido estabelecidas vários anos antes de nossas
investigações nas antenas. Ficou logo muito claro que realmente haviam conxões
entre as posições dos OVNIs e as localizações de antenas mais recentemente
encontradas. Linhas retas desenhadas através de diferentes combinações de
posições de antena produziram padrões geométricos definidos no qual estavam
claramente ligados às posições dos OVNIs.

Quando estes padrões foram ainda mais analisados, parecia que onde o edifício
onde o a estação feita pelo homem estivesse, não fosse possível por razões
topográficas, um OVNI devia ter sido trazido ao lugar – ou uma explosão – uma
antena ou aparelho similar em posição. Uma destas posições era, nós
acreditávamos, no meio de um fábrica em Rosebank Road no subúrbio de
Auckland de Avondable.
Outra tal posição estava, em nossa opinião, perto da extremidade de Rutland
Street, na parte central da cidade. Se essa hipótese estiver correta, naturalmente
chega-se à conclusão de que os cientistas estão bem cientes no avanço que certas
localizações estariam sujeitas a danos extensivos como resultado da disposição
dos aparelhos de antena.

Nós não contestamos que esse tipo de pesquisa sendo empreendida em segredo
emvolvendo OVNIs e antenas devam ser essenciais para o progresso da
humanidade. Mas é o segredo que nós sentimos que está errado. Além do mais,
os perigos inerentes lançam-se sobre as áreas movimentadas da cidade deve ser
óbvio. Se as regras da geometria (e os conceitos envolvidos são aqueles da
geometria) compelindo qualquer que seja o responsável para construir aparatos
de uma natureza perigosa em áreas densamente populosas, então os cidadãos
daquelas áreas tem o direito de serem informados – e serem alertados das
possíveis consequências das experiências sendo efetuadas. Se os instigadores da
pesquisa também serem representantes de um país estrangeiro, no qual nós
acreditamos que seja o caso, essa é toda a grande razão para a natureza do
trabalho experimental ser feito público.

Um cientista me disse muito claramente que a rede de antenas não está sob o
controle do Governo Neo-zelandês. Eu descobri as implicações dessa declaração
um tanto desinquietante. É possível que a Nova Zelânida, um dos últimos
santuários pacíficos deste planeta, esteja sendo manipulado por um grupo de
poder operando de fora dos limites normais do controle democrático? Eu creio
que há uma possibilidade distinta que esta é a situação e que nenhum governo,
grande ou pequeno, seja capaz de controlar suas atividades.
O conhecimento possuído pelo grupo já deve ser tão avançado, que aqueles que
tem o segredo devem estar em uma posição de ditar a ação por seus próprios
termos, particularmente se a influência política for aplicada ao mesmo tempo,
através dos canais governamentais comuns.

Foi sugerido para mim por meu informante, de que este foi realmente o caso, e
que a Nova Zelândia seria cortada de certo auxílio além-mar se nosso governo se
recusasse a permitir as atividades de cientistas estrangeiros pra continuar dentro
de nosso território.
Nós acreditamos que este é um preço muito alto. Se nossos acordos com os
interesses além-mar não são abertamente e honestamente efetuados, então nós
estaríamos muito melhor fora, pra não ter este trabalho acontecendo em nosso
meio.
Quem entre nós, em qualquer lugar do mundo, tem o direito de decidir quem
deve e quem não deve ter acesso ao conhecimento técnico avançado – ou a
qualquer conhecimento, pra essa questão?

A superioridade tecnológica é somente perigosa quando mantida por um
pequeno grupo. A história mostra que os grupos dessa natureza tem, em tempos
passados, invariavelmente usaram seu conhecimento superior para para
propósitos além daqueles para o bem da humanidade, consequentemente
destruindo eles mesmos e um grande números de seus homens seguidores junto
com eles. A bomba atômica oferece um exemplo primário da leviandade do
segredo no campo da tecnologia avançada. Eu sei com certeza de que minhas
teorias em respeito à bomba tem-se provado corretas. A bomba é, em resumo,
um aparelho geométrico no qual pode somente ser desativado de acordo com leis
indestrutíveis da geometria. O aparelho é detonado pela manipulação dos
movimentos relativos das partículas atômicas enclaususradas dentro de seu
invólucro; e isto somente pode ser efetivado colocando a bomba ligada, abaixo ou
sob um ponto geométrico específico relaciondo à superfície da Terra, em um
tempo específico.

Os movimentos relativos da Terra e do Sol, neste instante de
tempo, causam o rompimento das partículas instáveis de urânio, plutônio, cobalto
ou qualquer que seja a matéria usada para provocar a explosão. Cada teste de
aparelhos nucleares desde a Segunda Guerra Mundial tem sido designada para
descobrir todas as combinações geométricas possíveis para a detonação do
átomo. Por causa do segredo imposto neste corpo avançado do conhecimento,
cada umas das grandes potências tem estado freneticamente efetuando testes
experimentais em um esforço para manter com, ou diante de, potências rivais –
no temor de que um ou outro vai consequentemente ter a força superior. Os
computadores de cada nação interessada são alimentados com esta informação
para que os cálculos possam ser feitos adiante como para onde e quando um
aparelho nuclear deve ser ativado.

Deste modo, a espiral de insegurança e desconfiança aumentou seu ápice até
que, neste tempo atual, o mundo se tornou uma casa de loucos com nós mesmos
sendo seus habitantes. A menos que algo seja feito, um sistema estabelecido para
o empoçamento de todo o conhecimento, nós terminaremos como tantas outras
civilizações, intencionadas na aniquilação da raça.

Se todo o indivíduo tivesse livre acesso a estes segredos imediatamente depois
da guerra, o peso perpendicular da opinião pública sozinha deveria ter sido
suficiente para evitar o jogo insano, agora sendo feito ao redor do mundo em
nome da segurança nacional. Certamente, no mínimo, os freios teriam sido
aplicados para diminuir nossa impetuosa corrida, para a eternidade.
A natureza geométrica da bomba faz uma guerra nuclear completamente ilógica
– e talvez isto explique a atual concentração de pesquisa nos Estados Unidos,
Inglaterra, Suíça e em outra parte em técnicas de guerra química e bacteriana.
Por quê uma guerra nuclear é ilógica?

Vamos tomar um exemplo: se a Rússia, digamos, fosse lançar um míssel nima
tentativa de demolir Nova York, os americanos teriam conhecimento meses à
frente de que em um determinado tempo de que a cidade teria sido uma alvo
nuclear em potencial. Seus computadores teriam dito isso a eles. Naturalmente,
todas as defesas teriam sido alertadas para esse ponto do alvo até que o perigo
tivesse passado. Se um míssil manobrasse para passar através do sistema de
defesa e Nova York fosse incinerada, a América iria querer retaliação imediata.
Mas novamente por causa das geometria solares envolvidas, isto não seria
possível em qualquer tempo não especificado para qualquer alvo soviético
específico. Isso levaria horas, dias ou semanas para um grande alvo na Rússia
igualar com as geometrias harmônicas da posição do Sol a fim de um míssel ser
bem-sucedidamente lançado até aquele ponto com qualquer certeza de sua
detonação. E assim isso se arrastaria mês após mês.

Por esta grande razão se tornou necessário armar submarinos com armas
nucleares e lançar aparelhos para que eles pudessem vagar os oceanos em
segredo e ser capazes de posicionar-se de tal modo, que eles pudessem lançar
mísseis nucleares em alvos inimigos quando as horas certas chegassem.
Enquanto isso, aqueles no topo que tivesse começado essa guerra insana, e
aqueles no controle de ambos os lados, saberiam claramente, e bem adiantados,
onde os pontos de perigo estivessem acontecendo. Eles teriam certeza de que
eles próprios estariam à muitas centenas de milhas distantes até que os períodos
de perigo tivessem passado. A população geral, você pode ter certeza, estaria
com felicidade, inconsciente das explosões iminentes.
Um jogo mesmo mais perigoso e complexo teria sido agora iniciado pelo mesmo
grupo. O conhecimento obtido da bomba tinha aberto uma porta para os
segredos da anti-gravidade; se um grupo ou outro obtivesse a supremacia neste
campo, eles poderiam, se eles desejassem, dominar o mundo.

Os OVNIs são reais. Eles são máquinas de anti-gravidade. Alguém tem
conhecimento avançado sobre eles. Agora nós gostaríamos de ter acesso à
verdade, toda ela, e uma voz democrática no controle de nosso próprio destino.
Meu informante declarou que seu grupo não estava interessado com questões
morais. Seus representantes estão aqui para realizar certo trabalho e é somente
esta tarefa que interessa a eles. Nem é certo, nem bom, ele declarou, para o
público ter tal conhecimento disto.

Minha resposta era que eu era parte do público, um homem livre no que eu
acreditava ser um país livre, e que, confiando em meus próprios recursos, eu
tinha sido capaz de descobrir uma quantidade considerável de informação
concernentes às atividades das pessoas em questão.
Eu muistas vezes me pergunto quanta preocupação, quantos anos de trabalho
duro, eu poderia ter ganho de mim mesmo se somente pudesse ter sido possível
para mim, estudar toda a informação relevante em publicações técnicas
livremente disponíveis.

Não é o direito de todos os cidadãos livres ter acesso à tecnologia do futuro? Eu
firmemente acredito que todos nós temos esse direito – a alternativa é terminar
como cães de Pavlov, quando todos nós formos forçados a executar sob a
vontade de um novo tipo de mestre.

O tempo passa e eu peço para ser dada apenas uma boa razão moral porque a
informação conhecida sobre os OVNIs não deve ser publicada. Até aqui, nenhuma
razão tem aparecido, e eu creio que nenhuma existe. Investigações de natureza
privada tais como as que eu tenho empreendido serão prosseguidas. Eu acredito
firmemente que outros, com mais inteligência e maior habilidade técnica do que
eu, continuarão este trabalho.

Pra dar uma olhada mais de perto na rede de antenas dentro e em volta da
cidade de Auckland: a imagem é complicada, mas um prolongado estudo do
sistema revela muitas conexões com os harmônicos geométricos associados com
a anti-gravidade e o fenômeno OVNI. Isso mostra, sem dúvida, que algumas
técnicas, no mínimo, tem cominicação direta com os OVNIs que tem sido ativos
nas posições indicadas na seção de Auckland no mapa da grade de OVNIs. Quem
está realmente no controle dos OVNIs? Isto nós não podemos ainda determinar –
mas há várias respostas possíveis, incluindo a seguinte:

1 – os OVNIs são controlados por extraterrestres que estão muito avançados em
termos científicos. Estes aliens estão instruindo nossos cientistas em novos
campos tecnológicos.

2 – os cientistas da Terra descobriram os segredos da anti-gravidade tentaram
construir um pequeno número de veículos do tipo OVNIs. Estas máquinas de antigravidade
estão agora sendo usadas para mais pesquisa e para melhorar suas
técnicas científicas.

3 – os OVNIs estão sob controle dos extraterrestres, e sua atividade é focada em
obstruir os cientistas da Terra em suas pesquisas.

4 – um grupo alien de pessoas do espaço tem vivido entre nós secretamente por
toda a história e agora controlam o mundo. Eles são agora encarregados de todas
as experimentações científicas avançadas. (Isto, nós sentimos, é no mínimo a
resposta mais provável).

5 – outras possibilidades das quais nós ainda estamos inconscientes.
Nós não sabemos, mais do que você sabe, qual resposta é a verdadeira. Mas não
deve levar muito tempo antes de nós descobrirmos.
MAPA 4
Eu fui avisado por um estrangeiro mantendo uma alta posição com um dos
ministérios do geoverno, de que eu seria impedido de publicar este livro por
aqueles encarregados do “experimento”. “O grupo”, fui notificado, “é muito
poderos e você não pode mexer com eles”. Minha resposta foi que eu estava
totalmente ciente do poder manuseado pelo “grupo”, bem como de minha própria
insignificância relativa.

A história mostra que em outras eras, homens “insignificantes” tinham sido bem
sucedidos em perturbar os planos dos grupos de poder, e com perseverança e
sorte, eu serei capaz de fazer o mesmo – porque eu estou convecido de que o
“grupo”, rigorosamente guardando segredos que devem estar livremente
disponíveis a todos, é moralmente mal.
Um estudo do mapa de Auckland vai mostrar que ele é uma reprodução exata do
mapa de grade publicado em meu livro anterior. O entrelaçamento da grade cobre
áreas de um minuto do quadrado (arc square).

As posições de 1 à 6 são aquelas de atividade OVNI anteriormente mapeadas.
Estas estão em mais detalhes:
1 – a fábrica de Rosebank Road demolida por uma explosão inexplicada. Um OVNI
foi avistado sob a cena antes que a explosão ocorresse.
2 – explosão inexplicada na extremidade de Rutlnad Street, na cidade de
Auckland.
3 – OVNI observado pairando sobre o Museu, Auckland Domain.
4 – OVNI observado pairando atrás de uma casa em Interverary Road, Epsom, no
subúrbio de Auckland.
5 – lago Pupuke, North Shore, sob o qual ponto, um OVNI foi observado.
6 – objeto foi visto entrando na água pelo ar neste ponto.
7 – eu fui informado pelo chefe de um departamento do governo em Auckland
que um OVNI tinha sido visto pairando sob este ponto.

8 – esta é a posição de uma base operada por pessoal de uma das mais poderosas
nações da Terra. Este fato foi primeiro trazido à minha atenção durante uma visita
à Victoria University, Wellington, em 1969. Eu tinha apresentado uma conferência
para os estudantes. Depois da conferência, da qual cobria aspectos do sistema de
grade dos OVNIs, eu estava mostrando uma cópia do mapa da grade de Auckland
ao adido aéreo americano, que tinha pedido para estar presente incógnito, e o
editor de Salient, o jornal de estudantes da faculdade.
O estudante me perguntou o que eu sabia sobre a base americana em North
Shore, no Kauri Point.

Surpreso, eu perguntei: “Que base?”, ele respondeu, “Você deve saber que base
eu quero dizer, você demarcou ela no seu mapa”.
Eu disse a ele, muito sinceramente, que eu não tinha o conhecimento de
qualquer tal base. O ponto no mapa da grade no qual ele estava se referindo era
onde eu tinha demarcado as coordenadas atravessando em Kauri Point; ele
insistiu que eu devia ter conhecimento da base a fim de ter mapeado em tão
precisamente. Eu expliquei que eu estava completamente inconsciente da
significância da posição, e tinha somente sido ciente de que certas linhas
conectando outras estações atravessavam neste ponto. Eu deixei isso para num
tempo futuro, estudar a posição mais aprofundadamente.

Refletindo sobre esta conversa alguns dias depois, ocorreu-me que eu tinha
provavelmente “iniciado” de algum modo, pelo convite para a conferência em
Victoria University; entretanto, esta conclusão deve ter sido indelicada para os
estudantes que estavam envolvidos. Em qualquer caso, a visita foi valeu bem o
tempo e o esforço, já que no mínimo, eu tinha ganhado uma indicação sobre uma
base estabelecida na costa norte de Auckland.
Desde então, eu descobri que a base realmente existe – e que muito poucas
pessoas nesta cidade de mais de meio milhão de habitantes, estão cientes disso.
Um técnico eletrônico neo-zelandês me contatou, por exemplo, e ele mostrou ser
uma pessoa que tinha acesso à base.

Ele estava muito interessado no que eu estava fazendo e o que eu sabia, “Você
sabe o que acontece às pessoas que sabem muito?” Ele me alertou. Como que
perplexo, eu tive alguns receios para explicar para ele que no evento de algo
adverso acontecer a mim, eu tinha tomado a precaução de fazer, e colocar em
lugar seguro, várias cópias de uma longa lista de nomes de pessoas envolvidas
com o “experimento”, e que eles deveria ficar embaraçados em inevitáveis
questões que seguiriam um percalço a mim. Sua questão me deu alguma
ansiedade, mas eu me sentia absolutamente certo de que o “grupo” perceberia
que me colocar fora de ação somente traria a atenção para eles mesmos.
Eu coloquei um círclo em volta da posição da base em Kauri Point, e depois, por
curiosidade, medi a distância em minutos do arc (milhas náuticas) para outros
misteriosos estabelecimentos operados por americanos – na base RNZAF em
Woodbourne, perto de Blenheim, no sul da ilha.

A distância demarcada era de apenas 288 minutos do arc, relativo à precisão do
mapa que eu tinha acesso àquele tempo. Parecia que duas bases estavam
posicionadas neste caminho para propósitos de estabelecer um harmônico
geométrico relativo à duas vezes a velocidade da luz. Meu interesse foi
imediatamente focado e eu tenho acreditado de que é a hora em que há uma
conexão geométrica definitiva entre as duas estações que permitem
experimentação eletrônica.

Recentemente, eu realizei uma série mais efetiva de cálculos, por computador,
em relação a estes pontos e descobri muito mais evidências persuasivas em
relação à conexão geométrica. Eu tinha mais informação matemática para
trabalhar, coletada ao longo de muitos anos, e tinha descoberto que o
aparentemente óbvio nem sempre vem a ser a resposta certa.
Um dos fatos interessantes que eu tinha descoberto era que eu podia trocar os
valores harmônicos pra cima, ou pra baixo, da escala multiplicando ou dividindo
por 6, ou 60. Nós normalmente usamos graus, minutos, ou segundos, na medida
do arc, relativo à superfície da Terra, mas o comprimento equivalente de ondas
pode ser aumentado, ou diminuído, abaixo ou acima destes valores normais. De
fato, aqueles acima podem ser diminuídos no comprimento de um número
infinito de vezes para a criação de transmissões de frequência muito altas.

Eu apliquei este exercício à distância computada entre as duas estações como as
seguintes:
Distância entre as estações:
Distância – 284.9006 minutos do arc (milhas náuticas).
Multiplicado por 6: nove vezes.
2.871149
a raiz quadrada do harmônico 2871149 é igual à:
harmônico 1604444.
A dislocação latitudinal entre as duas estações foi computada para:
4.706666 graus.
No qual iguala:
16944 segundos do arc (harmônico).
A longitude de Kauri Point é igual à:
174º 421
Se nós subtrairmos 90º deste valor para determinar a posição de Kauri Point
dentro do apropriado setor de 90º, nós teremos:
84º 42'
no qual iguala:
84.7º
no qual é a metade harmônica de:
169.4 (harmônico)

Eu não tenho certeza de quão preciso este valor está, para a aplicação prática,
mas tem sido descoberto que este harmônico particular (169444) tem uma
conexão direta com a comunicação, particularmente comunicação espacial. Veja o
último capítulo, Acorde Terra.
A circunferência que passa através da posição de Woodbourne é 269.53 graus,
relativo ao equador, no que poderia ser associado com os valores harmônicos
derivados das equações unificadas.

Toda a evidência sugere um uso de posições geométricas muito precisamente
computadas para o propósito de experimentação científica extremamente
avançada. Se assim for, a Nova Zelândia está muito estrategicamente colocada na
superfície da Terra.
Um fator ainda mais interessante era que as coordenadas geométricas
conectando a estação de Kauri Point aos pontos nos quais massivas explosões
ocorreram (Rosebank Road e Rutland Street, 1 e 2 respectivamente no mapa) eram
iguais. Uma linha entre os dois pontos de explosão, em outras palavras, era a
linha-base de um triângulo isósceles, o cume da qual estava a posição de Kauri
Point.

Eu chequei o comprimento da linha-base e descobri que a distância entre as
duas explosões foi de 288 segundos do arc, ou duas vezes a velocidade da luz
harmônica, sujeita à precisão do mapa.

Ademais, se o triângilo isósceles fosse dividido em duas partes (que é mostrado
pela linha 8 – 32 no mapa), então a coordenada 8 – 32 era igual à coordenada 32
– 4. A posição 4 é aquela do OVNI avistado pairando atrás de uma casa em Iverary
Road, Epsom (um avistamento verificado). Poderia isto ser ainda outra
coincidência? Eu dificilmente acreditaria nisso. O ângulo formada por 1 – 8 e 2, é
igual à 288,000 segundos do arc, sujeito à precisão do mapa, no que é também
um harmônico de duas vezes a velocidade da luz.
Eu tenho recentemente estudado este padrão novamente, com alguma extensão,
e de novo, submetido à precisão do mapa. Eu acredito que as seguintes
coordenadas geométricas são construídas no sistema.

Uma área com o centro na posição 8, e passando através das posições 1 e 2 teria
uma extensão de 231.48147 segundos do arc. Se nós multiplicássemos este valor
por 6 para trocar o valor harmônico acima da escala, então nós produziríamos o
harmônico 13888.888. Este é duas vezes o harmônico de 6944.444, no que é
recíproco da velocidade da luz.

A circunferência de um círculo formado por este raio seria 1454.441 segundos
do arc (relativo). Se nós multiplicarmos este valor por 6x6x6, então nós
produzimos o valor 314159.27, no que é o harmônico direto de Pi., ou
3.1415927. Muito notável.

9.Isto é onde nós descobrimos a primeira antena da rede, como descrita no
capítulo 3. foi deste ponto que a total investigação das antenas começou. A
primeira formação geométrica que nós descobrimos era 9-2-4. 2 e 4 sendo duas
posições de OVNIs anteriormente mapeadas. Outras coordenadas de 9 são: 9-30-
11, 9-8-16-17, e 9-6-28. pareceria que estas formações, então, não seriam apenas
acidentais.

As posições 10, e de 13 à 29, são todas estações de transmissão feitas pelo
homem que tem sistemas sofisticados de antenas ligados a elas. Fotografias
foram tiradas de cada uma, e cópias estão arquivadas em uma variedade de
lugares seguros. Os padrões geométricos produzidos pela conexão de todas as
estações mostram a evidência definitiva de ligação. Os harmônicos envolvidos são
complexos, e eu deixarei sua solução para os leitores inclinados à matemática. Os
vários ângulos formados pelas linhas cruzadas também tem associação
harmônica.

As posições de 11 e 12 parecem ser de duas grandes estações. Elas ficam dentro
da área das montanhas Waitakere, ao oeste de Auckland, e os mastros de antenas
podem ser vistos de alumas milhas de distância. Deve ser argumentado que é
puramente coincidencial que as estações estejam em alinhamento geométrico
com outras no mapa – mas se coincidência é a resposta, eu ouso dizer que
ninguém terá qualquer objeção a mim tendo livre acesso às intalações a fim de
fotografar e estudar o equipamento eletrônico instalado dentro. Uma das
construções, a propósito, é construída como uma fortaleza.

Finalmente, eu demarquei no mapa, as posições de 30 e 31, no que eu acredito
ser lugares onde algum tipo de equipamento de transmissão será estabelecido no
futuro. A distância entre estes pontos é equivalente à oito vezes a velocidade da
luz harmônica de 1439, ou 8C. A raiz quadrada deste valor é 3.3927. O
harmônico de 3927 é incorporado neste grupo de figuras. Eu anteriormente tinha
descoberto que um harmônico de 3393 era um dos muitos usados na detonação
de uma bomba atômica. Uma atividade de variedade bizarra já tinha sido
observada em volta destas duas posições, e uma observação próxima será
mantida para ver o que acontece.

Antenas ainda estão aparecendo, mas nós não complicaremos o mapa ainda
mais. Nós, e muitas pessoas que tem nos ajudado em nossas investigações,
acreditam há mais do que evidência suficiente aqui, pronta para apoiar nossa
demanda por uma total e aberta investigação no sistema inteiro, no qual, claro,
não está limitado à Auckland, mas espalhado por toda a Nova Zelândia.
Quem está encarregado do “experimento”? De onde vem os fundos necessários?
Qual é a intenção daqueles no controle do sistema, quando o trabalho estiver
completo e todas as respostas forem respondidas? Irão eles então nos dizer a
história completa sobre os OVNIs?
Francamente, eu duvido disso.

13393 é o termo 33927 corrigido para a precisão de quatro figuras
MAPA 5
Mostra a seção apurada da grade A sob a cidade de Auckland, Nova
Zelândia.círculos mostram posições de atividade OVNI. Veja o mapa da grade
mostrando posições de estações de transmissão feitas pelo homem.

7 – VALORES MATEMÁTICOS DE INTERESSE
EM MINHA OBRA ANTERIOR, EU MOSTREI OS VÁRIOS PASSOS QUE EU SEGUI
através de minha pesquisa no que consequentemente me levou à uma equação
unificada baseada no harmônico da velocidade da luz, e a equação de Einstein
E=MC2. A equação indicou para mim que todas as substâncias físicas no universo
foram formadas de frequências harmônicas da luz em vários termos geométricos
entrelaçados. Toda a matéria, seja ela uma estrela, um planeta, ou a estrutura de
um átomo, é formada pela ressonância harmônica da luz. Uma analogia muito
grosseira de como a luz é individualizada em substância física da matriz
universal, seria comparar o univeros ao vasto oceano. Se um vórtice ou um
redemoinho de água é criado no oceano, então uma pequena porção disso foi
transformada em algo muito diferente da massa principal. A área fechada pelo
vórtice opera sob uma configuração diferente das leis geométricas. A mudança de
estado é causada por um moviemento espiralante sendo concedido pela influência
de suas forças.

Eu creio que as forças que impulsionam um vórtice para formar na matriz do
universo são manifestadas pela interação entre o universo e o anti-universo. Em
outras palavras, a interação, ou pulsação, entre a matéria e a anti-matéria induz a
produz a criação, ou dissociação, da substância. Esta ideia age de acordo com a
teoria do “estado permanente” do universo. Muitos cientistas acreditam que a
matéria está sendo continuamente criada e destruída, mantendo um constante
estoque de materia no universo físico.

É possível que a luz recíproca da harmonia do anti-universo interaja a harmonia
de luz pura do nosso universo físico para formar ressonâncias na qual criam a
matéria? Se é isto, então nós devemos buscar pela luz recíproca do harmônico de
6944 dentro da estrutura geométrica de formação de massa esférica em todas as
partes do universo. Se isto se aplica ao maior planeta, ou estrela, então deve
também aplicar-se à estrutura esférica do átomo.

O valor geométrico ou universal pelo qual nós podemos medir os corpos
esféricos, independente do tamanho, é a medição angular. O fator constante para
a circunferência em todos os casos, é 360 graus, ou 21,600 minutos do arc. Em
relação à Terra, nós chamamos a distância da superfície de um minuto do arc,
como uma milha náutica, mas a distância física vigente naturalmente variaria com
o tamanho do corpo.

Se nós considerarmos que o diâmetro de todos os corpos esféricos sejam
também medidos em unidades de valores do arc, igual àquelas da superfície,
então nós descobriremos que o valor constante para o diâmetro é 6875.493542.
isto poderia ser denominado o diâ,etro harmônico para todos os corpos esféricos.
Para trazer este corpo à constituição da matriz do universo, uma ação vorticial
deve ser iniciada e o corpo construído de partículas fundamentais. Nós
esperaríamos algum tipo de estágio gasoso rarefeito na periferia do corpo,
graduando-se à uma estrutura atômica mais densa, até que um corpo sólido se
manifesta-se no que tem muito mais densidade em respeito a seu centro.
Disto nós podemos ver que, em nossa caçada pela harmônico recíproco da luz,
no qual vigentemente cria o corpo esférico, nós não devemos considerar somente
o corpo sólido em si, mas também a partícula atômica ou gasosa rarefeita,
coberta em volta dele, já que este também tem massa.

Se nós pegarmos a Terra como exemplo, nós perceberemos que muitas camadas
diferentes, estendendo-se de fora da superfície, iria ficando de modo crescente,
rarefeita com a altitude.

Antes de toda a troposfera, onde três quartos do grosso da inteira coberta está
concentrada. Isto consiste de 78 porcento de nitrogênio, 21 porcento de oxigênio,
0,9 porcento de argônio, 0,3 porcento de dióxido de carbono, com traços de
vários outros gases mais copiosas quantidades de vapor de água. Em seguida,
está a estratosfera e a mesosfera, na qual estende-se para cerca de 50 milhas. A
estratosfera consiste-se em parte de ozônio ou oxigênio pesado formado por
descargas elétricas, ou fortes raios ultra-violeta, passando pelo oxigênio comum.
Em cerca de 50 milhas, até entre 350-600 milhas, está a ionosfera, onde os raios
X e raios ultra-violeta do sol ionizam o ar rarefeito. Isto produz átomos e
moléculas eletricamente carregados, junto com elétrons independentes. Esta área
contém somente 0.001 porcento, por peso, da atmosfera. A camada mais externa
à a exosfera, onde partículas sub-atômicas são encontradas, mais uma camada de
900 milhas hélio delgadamente dispersado cercado por uma camada de de
hidrogênio que estende-se por 4000 milhas no espaço. Os átomos são tão
distantes nesta área, que eles raramente colidem, no qual dá alguma ideia da
densidade.

Como pode ser visto disso, se minha teoria estiver correta, o hidrogênio é o
primeiro tipo de material a ser manifestado da substância universal então dos
gases mais pesados próximos à superfície da Terra; e finalmente a matéria sólida
da própria Terra.

O diâmetro harmônico geométrico da Terra poderia então ser estendido para
incluir a massa principal da cobertura atmosférica circundante para ver se o
harmônico recíproco da luz é evidente.
Se nós acrescentarmos o harmônico equivalente de 6875.493542, isto é,
68.7593542 ao diâmetro para incluir a atmosfera, nós obteremos
6875.493542
68.75493542
6944.24847742

Como 6944 é o harmônico recíproco da velocidade da luz no espaço livre,
parece possível que corpos esféricos sejam de fato, formados por algum tipo de
ressonância vorticial no qual causa a preciptação da matéria.
Nos estágios iniciais da formação, estão os gases rarefeitos; então, quanto mais
a vibração harmônica se intensifica ao ponto de ela se igualar àquela da luz
recíproca, mais substâncias densas serão construídas. Finalmente, em certos
valores harmônicos, substâncias sólidas aparecem. Se este é o caso, então, em
minha teoria, cada corpo espacial deve ter algum tipo de envoltório gasoso ou
iônico, circundando-o. Eu deveria imaginar que, no caso dos planetas, o tipo de
envoltório gasoso dependeria do raio orbital da estrela ou sol central. Os valores
orbitais poderiam estabelecer harmônicos secundários, no qual, modificariam a
composição geométrica da atmosfera circundante.

Segue-se que todos os planetas no universo que tem tamanho similar e raio
orbital à Terra, teriam o mesmo tipo de atmosfera e outras características.
Portanto, deve haver milhões de planetas que poderiam ser habitáveis pelo
homem. A proporção do diâmetro de um planeta à altura do volume principal de
sua atmosfera seria 200:1.

Logo depois, eu publiquei meu segundo livro. Eu tive uma visita de um
australiano que me passou alguma informação a respeito das linhas retas e curvas
da geometria. Ele era um sujeito do tipo mais intenso e eu ainda não sabia a
razão por trás da visita, ou as conexões que ele tinha em seu próprio país, mas a
informação era muito interessante. Ele me deixou umas poucas notas, dizendo
que eu podia fazer uso delas conforme eu achasse apropriado. Possivelmente, eu
posso usar a informação em alguma pesquisa futura, mas eu vou citar uma
pequena porção dela aqui:

Linha reta e curva da geometria; o globo e o disco. Escolhendo uma única
unidade de medida universal, nós somos capazes de converter diretamente das
unidades, do comprimento aos ângulos da geometria e reconvertê-los novamente.
Considerando a Terra como um globo, nós que ela tem uma circunferência de
21,600 minutos do arco, (ou milhas náuticas) e um diâmetro de 6875.493
minutos do arco.
DIAGRAMA 5
Mostrando que todos os corpos esféricos tem uma afinidade harmônica com o
harmônico recíproco da velocidade da luz.

Harmônico da velocidade da luz = 144/hamônico recíproco = 6944. Na medição
geométrica, a circunferência de todos os corpos esféricos é de 360 graus, ou
21,600 minutos do arco. O diâmetro de todos os corpos esféricos, no mesmo
minuto das unidades do arco, pode ser definido como uma constante de
6875.493542 minutos do arco. Se este valor é então considerado como um
harmônico, e estendido pelo harmônico equivalente de 68.75493542, o valor
resultante se torna 6944.248477; a luz recíproca. A aplicação deste diâmetro
harmônico a todos os corpos planetários do espaço, levaria em conta a massa do
planeta e a atmosfera circundante. A constante de 6875.493542 minutos do arco
para o diâmetro, e uma constante de 34.377468 minutos do arco para a altura
da atmosfera acima do nível da superfície. (Grosseiramente, 39.5 de milhas
estatuto. Isto estenderia-se à mesosfera se aplicada à atmosfera da Terra. Acima
deste nível seria a ionosfera e a exosfera).

É declarado nesta teoria que cada globo tem um disco equivalente no qual é
igual a ele. A melhor maneira de imaginar este disco equivalente é compará-lo à
um globo no qual foicolocado numa pressão gigantesca e amassado de forma
plana no equador.

O que nós estamos interessados é na proporção das dimensões do globo; raio,
diâmetro, circunferência, etc. àqueles de seu disco equivalente. Foi descoberto
que o diâmetro do disco é igual à metade da circunferência do globo e a
circunferência do disco é metade de vezes o pi daquelas da circunferência do
globo.

Do globo, a circunferência = 21,600 milhas náuticas
Do disco, o diâmetro = 10800 milhas náuticas
Do disco, a circunferência = 33929.2 milhas náuticas
A circunferência como um disco é 1.5707963 vezes a circunferência de um
globo, ou metade do pi.

Isto é um fato muito interessante porque meu visitante está dizendo que a grade
da Terra, conforme eu descobri, parece ser baseada na possibilidade de uma
geometria se alternando por outra geometria. A ideia da gravidade sendo uma
força parece ser uma falácia. Na realidade, parece ser simplesmente um estado de
tensão, ou uma relação entre as duas geometrias. Eu descobri em minha pesquisa
anterior que este harmônico geométrico de 33929.2 era um dos fatores no
posicionamento e detonação de um equipamento atômico.
Em seguida, deixe-nos observar a própria medição. Nós somos levados a
acreditar que todos os sistemas de medidas, como são usados hoje, são valores
puramente arbitrário estabelecidos pelo próprio homem e dessa forma, uma
maneira razoavelmente acidental de encontrar quantidades ou dimensões de
coisas. A medição britânica por exemplo, se tornou uma confusão de partículas e
pedaços relacionados às próprias dimensões do homem. A polegada era décimooitavo
de um cúbito da largura de um polegar. O cúbito era medido da ponta do
cotovelo à ponta esticada do dedo do meio. O pé era cerca de dois terços de um
cúbito, quatro palmos, doze polegares, ou dezesseis dígitos. O dígito era a
largura do meio do dedo do meio. A milha meridiana era 4000 cúbitos. Eu não sei
ao certo de onde essas ideias se originaram, mas eu creio que elas sejam muito
ridículas, mesmo que embora elas sejam ensinadas em nossas escolas de hoje.
Quantos seres humanos, levados ao acaso, estariam de acordo com estas
dimensões particulares? Nós teríamos algumas construções de aparência peculiar
em volta de nossas cidades, se nós padronizássemos as medidas de construção
em magros, gordos, baixos ou altos cidadãos que vivessem dentro delas.
Eu considero que há evidências na qual sugerem que a medição britânica foi
originalmente baseada em conceitos geométricos. Se isto puder ser provado,
então se seguiria que este método de medida poderia ser usado num sentido
universal, para harmonizar estruturas à lei da natureza. As primeiras indicações
disto podem ser vistas nos elementos de design da Grande Pirâmide.
Uma pirâmide, ou polegada geodésica, é igual à 1.0011 polegadas britânicas.
Poderia ser que nos tempos antigos, uma polegada de pirâmide e uma polegada
britânica fossem iguais uma à outra, e de alguma maneira derivadas de um valor
geométrico associado com a luz harmônica de 144? Se esse for o caso, então
nossos ancestrais eram cientificamente avançados a um grau muito maior do que
o crédito que nós damos a eles.
Em 1635, o autor de Prática do Homem do Mar, Richard Norwood, usando um
sextante de mais de cinco pés em raios, fez observações do sol em dois pontos
dos quais eram 9149 chains separados e descobriu um valor de 69.5 milhas
estatuto para um grau de latitude. Em 1671, o astrônomo francês Jean Picard, por
meios de trigonometria, foi capaz de obter m valor razoavelmente preciso de 69.1
milhas estatuto. Newton fez uso deste valor para completar sua teoria geral da
gravidade.
O diagrama geralmente levado para a circunferência da Terra, como o equador, é
25,000 milhas estatuto. Se nós dividirmos isto por 360 para descobrir o número
de milhas em um grau, a resposta será 69.444. Levando tudo o mais em
consideração, eu tenho certeza de que isto não é apenas coincidência. O valor de
69444 é obviamente o recíproco da velocidade da luz harmônica.
Um estudo sério das origens dos padrões britânicos de medida poderia ser de
extremo interesse e possivelmente muitos de nossos livros de história teriam de
ser reescritos como resultado disso.
A medida de um pé geodésico, igual à uma sexta-milésima parte de um minuto
terrestre do arco, no qual é igual a um pé da grade, foi proposta no começo de
1700 por Cassini. Se este tivesse sido o padrão aceito, ele teria sido igual ao pé
grego antigo, no qual era cinco sextos de um remen. O Partenon foi elaborado
desta unidade.
O metro francês poderia ser considerado como um razoavelmente mais próximo
do método científico de medida. O padrão foi tirado como uma parte dezmilionésima
do comprimento de um quadrante da medida meridiana através de
Paris. Isto foi estabelecido razoavelmente e precisamente em 1798 e é o
equivalente de 39.37 polegadas britânicas. Como a própria medida britânica
parece parece ser baseada em um equivalente geodésico, este valor de 39.37
poderia ser próximo ao harmônico equivalente do resultante campo magnético da
Terra. Algum trabalho nesta direção deve provar-se ser valioso embora. Os
sistemas britânico e métrico poderiam provavelmente ser complementários um ao
outro.
Outra medida antiga de interesse é a jarda megalítica de 2.72 pés britânicos,
descobertos por A. Thorn. A unidade é considerada ser de origem egípcia, já que
ela é encontrada no cânone geométrico de medidas egípcias. John Mitchel, em seu
livro The City of Revelations traz outro ponto em conexão com esta unidade:
“Tudo sobre o mundo das unidades tradicionais de comprimento, área, peso e
volume estão relacionados um ao outro e derivam de um CÂNONE ORIGINAL DE
COSMOLOGIA. Dois desses tais estão na milha inglesa e a unidade na qual hoje
somente sobrevive no Oriente como o “pu” da Indo-China, seu valor dado na
página 358 de Modern Metrology de L. D'A. Jackson como 2.72727 milhas, a
fração recorrente. Sem conhecimento anterior desta unidade, sua existência
surgida na Grã-Bretanha foi deduzida pelo Sr. J.F. Neal de sua análise dos
intervalos entre os de sítios sagrados, que chamavam-o de “milha megalpitica”,
por conta de sua proporção à milha ser virtualmente a mesma daquela da jarda
megalítica ao pé”.
Há 14,440 pés em uma milha megalítica.
Ele aponta também que a proporção entre as dimensões da Terra e da Lua é
10:2.72727. O ponto chave aqui é que uma milha megalítica é igual a 14,400 pés
britânicos. Novamente nós temos o harmônico da velocidade da luz, 1440,
conectado com a medição britânica. Há também indicações matemáticas de que a
unidade poderia estar conectada de algum modo com a função exponencial “e”,
da qual é considerada como 2.7182818. Os matemáticos poderiam investigar
dentro dessa área com resultados possivelmente interessantes. Se pode ser
provado que a medida inglesa era a única forma de cálculo que era
harmonicamente associada com a estrutura do universo e a medida geodésica,
então, um crime de grande magnitude seria cometido se este sistema fosse
perdido do mundo. Agora mesmo, a pressão está em forçar o sistema métrico em
todos os países e se isto finalmente for alcançado, o sistema real de medição será
ocultado absolutamente, e somente ser feito uso dele por iniciados.
Eu acredito que um novo sistema poderia ser elaborado pela combinação dos
sistemas métrico e geodésico. A polegada padrão geodésica e o pé poderiam ser
mantidos e incorporados em um sistema de medidas que tivesse uma base de 10.
Uma unidade básica poderia ser de 120 pés geodésicos, no que acomodaria os
harmônicos de dez e doze. A unidade seria 1440 polegadas, ao longo do qual
daria o harmônico direto da luz. Outra maneira seria ultilizar uma unidade básica
de 1.2 polegadas geodésicas, dez das quais igualariam um pé geodésico.
Um diagrama geométrico do qual também indica um relacionamento notável
entre o harmônico da luz, o círculo, e um sistema baseado em múltiplos de 10, é
o decágono (veja o diagrama). Se um decágono, ou uma figura de dez lados, é
inscrita dentro de um círculo, então os ângulos subtendidos são equivalentes à
144º (a luz harmônica). Os ângulos entre o lado e o raio do círculo em cada
intersecção são todos 72 graus, ou metade da luz harmônica.

Outro fato curioso respigado de meus livros de geometria é que se o lado A de
um decágono regular, inscrito dentro de um círculo de raio R é cortado ao longo
daquele raio, o último será dividido dentro da seção dourada (uma proporção de
1:1.618, descoberto estar incorporado dentro da estrutura de muitas construções
antigas). Nossos ancestrais deviam saber de algo!
A próxima figura interessante para darmos uma olhada é a espiral. Quando nós
realmente pensamos sobre isso, não há tal coisa como um verdadeiro movimento
circular em qualquer ponto do universo. Isto é devido ao movimento relativo de
todos os corpos físicos no espaço. Embora nós devamos descrever um círculo
perfeito relativo à nossa posição na Terra, o instrumento usado para descrever tal
círculo em fato vigente efetuaria uma rota espiralante em relação ao universo
como um todo. Quando nós pensamos acerca de todos os diferentes movimentos
que nós somos submetidos, nós percebemos que é virtualmente impossível
calcular a rota tomada por um corpo físico quando ele se move de uma posição
espacial para outra. Por exemplo, nós teríamos de levar em conta o movimento
real em relação à Terra, a rotação da Terra, o movimento da Terra em volta do
Sol, o movimento do Sol dentro de nossa galáxia, movimento galático e assim por
diante.
De toda a pesquisa que eu tenho feito até aqui, eu tenho chegado à conclusão
de que durante a formação da matéria, as formas de onda das quais a substância
física é manifesta, move-se através de rotas espiralantes de 371.2766º ciclos.
Estes ciclos estabelecem um pulso ressonante no qual cria uma reação recíproca
harmônica às equações unificadas governando nossa realidade. O valor para pi
em relação ao raio do movimento espiralante é difícil de calcular devido ao
movimento multidimensional. Mas eu creio que o valor seja 3.24; o valor de dois
pi, no qual poderia-se permitir para o duplo ciclo da matéria e da anti-matéria,
deveria então ser 6.48. A raiz quadrada deste diagrama é 2.545584412, no que é
harmônicamente equivalente ao valor construído dentro da seção quadrada polar
do sistema de grade mundial.
O próprio sistema de grade mundial é estabelecido em harmonia com o
movimento espiralante natural das formas de onda em substância física. Os pólos
principais dos dois sistemas de grades interligados na superfície da Terra estão
colocados em intervalos na espiral natural, no qual coincide os harmônicos do
recíproco da luz.
DIAGRAMA 6
OS HARMÔNICOS DE UM DECÁGONO
O decágono, ou figura de dez lados, indica um relacionamento direto entre a
luz, o círculo, a força harmônica de 10, e a relação seção-dourada de 1.618. Os
ângulos subtendidos A-B-C, D-E-F, G-H-I, etc, são cada um iguais à 144º, dando
uma relação direta com o harmônico da velocidade da luz. Cada ângulo interno KB-
E, K-E-B, K-E-H, K-H-E, etc, é igual à 72º, ou metade da velocidade da luz
harmônica.
Se o lado de um decágono regular inscrito dentro de um círculo é cortado ao
longo do raio, o raio será dividido em seções importantes. Isto é mostrado no
diagrama, cortando o lado B-E ao longo do raio B-K. O raio é então dividido na
proporção de 1:1.618.
Os pólos norte e sul de uma grade estão dispostos 694.4 minutos do arco dos
pólos geográficos norte e sul. A segunda interligação da grade tem pólos nos
quais estão dispostos 1054.4 minutos do arco dos pólos geográficos: a diferença
em latitude sendo 360 minutos, ou seis graus. As duas posições do pólo da
grade, norte e sul, caem sobre uma curva espiralante na qual se principia no norte
e termina no pólo geográfico sul. Isso é provavelmente muito difícil de visualizar
sem os modelos de demonstração apropriados, mas é suficiene dizer que os
pontos harmônicos na espiral natural causam ressonâncias concordantes a ser
estabelecidas nas quais combinam com aquelas da luz, gravidade e massa.
Em harmonic 33, eu demonstrei o relacionamento da posição da cratera de Wolf
Creek no noroeste da Austrália, para o sistema de grade mundial. A cratera de
Wolf Creek, é uma assim chamada, massiva “cratera meteórica”, similar à cratera
do Arizona nos Estados Unidos. Embora muitos cientistas acreditem que estas
crateras, e muitas outras como ela ao redor do mundo, sejam marcadas por
meteoros gigantes atacando a Terra, até o momento, nenhum grande fragmento
de metero foi descoberto. A dispersão razoavelmente boa de um certo tipo de
ferro foi encontrado nos arredores de algum dos buracos, mas a massa
combinada dos fragmentos, seria somente uma fração infinetésima do volume
necessário para explodir em buracos de tal tamanho. A presença deste ferro puro
poderia apontar para outras possibilidades interessantes das quais serão
discutidas em um capítulo posterior.
Eu revelei em meu trabalho anterior, que eu acreditava que as crateras fossem
formadas por explosões de baixo da superfície. Isso teria sido causado pela
instabilidade das geometrias espirais dentro do sistema de grade. Isto pode ter
sido causado pela interferência com o sistema no passado antigo, baseado em
conhecimento científico avançado. Toda a evidência sendo compilada nos tempos
modernos, indica que em algum momento por volta de onze a doze mil anos
atrás, uma grande catástrofe ocorreu no que causou uma devastação mundial.
Algumas destas evidências indicam muito fortemente que explosões do tipo
atômicas ocorreram em várias posições na superfície da Terra. Uma guerra da
antiguidade talvez? Ou estavam os cientistas da época excedendo-se e realizando
experiências com a estrutura da matéria, sem estar no completo controle dos
efeitos resultantes?
Eu disse em meu primeiro trabalho que “os campos de força da grade foram
naturalmente distorcidos quando isto aconteceu, e tensões foram estabelecidas
em várias partes do sistema. Conforme a Terra se movia através do espaço, vários
pontos nestas áreas de pressão estavam dispostas geometricamente em relação
ao sistema solar como um todo; a seção MC2 da fórmula da grade tinha sido
possivelmente cumprida e uma explosão resultante tomou lugar, com os
conhecidos resultados devastantes”.
8 – O CAMPO MAGNÉTICO DA TERRA
O PRIMEIRO LIVRO QUE EU LI A RESPEITO DOS OBJETOS VOADORES NÃOidentificados
chamava-se Behind The Flying Saucers, de Frank Scully, um repórter
americano. Isso foi no começo dos anos 1950, e a informação fatual contida nele
me impressionou muito. Alguns anos atrás, eu emprestei minha cópia estimada
para alguém e nunca a recebi de volta – o destino de muitos livros nos primeiros
anos de pesquisa. Na última semana, eu tive sorte o suficiente para obter uma
pequena cópia de capa dura de uma amigo muito bom nos Estados Unidos, e
numa segunda leitura, me veio alguma informação que fazia sentido agora que eu
tinha muitos anos de pesquisa com o qual correlacionar a informação.
De acordo com Scully, um grupo de cientistas americanos realizou um estrépito
programa durante os anos da Segunda Guerra Mundial para estudar magnetismo
e todas as ramificações aliadas da ciência. Muito do conhecimento adquirido
nunca foi levado à público, e parece que este grupo comparávelmente pequeno
está agora tão avançado no campo do eletromagnetismo que eles bem poderiam
aplicar esse conhecimento na construção de veículos de anti-gravidade. Scully
também relata que as forças destrutivas do eletromagnetismo foram dominadas
no campo do armamento.

Foi seus comentários no campo magnético da Terra que me interessou mais.
Evidentemente, um aparelho chamado de magnetron foi tornado público por um
físico com o nome de Albert Wallace Hull, que nasceu em abril de 1880. Esta
invenção foi trazida ao público em 1928, quando foi descoberto que os
magnetrons com anódios divididos podiam gerar frequências muito altas.
Citando Scully:

“Desde então, o Magnetron tinha tido aplicações muito importantes. Isso
dependia do fato de que elétrons podem ser direcionados em sua rota por um
magneto. Em tubos de elétrons comuns, a fluição de elétrons dos filamentos à
placa é regulada pela carga na grade. No Magnetron não há grade, mas o tubo
está em um campo magnético. Conforme a intensidade do campo aumenta,
chega-se a um estágio no qual os elétrons são torcidos de volta em filamentos, e
nunca alcançam a placa. Neste ponto crítico, uma leve mudança no campo
produz uma grande mudança na corrente carregada pelo tubo”.

O magnetron é especialmente valioso para produzir oscilações de alta frequência
usadas para gerar ondas ultra-curtas. O magentron é um diodo ou tubo
termiônico tendo um estranho catódio axial cercado por um anódio cilíndrico. Seu
uso como um instrumento de prospecção magnética deriva do fato de que na
presença de um campo magnético, os elétrons não viajam regularmente do
catódio para o anódio; em vez disso, eles espiralam em volta do catódio em rotas
circulares, e depois que uma intensidade de campo magnético crítica é alcançada,
os elétrons vão retornar para o catódio sem atingir o anódio. Nesta força de
campo, a placa da corrente vai lançar-se abruptamente. O método de operar o
instrumento consiste em diminuir a voltagem da placa no diodo até que a
voltagem seja alcançada na qual a corrente decaia rapidamente. A voltagem da
placa na qual isto ocorre está relacionda à força de campo crítica H pela relação
do H – 6/7200 V/R, onde “R” é o raio do anódio.

Esta equação é interessante quando relacionada à minha própria pesquisa
porque o valor de 6/7200 é igual à 000833333. O quadrado deste número é .
000000694444, ou o harmônico do recíproco da velocidade da luz.
Na prática, um método de compensação é usado onde o campo a ser medido é
invalidado por um campo conhecido produzido por um conjunto de bobinas. O
magnetron é afetado pelo componente do campo da Terra no qual é paralelo a
seu eixo. O instrumento teoricamente deve ser usado para medir quais quer
componentes do campo da Terra por orientação adequada.

A sensibilidade do tubo deve ser aumentada através da regeneração passando
pela placa de corrente através de um solenóide adicional. Interessantes resultados
experimentais tinham linho obtido usando mistura magnética de peças do campo
para aumentar o campo magnético afetado.

A Terra sendo simplesmente um gigantesco magneto, um dínamo, impregnada
de linhas magnéticas de força como suas bobinas, tenescopicamente contava a
ser 1257 PARA O CENTÍMETRO QUADRADO EM UMA DIREÇÃO E 1850 PARA O
CENTÍMETRO QUADRADO EM OUTRA DIREÇÃO (CORRENTES EDDY), indica que a
lei natural tomou lugar nestas linhas tão próximas uma à outra como os cabelos
de uma cabeça. E ainda assim, elas nunca tocam ou atravessam uma à outra se
deixadas sozinhas. Se fosse assim então, por acidente, a catástrofe se propagaria
como um farol de luz e destruiria tudo em seu caminho. (eu concordo com este
relato até certo ponto, já que eu acredito que a matéria é vigentemente produzida
pela travessia destas linhas de força).

Um equívoco inicial de digamos, um pé, em sua fonte queimaria tudo em sua
rota até 20 milhas e uma milha e meia de largura em dez milésimos de segundo.
Se deixado para circundar o mundo, o lambejo inicial teria enlaçado o globo dez
vezes em um segundo. FELIZMENTE, COMO UMA ARMA DE DEFESA, ESTA FORÇA
DESTRUTIVA TEM SIDO DOMINADA.
O espectroscópio mostra que há um enorme campo magnético em volta do sol,
e é a conclusão atual das melhores mentes de que as linhas magnéticas da força
do Sol envolvem esta Terra e estendem-se para a Lua e QUE TUDO, NÃO IMPORTA
A SUA FORMA NESTE PLANETA, EXISTE POR RAZÃO DAS LINHAS MAGNÉTICAS DE
FORÇA.

Com isto eu concordo, de acordo à minha própria pesquisa. Nós somos
ensinados em nossas escolas e universidades que o campo magnético passa
através de um pólo magnético, então passa através do corpo, e vai para o outro
pólo magnético. Eu não concordo com esta explicação. Eu creio que as linhas
magnéticas de força entram pelo corpo nos pólos, então efetuam um caminho
rotatório através do corpo, antes de passar pra fora dos pólos opostos. Como
apontado por Scully, as linhas de força movem-se em ambas as direções. A fluxo
não entra em um pólo e sai pelo outro, mas em ambos os pólos, e de fora de
ambos os pólos, embora a intensidade de campo de ambos os caminhos seja
desequilibrada.

Se nós pudermos visualizar uma linha de força para que nós possamos traçar
sua rota, nós poderemos formar uma analogia imaginando isso ser similar a um
pedaço de corda. Antes de tudo, nós fazemos um laço no pedaço da corda. Agora
imagine ela sendo alimentada através de uma posição fixa com o laço
permaneceno estacionário em relação a um ponto fixo. Com o comprimento da
corda como o eixo, nós podemos agora fazer o laço revolver em um caminho no
qual está em 90º ao movimento da corda. O laço de fato traçaria uma forma de
molde esférico no espaço.

As linhas de força do campo magnético formariam uma treliça ou um padrão de
grade, devido à rotação do campo planetário. Uma boa analogia seria uma bola
comum, demarcada por máquina, da corda. O comprimento da corda teria
tomado a forma de uma bola, e ao mesmo tempo, teria formado um padrão de
linhas cruzadas.

Se nós novamente visualizarmos isto como um corpo físico sendo formado no
espaço, então nós agora poderemos imaginar um pequeno vórtice sendo criado
em todos os trilhões de pontos onde as linhas de força atravessam uma à outra
no padrão entrelaçado. Cada vórtice manifestaria-se como uma estrutura atômica
e criaria dentro dela própria o que nós denominamos de campo gravitacional. O
campo gravitacional, em outras palavras, é nada mais que o efeito do movimento
relativo no espaço. A matéria é puxada em direção a um campo gravitacional,
assim como um pedaço de madeira flutuando na água é puxado em direção a um
redemoinho de água. Os campos gravitacionais criados pela ação vorticial de cada
átomo combinaria-se para formar o campo do corpo planetário concluído.
A grade mundial da qual eu falo é a grade natural que é formada pelo padrão
entrelaçado das linhas interligadas da força.

A densidade do campo magnético da Terra é o trecho de informação mais
importante do livro de Scully. O campo desequilibrado de 1257 linhas de força
por centímetro quadrado em uma direção e 1850 no outro, não nos diz muito por
si próprio. Mas nós usamos a informação para calcular a força de campo sob uma
área na qual tinha relação harmônica com os campos unificados do espaço, e se a
informação estiver correta, nós deveremos encontrar alguns valores matemáticos
de grande importância.

Na época de minhas primeiras publicações, eu não estava ciente da extrema
importância dos valores naquele estágio de precisão. Eu estava perto o suficiente
pra ver como eles se encaixavam nas equações, mas uma sintonização mais fina
era necessária para revelar o conhecimento trancado dentro destes dois números
simples.

A unidade básica para o cálculo harmônico é a polegada geodésica, ou setenta e
dois milésimos de minutos do arco; um minuto do arco sendo 6000 pés
geodésicos. Se nós pegarmos os valores 1257 e 1850 linhas de força por
centímetro quadrado e calcularmos os campos de força por uma polegada
geodésica quadrada, a densidade do ampo é de 8326.71764 e 12225.08864
linhas de força respectivamente. Os campos sendo em oposição um ao outro. A
densidade do campo combinada é igual a 20581.80628.
Permitindo variações muito leves nos fatores de conversão, a diferença nos
campos de força (12225.08864 menos 8326.71764) é igual a 3928.371. Nós
poderíamos dizer que a densidade do campo resultante de uma maneira é
equivalente ao campo “A” menos o campo “B”, ou 3928.371 linhas de força. Este
valor eu descobri ser o harmônico recíproco da coordenada da grade
2545.584412.

A força de campo combinada de 20581.80628 linhas de força podem ser
associadas com o hamônico da comunicação 16944 como o seguinte. Permitindo
para o ciclo de matéria-anti-matéria, nós duplicamos o valor:
(20581.80628 x 2) igual 41163.612
41163.613 ao quadrado igual a 169444 harmônico.
O harmônico 41163612 também tem uma relação direta com a construção
geométrica da Grande Pirâmide no Egito. A Câmara do Rei em particular é
construída em concordância com este valor. Parece que a câmara podia agir de
algum modo como um ressonador de cavitação. Talvez para comunicação? Isto é
iscutido em trabalhos posteriores.

9 – PITÁGORAS E A GRADE
DEPOIS DE PUBLICAR MINHA DESCOBERTA DO SISTEMA DA GRADE MUNDIAL, EU
logo fiquei em oposição do mundo acadêmico das universidades. Muitos
comentários zombeteiros foram feitos em vários encontros, e a principal objeção
parecia ser de que eu tinha usado medidas angulares de graus e minutos do arco
sob o qual basear meus valores de medida universal. Foi também argumentado
que um valor harmônico à base de 10, não era válido como um múltiplo universal,
como qualquer outro número, tal como 12, poderia ser empregado assim tão
efetivamente se minhas teorias estivessem corretas. Na época, eu podia somente
conter estes ataques em minha obra apontando o fato de que eu tinha me
empenhado em fazer uso de outros valores em meus cálculos por esta grande
razão. Eu tinha descoberto, através da tentativa e do erro, que somente medidas
angulares em graus e minutos do arco, em múltiplos à base de 10, poderiam ser
ultilizados para estabelecer um sistema de harmônicos universais. Eu descobri
que este método era o único meio possível de medir a relação harmônica entre a
luz e a matéria, independente do tamanho do corpo em questão, seja ele um
átomo ou uma massa do tamanho de Júpiter.

Eu também sugeri que os críticos deveriam estabelecer um sistema tal como o
meu, es básicos e harmônicos equivalentes, se eles estivessem tão certos de seus
fundamentos, e para meu conhecimento, isso nunca foi completado com qualquer
sucesso. Os acadêmicos mantinham que a divisão de um círculo em graus e
minutos do arco era uma decisão randômica feita por matemáticos em tempos
históricos e era dessa forma, um método de medida puramente arbitrário. A
divisão, de acordo com eles, simplesmente poderia, também, ter sido em
qualquer número de partes iguais, dependendo da estravagância do corpo
matemático que estabeleceria o padrão. Isto naturalmente faria todo o meu
trabalho completamente sem valor.

Eu continuava a manter que a divisão do círculo deve ter sido feita devido à
considerações de natureza geométrica, ligados com aquela da lei da natureza.
Todo o trabalho que eu tenho feito até o momento, me indicou que os
matemáticos dos tempos antigos tinham conhecimento do universo no qual nós
estamos somente uma vez mais começando a entender.

A solução final para este argumento poderia ser superado somente pela
descoberta de uma conexão geométrica entre os harmônicos da luz e os
harmônicos inerentes na divisão de um círculo. Como eu tinha baseado meus
valores da luz em minutos de medida do arco, deve haver algum tipo de
organização geométrica na qual ataria eles juntos.

Isto sempre esteve no fundo de minha mente durante a leitura de muitos livros
de pesquisa e finalmente eu me deparei com algo que acredito que vai responder
as críticas. O amigo que veio ao meu auxílio era ninguém mais que o próprio
Pitágoras, um homem de grande estatura e personalidade vigorosa que viveu no
sexto século antes de Cristo. Ele viajou extensivamente para ampliar seu
conhecimento matemático e dizia-se ter ganho muita informação do sacerdote de
Zoroastro, que tinha em sua possessão o saber matemático dos mesopotâneos.

Ele descobriu um semi-religioso, ou místico, culto baseado em matemática, por
volta de 540 A.C no município de Crotona, no sul da Itália. Ele ensinava seus
discípulos a venerar os números, a ideia principal sendo que o número é a
essência de todas as coisas, e é o princípio metafísico de ordem racional do
universo.

Ele descobriu as relações matemáticas da escala musical e a conexão da
harmonia musical e dos números inteiros. Ele firmemente acreditava que toda a
harmonia e as coisas da natureza podiam ser expressadas em relações de
números inteiros. Mesmo os planetas em suas órbitas, de acordo com ele,
moviam-se em relacionamento harmonioso, um ao outro, produzindo a tãochamada
“música das esferas”.

Os pitagóricos explicaram o elementos como erigidos de firguras geométricas.
Uma das mais interessantes destas era o dodecaedro. Aquela figura particular
tinha lacrado dentro dela uma grande quantidade de informação na natureza
geométrica do universo. Minha primeira introdução a Pitágoras, entretanto, foi na
descoberta daquele triângulo de ângulo direito modesto, com os lados para a
proporção de 3, 4 e 5, era a chave para o relacionamento da velocidade da luz
para o círculo.

O índicio disto foi encontrado na página 62 do livro de John Mitchell, The City of
Revelation. Ele estava discutindo números sagrados e se referia ao problema de
enquadrar o círculo. A sugestão era de que as dimensões relativas da Terra e da
Lua indicavam como resposta e que a mesma fonte fornecia os números sagrados
do cânon.

Ele demonstrou que se os círculos da Terra e da Lua fossem colocados de modo
tangencial um ao outro e produzidos em suas proporções corretas, então cada
moldura dentro de um quadrado, a figura geométrica produzida, dessa forma,
prosperamente enquadrava o círculo. Com um diâmetro de Terra de 7920 milhas
e o da Lua de 2160 milhas, o perímetro dos dois quadrados são respectivamente
31680 milhas e 8640 milhas.

O raio da Terra (3690) e da Lua (1080) em combinação, somavam à 5040 milhas.
Este, de acordo com Platão, é um número místico. Ele confirma que a
circunfêrencia de um círculo fechado do centro da Terra e passando através do
centro da Lua deveria muito rigorosamente medir 31,680 milhas, no qual é
também equivalente ao perímetro do quadrado contendo a Terra.
Mitchel foi então relatar que se a extremidade externa do quadrado contendo a
Lua é unido à extremidade correspondente do quadrado contendo a Terra, o
triângulo dessa forma tem lados de 2160, 2880, 3600 milhas. Se dividido por seu
fator comum mais alto, 720, estes números se tornam 3, 4 e 5. Ele prossegue em
dizer que “confrontado com tais fatos como estes, é raramente possível evitar a
conclusão, ortodoxa em todas as eras até o presente, de que o cânone cósmico,
inerente no sistema solar, assim como em todos os outros setores da natureza,
foi revelado aos homens, não inventado por eles”.

Era óbvio para mim que, destes fatos, outra conclusão extremamente
interessante poderia ser alcançada. Os vários relacionamentos geométricos entre
os triângulos 3, 4 e 5 são muito variadas, como pode ser visto por um relance
através de qualquer livro de geometria padrão. Mas a mais importante de todas
não pode ser encontrada em qualquer publicação comum.

Como demonstrado em outras seções de meu trabalho, o puro harmônico da
velocidade da luz é 144. Se nós dividirmos este por dois, para encontrar o
harmônico de um meio ciclo, ou meia onda, a resposta é 72. Se nós agora
aplicarmos isto ao triângulo de ângulo reto 3,4,5 e estendermos cada lado nesta
proporção, então, a figura vai agora ter lados de 216, 288 e 360 unidades.

As proporções harmônicas dessa forma derivadas são equivalentes à:
216=21600=minutos do arco em um círculo
360=360=graus em um círculo
288=144 x 2=2C, onde C=velocidade da luz.
Parece, através disto, que o harmônico da luz tem um relacionamento muito
definido com a geometria de um círculo, e que os primeiros matemáticos estavam
totalmente cientes do fato.

Se um triângulo desta proporção é traçado em minutos do arco sob a superfície
de uma esfera, então os ângulos combinados formados pelas extremidades do
triângulo e o centro da esfera são:

216
360 } minutos
288
864 minutos=14.4 graus
Isto novamente cria um harmônico em ressonância concordante com o fator luz
de 144.

Pode os críticos ainda negarem que a geometria da matéria está diretamente
ralcionada ao harmônico entrelaçante da própria luz? Não há substância, no
sentido absoluto. Nós vivemos numa realidade de irrealidade. Tudo é uma ilusão
e o material de que os sonhos são feitos. Nosso mundo físico não é nada mais
que uma bola ressonante de luz e sombra.

10 – OS MAPAS DOS ANTIGOS
QUEM ERAM OS ANTIGOS QUE MAPEARAM A LINHA COSTAL DA ANTÁRTIDA, HÁ
muito tempo enterrada debaixo de massivas camadas de gelo e escondida dos
olhos do homem moderno? É somente em anos recentes que nossos cientistas
tem sondado abaixo do gelo com instrumentos eletrônicos, e encontrado o
contorno da linha costal profundamente abaixo da superfície. Tem sido dito que
alguns dos cartógrafos da antiguidade tinham os mesmo meios científicos de
fazer o trabalho como nós fazemos, ou que a costa era então livre de gelo e os
contornos mapeados de uma alta altitude. Isto significaria que os nossos
ancestrais tinham alguns meios de transporte aéreo. Nós não iremos nos
aventurar muito nisso, embora muito tenha sido escrito sobre este tema. Os
próprios mapas são de grande interesse para nós, de um ponto de vista
matemático e científico.

Charles H. Hapgood, um professor universitário no Keene State College da
University of New Hampshire, nos Estados Unidos, forneceu uma análise científica
completa de um destes mapas no qual indica um nível muito avançado de
matemática como a base para construção.

O mapa usado para o projeto era uma cópia de um antigo pergaminho agora
conhecido como mapa de Piri Reis. Ele foi descoberto em 1929, no palácio
Imperial em Constantinopla, e, de acordo com a data inscrita, foi prodzido em
1513. A assinatura encontrada nele era aquela de Piri Ibn Hati Mammed,
conhecido como Piri Reis, naquela época, um Almirante da Marinha Turquesa.
O que causou um interesse especial nesse mapa, foi o fato de que ele mostrava
a América do Sul e África em suas longitudes relativas corretas. Como não havia
meios de calcular longitudes no século 16, isto causou muita perplexidade entre
os cientistas. Em 1956, a atenção novamente foi centrada no mapa quando uma
cópia doiapresentada ao gabinete da Marinha Hidrográfica dos Estados Unidos,
por um oficial naval turco. Um membro da equipe encamihou o mapa a um amigo,
Capitão Arlington H. Mallery, que tinha feito um estudo dos mapas vikings antigos
da América do Norte e da Groenlândia. Foi Mallery que sugeriu que o mapa
original tivesse sido feito antes que a costa da Antártida estivesse coberta de
gelo. Ele disse que era de sua opinião que a parte ao sul do mapa, traçava as
baías e ilhas da costa antártica que estão agora anterradas debaixo de milhões de
toneladas de gelo.

Muitos outros cientistas admitiram que Mallory deveria estar certo, e
subsequentemente Charles Hapgood decidiu investigar o mapa de uma maneira
completamente científica no Keene State College. Ele foi auxiliado em uma grande
abrangência no empreendimento por muitos de seus estudantes.
Seu primeiro passo era inteirar-se com tantas informações quanto fosse possível
em relação a mapas medievais. Eles se concentraram principalmente em mapas
marítimos antigos ou mapas “Portolan” que guiavam marinheiros da antiguidade
de porto à porto.
Foi descoberto que os mapas antigos pareciam ter sido copiados de mapa
principal mais antigo. O que apontava para isto era o fato de que nenhuma
grande mudança tinha sido feita nos mapas por cerca de 200 anos, datando do
século 14. o mapa original tinha sido tão precisamente construído que ninguém
naquele período tinha o conhecimento para aperfeiçoá-lo. O Sr. Hapgood relata
em seu livro que “a evidência apontava para a origem em uma cultura com um
nível mais alto de tecnologia do que era atingido em tempos antigos ou
medievais”.
Foi uma tarefa difícil determinar o método de construção do mapa, mas foi
finalmente decidido que a única maneira possível teria sido trabalhar de um ponto
central. Disto, o cartógrafo selecionaria um raio de comprimento suficiente para
cobrir a área que ele desejava reproduzir e então traçar um círculo. Este círculo
deveria então ser dividido em 16 segmentos triangulares iguais, cada um dos
quais subtendendo um ângulo de 22 ½ graus no centro. Se os pontos de
intersecção dos vários raios e a periferia do círculo fossem então juntadas, quatro
quadrados diferentes poderiam ser traçados para formar a base de uma grade.
Escolhendo um dos quadrados e traçando uma série de linhas paralelas aos lados
do quadrado em em ângulos retos a um ao outro, o entrelaçamento do mapa
seria muito o mesmo daquele usado em construção dos dias atuais.
A parte difícil era descobrir onde o centro para o mapa de Piri Reis tinha sido
colocado, já que somento um pequeno fragmento do mapa restava. Podia ser
visto que seu centro teria estado em uma posição a um longo caminho ao leste.
Muitas das diferentes posições foram calculadas por cerca de um período de três
anos, e cada vez era descoberto que erros tanto em latitude como longitude
apareciam como resultados. Gradualmente alargando e encurtando o raio e
mudando a posição central, foi consequentemente descoberto que a posição mais
provável para o centro era em 23.5 graus norte, 30.0 graus leste. O raio do qual
foi finalmente calculado para dar os melhores resultados provou ser 69.5 graus
de distância. Aqui novamente nós temos uma indicação muito forte que nossos
ancestrais tinham um extensivo conhecimento de ciência e matemática. O valor
de 69.5 graus para o raio é muito próximo ao harmônico geométrico natural da
Terra de 6944 (veja Capítulo 12) e o recíproco do harmônco puro da luz. Os
cartógrafos daquela época aparentemente usaram um método de projeção de
mapas que era baseado em constante matemáticas universais, no qual permitiam
a eles grande precisão em mapear os aspectos da superfície da Terra.
DIAGRAMA 7
O diagrama mostra a posição mais provável para o centro da projeção do mapa.
11 – RUSSOS E ALEMÃES DESCOBREM UM SISTEMA DE GRADE MUNDIAL
PITÁGORAS ENSINAVA QUE TODOS OS ELEMENTOS CONTIDOS NO UNIVERSO
físico, eram construídos a partir de figuras geométricas. A mais interessantes
destas era o pentadodecaedro, no qual era identificado como “a esfera do
universo” ou o “casco da esfera”. A construção do mundo era semelhante à
construção de uma nave, pelo uso de formas geométricas. Platão também se
referiu a isto no Phaedo onde nós vemos uma declaração de que a “verdadeira
Terra”, se observada de cima, é “tão colorida quanto as bolas que são feitas de
muitas peças de couro”.

À parte dos sólidos regulares, o dodecaedro é um daqueles que mais se
aproxima à forma daquela da esfera. É um sólido que é delimitado por doze
superfícies, e no caso do pentágono-dodecaedro, doze pentágonos regulares. Se
uma bola fosse feita de doze pedaços de couro, os pedaços seriam na forma de
um pentágono regular. Se os pedaços não fossem flexíveis, mas rígidos, o corpo
geométrico seria um dodecaedro em vez de uma esfera. Os filósofos antigos
consideravem essa figura geométrica como o bloco da estrutura do universo, e o
segredo era tão secreto que qualquer um que o revelasse era imediatamente
condenado à morte. É possível, por esta razão, que as escolas de misticismo
adotaram o pentagrama, ou o pantalfa, como seu símbolo. Considerava-se haver
muito poder mágico na figura de cinco lados e os pitagóricos consideravam-na
como o símbolo da saúde.

Seria a Terra algum tipo de cristal gigantesco com uma estrutura rígida como um
esqueleto abaixo da superfície? Os russos espalharam uma história deste efeito
em 1973, na Komsomolskaya Pravda, o jornal oficial para a geração mais jovem
da União Soviética.
O globo não era apenas um simples esferóide como imaginávamos. A sugestão
era de que ela primeiro se ergue-se como um grande cristal com dimensões
angulares e que depois de milhões de anos de processos de desgaste, o cristal
finalmente se arredondou-se em uma bola. De acordo com os cientistas
soviéticos, as extremidades angulares do cristal primitivo agora caem abaixo da
superfície da Terra. Em algumas áreas, as extremidades do cristal se projetam
imperceptivelmente através da superfície, dando-nos um leve vestígio do padrão
completo que está abaixo.
Sabendo nada a respeito dessas teorias, um historiador ruso com o nome de
Nikolai Goncharov, tinha um pressentimento de que devia haver a todos os
centros das primeiras culturas humanas e consequentemente começou a marcar
elas em um globo. Posteriormente, a colaboração com um engenheiro de
construção, Vyacheslav Morozov, e o especialista em eletrônica, Valery Makarov,
levou à uma completa hipótese a respeito da natureza geométrica da Terra.
Depois de trabalharem juntos por vários anos, eles publicaram um artigo no
jornal de ciência Chemistry and Life, editado pela Academia de Ciências da
U.R.S.S. O artigo era entitulado “Será a Terra Um Grande Cristal?”.
O artigo era baseado em estudos cobrindo campos largamente separados, tais
como arqueologia, geoquímica, ornitologia e meteorologia. Eles teorizavam que a
Terra projeta de dentro dela mesma, uma grade dual, regularizada
geometricamente. A forma inicial da grade sendo de doze placas pentagonais sob
a superfície da esfera dava evidência ao fato de que a primeira forma da Terra era
dodecaédrica. A segunda parte da grade é formada por vinte triângulos
equiláteros compondo um icosaedro. Eles mantinham que, sobrepondo as duas
grades sob a superfície da Terra, um padrão da estrutura de energia da Terra
poderia ser percebido.
Um estudo meticuloso do sistema russo mostrou que as linhas traçando sua
grade dual da superfície da Terra coincidiam com as zonas de elevações ativas e
depresões no fundo dos oceanos, falhas centrais e cordilheiras oceânicas. Um dos
vórtices dos triângulos caia justamente à leste da Flórida, perto do centro do
infame “Triângulo das Bermudas do Diabo”, conhecido mundialmente como uma
área de desaparecimentos misteriosos de numerosos navios e aviões. É agora
sabido que há doze destas áreas.
Foi também notado que nas várias extremidades dos polígonos, cientistas tem
descoberto regiões de atividade sísmica e vulcânica. Anomalias magnéticas são do
mesmo modo encontradas nos vórtices dos polígonos. Os nódulos da grade são
centros de grandes mudanças na pressão atmosférica e formas de furacões nestas
áreas, voltando-se para seguir as rotas de intersecção formadas pelos padrões
entrelaçantes. Ventos predominantes e correntes oceânicas também se encontram
nessa rede.
Um ponto extremamente interessante do sistema está na República Africana de
Gabon. De acordo com os cientistas, um “reator atômico natural” foi recentemente
descoberto lá, no qual estava ativo há 1,7 bilhão de anos atrás. Isto impulsionou
uma massa de urânio 235 a atingir um nível de reação em cadeia. Estranhamente
o suficiente, este pedaço de evidência apoia a informação publicada em meus
primeiros dois livros em relação à natureza geométrica das reações atômicas.
Certas estações atômicas dos dias atuais devem ser construídas em localizações
geométricas, a fim de empregar estações eficientemente mais produtivas em
particular. Uma bomba atômica é um objeto geométrico que necessita de
posicionamento geométrico para a detonação.
Grandes canais de fonte de minérios e vastos depósitos de petróleo podem ser
encontrados onde linhas do sistema atravessam uma à outra. Uma completa nova
ciência está começando a revelar de pesquisas, a composição geométrica do
mundo abaixo de nossos pés.
Fotografias de satélite tem sido correlacionadas com a grade. O Ural Fold
estende-se ao longo de uma das linhas e uma gigantesca falha do Marrocos ao
Paquistão com uma das quinas. Grandes estruturas geológocas circulares
mostram-se em intersecções no Marrocos, Califórnia e Flórida. Até mesmo o solo
é aparentemente afetado de acordo a estas localizações na grade: em diferentes
intersecções, os vários elementos compondo o solo estão misturados em
diferentes proporções.
O próprio homem, os autores digamos, não escaparam das influências da
energia emitida pelo entrelaçamento da grade. Muitas das culturas antigas
parecem ter florescido nas intersecções do sistema. A mente do homem está
evidentemente ligada nos vários circuitos da bola de energia que cosntitui o
mundo que fornece seu lar.
O mais surpeendente de tudo é a revelação em seu artigo de que para alinhar o
sistema na superfície do globo para que todos estes fatores diferentes possam ser
correlacionados, o ponto que eles localizaram como posição um, era aquela da
Grande Pirâmide de Gizé, no Egito. A “medição da luz” é a chave.
É óbvio que destes relatos que os russos estão trabalhando, estão ao lono das
mesmas linhas das quais eu estive trabalhando. Eu também tenho encontrado
manifestações similares em localizações geométricas em volta do mundo, pelo
estudo de dois padrões de grade entrelaçados. A grade russa foi formada
diferentemente da minha, mas os mesmos fatos estavam se tornando evidentes
dos esforços de pesquisa relacionados. Isto aludia a probabilidade de que os
mesmos conceitos matemáticos poderiam ser aplicados para um ou outro
sistema.
Os russos estão certamente a par de algo e um estudo em profundidade muito
mais extensivo terá de ser feito da rede que eles descobriram a fim de
“desdobrar” todos os segredos inerentes dentro dele. Basta dizer que o suficiente
já é conhecido neste estágio para garantir uma mina de ouro de verdades
científicas.
Os alemães não ficaram deixados de fora na exploração dos campos de energia
dentro da Terra. Eles são conhecidos em ser muito avançados nos reinos da
ciência e não temem explorar, ou colocar em prática, conceitos que para muitos
cientistas ocidentais, parecem fantásticos. As “bombas buzz”, os mísseis V2 e
aviões a jato desenvolvidos durante a Segunda Guerra Mundial são prova concreta
disto.
Um livro escrito por Sigfried Wittman foi publicado em Innsbruck, Áustria, em
1952. Ele era entitulado Die Welt Der Geheimen Machte, ou O Mundo das Forças
Secretas.
Um número incomum de pessoas estavam envolvidas na pesquisa que era a
questão-tema do livro. O grupo formava uma mistura muito impressionante de
mentes profissionais estando focadas sob um projeto: Dr. Willi Schlosser; Prof.
Helmutt Wolff; Hans-Wilhelm Smollk; Heinrich Reblitz; Theodor Weiman; Herbert
A. Lohlein; Ferdinand Reich; Prof. Univ. Hubert J. Urban; Prof. Dir. Dr. K. Sailer;
Prof. Dr. George Anschutz; Prof. Dr. Theol; e Adolf Koberle.
Depois de extensiva pesquisa, eles chegaram à conclusão de que a Terra tinha
sob sua superfície um sistema de grade, em um padrão de tabuleiro de damas
consistindo de pólos negativos e positivos.
O padrão quadrado, de acordo com eles, tinha um pólo central circundado por
oito pólos menores dentro de cada seção. Os quadrados variam em tamanho do
equador, ficando menores na direção dos pólos da Terra. O pólo principal
concentra energia. Experiências conduzidas em 48º latitude norte indicaram que o
pólo central tem um diâmetro de 2.45 metros. Os oito pólos menores tem um
diâmetro de 60 cm. Quatro dos oito pólos externos enviariam energia para cima
até o céu em pulsos alternados. Os outros quatro enviariam energia para fora
horizontalmente ao norte, sul, leste e oeste.

Os quadrados em 48º latitude norte tem 15.9 metros diagonalmente do centro
aos pólos centrais. Um campo fronteiriço é misturado junto nas direções norteoeste
e sul-leste, e nas direções sul-oeste e norte-leste. Estas quatro extremidades
dos quadrados parecem conectar os campos dos dois pólos negativos menores e
dois dos pólos positivos maiores. As medições do comprimento dos lados no
equador são de 32 metros. O pólo central principal de cada quadrado positivo
mostra uma direção de energia de cima para baixo da superfície da Terra. O pulso
criado forma um vórtice. Os pólos negativos trabalham no sentido oposto.

Não muito mais que isso é conhecido por mim sobre o esforço de pesquisa
alemão neste estágio, já que eu tenho visto somente extratos do livro. Uma coisa
se sobresai, entretanto, dos escassos pedaços de informação que eu tenho: os
alemães realizaram muitas de suas experiências na latitude 48 graus. O que fez
eles selecionarem esta latitude em particular no sistema de grade mundial do
pólo sul descoberta pelos russo além das outras? Poderia ser que 48 graus
sucedem ser 2880 minutos do arco? Eles também descobriram que o harmônico
de duas vezes a velocidade da luz é 288? A equação unificada derivada deste
harmônico não pode ser um segredo particularmente bem mantido. Este bando de
homens instruídos parecem estar ciente de uma grade complexa similar àquela
descrita em minhas primeiras publicações. Eu estaria muito interessado em ser
avisado de suas descobertas particularmente completas se eles estivessem agora
em possessão do conhecimento pra fazer uso da energia sendo radiada pelo
sistema.

Eu tenho um sentimento de que há muitas pessoas, ou pequenos grupos de
pessoas no mundo, que conhece os segredos de puncionar energia livre da grade
da Terra e que o segredo sempre esteve disponível aos poucos seletos. Até um
passado distante como 1919, no mínimo, um homem demonstrou que ele podia
operar motores elétricos e relâmpagos sem ter de pagar as companhias de
energia um centavo para a energia que ele usava.

Um jovem gênio inventivo de dezenove anos de idade, com o nome de Alfred
Hubbard surpreendeu seus contemporâneos energizando um bote de dezoito pés
em volta de Portage Bay, não muito longe de Seattle, pelo uso de um aparelho de
energia livre.

O bote foi dirigido por um motor de 35hp sem o auxílio de baterias. A energia
elétrica era abastecida de um transdutor dentro do bote. Este aparelho estava em
ressonância elétrica exata com seu transformador de energia livre, no qual tinha
sido construído em uma pequena área à mão. O transformador era abastecido por
energia coletada de um arranjo de antenas terrestres. Fios estava operando
abaixo do chão ao norte, sul, leste e oeste por uma distância de 1200 pés. No
final externo de cada fio, era anexado um tubo côncavo, de 18 polegadas de
comprimento, preenchido com mercúrio. A partir de outras informações que eu
tenho, eu assumiria que os tubos eram feitos de ferro puro. A razão para a
combinação ferro-mercúrio será discutida em outra seção. A combinação do tubo
preenchido com mercúrio criou um sistema montante elétrico unilateral, no qual
direcionava o fluxo de energia para a bobina primária central.

A informação que eu tenho relata que Hubbard fez uso do que os chineses
chamava de “flor cósmica”. Isto era, de acordo com eles, a fonte de toda a
energia. A energia elétrica que era direcionada nas bobina central do sistema
causava um pulso ressonante sintonizado à frequência natural da Terra. Isto
impulsionava uma corrente elétrica a fluir através da bobina secundária do
aparato devido à indução. Diziam-se ser as bobinas de forma redonda, ambas as
primárias e secundárias. A bobina secundária em um estágio era carregada numa
configuração de diamante – ou carregada como uma cesta. Eu tenho uma suspeita
persistente de que as duas bobinas sobrepostas tinham uma configuração similar
ao padrão da grade russa (pentagonal ou triangular), mas isso terá de esperar até
que as experiências possam ser efetuadas. (Qualquer informação mais fatual dos
leitores será muito bem vinda). Um pequeno gasto de capital e uma série de
experimentos poderia, com um pouco de sorte, demonstrar um dos métodos de
extrair energia livre da Terra. Se o segredo pode ser quebrado, deve ser possível
abastecer vários lares com tal aparelho. Eu deixo isto em abeto para aqueles de
vocês que tem m traço de gênio inventivo.

DIAGRAMA 8
Pólo Norte
12 – TESLA – O GÊNIO ESQUECIDO
Algum dia, eu irei arrear as Cataras do Niagara – Tesla.
ESTA FOI A DECLARAÇÃO FEITA PELO MAIOR GÊNIO DA ELETRICIDADE QUE JÁ
viveu, para um de seus companheiros estudantes, em Budapeste, em 1882. Nikola
Tesla, nascido em 9 de julho de 1856, tinha então vinte e cinco anos e perto de
começar uma carreira por toda a vida no aprimoramento do conhecimento elétrico
que estava para transformar o mundo. Se não fosse por este homem, quase todos
os aparelhos elétricos dos dias atuais não existiriam. Por essa razão, parece
estranho que o nome de Tesla seja conhecido por muitos poucos estudantes de
nossas universidades. Há muito tempo, eu tenho mencionado Tesla aos grupos de
estudantes, durante discussões, e tenho me deparado com olhares vazios, e a
questão: “Quem é Tesla?”.

Seu nascimento foi numa pequena vila chamada Smiijan, no país agora chamado
de Iugoslávia. Seu pai era um clérigo na igreja local. Sua mãe era iletrada, mas era
alguém conhecida na vila que tinha uma mente inventiva e engenhosa. Diz-se que
ela inventou uma considerável quantidade de aparelhos de poupar trabalho, que
poderiam ser usados no lar. Nos últimos anos, Tesla afirmou que ele tinha
herdado seu gênio inventivo de sua mãe.

Em uma existência estupenda, ele nos deu as fundações completas sob as quais
se construíram os impérios industriais do mundo. Foi ele que inventou os motores
de corrente alternada que alimenta toda fábrica e centro de produção. Ele que
elaborou os sistemas de transmissão que capacitavam a energia ser enviada sobre
vastas áreas de território de uma fonte geradora central; os sistemas de produção
em massa e o controle robótico que libertou o homem da escravidão do trabalho;
as bases para o rádio e o radar, e controle remoto sem fio; sistemas de
iluminação moderna pelo uso de correntes de alta frequência. A lista é infinita.
Não há limites encontrados para as maravilhas eletrônicas que podem ser
produzidas a partir das descobertas básicas que saíram desta mente fértil. O
mundo inteiro deve à Tesla seu futuro – e ele foi esquecido, pois era um homem
que vivia além de seu tempo.

Tesla era um dos cinco filhos e mesmo em sua pouca idade, já mostrava sinais
de uma mente vívida. Ele descobriu que em muitas coisas ele poderia superar
outros garotos de sua própria idade, e isto tendia a isolá-lo de seus
contemporâneos. Ele percebeu que era difícil encontrar outros que partilhassem
seus interesses e suas capacidades intelectuais que estavam consequentemente
no decorrer de seus anos. Não obstante, parecia que ele ainda fazia todas as
outras travessuras tolas que os jovens garotos faziam para preencher seu tempo –
eu mesmo incluído.

Uma das mais perigosas foi tentar imitar um pássaro. Ele descobriu que quando
ele respirava muito profundamente, ele começava a se sentir muito leve e
flutuante. Ele considerava que esta descoberta, mais a aplicação de se atrever e
um velho guarda-chuva, deveriam ser suficientes para libertá-lo da atração da
gravidade e permitir-lhe planar através do ar com uma certa quantidade de graça
e dignidade. Ele subiu no telhado de um celeiro local com o fiel velho guardachuva,
respirou uns poucos suspiros profundos e saltou no espaço. O guardachuva,
não sendo aerodinamicamente desenhado, dobrou-se de dentro pra fora e
Tesla realizou um indigno mergulhar em direção ao chão. Isto custou a ele seis
semanas na cama, e muito embaraço.

Sua realização seguinte foi a invenção de um gancho apanhador de sapos que
foi imediatamente copiado por todos os seus amigos e ajudou a garantir o fim de
muitos dos sapos na lagoa da vila. Então seguiu-se uma série de dispositivos
atrativos para garotos pequenos, no qual incluíam muitas espingardas de ar
comprimido e zarabatanas muito eficientes do tamanho de pequenos obuseiros.
Danos às propriedades locais motivaram o repentino fim para a produção de tais
armas belicosas, e punição administrada para o fim de Tesla. No decorrer da
idade de nove anos, ele construiu seu primeiro motor. O primeiro motor desta
máquina surpreendente era uma formação de dezesseis besouros. Eu suponho de
alguma maneira, que eles tenha sido denominados insetos de barco a remo, já
que eles tinha que realizar, da mesma maneira que os escravos da antiguidade
para produzir movimentos para a frente para as partes da máquina de Tesla. O
design era um tanto engenhoso. Ele colou dois longos pedaços finos de madeira
juntos para formar uma cruz, muito parecido com as hélices de um moinho. Outro
eixo fino foi anexado a este com uma roldana muito pequena anexada a ela. Isto
era conectado por um cinto feito de algodão para uma roldana maior em outro
fuso fino.

Os motores (ou besouros) eram então colados quatro lado a lado, encarando
para a frente, em cada uma das quatro hélices. Os pobres insetos, sem dúvida se
espantavam em tal tratamento cavalheiresco, batiam as suas asas em pânico veloz
e viravam o moinho numa ordem surpreendente. Era a intenção de Tesla
acrescentar mais insetos, e dessa forma, mais energia para esta máquina
realmente notável, mas um jovem amigo decidiu comer sua quantidade de
esparsos insetos. Isto quase motivou Tesla a jogar tudo pro alto, e ele terminou
destruindo sua invenção com desgosto.

O primeiro estágio de sua educação escolar terminou em 1870, quando ele tinha
catorze. O colégio que ele estudou era chamado de Ginásio Real, em Gospic. Ele já
estava mostrando que ele estava bem acima da média com sua habilidades. Ele
continuou seus estudos no colegial do Ginásio Real, completando o curso de
quatro anos em três anos. Foi nesta época se tornou fascinado com física e
experimentação elétrica e tomou a decisão de devotar sua vida à eletricidade. Seu
pai estava ansioso para ele entrar no ministério e fazer uma carreira na igreja,
mas finalmente se abrandou e prometeu a Nikola que ele não o preveniria de ter
seu desejo. O garoto esmerou-se tanto com seus estudos que ele tinha
enfraquecido seu corpo e foi atacado, primeiro por malária, e então, um severo
surto de cólera. Quando estava quase à beira da morte, ele murmurou para seu
pai, “Eu vou ficar bem de novo, se você me deixar estudar engenharia elétrica”. Ele
prometeu a seu pai que se dedicaria à mais avançada escola de engenharia do
mundo. Tesla tinha dezenove quando ele começou seus estudos em engenharia
elétrica no Instituto Politécnico em Gratz, Áustria.

Foi no Instituto que critérios particulares nos mistérios da eletricidade por Tesla
começaram a mostrar-se. Um professor Poeschl estava demonstrando uma
máquina de grãos que poderia ser usada tanto como um dínamo ou um motor.
Era operada por corrente direta e sofria uma grande perda de eficiência, devido à
descarga de faíscas no comutador. (O comutador era necessário em todas as
máquinas de corrente direta para mudar o fluxo de eletricidade no momento
correto para obter movimento rotatório).

Um argumento desenvolveu-se entre o professor e Tesla acerca do design da
máquina e a necessidade de usar corrente direta. Porquê a corrente alternada não
pode ser usada? Sugeria Tesla. Isto eliminaria a necessidade para comutadores e
dessa forma, aumentaria a eficiência. A corrente alternada produzida pelos
dínamos poderia ser alimentada direto para os motores sem o uso dos
mecanismos reversos.

O professor estabeleceu uma configuração especial de experimentos para provar
para Tesla que a sua ideia era completamente impraticável e fez a declaração: “O
Sr. Tesla vai realizar grandes coisas, mas ele certamente nunca fará isto. Seria o
equivalente a converter uma força de atração fixa como a gravidade em esforço
rotatório. É um esquema de movimento perpétuo, uma ideia impossível”.

Tesla não tinha resposta para isto na época, mas o instinto dizia-le que ele
estava certo e que ele algum dia no futuro criaria tal máquina. Ele continuou seus
estudos na Universidade de Praga, se concentrando em matemática e física.
Sempre no fundo de sua mente estava a ideia do motor de corrente alternada, e
em sua imaginação, ele completou muitos métodos diferentes de construir tal
aparelho, cada uma das vezes, para fracassar.

Deixando a universidade, Tesla obteve um emprego com a agência de telégrafos
central em Budapeste. Seu gênio para a invenção não estava muito distante de ser
notado e em 1881, ele colocou-se a cargo da nova transmissão telefônica. Foi
enquanto trabalhava para esta companhia, que ele teve o primeiro lampejo de
inspiração que iria alçá-lo à fama de pouca duração.

Ele estava andando com um amigo num fim de tarde no parque da cidade de
Budapeste. Era fevereiro de 1882, e um dia glorioso. Tesla estava em um estado
de mente particularmente feliz e dava vazões para sua alegria, saltitante e
recitando poesia. Repentinamente, ele parou sua caminhada e exclamou, “Olhe
pra mim! Me observe invertê-lo!”. Ele parecia estar em algum tipo de transe e seu
amigo ficou muito alarmado com seu comportamento, acreditando que ele estava
doente. Quando Tesla finalmente se acalmou, ele disse, “Não, você não entende.

Eu resolvi o problema do meu motor de corrente alternada”. Ele então explicou
como ele poderia ver o conceito inteiro em frente dele, como se numa visão.
Um campo magnético rotacional no qual prenderia a armação de um motor com
dedos invisíveis e o impulsionaria para rotacionar em harmonia com ele. Um
conceito sublime em sua simplicidade. A partir daí e então, ele traçaria um
diagrama de seu motor para mostrar para seu amigo, os aspectos técnicos de sua
invenção. Eles momento foi o ínicio do salto do homem na industrialização do
mundo.

Foi lgo depois disso, que Tesla recebeu a oferta de um cargo com a Continental
Edison Company e gastou muito do seu tempo aperfeiçoando os designs dos
motores de corrente direta de Edison. Ele também inventou um sistema para
automaticamente regular os dínamos. Ele tinha sido assegurado de que uma
renumeração substancial por todas as inovações que ele tinha produzido para a
companhia, e quando isto não estava se aproximando da demanda, ele
imediatamente resignou-se do cargo. Se o pagamento tivesse sido feito na época,
Tesla teria possivelmente permanecido com a companhia, e eles teriam se
beneficiado imensamente de seu gênio.

Foi sugerido por um membro da companhia, que Tesla deveria imigrar para os
Estados Unidos e trabalhar com próprio Edison. Não haviam muitas oportunidades
deixadas em aberto para ele na Europa, então, em 1884, o jovem Tesla chegou
em Nova Iorque com quatro centavos em seu bolso e uma mente explodindo com
novas ideias. Neste estágio, ele já tinha desenvolvido o sistema elétrico de
corrente alternada totalmente em sua mente. Isto incluía transformadores de
intensificação e de redução para a maior parte da transmissão ecônomica de
energia elétrica, alternadores, e motores de corrente alternada para abastecer a
força mecânica.

Quando ele finalmente se encontrou com o famoso Edison, ele deu a ele uma
descrição entusiástica de seu sistema de corrente alternada, somente para ouvir
que ele estava “desperdiçando seu tempo com essa asneira”. Edison estava
comprometido com o sistema de corrente direta e não seria influenciado pelos
argumentos colocados à frente por Tesla. O império Edison inteiro foi construído
na premissa de que a corrente direta era superior à corrente alternada.

Ele ficou quase um ano trabalhando para Edison, novamente aperfeiçoando e
inventando novas técnicas para a produção dos dínamos de Edison. Promessas
tinham sido feitas para ele, pela segunda vez, para retribuí-lo adequadamente por
seus serviços. Diz-se que Edison tinha prometido pagar $50,000 para Tesla,
quando todas as melhorias estivessem completas e as máquinas prontas para a
produção. Quando chegou o tempo para uma determinação, Edison tratou a coisa
toda como uma piada, então o desiludido Tesla novamente resignou-se.

Era agora 1885. A fortuna que ele estava procurando na terra prometida não
veio facilmente. Ele gastou um ano pegando qualquer trabalho humilde que ele
podia encontrar só para manter-se vivo. Nesse estágio, ele mesmo cavou valas. O
contramestre no projeto de cavar valas ficou fascinado com as descrições
visionárias das novas inovações elétricas que Tesla relatou a ele, e apresentou-o a
um executivo da companhia, chamado A. K. Brown. Este homem teve coragem o
suficiente para financiar um laboratório experimental na 33-35 South Avenue,
Nova Iorque.

Tesla estabeleceu-se para trabalhar e em um tempo curto, tinha uma
demonstração completa de seu sistema para avaliação. Icluídos estavam os
geradores de corrente alternada, motores, transformadores, linhas de transmissão
e luzes. Depois da examinação pelo professor W. A. Anthony de Cornell
University, foi anunciado que o sistema de Tesla era igual em eficiência a qualquer
das melhores máquinas de corrente direta então produzidas.

Em 1887, Tesla aplicou-se para diretos totais das patentes para todas as suas
invenções elétricas. Isto não foi aprovado pelo escritório de patentes, já que
consideravam que uma única patente para cobrir tal grande conjunto de ideias era
inadequada. Eles insistiam que cada seção importante seria coberta por uma
patente diferente. Dentro dos seis meses seguintes, sete patentes americanas
estava garantidas, e em 1888 vinte e duas mais estavam para se seguir.

O Instituto de Engenharia Elétrica estava agora ciente de seu gênio entre eles e
convidou Tesla para dar uma conferência de demonstração em seu sistema de
corrente alternada em Nova Iorque. Esta foi um tremendo sucesso. Ele era agora
reconhecido pelos engenheiros do mundo que necessitavam que não houvesse
limites para a transmissão de energia por longas distâncias. O caminho estava
agora aberto para progredir a indústria para além dos sonhos mais
extraordinários do homem.

Tesla tinha trinta e dois anos quando ele conheceu George Westinghouse, que
ofereceu a ele um milhão de dólares por todas as suas patentes de corrente
alternada, mas certos royalites. Tesla concordou, na condição de que o rayalite
fosse um dólar por cavalo-vapor. Embora este royalite fosse posteriormente
retraído por causa de dificuldades financeiras no império Westinghouse, um laço
de confiança mútua permaneceu entre estes dois grandes homens pelo resto de
suas vidas. Tesla, ao menos, estava recebendo o crédito que ele merecia. A
América era a sua conquista.

A General Electric Company, fundada por interesse de Edison, viu a publicação
se desenrolar, e por sua muita sobrevivência, teve de negociar uma licença de
Westinghouse para competir na indústria elétrica que rapidamente se expandia,
sendo construída nos conceitos da corrente alternada. Nenhum futuro restava
para aqueles que pensavam em termos de somente corrente direta.

Em 1890, o cientista Lord Kelvin foi apontado como presidente da Internacional
Niagara Commission estabelecida para determinar o método mais eficiente para
usar a força das Cataratas do Niágara para gerar eletricidade. Em 1892,
Westinghouse ganhou o contrato para a instalação dos geradores hidroelétricos
de 5000 cavalos de potência.

O sistema de transmissão foi contraído para a General Electric Company. O
complexo inteiro foi projetado de acordo com as ideias de Tesla. Os massivos
alternadores, com campos giratórios internos e armações estacionárias internas
foram pessoalmente elaboradas por ele; a linha de transmissão, incluindo os
transformadores de intensificação e redução, foram construídas ao conceito duasfases
de Tesla. Seu sonho de infância tinha sido cumprido – ele tinha arreado a
força das Cataratas do Niagára. 

Agora em seus pouco mais de trinta anos, Tesla
era um homem rico e sentia-se livre para devotar mais de seu tempo à pura
pesquisa. Por toda a usa vida, ele não deu indicações de qualquer tipo de
percepção para os negócios. O mero fazer dinheiro nunca foi um objetivo
primário para com ele, e quanto mais ele tinha os fundos necessários para
comprar todos os equipamentos que ele necessitava para suas experiências, mais
ele ficava feliz. Sua composição completa era aquela do descobridor. Ele era um
com o próprio meio-ambiente e tinha um anseio inquieto e forçoso para indagar
todos os segredos da natureza e refreá-las, a fim de ajudar seu semelhante a
progredir até o nível mais alto do ser. Ele tinha uma visão do cosmos como
consistindo-se de miríades de oitavas de vibração elétrica. Era seu desejo ser
capaz de entender a interação das oscilações harmônicas que formavam a base
do universo. As oitavas mais baixas ele já tinha explorado com sua corrente
alternada de 60 ciclos por segundo. Ele estava agora pronto para adentrar o
desconhecido e investigar nas regiões da frequência ultra alta da luz e além.

Para estas expêriencias, ele construiu uma grande variedade de osciladores
elétricos para produzir correntes de alta frequência, e bobinas sintonizadas para
estabelecer as frequências ou comprimentos de onda de descobrir a característica
de cada nível de energia e os usos particulares para o qual cada uma poderia ser
aplicada. Ele descobriu que os harmônicos entrelaçantes eram similares à escala
musical e que suas bobinas respondiam não somente às transmissões das formas
de onda originais, mas também ressoavam em intervalos harmônicos acima e
abaixo da frequência original. Ele tinha desocberto a natureza harmônica da
matéria.

Ele se sentia pronto para tomar o passo seguinte na aplicação prática de suas
descobertas teóricas. Durante uma entrevista em 1894, ele disse: “Você vai achar
que eu sou um sonhador e muitíssimo perdido se eu disser a você o que eu
realmente espero. Mas eu posso dizer a você que eu olho muito adiante, com
confiança absoluta de enviar mensagens através da Terra sem quaisquer fios. Eu
tenho também grandes esperanças de transmitir força elétrica da mesma
maneira sem desperdício. Em relação à transmissão de mensagens através da
Terra, eu não tenho hesitação em predizer sucesso: eu devo primeiro averiguar
exatamente quantas vibrações ao segundo são causadas por perturbar a massa
de eletricidade que a Terra retém”.

Ele tinha anteriormente se destinado a um encontro da Nacional Electric Light
Association e tinha disto, em parte:

“Eu estou ficando mais e mais convencido do esquema, e embora eu saiba muito
bem que a grande maioria dos homens científicos não irão acreditar que tais
resultados possam ser praticáveis e imediatamente percebidos, ainda que eu ache
que todos considerem os desenvolvimentos em anos recentes por muitos
trabalhadores ter sido como tal para encorajar o pensamento e experiência nesta
direção. Minha convicção cresceu de maneira tão forte que eu não mais olho sob o
plano de energia ou transmissão de inteligência como uma mera possibilidade
teórica, mas como um problema sério para a engenharia elétrica, na qual deve
ser realizada algum dia...”.

Nós sabemos agora que as vibrações elétricas podem ser transmitidas através de
um único condutor. Por quê então não nos beneficarmos da Terra para este
propósito? Nós não precisamos ficar alarmados pela ideia de distância. Para o
viajante fatigado contando os postes em milhas, a Terra deve parecer muito
grande; mas para o mais feliz de todos os homens, o astrônomo, que olham
atentamente para os céus, e por seus padrões, julga a magnitude de nosso globo,
parece muito pequeno. E assim eu acho que deve parecer para o eletricista, pois
quando ele considera a velocidade com a qual o distúrbio elétrico é propagado
através da Terra, todas as suas ideias de distância devem ser completamente
desvanecidas.

Um ponto de grande importância seria primeiro saber qual é a capacidade da
Terra, e qual a carga que ela contém se eletrificada. Embora nós não tenhamos
evidências de um corpo carregado existindo no espaço sem outros corpos
eletrificados opostamente estando próximos, há uma probabilidade razoável de
que a Terra seja tal corpo, pois qualquer processo que fosse separado – e esta é a
visão aceita de sua origem – deve ter retido uma carga, como ocorre com todos os
processos de separação mecância.

Se nós pudermos apurar em que período a carga da Terra, quando perturbada,
oscila com relação a um sistema opostamente carregado, ou circuito conhecido,
nós poderemos saber de um fato de um fato possível da maior importância para o
bem-estar da raça humana.

Eu proponho procurar pelo período por meios de um oscilador elétrico, ou uma
fonte de correntes alternadas.

Um dos terminais dessa fonte seria conectado à Terra, assim como, por
exemplo, as tubulações de água da cidade, e o outro, para um corpo isolado de
grande superfície. É possível que a camada de condutor de ar externa, ou espaço
livre, contenha uma carga oposta, e que, junto com a Terra, elas formem um
condensador de grande capacidade. Em tal caso, o período de vibração deve ser
muito baixo e uma máquina dínamo alternante deve servir para o propósito do
experimento. Eu então transformaria a corrente para um potencial tão alto quanto
se encontrasse possível, e conectaria os finais da bobina secundária de alta
tensão para o solo e para o corpo isolado. Variando a frequância das correntes e
cautelosamente observando o potencial do corpo isolado, e procurando por
perturbação em vários pontos adjacentes da superfície da Terra, a ressonância
deveria ser detectada.

Para os experimentos, Tesla escolheu um local nos arredores da cidade de
Colorado Springs, Colorado. Até hoje, pensa-se que ele selcionou esta área
particular pouco fora de pura conveniência. Ele dizia que estava atraído pela
secura do ar que fazia dela uma posiçao excelente para a experiência elétrica
(violentas tempestades elétricas eram comuns no terreno montanhoso em volta
de Colorado Springs e próximo à Pikes Peak). Mas eu acredito que esta não foi sua
razão principal, como será demonstrado.

Uma grande estrutura em forma de celeiro foi construída no local, conforme as
especificações de Tesla. Ela ficava apenas em 100 pés quadrados, com os lados
com vinte e cinco pés de altura. O telhado então se inclinava para cima até um
alto pico no centro. Uma torre em forma de pirâmide se estendia para cima do
centro do pico para uma altura de cerca de oito pés, através do qual um mastro
era apoiado atingindo uma altura de cerca de 200 pés. No topo do mastro estava
uma bola de cobre de três pés de diâmetro. Um pesado fio condutor corria desta
bola de cobre para baixo do mastro, então conectado à grande bobina secundária
do aparato elétrico na choupana.

Energia, da qual era fornecida por um gerador da Colorado Springs Electric
Power Company há umas poucas milhas de distância, era alimentada no sistema
transformador e aumentada para cerca de 30,000 volts. Esta era então alimentada
em um condensador. Quando o condensador atingia a capacidade, ele
descarregava em uma bobina. Isto fornecia uma corrente de alta frequência
continuamente oscilante. A bobina primária era construída de pesados fios em
uma cerca circular como um arranjo de cerca de setenta e cinco pés de diâmetro.

No centro, a bobina secundária, cerca de dez pés de diâmetro, era soprada com
aproximadamente setenta e cinco turnos em uma composição de dez pés de
altura. Esta bobina interna era anexada à uma placa de cobre enterrada
profundamente no chão em um fim, e o outro fim conectado à bola de cobre no
topo do mastro. As duas bobinas eram sintonizadas perfeitamente uma à outra e
criavam ressonâncias elétricas na ordem de 100 milhões de volts.

O sistema inteiro funcionava como uma gigantesca bomba de ar elétrica, e
capacitava Tesla a impulsionar massivas descargas de energia para oscilar entre a
Terra e a atmosfera circundante. Durante suas experiências com esta fantástica
peça de equipamento, ele causava vastos raios de relâmpago emitidos pra fora da
bola de cobre no ar, e trovões feitos pelo homem à luz do dia, assustavam os
seres viventes da população por milhas em volta. Ele finalmente sucedeu em a
planta geradora em Colorado Springs devido à sobrecarga elétrica colocada sobre
ela. Isto, claro, não fez dele muito popular com o conselho local. E ele teve de
realizar extensivos reparos à planta antes que ele fosse capaz de continuar com
seu trabalho.

Ele descobriu que uma média de 150,000 oscilações por segundo, na qual
produziam pulsações elétricas com o comprimento de onda de 2000 metros, era
necessário para produzir os efeitos que ele requeria na transmissão de energia
útil através da Terra.

Se nós convertermos o comprimento de onda de 2000 metros para um minuto
do arco, ou milha náutica equivalente na superfície da Terra, o resultado é
1.0792237. O valor experimental estava dessa maneira, à 1.08 minutos do arco,
ou vinte milésimos da circunferência da Terra. 21600 minutos divididos por 1.08.
O número exato de ciclos para obter um comprimento de onda de 1.08 minuto
seria 149892.18 por segundo. Isto sintonizaria o transmissor em harmonia com o
sistema de grade mundial.

Nos primeiros estágios de meu trabalho, eu me perguntava por quê eu não
poderia obter harmônicos puros de todos os meus cálculos quando lidando com
substâncias físicas – isto é, exatamente 144 para a luz harmônica, etc. Tesla
relatou que não era possível obter ressonância pura ou vibrações harmônicas,
porque se estas fossem então matéria em si, se desintegrariam. Uma certa
quantidade de resistência deve ser permitida para evitar a completa destruição da
substância física.

Ele testou sua teoria de transmissão de energia iluminando 200 lâmpadas
incandescentes numa distância de vinte e seis milhas do laboratório enquanto o
oscilador gigante estava operando – a energia sendo diretamente extraída da
Terra. Cada lâmpada requeria cerca de 50 watts de força – um total de 13hp. A
eficiência alegada foi de 95 porcento.

A Century Magazine publicou um artigo na edição de junho de 1900 relatando
comentários feitos por Tesla em relação às suas experiências no Colorado: “Por
mais que os resultados extraordinários devam parecer, eles não são mais do que
frívolos comparados com aqueles alcançáveis por aparatos projetados nestes
mesmos princípios. Eu tenho produzido descargas elétricas da vigente rota da
qual, de uma ponta à outra, era provavelemente de mais que 100 pés de
comprimento; mas não seria difícil atigir comprimentos 100 vezes maiores. Eu
tenho produzido movimentos elétricos na média de aproximadamente 100,000
cavalos, mas médias de um, cinco ou dez milhões de cavalos são facilmente
praticáveis. Nestas experiências, os efeitos foram imcomparavelmente maiores do
que já foram produzidos por quaisquer empresas humanas e ainda assim, estes
resultados são mais do que um embrião do que está para se tornar”.




Tesla tinha agora toda a informação que ele precisava para estabelecer uma
estação para transmitir energia para qualquer lugar no mundo, mas antes nós
irmos discutir suas atividades posteriores, deixe-nos dar uma olhada mais
próxima no local que ele escolheu no Colorado, onde ele testou todas as suas
teorias e encontrou provas positivas da estrutura harmônica da natureza. Em um
de seus artigos não publicados, ele tinha relatado em parte que:

 “Há muito tempo atrás, ele (homem) reconheceu que toda a matéria perceptível vem de uma
substância primária, de uma tenuidade além da concepção, preenchendo todo o
espaço, o Akasa, ou Éter Luminoso, no qual é acionado sob o prana vivificante, ou
força criativa, gerando existência, em ciclos intermináveis, todas as coisas e
fenômenos. A SUBSTÂNCIA PRIMÁRIA, LANÇADA EM TURBILHÕES INFINITESIMAIS
DE VELOCIDADE PRODIGIOSA, SE TORNA MATÉRIA BRUTA; A FORÇA SUBSIDINDO,
O MOVIMENTO CESSA E A MATÉRIA DESAPARECE, REVERTENDO-SE PARA A
SUBSTÂNCIA PRIMÁRIA”.

Suas experiências mostraram a ele (como eu tenho descoberto na minha própria
maneira desajeitada) que a matéria não é nada mais do que uma complexa matriz
de formas de onda entrelaçada juntas pela ressonância harmônica. 

A energia inerente na matéria poderia ser penetrada se o segredo da estrutura geométrica
das formas de onda pudesse ser quebrado. 

Parece que, pelos cálculos, ele tinha
descoberto que, sintonizar, por assim dizer, para esta bola de energia que nós
chamamos de Terra, ele teria de estabelecer seu aparato em um ponto particular
em sua superfície para assegurar que as ondas que ele propunha transmitir no
mesmo passo com a ambiente natural. Colorado Springs era umas das posições
ideais que eram acessíveis para ele.

A posição de Colorado Springs é dada como 38 graus, 50 minutos latitude norte
e 104 graus, 50 minutos latitude oeste. Cálculos que tem sido realizados
recentemente para este arco mostram que uma posição teórica de 38º 49'
31.629'' latitude norte e 104º 52' 22'' latitude oeste seriam a posição para
estabelecer uma experiência do tipo de Tesla.

As posições exatas onde Tesla construiu seu transmissor é desconhecida para
mim, mas eu creio que isso não estava muito distante daquela teórica.
Durante os meus anos de pesquisa, eu descobri que alguns estabelecimentos
científicos tem sido posicionados de tal maneira que os valores de latitude
estabelecem um harmônico devido à distância relativa do Equador e do Pólo Sul
ou Norte. Eu também tenho descoberto que há valores harmônicos acima e abaixo
das unidades normais de graus minutos e segundos em medições circulares. A
divisão ou multiplicação é efetuada pelo valor harmônico de 6. Então:

Para a posição de latitude teórica nós temos:
Distância ao Pólo Norte = 51.174548 graus
Distância do Equador = 38.825453
Diferença = 12.349095 graus
Dividido por 6 = 2.0581825 unidades
Multiplicado por 2 = 4.116365 unidades
Elevado ao quadrado = 16.9444 unidades

O harmônico 169444 está relacionado à MASSA, GRAVIDADE e COMUNICAÇÃO e
será demonstrado muitas vezes em meus trabalhos posteriores. O método de
cálculo também segue um padrão regular. A maior deslocamento do círculo entre
longitude 104º 52' 22'' oeste e 90º 00' 00'' oeste, na mesma latitude, também
estabelece um importante harmônico. O valor: 694.44 minutos do arco. Este é o
harmônico recíproco da velocidade da luz da Grade, 144000 minutos do arco por
segundo da Grade, em espaço livre.

Tesla deve ter sido bem ciente da importância da posição que ele escolheu, mas
manteve as razões rigorosamente guardadas em segredo. É interessante notar
que nessa mesma área, os militares escolheram estabelecer o maior complexo
elétrico do mundo – o North American Defence Command, NORAD. Eu não estou
contando contos fora da escola aqui, porque outras publicações já tem apontado
este fato. A captação de uma foto do posto de comando, numa publicação que eu
tenho, grátis para qualquer pessoas do público que deseje comprar uma, relata:

“A principal posição do grupo de batalha no centro de combate de operações (COC
– combat operations centre) nos quartéis-generais do North American Defence
Command (NORAD), Colorado Springs, Colorado, em frente a uma área de
exibição que permite os observadores verem as posições de objetos voadores
centenas de milhas de distância. NORAD (COC) é enganchado por todas as
unidades subordinadas do NORAD e todos os maiores postos de comando no
continente”.

Eu tenho certeza que os russo também estão totalmente cientes da
significâncias desta posição e que eles também tem postos de comando similares
estabelecidos no território russo, então, eu não estou dizendo nada que não
possa no sentido mais remoto ser denominado de segredo militar.
Do ponto de vista público embora, uma das razões se torna clara do por quê o
trabalho e as descobertas de Tesla continuam suprimidas: a aplicação militar de
suas descobertas foi considerada muito mais importante do que o bem-estar do
cidadão comum o mundo.

Tesla estava agora pronto para construir seu sistema de energia mundial. Com
uma concessão de dinheiro de $150,000 doados pelo banqueiro J.P. Morgan, ele
foi capaz de começar de sua energia sem fio mundial e estação de rádio.
O local que ele selecionou para esta estação estaria em um espaço de terra
pertencente à James S. Warden, um advogado e banqueiro. Isto foi em Shoreham,
em Suffolk County, Long Island. A ideia de Tesla era criar uma cidade de rádio da
qual informação seria transmitida em todos os comprimentos de onda. Eu
descobri uma vez mais que muito melhor do que minha própria descrição
inadequada, as palavras relatadas do próprio Tesla dão mais do que uma ideia da
magnitude do empreendimento:

“O sistema mundial resultou de uma combinação de várias descobertas original
feitas pelo inventor no decorrer de longa pesquisa e experimentação continuadas.
Isso faz possível não somente as instantâneas e precisas transmissões sem fio de
qualquer tipo de sinais, mansagens ou caracteres para todas as partes do mundo,
mas também a interconexão do telégrafo existente, telefone e outras estações de
sinais sem qualquer mudança em seu equipamento presente. Isto significa, por
exemplo, que um assinante de telefone aqui, possa ligar para qualquer outro
assinante no globo. Um receptor barato, não muito maior do que um relógio de
bolso, vai capacitá-lo ouvir em qualquer lugar da Terra ou do mar, um discurso
narrado, ou música tocada, em algum outro lugar, todavia distante. 

Estes exemplos são citados meramente para dar uma ideia das possibilidades desse
grande avanço científico, que aniquila distância e faz esse perfeito condutor, a
Terra, disponível para todos os propósitos inumeráveis que a ingenuidade
humana tinha descoberto por um fio de linha. Um resultado de pesquisa mais
profunda disso é que qualquer aparelho capaz de ser operado através de um ou
mais fios (em uma distância obviamente restrita) pode como que consciente, ser
ativado, sem condutores artificiais, e com a mesma facilidade e precisão, em
distâncias as quais não há limites além daqueles impostos pelas dimensões físicas
do globo. Dessa forma, não somente novos campos vão estar inteiramente para a
exploração comercial abertos por este método ideal de transmissão, mas os
velhos vastamente extendidos”.

“O sistema mundial é baseado na aplicação das seguintes importantes invenções
e descobertas:

1 – O Transformador Tesla: Este aparato está na produção de vibrações elétricas,
tão revolucionário quanto a pólvora era na guerra. Correntes muitas vezes mais
fortes do que qualquer coisa já gerada por meios comuns, e descargas de cerca
de 100 pés de comprimento, tinham sido produzidos pelo inventor com um
instrumento desse tipo.

2 – O Transmissor Ampliador: Esta é a melhor invenção de Tesla – um
transformador peculiar especialmente adaptado para excitar a Terra, na qual é, na
transmissão de energia elétrica, o que o telescópio é em observação astronômica.
Pelo uso deste maravilhoso aparelho, ele já estabelecia movimentos elétricos de
maior intensidade do que aqueles do relâmpago, e passava uma corrente
suficiente para acender mais de 200 lâmpadas incandescentes em volta do globo.

3 – O Sistema Sem Fio Tesla: Este sistema compreende muitas melhorias e é o
único conhecido que se destina a transmitir, economicamente, energia elétrica a
uma distância sem fios. Cuidadosos testes e medições em conexão com uma
estação experimental de grande atividade, erigida pelo inventor em Colorado,
demonstrou que energia em qualquer quantidade desejada, pode ser transportada
livre através do globo se necessário, com uma perda não excedendo uns poucos
porcento.

4 – A Arte da Individualização: Esta invenção de Tesla, está para a sintonização
primitiva o que a linguagem refinada está para a expressão inarticulada. Ela torna
possível a transmissão de sinais ou mensagens absolutamente secretas e
exclusivas em ambos aspectos ativo e passivo, isto é, sem interferência bem
como não interferível. Cada sinal é como uma identidade inconfundível do
indivíduo, e virtualmente não há limites para a quantidade de estações ou
instrumentos que podem ser simultaneamente operados sem o mais leve
distúrbio mútuo.

5 – As Ondas Estacionárias Terrestres: Esta maravilhosa descoberta,
popularmente explicada, significa que a Terra é responsiva às vibrações elétricas
de nível definido, assim como a sintonização bifurcada é para certas ondas do
som. Estas vibrações elétricas particulares, capazes de poderosamente excitar o
globo, prestam-se a inumeráveis usos de grande importância comercialmente e
em muitos outros aspectos.”

“A primeira casa de energia de sistema mundial pode ser posta em operação em
nove meses. Com esta casa de energia será prático realizar atividades elétricas de
até dez milhões de cavalos e é designada para servir para quantos
empreendimentos técnicos forem possíveis sem gastos indevidos. Entre estes, os
seguintes devem ser mencionados:

1 – Interconexão das trocas de telégrafos existentes ou escritórios por todo o
mundo.

2 – Estabelecimento de um serviço de telégrafo do Governo secreto e nãointerferível.

3 – Interconexão de todas as trocas de telefone presentes ou escritórios por todo
o globo.

4 – Distribuição universal de notícias gerais, por telégrafo ou telefone, em
conexão com a imprensa.

5 – O estabelecimento de um sistema mundial de transmissão de inteligência para
uso privado exclusivo.

6 – Interconexão e operação de todos os bilhetes de mercadorias do mundo.

7 – Estabelecimento de um sistema mundial de distribuição musical, etc.

8 – Registro universal do tempo por relógios baratos indicando a hora com
precisão astronômica e não requerendo nenhuma atenção de qualquer maneira.

9 – Transmissão facsímile de caracteres tipográficos ou escritos à mão, cartas,
cheques, etc.

10 – Estabelecimento de um serviço de marinha universal capacitando todos os
navegadores de todos os navios guiarem-se perfeitamente sem bússola,
determinar a exata localização, hora e velocidade, para evitar colisões e desastres,
etc.

11 – Inauguração de um sistema mundial de impressão em terra ou mar.

12 – Reprodução em qualquer lugar do mundo de figuras fotográficas e todos os
tipos de desenhos ou gravações”.

O complexo que Tesla planejou construir em Long Island para trazer tudo isto
para a realização era naquela época algo como que tirado de um drama de ficção
científica. A torre para o transmissor era construída em uma larga base circular de
fortes vigas de madeira, com todos os utensílios de metal necessários produzidos
do cobre. Ela afilava-se até o topo e erguia-se à uma altura de 154 pés. Galagado
sob isto, estava uma estrutura hemisférica colossal para formar o eletrodo. O
esqueleto disso também era formado de madeira e seria revestido de cobre.

Não muito longe da base da torre, estava um grande bloco de construção
designado para abrigar toda a intrincada maquinaria necessária para gerar
massivas quantidades de energia requerida para operar a estação. Muito do
equipamento era de design especial e Tesla teve uma grande quantidade de
preocupação em ter algumas delas fabricadas. Em 1902, a torre e edifício de
controle foram completados.

Logo depois disto, tudo começou a dar errado para Tesla. Ele teve problemas
para ter suprimentos de equipamentos que ele requeria e os picaretas financeiros,
que até então tinham sido altamente entusiastas a respeito do projeto, retiraram
seu apoio. O projeto inteiro entrou em colapso. Um plano que Tesla tinha para
criar uma estação similar nas Cataratas do Niágara por interesse canadenses
também foi abandonado. Ele nunca se recuperou totalmente deste revés. Ele
nunca mais recebeu o dinheiro que ele necessitava para realizar experiências em
larga escala.

As razões para isto eram, e ainda são, veladas em mistério, e em 1943, ele
morreu sozinho, em um quarto de hotel em Nova Iorque, um homem pobre e
quase esquecido.

Este pequeno resumo da vida de Nikola Tesla não é nada comparado à cobertura
de suas realizações que ele merece. Um grande volume teria de ser escrito nada
mais do que justiça a esse gênio da eletricidade que dedicou sua vida tentando
dar a seus semelhantes uma base para um novo e maravilhoso mundo. Por que
ele foi parado? Seriam os sonhos de um sistema de energia universal permitido às
nações mais pobres avançar muito rapidamente? Poderia ser que as companhias
internacionais teriam percebido que seria difícil controlar tal sistema? Muitas
questões – mas nenhuma resposta. Eu apenas espero que os estudantes do futuro
tomem tempo para estudar os trabalhos de Nikola Tesla e algum dia empenho
para completar seu sonho.

A razão para a localização do sistema de energia mundial em Wardenclyffe, na
área de Soreham de Long Island teria sido também por causa das geometrias
envolvidas. Se a estação estivesse para operar em máxima eficiência, ela teria de
ser estabelecida em uma posição que assegurasse que a propagação das formas
de onda eletromagnéticas estivesse em perfeita harmonia com a estrutura
atômica da Terra. Os elétrons de cada átomo de cada elemento teria de ser
ressonados a fim de transmitir a nergia sendo concedida.

Durante a Primeira Guerra Mundial, a Torre Wandercliffe foi dinamitada por
alguma razão obscura, e muitos traços das atividades de Tesla na área totalmente
destruídas.

Na época da escritura do rascunho inicial deste capítulo, eu fui incapaz de
encontrar a localização exata do local da torre, por causa das escassas gravações
deixadas pra trás pela observação pública.

Eu publiquei uma posição teórica em meus primeiros trabalhos que mostravam
uma série de harmônicos, mas nunca estava satisfeito com os resultados. Um de
meus leitores na Inglaterra decidiu me ajudar com o problema e escreveu para um
amigo dele que vive em Long Island perguntando se seria possível identificar com
exatidão o local. Ele enviou os resultados de sua questão para mim e eu cito uma
seção de sua carta:

“Eu mencionei para um amigo que vocês foram incapazes de localizar o local da
Torre de Tesla. Bem, isto produziu uma reação inesperada de meu amigo porque
está um pouco em volta da extremidade de onde ela vive nos terrenos da Pearless
Company. De fato, a estrada que corre do outro lado da cerca divisória, a 50
jardas da base de concreto octogonal, é chamada de Tesla Street.

Pearless respondeu que, de acordo com o departamento de rodovias
(presumivelmente Suffolk County), as coordenadas são como as segintes:
40º 56' 50.3'' norte/ 72º 53' 55.6'' oeste”.

No mínimo, uma posição estava disponível para estudo, embora eu não tenha
sido capaz de checar a posição. Se qualquer leitor puder fornecer mais
informação, eu seria muiro grato.

Os cálculos por computador indicaram que Tesla estava em possessão de
conhecimento muito além de sua época. Se a posição do transmissor estivesse
quase correta, então a disposição geométrica estava diretamente relacionada às
equações unificadas descobertas em meu trabalho no sistema de grade mundial.

O deslocamento do maior círculo do transmissor até um ponto de longitude de
180º 00' 00'' na mesma latitude, era:
269375.57 segundos do arco.

Isto era extremamente próximo à energia harmônica derivada da equação
unificada em relação à velocidade da luz na superfície da Terra, descoberto em
minha pesquisa mais recente:
269364.5 harmônico.

A diferença de por volta de onze segundos do arco daria como erro de cerca de
800 pés, que não é tão ruim para referência de mapa normal. Veja o diagrama:
A disposição longitudinal indicava que Tesla tinha escolhido uma posição
harmonicamente sintonizada ao recíproco do meridiano de Greenwich.
Um artigo publicado no “Arizona Republic” no domingo, 2 de setembro de 1984,
em respeito às experiências de Tesla, continham alguma informação interessante,
que mostrava um relacionamento com os harmônicos da grade.

Cito:
Com um vibrador do tamanho de um bolso, ele falou aos repórteres, ele poderia
gerar tremores ressonantes que poderiam dividir a Terra em duas. Ele deu sua
frequência de ressonância como uma hora e 49 minutos. Qualquer que seja a sua
plausibilidade de seu esquema de repartir a Terra, a estimativa mais precisa da
frequência da Terra dirigiu-se a estar mais próxima à marca, como foi
demonstrado durante o grande terremoto chileno de 1960, quando geofísicos
foram capazes de medir o tempo que as ondas levaram para viajar pra trás e pra
frente através da Terra.

Fim da citação.
Eu apenas me perguntei que base de tempo a frequência da Terra estava
baseada e depois de vários cálculos descobri que ela estava relacionda
diretamente com o ciclo anual da Terra em torno do Sol de 365.25 dias.

Um ano da Terra = 365.25
= 8766 horas
uma hora e 49 minutos = 1.8166 horas
8766 dividido por 1.8166 = 4825.3211
raiz quadrada de 4825.32 = 69.464
Nos termos da grade, o harmônico recíproco da velocidade da luz (144,000
minutos do arco por segundo da grade, no espaço livre, relativa à superfície da
Terra) é 69444444.
Se nós trabalharmos o ordem inversa deste valor harmônico, então:
69.444444 elevado ao quadrado = 4822.5308
8766 dividido por 4822.5308 = 1.8177178
1.8177178 horas = uma hora 49 minutos
03.7842 segundos

Os resultados são tão próximos que eu me arriscaria a dizer que a frequência
ressonante da Terra está diretamente relacionda à velocidade da luz.
Outro ponto interessante que eu creio que nós devemos notar é que Tesla
insistia que 60 ciclos por segundo seria a frequência mais eficiente para usar em
todos os alternadores e motores produzidos de suas patentes. Houve muita
oposição a isso por parte dos homens práticos e fabricantes do campo, mas Tesla
impôs sua posição e, até hoje, 60 ciclos por segundo é a frequência usada na
transmissão de corrente alternada.

Por quê? Foi descoberto que uma das frequências naturais básicas da Terra é de
seis ciclos por segundo. Tesla pegou um harmônico de 6, que seria o mais
prático.

13 – COMUNICAÇÃO ESPACIAL
OS CIENTISTAS ESTÃO COMEÇANDO A CONCORDAR PUBLICAMENTE QUE NÓS
não estamos sozinhos no universo. Milhões de mundos similares ao nosso devem
existir e as vantagens são que em muitos deles a vida tem se desenvolvido muito
da mesma maneira como tem sido na Terra. Algumas civilizações irão estar
apenas começando, outras irão estar muito além de nossas realizações aqui, e
possivelmente muitas delas tem atingido o estágio de vajar livremente através de
vastas distâncias do espaço.

Nosso próprio progresso foi razoavelmente rápido no último século, e não vai
levar muito tempo antes que nós estejamos prontos pra tentar nossa primeira
aventura nas profundezas do espaço. Se nós tivermos vizinhos, nosso primeiro
passo será comunicarmos por meios de sinais transmitidos antes que nós
tomemos o passo mais difícil de construir veículos para levar-nos lá. De fato, se
nós pudermos nos comunicar de alguma maneira, nós poderemos possivelmente
ganhar informação vital da raça mais avançada que nos capacitaria a realizar uma
sondagem nas profundezas do espaço muito em breve.

O problema é, que método, e com que tipo de transmissão isto pode ser
realizado mais eficientemente? A transmissão comum de rádio não é a resposta,
já que vastas quantidades de energia e equipamento extremamente dispendioso
são requeridos para transmitir um sinal para qualquer distância. Mesmo na
velocidade da luz, um fator de tempo está envolvido se nós esperarmos contatar
muitos dos sistemas estelares mais próximos. Comunicação não é uma
perspectiva muito prática se nós tivermos de esperar muitos anos por uma
resposta.

O melhor e mais eficiente método, como eu o vejo, é delinear um sistema pelo
qual as frequências de comunicação sejam sintinizadas à estrutura da matéria e
as formas de onda harmônicas que permeiam todo o espaço. Com o sistema de
antena correto, e porções de frequência a se equiparar, deve ser possível
encontrar um atalho para alcançar mundos muito distantes que nos interessam.
Nosso planeta é uma bola ressonante de formas de onda sintonizada aos
campos unificados do espaço, então, qual a melhor antena que nós poderíamos
usar para transmitir sinais inteligentes através do cosmos do que a própria Terra?

Se um método pudesse ser encontrado para sobrepor formas de onda codificadas
dentro da grade natural da Terra, então elas se permeariam através do espaço
dentro dos campos eletromagnéticos no qual se juntam todos os corpos
planetários do universo.

Para fazer isto, nós teríamos que pegar uma posição geométrica na superfície da
Terra que seria harmonicamente associada com a estrutura do átomo. Então nós
teríamos de elaborar um sistema de antena que nos capacitaria ressonar o mundo
inteiro. Isso então se tornaria uma antena de transmissão esférica de imenso
potencial impulsionando qualquer sinal imposto sobre ele pra ser espalhado por
toda a galáxia.

É possível que sem conhecimento para a Marinha dos Estados Unidos, eles
resolveriam o problema. Com nossa tecnologia atual, e uns poucos milhões de
dólares, o trabalho possa ser feito.

Na edição de 16 de agosto de 1973 da New Scientist, eu encontrei um artigo
entitulado “New Home For America's Doomsday Radio”.

Projeto Lápis Vermelho – os transmissores propostos para enviar sinal de
retaliação para os mísseis submarinos da América seguido de um ataque nuclear –
foi silenciosamente colocado de volta em marcha, tendo sido mantido de nós por
quatro anos por protestos ambientais. Dois novos locais foram selecionados para
as antenas que se estendem por literalmente milhares de milhas quadradas e
emitem suas mensagens submarinas através da crosta da Terra.

O Projeto Lápis Vermelho, como é conhecido, irá, se e quando completo,
capacitar o Presidente dos Estados Unidos ativar seu segundo ataque de mísseis
da força submarina descansando escondida nos profundos canyons na base do
oceano. Ele irá fornecer as únicas ligações de comunicações restantes entre uma
América continental destruída pelo fogo de um ataque nuclear e a frota de
submarinos profundamente submergida que vai arremessar retaliação contra seu
agressor.

O Lápis Vermelho vai usar frequências extraordinariamente baixas – em algum
lugar entre 30 e 100 hertz, no qual nunca foi usado antes para propósitos de
comunicação. Sua maior vantagem é que eles irão propagar através da crosta
terrestre, penetrando as curvas do oceano por baixo – fornecendo comunicação
por rádio com submarinos profundamente submergidos pela primeira vez.

As antenas enterradas do Lápis Vermelho irão ter de cobrir uma área de até 100
milhas quadradas, e vão ter de carregar correntes tão fortes que nas primeiras
experiências que eles tocaram as chamadas de telefone, interferiram com a
recepção de TV e cercas eletrificadas na superfície acima. A marinha tem
concedido contratos no valor de três milhões de dólares para propostas de
planejamento por um sistema e espera colocar os contratos de desenvolvimentos
de larga escala no próximo ano.

O uso de frequências do Lápis Vermelho anteriormente empregados somente em
grades de eletricidade nacionais, é somente um exemplo extremo de uma
tendência a longo prazo em comunicações por rádio com submarinos. As
convencionais ondas mf, hf, vhf são rapidamente absorvidas pela água-mar e não
podem ser usadas. Mas mesmo antes da Primeira Guerra Mundial percebeu-se que
abaixo de cerca de 40 KiloHertz, a atenuação rapidamente cai e a comunicação se
torna impossível. Conforme a frequência é reduzida de 40 para 10 KiloHertz, a
atenuação cai de 2.2 para 1.1 decibéis por pé. Todos os poderes navais tem há
muito tempo, estações operando na parte mais baixa desta banda de frequência.
Infelizmente qualquer antena de rádio se ela for um radiador eficiente, deve ter
um comprimento igual à no mínimo, um quarto do comprimento de onda da onde
de rádio a ser transmitida. Nestas frequências, os comprimentos de onda são tão
enormes (digo 20 milhas) que isto não é fisicamente possível. Estações de
frequência muito baixa (vlf) são todas de tamanho grande e usam energias muito
altas para compensar a baixa eficiência de suas antenas.

Em 1969, vários grupos de pesquisa do Projeto Lápis Vermelho estavam em
existância: a RCA tinha um contrato de 4,5 milhões de dólares para operar uma
fábrica de testes; a Marinha Americana tinha 20 milhões de dólares colocados de
reserva para pesquisa no ano seguinte; e houve rumores de um sistema de 1,5
milhões de dólares.

A ideia era enterrar os cabos da antena abaixo da superfície em numa grade de
22,000 milhas quadradas medindo 150 milhas por 150 milhas. Os retângulos do
padrão da grade seriam oito milhas por oito milhas, e em cada ponto de
intersecção estaria um amplificador alimentando a corrente na grade. A fluição de
corrente máxima seria 300 amps e isto criaria um campo magnético de um gauss
e um campo eletromagnético de 0.35 volts por metro.

A marinha selecionou dois locais possíveis para a grade de antenas. Um está
acima do tão chamado Llano Uplift, uma formação rochosa nanocondutora 45
milhas a noroeste de Austin, Texas. A outroa é a Península Alta de Michigan, onde
o leito de rocha é parte do Laurentian Shield. A força total será da ordem de 10
megawatts. A informação dada indica que a melhor área para construir a grade de
antena dependeria do tipo de estrato da rocha abaixo do nível do solo. O tipo
certo de estrato agiria como um guia de ondas, como é sugerido.

De acordo com minha pesquisa, o tipo de estrato de rocha não teria efeito na
transmissão de ondas por rádio. O fator, como eu o vejo, que controlaria a
eficiência do sistema seria a latitude e longitude da posição escolhida. Por causa
disso, eu creio que o local sugerido a noroeste de Austin, Texas, seria uma
localização ideal para o trabalho.

Em meus primeiros livros, eu tinha mostrado uma posição a noroeste de Austin
que daria uma série de harmônicos da grade. Agora, muitos anos depois, eu
tenho acesso a muito mais informação que me capacita calcular uma posição mais
precisa, que é deslocada somente levemente da original.

O diagrama irá mostrar que a latitude estabelece um harmônico geométrico que
está diretamente relacionado a duas vezes a velocidade da luz – 288. A velocidade
da luz no espaço livre sendo de 144,000 minutos do arco por segundo da grade,
relativo à superfície da Terra. A velocidade da luz, de acordo à teoria da grade,
varia de 144,000 minutos do arco por segundo da grade no espaço livre, para
143,795.77 minutos do arco por segundo da grade na superfície da Terra. (Veja
meu trabalho, “The Bridge to Infinity”).

A distância do grande círculo entre a posição da antena e longitude 180º oeste,
na mesma latitude, é 4116.36 minutos do arco. Um estudo de todos os meus
trabalhos irá mostrar que o quadrado deste número dá um valor harmônico de
169444. Outras seções de meus estudos publicados irão mostrar que este
harmônico está diretamente relacionado à massa, gravidade e comunicação por
comprimento de ondas.

Um fato mais além, mais importante, é que a distância do grande círculo entre a
posição da antena e o pólo da grade “B” no norte, é o harmônico de duas vezes a
velocidade da luz na superfície da Terra, ou 2875.9 minutos do arco. O pólo da
grade “B” está deslocado 694.44 minutos do arco do pólo geográfico norte, que é
o recíproco harmônico da velocidade da luz no espaço livre.

A interação de todos esses fatores assegurariam que todas as transmissões das
posições teóricas estabeleceriam campos unificados harmonizados com a
estrutura geométrica da própria matéria. Mas isso não é tudo. As dimensões das
antenas, o espaçamento na área coberta, são todos requerimentos vitais
necessários para sintonizar nosso mundo no Cosmos.

O comprimento de cada lado da grade de antena é: 130.1691208 minutos do
arco, (149.89171 milhas estatuto). Portanto, a área coberta pela grade seria:
16944 minutos quadrados do arco, (ou milhas náuticas quadradas). O hamrônico
de massa, gravidade e comunicação. O número das áreas retangulares anexadas
pela grade de antena, não incluindo o quadrado do centro, seria 288, o
harmônico de 2C, onde “C” equivale à velocidade da luz.

Cada pquena seção de quadrado teria um comprimento do lado de 6.944
minutos do arco, ou milhas náuticas. Este valor é o recíproco harmônico da
velocidade da luz. 6.944 milhas náuticas é igual a 7.99612 milhas estatuto (8
milhas).

Então parece que se as antenas forem espaçadas em 7.9912 milhas estatuto e os
lados do quadrado cobertos pelo sistema são de 149.928694 milhas estatuto de
extensão, nossa antena seria estritamente sintonizada à estrtura do Átomo.
Qualquer sinal transmitido por tal sistema deveria, em teoria, viajar uma grande
distância no espaço.

Olá vizinho.
Desde a publicação deste capítulo, a construção do sistema de antena se tornou
uma questão ambiental e o projeto tem sido adiado. Infomrações mais recentes
sugerem que o projeto deve ser transferido para um local perto de Crystal Falls,
em Wisconsin. O dado comprimento da antena e o local da posição tambpem
indicariam associações harmônicas similares.

Mostrando as relações geométricas da antena subterrânea para os harmônicos
da grade
dislocamento latitude para o pólo norte = 59.4º
dislocamento latitude para o equador = 30.6º
diferença = 28.8º
deslocamento relativo = 288 harmônico – 2C
distância A-B 4116.36 minutos do arco.
Este valor quadrado = 169444 harmônicos

O valor 169444 foi descoberto ter conexões com os hamônicos de massa,
gravidade e comunicações. O número das áreas retangulares anexadas pela
grade de antena, sem incluir o quadrado do centro é de 288, o harmônico de 2C,
onde C equivale a velocidade da luz. O número dos ampilificadores, mostrado
pelos pontos de cada intersecção de antena, é 324. Este harmônico é mostrado de
várias maneiras por todo o livro. 8 x 6.9444 = 55.555.
Mostrando a estrutura da grade teórica da antena subterrânea ressoando a
Terra:

Dimensões da grade de entena em minutos do arco:
(A) 55.555 (55.555 ao quadrado = 3086.358025, o recíproco de 324)
(B) 130.1691208
(C ) 18.489
(D)centro da posição da antena da grade
O quadrado de 130.1691208 é igual à 16944

14 – PRA ONDE FORAM TODOS OS AVIADORES?
CINCO DE DEZEMBRO DE 1945. UM VÔO DE CINCO AVIÕES BOMBARDEIROS
torpedeiros Avenger da Marinha dos Estados Unidos decolaram de Fort
Lauderdale, Flórida, e voaram sob um mar razoavelmente calmo. As condições do
tempo eram boas. O tempo era exatamente de dez minutos passados, quando o
líder berrou para a torre de controle rigorosamente seguido de quatro outros
aviões seguidos na formação. Viajando em 215 mph, o vôo lentamente perdeu-se
de vista quando os bombardeiros buscavam uma saída em um curso em direção
leste sob o Atlântico.

O plano elaborado pelo líder do vôo mostrava que o curso proposto tomaria a
formação de 160 milhas leste até os Bahamas, então ao norte por 40 milhas, e
então finalmente voltar para um curso direto que traria os cinco aviões de volta
para a estação aérea naval. Em menos de duas horas, o vôo seria completado, os
aviões de volta ao solo.

Mas aquelas duas horas foram arrastadas em um pesadelo para os tripulantes
dos aviões, e eles não veriam sua base novamente. Aquele vôo foi parar nos anais
da história da Força Aérea como o maior mistério aeronáutico de nossa época.

Conversas chegaram da formação às 3:35 pm, quando uma estranha mensagem
de rádio foi recebida na torre de controle de operações em Fort Lauderdale. O
líder do vôo falava de uma maneira assustada; ele estava obviamente preocupado.
Ele transmitiu por rádio: “Nós perecemos estar fora de curso. Eu não tenho
certeza de nossa posição”.

Mais chamadas foram recebidas pela hora seguinte, e em cada vez, o líder
parecia cada vez mais perdido em como o que estava acontecendo com seu vôo –
e em como onde ele estava.

Por volta das 4horas daquela tarde estranha, uma breve conversação de rádio foi
ouvida pelos ouvintes na torre de controle. O líder do vôo, pelo som de sua voz,
começava a entrar em pânico; ele passou o comando para outro piloto. A última
mensagem do agora atrasado vôo foi recebida às 4:25 pm.

“Nossa posição ainda não está certa”, dizia a mensagem. “Creio que nós estamos
a cerca de 225 nordeste da base”.

Com a recepção desta mensagem oblíqua, um hidroavião Martin Mariner,
equipado com equipamento de resgate e sobrevivência, foi apressadamente
colocado em prontidão e e despachado para a posição estimada dos Avengers, a
fim de guiá-los para casa. Enquanto isso, a torre de controle estava
desesperadamente tentando suscitar o comandante do vôo, mas nada mais era
ouvido ou de qualquer um dos outros pilotos. Era como se, não obstante, o vôo
nunca tivesse acontecido.

Os ansiosos operadores da torre então tentaram contatar o Marine que tinha
sido enviado para ajudar os Avengers a encontrar seu caminho pra casa. Não
havia resposta. A comunicação com todos os seis aviões foi perdida.
Entrementes, o pessoal de operações estava totalemente alarmado. A guarda
costal em Miami foi contatada, e quase imediatamente um avião de resgate da
guada costal foi enviado para seguir a rota dos outros aviões. Depois de uma
busca completa da última posição estimada, o piloto da guarda costal reportou
que nenhum sinal dos seis aviões desaparecidos podia ser encontrado.
Embarcações de superfície forma enviadas e a área foi averiguada através da
noite. Pela manhã, haviam doze navios metodicamente expolrando o mar, e logo
se juntaram a eles 240 aviões de busca, voando numa rota da Flórida para as
Bahamas.

Por dois dias, uma busca incessante prosseguiu-se. A éra, examinada pelo mar e
pelo ar como nunca tinha sido antes, estendia-se à 300 milhas da costa sob o
Atlântico, e 200 milhas no Golfo do México.

Nenhum único vestígio dos seis aviões desaparecidos foi encontrado. A área de
bisca foi então transferida para as áreas perto da costa e emvolta dos sinistros
pantanais, na débil esperança de que os aviões tivessem, por alguma razão
inexplicável, voado para o interior do país. Antes que fosse terminada, a operação
de busca cobria alguns quartos de um milhão de milhas quadradas, para se tornar
a busca mar-ar mais intensiva já empreendida. Mas os resultados permaneciam
negativos. Os seis aviões tinham desaparecido, como se, não obstante, eles
tivessem sido varridos desta Terra, ou para outra dimensão.

Finalmente, com os tripulantes das buscas exaustos, a Mrinha reluntantemente
ordenou uma parada à caçada. Mas grupos de buscas continuaram a vasculhar
através da áreas terrestres, das praias, e das próprias ilhas Bahama. Por semanas,
todo entulho lançado nas praias, cada item de restos de navio, era de minuto em
minuto examinado na esperança morimbunda de encontrar algum vestígio
minúsculo, alguma minúscula parte de qualquer um dos seis aviões
desaparecidos. Nada foi encontrado.

Meses depois, um conselho de inquirição naval formalmente relatou que
nenhum vestígio dos aviões desaparecidos ou seu tripulantes tinham sido
encontrados, e que nenhuma teoria adequada poderia ser colocada adiante para
explicar seu desaparecimento.

Uma análise feita posteriormente para tentar determinar a posição mais provável
dos aviões na hora em que eles desapareceram, somente ajudou a aprofundar
ainda mais o mistério.

Tivesse o voo dos Avengers continuado num curso direto à leste, os membros da
tripulação teriam consequentemente feito contato com a Ilha Grande Asaco. Se
eles tivessem ido à nordeste, eles teriam voado sobre a Ilha Grande Bahamas, na
qual tem cerca de vinte e cinco milhas de extensão. Tivessem eles continuado na
direção sul-oriental, eles teriam avistado a Ilha Andros, ou qualquer uma do
grande número de ilhas espalhadas por volta daquela área. De fato, as únicas
áreas completamente abertas estavam quase diretamente ao norte ou ao sul, e é
muito improvável que nenhum destes cursos foi seguido pelos seis aviões
desaparecidos, já que sabiam-se que eles tinham de voar do campo aéreo em uma
direção oriental, em concordância com seus planos de vôo.

Em nehuma hora qualquer um dos membros da tripulação indicaram que terra
estava à vista nas mensagens de rádio recebidas. Em outros relatórios deste
incidente, sempre parecia que os tripulantes estavam confusos e aparentemente
desorientados – quase como se eles estivessem voando num vácuo. Eles pareciam
não saber se eles estavam voando em linha reta e nivelados, ou de cabeça pra
baixo – mar e céu pareciam ser tão confusos como se os tripulantes tivessem
tropeçado através de uma entrada escondida e tivessem entrado num mundo
atrapalhado com suas próprias regras.

A única explicação possível parecia ser que por alguma razão desconhecida, a
formação estivesse voando ao longo de um curso circular dentro do anel das ilhas
circundantes; por outro lado, foi argumentado, em algum estágio eles teriam
avistado terra.
Já que haviam cinco aviões na formação desaparecida, as chances de
desligamento dos equipamentos de navegação em cada um deles estando com
defeito eram tão remotas que seria uma impossibilidade. Todo o equipamento
tinha sido totalmente checado e passado como completamente ultilizável antes do
exercício. No evento de qualquer desastre, ou qualquer que seja a natureza, no
mínimo um dos cinco aviões teria tido tempo de enviar um sinal de perigo. Todos
os aviões e tripulantes estavam equipados com equipamento de sobrevivência
para uso no evento de um acidente de aterrissagem, ou um pouso forçoso no
mar. A mesma coisa era verdadeira para o Martin Mariner desaparecido. Além do
mais, este avião particular era abundante de equipamento de sobrevivência. Se
todos os seis aviões tivessem explodido em algum lugar, ou ido pra dentro do
mar, algum vestígio, algum item dos destroços, teria consequentemente sido
apanhado. Ainda assim, nada veio à tona – nem o mais minúsculo vestígio.
As gravações do incidente ainda estão abertas e até hoje, nehuma explicação
lógica foi posta em evidência para consideração dos misteriosos eventos daquele
dia de dezembro.
Em minha publicação anterior, Harmonic 695, eu divulguei a teoria de que o
avião tinha voado em uma área de instabilidade do espaço-tempo devido à
destruição parcial da grade mundial, em tempos antigos. Agora que eu estou
ciente de que o sistema da grade é uma manifestação natural devido à formação
da própria matéria, eu tenho checado os fatos conhecidos novamente e estimado
a rota de vôo por análise de computador.
Na época de minhas primeiras descobertas, eu não acreditava que nossos
próprios cientistas tinham o conhecimento para estabelecer qualquer tipo de
experiência que pudesse ter algum efeito, qualquer que seja, no vôo dos
Avengers; então o desaparecimento era imaginado ser causado pelas forças além
de nosso controle.
Agora, muitos anos depois, a evidência em mãos indica, sem dúvida alguma, que
os cientistas tinham uma grande quantidade de conhecimento teórico em relação
à estrutura do espaço-tempo e que várias experiências estavam sendo realizadas
a fim de verificar a natureza de nossa realidade.
O vôo palnejado elaborado pelo lider do vôo, em análise estrita pelo
computador, agora revela uma forte possibilidade de que os Avengers eram parte
de um experimento científico avançado, estabelecido por nossos próprios
cientistas. Se isto fosse assim, então os tripulantes dos aviões provavelmente não
estavam cientes disso. Se algo desse errado, ou, se consequentemente a
experiência fosse um sucesso, eles deveriam, sob as circunstâncias, ser
considerados dispensáveis. O fato de que as transmissões por rádio dos aviões
não davam indicação de que os membros da tripulação não estavam cientes do
motivo de seu apuro, sugere que a experiência, se acontecesse, era somente
conhecida por aqueles que a elaboraram.
O plano de vôo elaborado mostrou as seguintes possibilidades:
O curso proposto tomaria a formação de 160 milhas a leste até a Ilha Grande
Abaco, então ao norte por 40 milhas e então finalmente de volta em um curso
direto que deveria levá-los para a estação aeronaval.
Se nós pegarmos estas coordenadas e transpormos elas em uma grade muito
próxima equivalente de minutos do arco, ou milhas náuticas, então 160 milhas
estatuto (palno de vôo) poderiam ser: 159.93256 milhas estatuto (grade) na qual
converte para:
138.8888 milhas náuticas (minutos) da grade.
Na qual é igual à:
(69.4444 x2) ou duas vezes o harmônico da velocidade da luz recíproca.
40 milhas estatuto (palno de vôo) poderiam ser:
39.983139 milhas estatuto (grade)
na qual converte para:
34.7222 milhas náuticas (minutos) da grade
no que é igual à:
(69.4444/2) ou metade do harmônico da velocidade da luz recíproca (347222)
o retorno, ou terceira, parte da jornada equivaleria:
165.583 milhas estatuto
no qual converte para:
143.79577 milhas náuticas (minutos) da grade.
A velocidade da luz na superfície da Terra (média) é: 143,795.77 minutos do
arco por segundo da grade.
Uma olhada no diagrama 12 irá mostrar que o plano de vôo elaborado
rigorosamente se encaixa com o plano de vôo teórico, no qual permite a
associação direta com os harmônicos do campo unificado.
No diagrama, (A) representa o ponto de decolagem em Fort Lauderdale, (B) o
ponto de virada perto de Gorda Cay, e (C ) o ponto de virada para retornar para
casa, perto de Downer Cays. No primeiro ponto de virada (B), os aviões estariam
numa distância de 3229.8793 minutos do arco do pólo da grade norte (B).
Isto converte para:
53.8313 graus.
O co-seno deste ângulo equivale:
0.59016475
O recíproco deste valor equivale:
1.69444 (harmônico 169444)
Este harmônico é associado com massa e gravidade. Se, na hora em que os
aviões atingiam estes pontos de virada, uma transmissão harmônica pulsada
fosse transmitida de uma estação, ou estações, terrestres estrategicamente
dispostas, é possível que um efeito de campo unificado pudesse ter sido causado
nestas posições. É também possível que equipamentos eletrônicos avançados,
pudessem ter sido colocados no avião sem o conhecimento dos tripulantes.
Admitidamente, a teoria é pura especulação, mas o plano de vôo se encaixa e eu
tenho uma sensação de que isto é mais do que uma coincidência. Como eu disse
em minas publicações iniciais, eu creio que todos os aviões foram completamente
desintegrados, ou movidos através do espaço-tempo.
Pra onde, nós devemos perguntar, foram todos os aviadores? Eles ainda existem
em algum tipo de deformação espacial? Foram gente do nosso próprio povo
responsáveis?
MAPA 6
Mapa mostrando a rota de vôo estimada e pretendida dos cinco aviões Avenger
de Fort Lauderdale em 5 de dezembro de 1945.

15 – PESSOAS QUE NÓS GOSTARÍAMOS DE SABER MAIS A RESPEITO
APESAR DE TER SIDO SURPREENDENTE TER DESCOBERTO UMA REDE DE ANTENAS
feitas pelo homem construídas no sistema de grade de OVNIs, alguns dos eventos
subsequentes eram bizarros.
Até agora, eu tinha estado ciente de pisar nos calos de uns poucos técnicos sem
rostos e outros grupos que tinham alguma conexão, cientificamente ou
politicamente, com a grade de OVNIs. Tinha de ser somente uma questão de
tempo antes que os calos ficassem inflamados o suficiente para trazer seus
possuidores à tona. Na medida em que eu ficava ciente, nenhuma ação direta
vinha sendo levada para me impedir de proceder com investigações conectadas
com minhas teorias, ou tentar parar minha constante sondagem na rede.
Como todas as melhores sociedades secretas organizadas, o grupo não tinha
dado indicação positiva de que eles existiam mesmo. Até quando o público em
larga escala não insistisse por respostas para questõs controversas, os membros
do grupo, quem quer que fosse, ou onde quer que eles estivessem, estavam
aparentemente contentes em deixar as questões silenciosamente seguir seu
próprio curso, sem dúvida alguma que consequentemente eu seria estigmatizado
como apenas outro excêntrico, e que qualquer coisa que eu colocasse em
evidência, seria automaticamente ignorado.
Eu estava totalmente ciente de que havia uma possibilidade de que eu seria
descartado como um excêntrico, mas eu logo decidi que esta era uma chance que
eu teria de levar de qualquer maneira. Obviamente, eu tinha sido razoavelmente
cauteloso em como eu tratava a informação que eu estava recebendo. Se eu
pressionasse muito severamente, eu seria quase que certamente considerado
como um lunático Nível A. Por outro lado, se eu mantivesse toda a informação
para mim mesmo, eu perderia qualquer vantagem que eu pudesse ter ganho, e eu
estaria colocando a mim mesmo numa posição que poderia provar-se ser muito
perigosa. Outros investigadores do fenômeno OVNI do passado, desapareceram
ou foram vítimas de estranhos acidentes como resultado por sondar muito
profundamente no tão chamado enigma dos discos voadores.
Por estas razões, eu decidi que meu melhor curso era vazar informação quando
ela chegasse em minhas mãos, e também filtrar cópias de todas as minhas notas
através de uma entrelaçada corrente de contatos dentro e fora da Nova Zelândia,
para que fosse impossível parar a verdade de se espalhar. Toda a evidência até
aqui colhida estaria nas mãos de certos jornalistas, para que pudesse ser
transmitida via serviços telegráficos, imediatamente qualquer manifestação fosse
feita para parar minhas investigações.
Eu não tinha a intenção de me tornar envolvido em alguma cobertura esquisita e
jogos traiçoeiros; certamente, eu nunca considerei minhas investigações como um
jogo nem como hobby inofensivo. Eu também sou profundamente ciente de quão
sério o “grupo” está preocupado em manter segredo sobre suas atividades.
De fato, eu me esforcei um pouco para evitar que o “grupo” se infirmasse a
sobre a rede que eu tive de estabelecer para assegurar que todas as informações
fossem rapidamente disseminadas no evento de algum acidente adverso vindo em
meu caminho. Haviam umas poucas pessoas que eu estava certo, tinham
conexões diretas com o “grupo”, se eles não fossem os próprios membros.
Através destas pessoas, eu deixei as palavras sairem como que para precauções
que eu tivesse tomado. Um deles, desdenhosamente sugeriu que ele não poderia
acreditar que qualquer jornalista se apoiaria em tais notícias sensacionalistas,
quando deveria ser possível para ele obter um furo jornalístico nos serviços de
notícias do mundo. Minha resposta para ele foi: “Teste a verdade do que eu te
disse, tentando me parar em minhas investigações”. Até agora, o teste não foi
feito; talvez ele percebesse que apesar de tudo, há homens mais honestos e
dedicados no mundo do que nós algumas vezes pensamos.
De qualquer maneira, o esquema parecia estar funcionando muito bem; eu
descobri que o público, em vez de me rotular como louco, com honras de
primeira-classe, ativamente encorajou minha pesquisa no mistério OVNI. Cartas
chegam todos os dias, de muitas partes do mundo, depois da publicação de
Harmonic 33. A maioria delas inclui informação útil ou sugestões mais
proponentes de linhas de investigação. Somente de forma muito rara, eu revirei
uma carta em minha caixa do correio que injuriava meu caráter ou intimava que
eu estava fora do sério. Estava claro que uma grande porção dos leitores públicos
sabia que havia alguma coisa acontecendo que eles não estavam sendo
apropriadamente informados a respeito. Em reflexão, eu acho que foi esta maré
de encorajamento que vinha através de minha caixa do correio, mais do que
qualquer coisa, que me levou a continuar com minhas investigações. Por
natureza, eu tinha uma forte risca de curiosidade; mas ajuda muito mais do que
eu podia imaginar descobrir que há muitas outras pessoas em volta que estão
ansiosas em ajudar de qualquer maneira que elas puderem.
Quando nós fotografamos o primeiro transmissor de rádio que eu descobri ter
uma conexão com a grade de OVNIs, não obstante, nossa “oposição” deve ter
explodido em ira. Nós tínhamos feito dez impressões das fotos e estas estavam
em minha possessão quando, poucos dias depois, eu fui listado par realizar um
vôo de linha aérea para a Ilha do Sul da Nova Zelândia. Na noite de 16 de março
de 1968, eu estava fazendo escala na capital, Wellington, e no dia seguinte, voar
para Invercargill, cidade mais ao sul da Nova Zelândia, retornando no dia seguinte
(18 de março) via vários centros por todo o país. Eu estava bem ciente da
significância das fotografias que nós tínhamos tirado, e eu considereva perigoso
deixar elas na minha casa enquanto eu estivesse ausente. Eu tinha guardado elas
em minha bolsa de instruções de rota aérea e durante minha estadia em
Wellington, eu contatei o adido aéreo da Embaixada Americana. Eu disse a ele a
história toda, enfatizando que as fotografias estavam em minha possessão. Até
esta hora, de fato, eu tinha passado uma grande quantidade de informação para
os americanos por meio da Embaixada. Tinha havido cinco discussões pessoais
com o adido aéreo em seu escritório em Wellington até o momento. Na primeira,
eu tinha pensado que o interesse da Embaixada por minha pesquisa era porque
eu tinha descoberto algo novo. Conforme o tempo passou, eu percebi que este
não era o caso. Pelo contrário, logo se tornou claro para mim que os cientistas
estavam bem adiante de qualquer coisa que eu tivesse sido capaz de descobrir.
Então, o interesse da Embaixada era mais a fim de ficar de olho do que eu deveria
estar descobrindo – e pra ver se eu sucedesse em chegar em algo que os
cientistas já não sabiam.
Eu fiquei contente em prosseguir com essa situação porque eu acreditava que,
tudo que eu fizesse, descoberto ou teorizado, deveria ser mantido em aberto. Se,
por outro lado, os americanos ou alguém mais quisesse manter suas descobertas
um segredo – bem, esse era o seu negócio. Eu sentia que uma vez mais era
conhecido que eu adquiria um certo nível de conhecimento que ees teriam de
admitir algo da condição de sua própria pesquisa, mesmo se pra fazer isso fosse
somente uma tentativa de dissuadir-me de continuar minha própria linha de
pesquisa.
O adido aéreo, de fato, se tornou uma valiosa fonte de informação, ajuda e
encorajamento. Era ele que me assegurava que meus cálculos do padrão da grade
de OVNIs para o sistema global estava correto. Entre outors itens que ele passou
para mim: pesquisa intensiva de OVNIs está sendo realizada no campo aéreo de
Wright Patterson, nos Estados Unidos. O laboratório científico lá, estabelecido
para o propósito, foi descrito como um complexo de construções cobrindo uma
grande área e alojava muitos dos melhores cientistas do mundo. Trabalho
experimental era realizado vinte e quatro horas por dia, 365 dias por ano. Em
uma época, o oficial me perguntou se eu consideraria uma viagem para a América
para visitar esta base. Naturalmente, eu disse que eu deveria – a qualquer hora
que eles desejassem mandar um convite. Talvez a ideia tenha sido vetada nos
States, pois nunca mais ouvi falar sobre isso. Em retrospecto, parece para mim
que, embora eu estivesse naquela época, nos primeiríssimos estágios de minha
pesquisa de OVNIs, talvez eu já tivesse tropeçado em algo que era de profundo
interesse para os cientistas americanos. Eles devem ter percebido que eu estava
começando a revelar informação que eles próprios tinham cautelosamente
mantido escondida do público geral por muitos anos.
Na noite seguinte depois desta visita em Wellington, tendo me esforçado para
informar meu contato da Embaixada de que eu tinha fotografias de um
transmissor comigo, eu fiquei no Grand Hotel em Invergargill.
O que aconteceu lá naquela noite me convenceu de que haviam outras pessoas
na Nova Zelândia além de mim mesmo que estava agudamente interessadas em
nosso trabalho da camêra. Há algumas das pessoas que eu gostaria de saber mais
a respeito.
Depois de um vagaroso jantar, meu co-piloto e eu nos retiramos para o saguão
para uma conversa e um copo de café. Nesta noite particular haviam dois
completos tripulantes de avião ficando no Grand Hotel. Membros da outra
tripulação estavam baseados em Wellington, e por alguma razão, que é ainda um
maitério para mim, a seção de escalação da linha aérea tinha transferido o copiloto
para meu vôo para o dia seguinte, enquanto meu co-piloto de Auckland
retornava com a tripulação de Wellington no vôo da manhã. Nós não fomos
informados desta transferência até que nós tívessemos chegado em Invergargill
no começo daquela tarde. O co-piloto originalmente comigo estava mais irritado
com isto, já que isso interferia com alguns de seus compromissos pessoais e
também significava despertar mais cedo na manhã seguinte.
Para verificar a situação, eu telefonei para Wellington e disseram que o co-piloto
de Wellington tripularia o vôo comigo até quem sabe a capital, enquanto o copiloto
de Auckland deveria de lá a volta para Auckland comigo. Eu achei a coisa
toda um tanto bizarra, pois significava que três membros da tripulação estariam
se mudando e se transferindo para fazer o trabalho de dois homens. Entretanto,
isso realmente não era de meu interesse, então eu concordei com a mudança e
comentei com meu co-piloto original de sua sorte ruim.
O co-piloto de Wellington conversando comigo durante o café no saguão do
Grand Hotel tinha ficado interessado em minha pesquisa, ele disse; então eu tirei
nossas fotos das antenas da bolsa no meu quarto para mostrar a ele. Antes que
ele se juntasse à linha aérea como um piloto, este homem tinha sido associado
com o DSIR (Department of Scientific Industrial Research), e tinha realizado
deveres na divisão de pesquisa por rádio em Me Murdo Sound, na Antártida. Eu
pensava que ele pudesse ser capaz de me dizer qual a extensão das frequências
da organização de antenas nas fotografias deveriam estar operando.
Nós estávamos logo numa profunda discussão neste ponto. Ele tentava me
persuadir de que as antenas eram uma questão completamente mundana, em uso
comum entre operadores rádio amadores para transmissões normais.
Repentinamente, nós fomos interrompidos por um homem alto,
conservadoramente vestido que tinha desviado-se da companhia de dois
cavalheiros similarmente trajados sentando em volta de uma mesa a alguma
distância de nós, no centro do saguão.
Um pouco antes, o estranho tinha feito uma parada em nossa mesa quando eu
tinha colocado as fotografias de volta em seu grande envelope, e estava
repousando em meu colo, assim eu tinha certeza de que ele era incapaz de, a
qualquer hora, ver que as fotografias eram relacionadas a equipamentos de
transmissão po rádio. Além do mais, a mesa na qual ele tinha deixado seus dois
amigos estava um tanto distante, e certamente ele teria saído de relance.
Ele me perguntou se nós estávamos falando sobre atirar em patos, e se nós
éramos interessados naquele esporte. Um tanto confuso neste gâmbito, eu disse
a ele que nós não tínhamos interesse em patos, ou qualquer outro tipo de esporte
de caçar aves, e que nós estávamos em Invercargill por razões muito desconexas
em atirar.
Então eu perguntei a ele se ele estava se hospedando no hotel. Ele disse que
estava; ele tinha, dizia ele, uma fazenda à algumas milhas de distância de
Invercargill, e ele e sua esposa, (de quem não havia sinal) estavam na cidade para
celebrar seu aniversário de casamento. Isto certamente parecia bizarro para mim,
e a sensação que eu estava experenciando de que isto não era comum, nesse
encontro casual no saguão do hotel, aumentou quando o estranho puxou uma
cadeira para sentar e sentou conosco, pretendendo prosseguir a conversação for
algum tempo. Eu o estudei muito cautelosamente: ele tinha idade entre quarenta
e cinco e cinquenta anos; cerca de seis pés de altura e bem constituído, embora
um tanto magro para sua altura. Suas feições eram de condições ásperas e sua
face arredondada; uma pequena dobra de pele debaixo do lábio inferior davam
uma impressão de que em algum momento ele deveria ter tido algum pequeno
acidente ou sofrido queimaduras faciais que requeriam leve cirurgia. Seu cabelo
era escuro, levemente grisalho e sedosos; seus olhos, claros, coloridos e
transmitindo uma impressão de considerável inteligência. Suas mãos eram forte e
com longos dedos, mas não tão rudes quanto se esperaria de um fazendeiro. Ele
trajava um terno escuro e sapatos pretos. O terno era de corte conservador, bem
feito por alfaiate, apesar de um material que eu descreveria como grosso, quase
barato. Talvez esse fosse um dos fatores que me fez sentir que ele era bizarro.
Depois de conversar por um momento sobre patos, ele repentinamente mudou a
conversa para um assunto totalmente diferente. Ele perguntou se nós estávamos
interessados em estações de rádio ou rádioamadoras.
Tentando não mostrar minha surpresa, eu disse a ele que nós não estávamos
particularmente interessados; intimamente, eu comecei a me perguntar como eu
poderia me livrar dele sem ser obviamente rude. Ele continuou a insistir que nós
deveríamos estar interessados por rádio; ele disse que ele tinha um amigo não
muito distante da cidade que tinha um estabelecimento de rádio amador, e se nós
fossêmos com ele, nós ficaríamos muito intrigados com o equipamento. Eu tentei
dizer a ele que nós não estávamos muito interessados em rádio, e que já que era
agora mais de 9 horas, nós certamente não gostaríamos de fazer uma viagem fora
da cidade pra ver engrenagens de operadores de rádio. Ele então retrucou com
com a informação de que ele conhecia alguém numa estação de rádio do governo
local, e nós não nos importaríamos de ir com ele para conhecer seu amigo lá e
discutir questões de rádio com ele.
Neste momento, meu co-piloto estava parecento distintamente apreensivo;
repentinamente ele se levantou e pediu licença ele próprio, desaparecendo no
saguão de TV.
Isto me deixou sozinho com o estranho, me perguntando qual a melhor forma
de me livrar dele sem fazer alarde e, ao mesmo tempo, colocar meu envelope de
preciosas fotografias num lugar seguro. Finalmente, eu dieixei claro para ele que
eu não estava preparado para deixar o hotel, por qualquer razão. Ele
imediatamente me pediu para escrever o nome de seu amigo na estação de rádio
do governo no envelope no meu colo, para que eu pudesse visitá-lo da próxima
vez que eu me encontrasse em Invercargill com nada mais para fazer. Me pareceu
que ele queria colocar um nome no envelope para que ele fosse capaz de alegá-lo
como seu, se por qualquer razão, ele pudesse possuí-lo. Desnecessário dizer que
eu mantive uma mão firme no envelope enquanto ele conversava.
Da conversação que se seguiu, eu escutei que na noite anterior, ele tinha estado
à bordo de um navio americano que estava no porto de Bluff, e tinha tomado uns
drinques com o capitão em sua cabine. Ele sugeriu que se eu estivesse
interessado, eu poderia ir com ele agora visitar o navio. Ele não explicou como ele
tinha conhecido o capitão americano, ou como ele tinha conseguido ficar à bordo
do navio. Esta omissão aumentou minhas suspeitas e eu planejei em minha mente
me livrar dele.
Eu me levantei abruptamente e pedi licença, dizento que eu tinha algum negócio
urgente para tratar e me afastei. Ele ficou com pesar e fez o possível para me
impedir de falar; ele disse que ele esperava que ele não tivesse me embaraçado
ou meu amigo de qualquer maneira. Eu deixei ele então, e andei através do
saguão passando por seus dois amigos, que estavam ainda sentados em suas
mesas, no piso inferior à sala principal. Seus dois acompanhantes pareciam
homens de negócios; eles tinham mantido o olho em nós todo este tempo.
No piso inferior do salão, eu pedi para a recepcionista alguma fita adesiva e com
ela eu selei firmemente o envelope, as fotografias certamente dentro dela,
escrevendo o meu nome em negrito na frente e atrás dele, eu tive o lugar da
recepcionista como seguro no hotel, explicando que eu o pegaria pouco antes
que eu saísse no dia seguinte.
Tarefa completada, eu subi de volta os andares e me deixei numa cabine
telefônica pública no alto da escadaria, um pouco fora da entrada do saguão
principal e a sala de TV menor. Eu fiz uma chamada a cobrar para Auckland e falei
com minha esposa. Eu contei a ela alguns dos eventos bizarros da noite, e
perguntei se ela tinha sido perturbada. Ela me contou que alguns amigos nossos
estavam com ela, e que nada incomum tinha acontecido. Imediatamente depois
dessa breve conversa, entrei para o saguão de TV para falar com meu co-piloto.
Ele me contou que os três estranhos tinham saído pouco tempo antes pela
escadaria para o térreo e a antrada principal do hotel.
De volta no piso inferior, eu fui perguntar para a recepcionista quem eram os
três homens que tinham saído a pouco, para perguntar se eles estavam se
hospedando no hotel. Tudo o que eu obtive foi um olhar vazio. De quem eu
estava me referindo? Não havia homens daquela descrição se hospedando no
hotel; ela tinha ficado no balcão o tempo inteiro; ninguém tinha passado por seu
escritório, ninguém tinha saído das portas principais, na visão total de seu balcão
e menos do que dez pés de distância. Alguém saindo pelas escadas do primeiro
andar teria tido de sair por aquelas portas. Não havia outra saída. Portas
conduzindo à bares na parte de trás do térreo estavam trancadas nesta hora da
noite. O único outro meio de egresso seria do primeiro andar cima, por meio das
saídas de emergência. Eu estava começando a me sentir tão confuso quanto a
garota que estava me observando. Eu subi de volta as escadas uma vez mais, e
perguntei para meu co-piloto se ele tinha absoluta certeza de que os homens
tinham saído pelas escadas principais. De seu acento, ele podia ver o alto da
escadaria muito claramente, e ele confirmou que eles devem ter saído pela
entrada principal somente pouco tempo antes.
Como eles tinham entrado no hotel – e como eles saíram?
Como eles passaram na frente de uma recepcionista sem serem vistos?
Quem eram eles? E o que eles estavam querendo? Eu estou persuadido de que
nosso amigo vestido de escuro não era mais um fazendeiro local do que eu sou.
Eu ainda me pergunto, frequentemente, o que teria acontecido se eu tivesse saído
com eles, e tomado aquela viagem oferecida para a estação de rádio fora da
cidade.
Poucos dias depois eu estava novamente passando por Wellington. Eu contatei a
Embaixada dos Estados Unidos e contei ao adido aéreo do incidente. Eu
acrescentei que eu estava ciente de que eu estava sendo mantido sob observação,
e que se qualquer das pessoas me contatassem fossem agentes estrangeiros, meu
conselho para ele era dizer que eles parassem de me aborrecer. O Governo da
Nova Zelândia nesta época estava totalmente ciente de minhas atividades, e tinha
me dado aprovação escrita de minha pesquisa. Se alguém me causasse
problemas, eu disse a ele, eu imediatamente faria saber todos os fatos, as
evidências, as teorias – tudo o que eu tivesse reunido até então.
O adido estava empático, e perguntou por mais detalhes sobre meu encontro
com os três estranhos em Invercargill. Depois, ele confirmou que um navio de
treinamento americano tinha estado em Bluff durante aquele período que eu
estive lá, mas nenhuma informação além daquela que se apresentou.
Os três homens não eram neo-zelandeses, eu tenho certeza; de onde quer que
eles viessem, embora, permanece segredo.
Durante um período de vôo operacional, é necessário a cada dia ter uma
tripulação completa em deveres de reserva no aeródromo para permitir que
tripulantes inesperados mudem devido à doenças ou acidentes. Em uma manhã
de fevereiro de 1969, eu estava fazendo hora extra de quatro horas de um destes
deveres. Durante o café da manhã com alguns outros membros da tripulação, na
cafeteria no andar superior do Aeroporto de Mangere, Auckland, prédio terminal,
eu fui a vítima de outra ocorrência bizarra.
Não muito longe de onde nós estávamos sentados, em outra mesa, estava um
casal parecendo incomum, de forma ocupada examinando uma camêra cara,
rindo de seus mistérios como um par de crianças. No começo, eu dei a eles pouco
mais do que uma olhada casual, e estava meio virado longe deles, falando com
um capitão tomando um rápido café antes de voar num airliner para o sul de
Wellington.
Depois de alguns minutos de conversa, eu virei em volta, por alguma razão, eu
nunca tenho sido capaz de sondar, para olhar diretamente nos dois que ainda
estavam fuçando sua camêra. No exato instante que eu me virei para encará-los, o
homem ergueu a camêra, focou em mim, e tirou uma fotografia. Então, assim tão
rapidamente, ele continuou a remexer com o instrumento e virou-o de volta para
seu companheiro como se o incidente nunca tivesse ocorrido – talvez esperando
que eu não tenha notado nada.
Eu fiquei tão surpreso por esta ação que eu fiquei numa completa perda do que
eu deveria fazer. Afinal de contas, não havia nada particularmente sinistro acerca
do evento. Ele poderia ter sido um coletor de fotografias de pilotos de linha aérea,
pois tudo o que eu queria era saber. Um tanto embaraçado, eu me virei de volta e
continuei a conversa com o outro capitão, ao mesmo tempo me perguntando
porque um completo estranho iria querer tirar minha fotografia.
Eles eram certamente um casal de aparência incomum. Ele era m indivíduo do
tipo magro, alto, com membros como de canos finos. Seu traço mais
surpreendente era sua cabeça: era quase perfeitamente esférica, e era tão despido
de cabelo quanto uma bola de bilhar. A pele era de uma cor bege-dourada, e
muito lisa; a cor era como eu imaginava como sendo de um índio americano. Eu
imaginei que ele nunca teria qualquer necessidade de fazer a barba. Não somente
era sua cabeça redonda, como era pequena em proporção ao resto de seu corpo.
Ele estava trajado com calças largas coloridas e uma camisa com abertura no
pescoço de mangas curtas brilhante e avermelhada. Apesar de seu corpo delgado,
ele me pareceu ser muito saudável e ágil. Ela era a antítese exata de seu amigo;
embora esbelta, ela era mais baixa do que ele; suas feições eram alongadas,
quase aduncas. Ela tinhas longos cabelos pretos-azeviche caindo sob seus ombros
num estilo antiquado. Seus olhos eram muito escuros e largos, e acentuados por
uma pele muito opaca, quase pálida. Ela vestia uma blusa e saia simples escura.
Ela era uma pessoa de aparência incomum, mas de modo atraente, embora numa
multidão, ela certamente não atraísse tanta atenção como seu companheiro.
Eu julguei ambos estarem em seus vinte e poucos anos. Eles pareciam
suficientemente amigáveis, deve-se mesmo dizer joviais; qualquer que fosse seu
negócio, eu não posso dizer a qualquer hora nada de sugestivo de pretensão
sinistra a respeito deles.
Mas eles me preocuparam. E quando eu retornei para a sala de tripulantes uns
cinco minutos depois, deixando eles ainda absortos em uma conversa em sua
mesa, eu não poderia parar de me perguntar quem eram eles. Depois de alguns
momentos, minha curiosidade tirou o grau mais alto de mim. Eu decidi voltar ao
andar superior e dar outra boa olhada neles, e, se possível, falar com eles. Eu saí
da porta da Sala de Operação, que estava num canto do vestíbulo principal do
terminal, e abri meu caminho na multidão me movimentando no meio dela para o
guichê de bilhetes próximo, me dirigindo para as escadarias do vôo umas vinte
jardas de distância. Eu tinha somente andado uma curta distância através da
multidão quando eu quase bati no estranho alto, que estava andando em passos
largos em minha direção. Nós demos um ao outro um olhar surpreso; e então,
como um coelho assustado, ele se virou e partiu correndo através da multidão
para desaparecer no fim distante do prédio. Este segundo encontro levou
somente alguns segundos, e eu não tive a chance de alcançar ele sem causar
algum tipo de perturbação. Além disso, eu não tinha motivo real para persegui-lo,
ele não tinha feito nenhum mal a mim – ao menos, nenhum que eu soubesse.
A próxima coisa a fazer, eu decidi, era dar outra olhada no andar superior para
ver se sua companheira ainda estava sentada lá. Se ela estivesse, sem dúvida, ele
logo estaria se reunindo a ela. Entretanto, no andar superior não havia sinal dela.
Como seu amigo, ela tinha desaparecido. Depois de esperar por alguns minutos,
eu voltei para a sala de tripulação.
Estava em face disso um incidente muito trivial. Muitas pessoas teriam
esquecido isso dentro de poucos dias. Ainda assim, mesmo agora, um tempo
depois, eu descobri que a coisa toda está vívidamente gravado na minha mente.
Eu fiquei intrigado por questões que eles trouxeram para minha vida. Quem eram
eles? O que eles pretendiam? Por quê o homem tirou minha fotografia? Por quê
ele fugiu, parecendo tão assustado, quando nos encontramos na multidão? E onde
eles foram?
Até agora, eu não tenho descoberto evidência real para apoiar a crença popular
de que aliens de outro mundo estão andando em nosso meio.
Pelo passar dos anos tem havido muitas histórias e alguns notáveis relatos de
contato entre humanos e não-humanos. A lógica nos diz que, com todas as
evidências que agora existem apontando para contato sustentado por cientistas
com seres conectados com os OVNIs que visitam nossos céus, tem de haver
comunicação entre humanos e aliens em algum nível. Portanto, há toda a
probabilidade de aliens estarem entre nós.
Se isso decorre que já há consequentemente aliens aqui, eu não deveria ficar
desconcertado em descobrir que o casal bizarro que eu encontrei na cafeteria do
Aeroporto Manguere estão entre seus representantes.
E se por alguma chance, o cavalheiro de cabeça redonda que tirou uma
fotografia de mim, ou sua companheira, tiverem alguma chance de ler isto, aqui
está uma mensagem: eu espero que vocês me contatei e satisfaçam minha
curiosidade. Por quê vocês tiraram minha fotografia? E o que vocês fizeram com
ela?
16 – O SEGREDO DA VIDA (LAKHOVSKY) E O DOSSEL MAGNÉTICO DE DELAND
EM MINHAS PRIMEIRAS PUBLICAÇÕES, EU DESCREVI UM TIPO DE SISTEMA DE
antena terrestre sendo usado em muitos pomares nos Estados Unidos. O parato
provou-se ser muito bem-sucedido em desviar danos de geadas à fruta cítrica. Um
efeito posterior foi favorecer mais saúde das árvores e crescimento geral melhor
em áreas cobertas.
Eu dei as dimensões para uma antena similar que ressonaria nas frequências da
luz e da gravidade. Desde a publicação, eu tenho recebido mais informação sobre
o sistema americano e tenho ficado extremamente interessado nas dimensões
efetivas usadas.
A antena foi projetada por John Delrea Deland de Riverside, Califórnia, e tem
estado em uso desde 1949. As unidades cobrem cerca de um acre cada e
consistem de um poste de aço de cerce de 32 pés de altura, feito de cano
galvanizado em 12 pés de comprimento. O rpimeiro é um cano de duas polegadas
colocado numa base de concreto de três pés de profundidade. Dois outros canos
de diâmetro menor estão parafusados na base do cano para formar um mastro
vertical de 30 pés de altura. No topo do mastro, e também nas duas junções do
cano, um disco de madeira compensada impermeável de três quartos de polegada
é encaixado. Na margem externa dos discos estão sete buracos perfurados,
exatamente espaçados e paralelos ao mastro. Os buracos são de cerca de ¼ de
diâmetro, 51.42857º separados. Dez fios de cobre são amarrados através de
cada um dos buracos nos discos, paralelos com o mastro. No topo dos discos, os
são extendidos cerca de oito polegadas paralelas à Terra. Isto forma um fio em
cadeia em volta do mastro. Os fios passam através da extremidade externa da
base de concreto então em valas que são 18 polegadas de profundidade e
irradiam do centro do mastro em ângulos de 51.42857º. Um dos fios na vala deve
estar orientado com o norte magnético. Os fios são percorridos do centro do
mastro à uma distância de 144 pés. Eles são então anexados à um “pacote
magnético”, o design no qual, de acordo com as informações que eu tenho, é um
segredo. A ponta de cada fio é então trazida para o alto e apontada até seu final
correspondente no topo do mastro. As valas, que formam um raio de um círculo
de 288 pés de diâmetro, são então cobertas.
O folheto de informações diz que o aparelho não a temperatura do ar do pomar.
Imagina-se que um tipo de campo de força magnético é estabelecido sob as
árvores pelo equipamento, que cria dentro das próprias árvores uma condição
que evita congelamento.
Frutas cítricas caindo no chão vão congelar. Frutas ainda penduradas na árvores
mas tocando o chão também vão congelar em pouco tempo. A fruta crescendo na
árvore parece não ser afetada.
Proteção foi dada para as árvores com temperaturas tão baixas quanto 20º
Fahrenheit. Além disso, evitando danos de geada, as árvores parecem ficar mais
saudáveis uma média de produção levemente mais alta. Ninguém parece saber
como o aparato funciona, e a descrição diz que há aparentemente forças em volta
de nós das quais nós sabemos pouco.
A primeira coisa que eu percebi quando lendo isto, foi que o raio do círculo
circundando as antenas terrestres era de 144 pés, ou o harmônico da velocidade
da luz; o diâmetro do curso sendo 288 ou o dobro do harmônico da luz. Com
uma altura do mastro sendo de 30 pés, os ângulos com que o fio termina, fazem
com que o chão na periferia do círculo fosse calculado em 11º 35', ou 695
minutos do arco. O puro harmônico recíproco da velocidade da luz é 694444,
então, 695 é próximo o suficiente de um sentido prático. Veja o Diagrama 22 para
o esquema do sistema.
Teria o Sr. Deland acesso a conhecimento secreto quando ele construiu suas
antenas? Ou tem sido o método de construção passado através das eras sem
ninguém realmente saber como ou por que o sistema funciona?
Eu creio que, como todas as substâncias físicas estão sendo manifestadas em
pulsos alternados de matéria e antimatéria, então tal sistema de antenas estaria
sujeito à estes pulsos na frequência de 144000 pulsos por segundo da grade. Por
indução, a antena sintonizada estabeleceria um campo secundário que tem uma
afinidade harmônica com a matéria e a própria vida. Isso aumentaria a potência
das forças vitais e ajudaria a proteger coisas vivas de quaisquer influências
adversas.
Um dos meus colegas pilotos, Sr. D. R. Offwood, ficou interessado na informação
que eu tinha sobre o leiaute da antena e procedeu em construir um sistema
similar num viveiro na Ilha Sul da Nova Zelândia, para testar os efeitos e realizar
uma série de experimentos. Foi combinado que um mastro com um quarto de
tamanho seria construído, como de acordo à teoria radiônica de uma antena de
um quarto de onda deveria apanhar um sinal razoavelmente forte. A antena foi
configurada e uma investigação em eletrocultura foi efetuada entre setembro de
1972 e junho de 1973. Um relatório completo foi descrito e apresentado a mim
para publicação em 1974.
O que se segue é o conteúdo principal do relato de Don Offwood, incluindo
tabelas de crescimento, etc:
RELATO DE UMA INVESTIGAÇÃO EM ELETRO-CULTURA EM CHRISTCHURCH ENTRE
SETEMBRO DE 1972 E JUNHO DE 1973:
Este relato é um registro de dois experimentos separados que eu realizei na
primavera e verão de 1972-73. no qual eu pretendi avaliar os efeitos registrados
que o campo magnético tem no crescimento das plantas.
Isto foi realizado pelo crescimento das plantas dentro de uma área de um fio da
antena e comparando sua média de crescimento com aquelas de outras plantas
das mesmas espécies, plantadas no lado de fora desta área de influência. Nota-se
que tais antenas sejam disponíveis comercialmente na Califórnia e são usadas
para a exclusão de focos de fumaça incendiária de óleo em pomares em noites
muito frias.
Suspeita-se que os fios sejam de uma tal organização, que eles estejam em
harmonia com o comprimento de ondas da luz e do campo magnético da Terra, e
tem o efeito de concentrar ou amplificar esta fonte de energia, no qual as plantas
são capazes de puncionar, sendo a mais natural das fontes de energia próximas
ao sol.
As antenas foram construídas ao quarto de tamanho das dimensões mostradas
no Diagrama 22, por causa dos problemas físicos em construir uma antena de
tamanho completo, para a pessoa doméstica.
O suporte vertical era de um velho tubo de água galvanizado, os isoladores
eram feitos de fórmica comercial, o fio era de número 10 galvanizado, as sete
bobinas do fio tendo imãs de barra de alnico colocadas dentro deles, o pólo norte
mais elevado. Este arranjo foi estabelecido com uma das pernas alinhadas ao
longo do norte magnético.
Esta antena foi construída num terreno de viveiro, onde o solo de argila arenosa
de Waimakariri não tinha tido um tratamento especial e era de uma natureza
uniforme. O dono do viveiro que amavelmente me permitiu usar sua terra
também forneceu as plantas alfaces, que eram de 2-3 polegadas de tamanho, e
uniformes.
Ele sugeriu alfaces para o teste, já que elas eram plantas de rápido crescimento,
convenientes para uma experiência deste tipo.
Elas forma plantadas em 3 de setembro de 1972; ao lado do pólo central; em 5
pés e 11 pés; e ao lado da bobina em 30 pés, e em 50 pés fora do pólo. Este
último grupo era pretendido a estar fora da influência de qualquer dos sistemas
de antenas.
Todas as plantas receberam água no plantio e novamente naquele anoitecer,
para ajudar elas a ficarem estabilizadas, mas depois desta hora, a única água
que elas recebiam vinha da chuva.
Leituras do diâmetro médio através de cada planta foram feitas em cinco e oito
semanas depois depois do plantio e foram como as que se segue. As dimensões
estão em polegadas:
Usando 5 ½ polegadas como um dado para comparação das medições em 11 de
outubro, e 7 polegadas para aquelas medições tiradas em 29 de outubro, a
coluna de dados mostra a média do tamanho de plantas em cada posição, no qual
mostra o crescimento acelerado das plantas exibido por plantas mais próximas
ao centro da antena.
Por exemplo, as duas terminadas no pólo se elevaram 6 polegadas maiores em
diâmetro do que os exemplos que estavam livres da área na estação de 50 pés e
tinham centros bem desenvolvidos. As duas plantas que cresceram a dez
polegadas ao lado do pólo foram infectadas com pulgões. Como eu não tinha
esperado, os resultados anotados mostraram que elas estavam infelizmente um
tanto abarrotadas.
Os resultados obtidos mostram uma notável melhoria na condição das alfaces
mais próximas do que aquelas que estavam ao centro do sistema. As duas
plantas perto do pólo eram 73 porcento maiores do que as plantas do lado de
fora da área de testes, embora esta figura seja enganosa em tão poucos exemplos
de testes.
Minha conclusão é que as plantas de teste exibidas aceleraram a média de
crescimento e plantas de tamanho terminal, quando plantadas dentro do sistema
de fios descritos, devido à uma causa não estabelecida ou óbvia a qualquer
estudo convencional.
O leitor deve achar interessante considerar o seguinte:
Ângulo de um segmento = 51.42857 graus.
Metade deste ângulo = 25.71428 graus.
= 1542.857 minutos
Raiz quadrada deste valor = 39.27922
O harmônico 3927922 é próximo ao harmônico 3928371.
O harmônico 3928371 é igual ao campo da Terra A menos o campo da Terra B.
Todas as antenas terrestres relacionadas às posições norte, sul, leste ou oeste
exibem este fator, ou um valor relacionada à metade ou um quarto dela.
Uma série posterior de experimentos foi realizada pelo Sr. Offwood, usando um
tipo de antena de laços de fios que podia ser erigida em volta de uma única planta
ou árvore para promover o crescimento. Eu entrei em contatro com este muito por
acaso quando andando por uma livraria em Auckland. O livro chamava-se The
Secret of Life, de G. Lakhovsk, e foi primeiro impresso em 1935, depois
reimpresso em uma edição revisada por cortesia de Messers Heinemann (Medial
Books) Ltd – terceira edição, 1963. Muitas poucas cópias do livro estavam
localmente disponíveis, então eu me senti sortudo em um para minha sempre
crescente biblioteca.
Até agora, o trabalho de lakhovsky tem sido completamente ignorado pela
ciência ortodoxa, acredito que muito para o detrimento de muitas milhares de
pessoas doentes no mundo hoje. Sua pesquisa e experimentos foram construídos
em bases fundamentais de que “cada ser vivo emite radiações”. Isto tem sido
apoiado em tempos recentes por John Pfeifer, um americano trabalhando no
campo de rádio astronomia. Seu livro, chamado The Changing Universe, publicado
em 1956, declara em parte que “cada ser humano é um emissor de ondas de
rádio, uma estação de transmissão viva de força excessivamente baixa. O
estomâgo irá enviar não somente ondas de calor infravermelho, mas o espectro
inteiro de luz, raios ultra-violeta, raios-X, ondas de rádio e assim por diante.
Calro, todas estas radiações são fantasticamente fracas e as ondas de rádio estão
entre as mais fracas. Mas a antena de cinquenta pés do laboratório de pesquisa
naval em Washington, a antena mais precisamente construída em existência, pode
capturar sinais de rádio vindo de seu estomâgo a mais de quatro milhas de
distância.”.
O prefácio para o livro declara que “as teorias originais de Lakhovsky e incríveis
resultados experimentais em seres humanos, animais e plantas, como totalmente
estabelecidos adiante na edição revisada, estão destinados a se tornar um marco
na história da rádio biologia, fazendo boa fama acima das ruínas das concepções
errôneas ortodoxas das leis da natureza.”.
O que nos temos de aprender deste homem notável? Ele declara que a célula viva
é um ressonador eletromagnético capaz de emitir e absorver radiações de
frequência muito alta. Vida é equilíbrio dinâmico de todas as células; a harmonia
de múltiplas radiações que reagem uma sob a outra. Enfermidade, por outro lado,
é o desequilíbrio oscilatório de células originando-se de causas externas.
Cada célula viva desprende radiações de seu núcleo que tem sua própria
frequência oscilatória individual. A composição geométrica da célula impulsiona
ela a agir como um circuito elétrico que tem indutância e capacidade próprias. A
oscilação natural de energia na célula, creio ser devido à interação constante dos
ciclos de matéria e antimatéria discutido em outras seções deste livro. Um pulsar
como de pêndulo ocorre entre as substâncias físicas e não-físicas. Quando
radiações mais fortes são impostas sobre a célula por influências externas, o
ritmo natural da célula é afetado e ela começa a sucumbir-se. Se a radiação da
célula puder ser restaurada a seu ritmo natural, então ela irá continuar seu estado
saudável.
Lakhovsky descobriu que ele poderia conseguir esta restauração do ritmo
natural por meios de campos oscilatórios artificialmente induzidos. Para fazer isto
ele empregava dois métodos diferentes. O primeiro, pelo uso de laços espirais de
fios de cobre que estabeleceriam campos eletromagnéticos artificialmente
sintonizados às forças vitais. Estes laços de fios eram colocados em volta da
planta ou área a ser tratada, e o ritmo biônico natural seria intensificado pela
indutância do laço de fio. Em uma de suas experiências, ele inoculou
artificialmente uma série de plantas gerânio com células de câncer e colocou elas
em vasos separados. Ele declara: “Um mês depois, quando os tumores tinham se
desenvolvido, eu peguei uma das plantas ao acaso, que eu cercava com uma
espiral circular consistindo de cobre e medindo 30 cm de diâmetro; suas
extremidades não se reunindo juntas, sendo fixadas em um suporte de ebonite.
Eu então deixei o experimento seguir seu curso natural durante várias semanas.
Depois de uma quinzena, eu examinei as plantas. Eu fiquei atônito ao descobrir
que todos os meus gerânios, ou os talos carregando os tumores, estavam mortos
e secos, com exceção do gerânio cercado pelo espiral de cobre. Este então tinha
crescido duas a altura de outras plantas saudáveis não tratadas”. (O tumor foi
consequentemente irradiado e somente uma cicatriz no tronco da planta era
visível.).
Quando eu li sobre as experiências de Lakhovsky, eu tive certeza de que de
algum modo, ou pelo projeto ou pela possibilidade, ele tinha construído suas
bobinas espirais para alguma dimensão geométrica que estabeleceria uma
ressonância natural com a matéria. Possivelmente qualquer bobina de diâmetro
mostraria alguns resultados, mas os que estavam perfeitamente sintonizados
dariam a ele os resultados notáveis que ele teve com os crescimentos dos
tumores.
Através de cálculo, eu descobri que um diâmetro de 30.02 cm era igual à um
diâmetro de .972 pés geodésicos, que dava um raio de .486 pés geodésicos. A
área do círculo circundante seria .742 pés geodésicos. De fato, as espirais
sintonizadas que ele usou estavam dentro de dois centésimos de um centímetro
(no qual é praticamente próximo o suficiente, já que isto seria muito menos do
que o diâmetro do fio usado) para uma dimensão exata requerida para
estabelecer ressonâncias harmônicas sintonizadas ao tempo, e harmônicos
associados com a Grande Pirâmide. Qualquer tipo de matéria em tal campo,
estaria sujeita às vibrações simpáticas que restaurariam a harmonia ao ritmos
naturais.
O laço de tamanho determindo nos experimentos realizados pelo Sr. Offwood
eram de 12 polegas geodésicas, que nós consideramos na época ser uma
dimansão que daria m resultado razoável. Embora nós agora saibamos que
eficiência máxima não seria obtida com um laço desta dimensão, o diâmetro do
fio usado era tal que um sucesso parcial teria sido esperado. Como o próprio Sr.
Offwood sugere, uma argola de metal de qualquer dimensão possivelmente teria
algum efeito no crescimento, concentrando o campo magnético numa pequena
área, mas a antena perfeitamente sintonizada daria os máximos resultados. O
seguinte está em seu relato:
“O propósito desta parte do experimento era testar uma sugestão, de que se
uma laçada do fio de um pé da grade (aproximadamente doze e oito polegadas)
de diâmetro, era colocada em volta de uma árvore ou planta, então a planta
cresceria mais rápido do que seus contrapartes. A sugestão era de que as laçadas
teriam teriam um efeito similar para a antena principal, isto é, concentrar a
energia magnética dentro de sua área de influência. O efeito espiral criado se
estenderia de ambos os fins do laço de fio para circundar a planta verticalmente.
Para testar esta ideia, eu novamente pedi indulgência e conselho para meu
amigo dono do viveiro, e estabelecer uma série de laçadas de fio em quatro
variedades de plantas, seus nomes botânicos impronunciáveis sendo
Chamaecyparis Iawsoniana (ellwoodii). Chamaecyparis Iawsoniana (allumii).
Phebalium squameum. Choysa ternata. As plantas foram todas crescendo em
fileiras. Conforme a tabela mostra, eu variei a fibra das laçadas, a altura da
laçada acima do solo, e o grau da fibra, para ver que padrão emergia, se
houvesse algum.
As laços foram colocados em posição em 12 de setembro, e todas as alturas das
plantas registradas. Medições de altura subsequentes foram tomadas em 5 de
janeiro, 15 de março, e finalmente, em 11 de maio de 1973; estas medidas sendo
subtraídas da altura original para obter o crescimento da planta em cada uma
destas datas. Eu então calculei a média do aumento de altura de todas aquelas
plantas com os laços, aquelas plantas sem os laços, e comparei elas, mostrando o
resultado como uma porcentagem.
Em 5 de janeiro, a média de altura ganha das plantas com um laço eram de
4.675 polegadas, enquanto a média ganha daquelas plantas que não tinham um
laço eram de 4.640 polegadas.
A diferença entre elas é de 0.035 polegadas, no qual é um ganho de 0.759
porcento em favor daquelas plantas com laços.
Em 15 de março, o quadro tinha mudado para 10.300 polegadas para aquelas
com um laço, umas 9.500 polegadas para aquelas sem, que dava uma
porcentagem de 8.42 porcento para aquelas plantas com laços.
As leituras de 11 de maio mostraram que esta vantagem tinha aumentado
levemente para 9.87 porcento, como é mostrado na tabela 4.
DIAGRAMA
Antena de Fio em Laçada
O leitor irá notar que os três resultados foram todos positivos, isto é, as plntas
com laços ficaram mais altas do que aquelas sem laços durante a extensão de
tempo em que os experimentos foram conduzidos, pelas porcentagens mostradas.
Outro ponto interessante é que a tendência de crescimento parecia acelerar,
como mostrado pelo aumento de porcentagem.
Eu tenho certeza de que o leitor irá me permitir usar três pontos decimais, já
que para reduzir meus resultados a um único ponto decimal mais realístico tinha
um efeito muito marcado no resultado final.
Os resultados obtidos dos outros três testes de espécies seguem-se com suas
tabelas associadas.
TABELA 3
FILEIRA A Chamaecyparis Iawnosiana ellwoodii
TABELA 4
FILEIRA B Chamaecyparis Iawnosiana allumii
Novamente três resultados positivos.
TABELA 5
FILEIRA C Phebalium squameum
TABELA 6
FILEIRA D Choysia ternata
Como na Fileira A, todos os testes mostraram resultados positivos, isto é plantas
com um laço, ficaram mais altas durante o período de testes.
A tendência para este fenômeno acelerar era evidente nas três das fileiras, a
exceção sendo a fileira B, que mostrou um decréscimo de 9.190 para 9.010.
O pequeno número de plantas envolvidas também deve ser considerado como
afetando a precisão destes resultados e porcentagens, já que má interpretação
pelo administrador por uma pequena quantidade teve um efeito ampliado na
porcentagem final.
Vai também ser notado que eu omiti ter alguns laços de um diâmetro além dos
outros de um pé de grade presente, para testar a possibilidade de que a massa de
metal de qualquer dimensão teria um efeito benéfico. Também, os laços foram
feitos de fio galvanizado, onde eu suspeito de que cobre deveria ter sido melhor.
Eu examinei meus resultados para comparar os laços do lado esquerdo e lado
direito por cada fileira nas datas apropriadas por qualquer vantagem óbvia.
Na tabela 9, o crescimento da planta para o laços de lado esquerdo e lado
direito para cada fileira nas datas apropriadas foram calculadas.
Com duas exceções, se uma determinada planta começar crescendo bem, eles
manteram sua vantagem. Na fileira B, a vantagem mudou do lado direito para o
lado esquerdo, enquanto na fileira C, a mudança foi do lado esquerdo para o lado
direito.
Por toda a parte, filamentos do lado esquerdo nos fios laçados. Pareciam ser
favorecidos pelo lado direito por 10-2, mas eu sou incapaz de oferecer qualquer
explicação, ou trazer qualquer conclusão construtiva disso, por causa dos
pequenos números de plantas de teste envolvidas, e eu fui dessa forma, incapaz
de determinar grau ideal.
Em ambos os experimentos que eu demonstrei, para minha própria satisfação,
que quando as plantas são semeadas dentro de uma organização de fios como
descrito, eles irão exibir uma média de proporção superior àquelas plantas que
nas estão dentro da área de influência. Eu deveria sugerir que sob as condições
acima, a energia do campo magnético tende a amplificar de tal maneira, que
qualquer planta dentro da área se torna mais saudável por este auxílio em sua
força vital, e irá crescer em uma proporção acelerada.
O trabalho feito por Justin Christofleau antes de 1914 e até 1927, parece
mostrar que este impulso é de tal natureza, que constrói por um período de
tempo e não deve tomar efeito completo por um ano ou mais. Ele atribuiu seus
resultados notáveis a seu equipamento gerando eletricidade, que acelerava o
crescimento de suas plantas, enquanto que eu suspeito que o campo magnético
vai em tempo ser descoberto ser o mais próximo a causa deste fenômeno.
Alfaces são plantas de crescimento relativamente rápidos, eu eu fui dessa
forma, capaz de obter resultados dentro de um curto período, mas o efeito da
antena em um pomar ou numa floresta de pinheiros seria uma valorosa
investigação.
Apesar das dimensões diferindo da antena descrita em Harmonic 695, esta
antena exibia algumas das mesmas dimensões. Suspeito que se uma antena, ou
conjunto de fios fossem organizados, envolvendo vários harmônicos
fundamentais, então resultados positivos seriam disponíveis.
Eu não tentei escrever este relato em uma maneira completamente científica, já
que eu não sou um cientista. É puramente um registro de minhas observações e
comentários dos resultados, tanto quanto meu conhecimento limitado do tema
permite.
Donald R. Offwood
Fevereiro de 1975.
Os resultados dos experimentos do Sr. Offwood mostram sem dúvida que uma
antena de fio em laço faz, numa maneira mais positiva, influenciar a proporção de
crescimento e saúde de plantas. O próximo passo para levar as experiências mais
adiante é fazer uso de antenas perfeitamente sintonizadas para máximos
resultados e tentar uma série de laços construídos de fios de diferentes metais. Eu
creio que certos metais que tem valores de massa próximos aos valores
harmônicos da luz, massa e gravidade, podem aprimorar o campo de radiação
produzido dentro da bobina. Por exemplo o alumínio, que consiste de uma
combinação de isótopos com números de massa de 26 e 27, podem ser
produzidos. Se o composto consistido de medidas de proporções da média de
valor de massa pudesse ser feito para equiparar aqueles da energia harmônica
equivalente derivados da equação unificada: 26944. As radiações deste tipo de fio
deveriam ser teoricamente mais intensos. É interessantenotar que os fios feitos de
alumínio são excelentes condutores elétricos e que as linhas de transmissão estão
sendo feitas deste metal.
O fato de que os laços com direção do lado esquerdo eram os mais eficientes,
poderia ser possivelmente devido aos experimentos sendo conduzidos no
hemisfério sul. O oposto se aplicaria no hemisfério norte. Isto seria similar à ação
vorticial dos sistemas de clima, que é também elétrico por natureza.
Lakhosky realizou extensivas pesquisas em estrutura celular, e em 1923, ele
construiu uma máquina chamada oscilador rádio-celular, que ele usou em suas
experiências com as plantas. Conforme seu trabalho progredia, ele chegava à
conclusão de que o uso de ondas ultra-curtas sozinhas não eram a resposta
completa, já que os efeitos termais eram algumas vezes perigosos.
Ele concebeu uma ideia para um novo tipo de máquina que daria “um choque
oscilatório à todas as células no corpo de um ser humano simultaneamente”. Pelo
uso de ondas eletrostáticas decarregadas, efeitos térmicos ficaram em um
mínimo, e danos às células não ocorreriam.
Em 1931, Lakhovsky aperfeiçoou o que ele chamava de seu oscilador de ondas
múltiplas. Este aparato era capaz de gerar um campo eletrostático cobrindo todos
os comprimentos de onda de 10cm à 400 metros. Dentro de tal campo, todas as
células poderiam encontrar sua própria frequência de vibração dentro de um raio
de 750,000 à 3 bilhões por segundo. Acrescentado a isto, cada circuito daria
adiante uma série de harmônicos se estendendo até dentro de regiões de luz
visível e infravermelha.
A máquina foi consequentemente usada em muitos hospitais em países
europeus para o tratamento de numerosas enfermidades. Isto incluia o
tratamento de câncer. Nenhum efeito prejuducial tinha já sido relatado, mas
muitos resultados benéficos foram obtidos.
Um ramo da ciência completamente novo foi aberto, por este homem, na
estrutura eletroquímica da matéria viva. Sua pesquisa foi obviamente importante
para a humanidade. Está seu trabalho perdido pra nós porque ele estava adiante
de seu tempo?
Por causa de meu próprio extremo interesse na estrutura da matéria, eu pretendi
construir um oscilador de ondas múltiplas para minha própria pesquisa privada.
Quem sabe que outros segredos devem ser arrancados da expansão ilimitada da
lei natural?
17 – OS HARMÔNICOS DOS HUMANOS
AS EQUAÇÕES UNIFICADAS NOS DISSERAM QUE O UNIVERSO INTEIRO É
manifestado pela matriz geométrica harmônica da própria luz. O todo da
realidade é a luz. Dessa forma, segue-se que, nós como seres humanos devemos
consistir nada mais, nada menos do que uma coleção geométrica das formas de
onda harmônicas da luz – guiadas por inteligência.
O que nós devemos procurar é algumas provas disso nas evidências disponíveis
a nós. Há, de fato, vários vestígios que indicam que a forma humana está em
harmonia com o Universo que nós vivemos.
O primeiro vestígio é o período de gestação de um ser humano. Nove meses, ou
uma média de 270 dias. Há uma grande dispersão de tempos de nascimento que
estão um tanto do lado desta média de 270 dias, mas se nós afirmarmos por
perfeita harmonia, então deve haver um tempo favorável entre a concepção e o
nascimento que ajudaria a garantir a produção de um humano perfeito.
Como cada dia forma uma parte de nosso ciclo de tempo geométrico, parece
razoável supor que a perfeição seria resultar mais provavelmente de um período
de gestação de: 269.44 dias.
Isto sintonizaria o corpo diretamente com o valor harmônico derivado da
equação unificada: 26944.
Nota:
Leves variações do valor unificado são manifestadas devido a mudanças na
velocidade da luz conforme a distância do centro da Terra aumenta. Isto é
totalmente explicado em meu livro, “The Bridge to Infinity”. Valores de 2695,
26944 e 2693645 tem sido calculados usando as pequenas variações na
velocidade da luz. Para este exercicío, eu tenho usado a média de valor de 26944.
O segundo vestígio é indicado pela temperatura na qual o corpo humano
funciona mais eficientemente. Assim como qualquer máquina, o corpo humano
vai começar a se deteriorar fisicamente se a temperatura ficar muito baixa ou
muito alta.
O Dicionário de Medicina (o Marshall Cavendish) declara: “A temperatura média
de um ser humano é considerada ser 98.4º F em estudos britânicos, mas os
doutores americanos preferem considerá-la como 98.6º F. Leituras entre 97º F e
99º F são completamente normais. Temperaturas muito abaixo de 97º F são
comumentes encontradas somente ou em subatividade da tireóide, ou depois de
exposição ao frio. Temperaturas entre 99º F e 100º F não devem ser de muita
importância, especialmente em crianças, mas leituras de cerca de 100º F são
quase invariavelmente indicativas de alguma infecção (ou algumas vezes, alguma
outra forma de inflamação)”.
Eu prognosticaria que a temperatura na qual o corpo humano desempenharia
mais eficientemente, tanto fisicamente e mentalmente, é 98.80412º F.
98.80412º fahrenheit = 37.1134º centígrados – O harmônico recíproco de
371134 = 269444.
Se o harmônico unificado é construído no corpo no nascimento, então a
temperatura na qual ele funciona parece estar num nível que estabeleceria o
harmônico recíproco, causando uma reação, e vida.
O terceiro vestígio é evidente nos pontos nodais do corpo humano, onde os
processos bioenergéticos são mais prevalecentes. Há os grandes pontos usados
na ciência da acupuntura.
O que se segue é um extrato do livro, “The New Soviet Psychic Discoveries”, de
Henry Gris e William Dick. Página 418. (Sphere Books Ltd.).
Em Alma-Ata, o cirurgião de Lenigrado, Dr. M. K. Geykin, estava fazendo
experiências com a fotografia Kirlian. Ele tinha gasto algum tempo na China,
onde ele trabalhou com acupuntura. Fascinado pelo método Kirlian, ele decidiu
visitá-lo em Krasnodar e induzi-lo a construir um dispositivo que podeira ajudar
físicos a encontrar os pontos de acupuntura no corpo humano. Kirlian ouviu ele
com grande interesse. Ele já tinha descoberto há muito tempo antes os 695
pontos no corpo humano considerados ser os pontos para a acupuntura,
coincidiam com os pontos de intensa luminosidade exibidos pela fotografia
Kirlian.
“Kirlian foi o primeiro, com sua fotografia, a avançar com uma máquina para
determinar os pontos de acupuntura”. Foi um esforço de união entre Kirlian, o Dr.
Geykin e o engenheiro elétrico I. V. Mikhalevsky. Posteriormente o físico Viktor
Adamenko construiu seu próprio equipamento, que tinha um circuito eletrônico
estável e muito original. O aparelho de Adamenko não somente determina os
pontos de acupuntura, mas observa os processos bioenergéticos no organismo
humano.
O número dos pontos de acupuntura: 695. O harmônico recíproco da velocidade
da luz na superfície da Terra. Novamente, parece que o sistema bioenergético do
corpo é sintonizado para reagir ao harmônico da luz.
O quarto vestígio foi publicado numa revista autraliana camada “Simply Living”,
vários anos atrás. O que se segue é um extrato do longo artigo a respeito da
matemática do sistema de grade mundial.
A FORMAÇÃO DA MATÉRIA
Usando três harmônicos principais, Cathie foi capaz de iniciar uma equação
básica. Os harmônicos que ele escolheu foram:
1703 – O harmônico de Massa da Terra
1439 – A Velocidade da Luz harmônica
264 – Um harmônico que ocorre dentro dos quadrados polares
Inicialmente, estes se correlacionavam como:
1439 + 264 = 1703
mas estendendo a precisão para cinco figuras harmônicas isto se tornaria:
14989 + 2636 = 17025
Isto poderia ser interpretado como:
Luz + 2636 = Formação de Massa
Então, o que o harmônico 2636 representa? Surpreendentemente, esta é a raiz
quadrada harmônica de 695, o recíproco da velocidade da luz, que permite a
incrível conclusão que:
Massa = Velocidade da Luz + raiz quadrada do recíproco da velocidade da luz.
*nas equações, a velocidade da luz é referida pelo símbolo C.
Repentinamente, nós temos uma expressão em termos de energia de luz para o
valor de Massa na famosa equação de Einstein, E = MC2. Einstein, ele próprio,
declarou que a resposta para a viagem espacial seria encontrada se nós
pudéssemos substituir o valor para a massa em sua equação comum valor em
termos de pura energia.
Mas deixe-nos retornar à equação original 1439 + 264 = 1703 antes de nós
progredirmos mais adiante com a equação de Einstein. Ei imagino que muitos
leitores estão ofegantes por respiração neste estágio, então deixe nos ver se nós
podemos encontrar qualquer evidência para apoiar a equação de Cathie de fontes
externas de sua própria pesquisa.
Esta equação parece estar tentando relatar a manifestação de massa da energia
de luz pura, então, poderia-se dizer que quando o harmônico de 264 é aplicado à
energia de luz pura, formação de matéria é colocada em ação.
Deixe-nos dar uma olhada em um dos processos mais incríveis da natureza, o
comportamento do DNA, conforme o básico à preservação da vida neste planeta e
o bloco de construção da matéria orgância. A ciência sabe como isso acontece,
mas não realmente por que. Se nós o observarmos geometricamente, nós
poderemos ver não somente a chave para a resposta, mas um forte apoio à
equação de Cathie também.
DIAGRAMA 15
A geometria da molécula do DNA
A análise geométrica por Buckminster Fuller da molécula do DNA (que está
basicamente de acordo com o modelo Watson-Crick) descobriu que colunas
helicóides de tetraedro (tetrahélice) aninham-se jintos em ramalhetes locais de
cinco tetraedros (dez fazem um ciclo de hélice) em volta de um eixo transversal,
numa coluna de anihamento tetrahélico* (*Embora Watson e Crick não
indentificassem a tetrahélice em si, as quantidades de incrementos que eles
mediram são as mesmas). Mas cinco tetraedros, vinculados em triplos um ao
outro em volta de um eixo de arestas comuns não alcançam os 360 graus por 7
graus, 20 minutos. Esta lacuna é chamada de ângulo de abertura do zíper do
nascimento dos comportamentos do DNA/RNA. O abrir de zíper ocorrendo como a
dicotomia do nascimento, a nova vida rompendo-se dos velhos padrões com o
perfeito carimbo e repetindo o padrão de crescimento dos outros.
Nós podemos admitir que este ângulo é arbitrário dentro da geometria? Se
Cathie estiver certo, então os harmônicos deveriam ser claramente evidentes
neste processo natural.
7º 20' = 26400 segundos do arco.
Se isto for compartilhado por cada uma das faces, então cada ângulo se torna 44
minutos que equivalem a 2640 segundos. Nós podever ver dessa maneira que
264 tem claramente emergido-se como um harmônico primário associado com o
harmônico da matéria orgânica.
Eu acredito que a combinação de todos estes fatores mostra sem muita dívida
que a forma humana é única. Nós somos um com nosso meio-ambiente. Haveria
muito poucas, se houvesse alguma, pessoas na Terra que teriam a combinação
harmônica perfeita, mas aquelas com os fatores que são mais próximos ao
fundamental, seriam, em teoria, as mais saudáveis e mais inteligentes de todos
nós.
Seria interessante examinar um pequeno grupo destas pessoas e ver se elas se
encaixam nos critérios.
18 – CONSTRUTORES EM PEDRA
HÁ HOMENS ENTRE NÓS QUE ENTENDEM OS SEGREDOS MATEMÁTICOS QUE
governam o universo. Agora eles estão freneticamente, mas clandestinamente,
tentando encontrar meios de colocá-lo em uso prático.
Um causa para tanto a pressa como o segredo tem sido a inevitável
compreensão de que nós não estamos sozinhos no Universo. Há amplas
evidências de que seres inteligentes visitaram este planeta milhares de anos atrás:
traços de civilizações de passado remoto em muitos aspectos muito mais
avançadas do que a nossa própria, podem ser encontradas em estruturas antigas.
A evidência de superioridade – em todos os sentidos – dos antigos tem abalado
aqueles que redescobriram seus legados; uma analogia seria a repentina
descoberta de ocupantes vitalícios de um hospital mental de que havia um mundo
de “inteligência superior” pouco além de seus portões lacrados.
Nós temos sido visitados e observados por possivelmente milhares de anos.
Enquanto nossos cientistas do século vinte tem aberto as portas para nós, é
também razoável admitir que os antigos tinham conhecimento bem mais
avançado do que o nosso próprio, e que a iagem espacial era para eles um
suplemento natural à sua civilização. Ainda assim, apesar de sua grande
inteligência e assustador controle sobre fontes de força e energia, eles eram
incapazes de evitar quaisquer que fossem as catástrofes que visitaram o planeta e
erradicaram muitos sinais de sua vida aqui. Com o estado do mundo como ele
está no presente, nossos modernos cientistas devem especular muitas vezes por
dia em nossas probabilidades de sobrevivência.
Houveram sobreviventes das antigas civilizações – e se for o caso, o que
aconteceu com eles?
Eles fugiram pro espaço para construir outras ainda maiores civilizações? Ou
eles foram pessoas do espaço, em primeiro lugar, que apareceram sob a Terra
apenas como uma pequena colônia de um império galático? Nós somos
descendentes dessas pessoas – ou nós somos uma nova raça cuidadosamente
criada e cultivada por pessoas do espaço como organismos adaptados à vida aqui,
para sermos zeladores do planeta até eles requererem uma vez mais? Nós somos
uma multidão aprisionada, pertencente a alguém Lá Fora? Eles cuidadosamente
nos observam, mesmo agora, nos bajulano e nos guiando, ensinando e nos
punindo, moldando e remoldando nosso futuro de acordo a nosso próprio
progresso e com relação em como nós lidamos com nossos próprios problemas?
Estas são apenas umas poucas das muitas questões formuladas por pensadores
dissidentes em décadas recentes. O que quer que seja o que nós escolhamos
imaginar, há sempre o duro fato: em tempo históricos, houveram raças neste
planeta com uma inteligênciamuito superior à nossa própria; há evidências de,
literalmente, toneladas que dizem isso. Há evidências também, eu sugiro, de
mostrar que há “inteligências” similares entre nós atualmente – e que sua
presença no nosso globo é de fato conhecida por nossos próprios cientistas.
A evidência das civilizações antigas tem sido reveladas em muitas partes do
mundo em forma de ruínas de pedras. Depois de estudar estes massivos edifícios
de pedra, arqueólogos tem comumente produzido teorias profundas como que
para seu propósito, finalmente classificá-las como templos erigidos em honra de
algum deus sol ou outro, construído a fim de abrigar rituais pagãos, ou mesmo
para propósitos mais obscuros – tais como sacrifício humano.
Como todos nós sabemos, muitas das inexplicáveis ruínas de pedra tem sido
encontradas como resíduos de culturas do passado – inclundo aquelas dos Maias,
Incas, Astecas e Egípcios. Em muitos casos, as ruínas indicam padrões que forma
originalmente geométricos em seu design. Reconstruções e medições tem
provado sem sombra de dúvida que em muitos exemplos, prédios e estruturas
tinham inerentes neles conceitos matemáticos que tinham conexão direta com a
luz, gravidade e massa. As construções não eram simples monumentos ou
lugares de veneração para deuses obscuros; nem eram elas elaboradas da
maneira que elas eram por razões puramente estéticas. Elas tinham uma função
científica definida.
A função, eu creio, estava conectada com a produção de energia, comunicação,
transportação, computação celestial, cura, e possivelmente muitos outros
propósitos que ainda devem estar obscuros a nós. Eu creio que há ligações
geométricas inquestionáveis entre a Grande Pirâmide no Egito e Stonehenge, o
arranjo fascinante dos monólitos em em Salisbury Plain, na Inglaterra. Eu tenho
descoberto evidências para confirmar minhas afirmações, e eu sinceramente
espero que especialistas em Stonehenge irão ter a graça de dar uma olhada mais
de perto em suas próprias conclusões.
Alguns leitores tem sentido que eu estou sempre pronto para condenar todos os
cientistas por completo. Eu não tenho dúvida afinal de que a maioria dos
cientistas são homens e mulheres de integridade que realizam pesquisa honesta
em seus campos escolhidos; infelizmente, a sociedade na qual nós vivemos é tal,
que muitas destas pessoas dedicadas são incapazes de informar o público em
larga escala sobre suas descobertas. Há uma brecha de comunicação, em parte
um resultado da escassez de um vocabulário comum ou terminologia que força
colocar as pessoas no mesmo comprimento de onda que os cientistas, e em parte
deliberadamente imposta. O dinheiro regra o mundo; o bote de interesses
investidos não pode prontamente ser balouçado. A quantidade de cientistas,
dedicados ou de outra maneira, que tem ousado falar fora da guia, em desafio do
establishment endinheirado, é certamente muito pequena. A solução para este
problema particular é a educação – a ponte que vai fechar a brecha entre os leigos
e os cientistas, os eclesiásticos dos anos 1980. Em tempo, essa ponte será
construída. Enquanto isso, eu tenho certeza, há cientistas que devem estar
sofrendo as dores do inferno em ter colocado os meios para destruir grandes
porções da humanidade nas mãos de políticos e dirigentes militares.
Eu suplico para estes intelectuais, se eles tem um pouco de honestidade
restante, a dizer a verdade sobre a bomba atômica, sobre as preparações para a
guerra biológica, sobre todas as maravilhas científicas que o mundo aproveitaria
se um controle sadio e razoável pudesse ser colocado sob o conhecimento no
qual é o deles.
Há cientistas que concordam comigo; eu sei disto, pois eles tem falado comigo
sobre o problema. Eu posso espreitar em seus segredos e passá-los adiante
conforme eu os descubro – porque eu não sou um deles. É certo que eles devam
ter um leigo como seu porta-voz? É uma posição que eu preencho
preocupadamente. “Não é para o público saber estas coisas; não é bom para eles”,
um cientista me assegurou. Eu deixarei você ser o juiz disso.
Conforme eu escavava mais próximo da verdade dos OVNIs e as fontes de
energia que eles usam, eu ficava duas vezes mais próximo de um “intermediário”,
que estava somente interessado em descobrir se eu pararia ou não a minha
pesquisa por uma preço. Quando ele descobriu que eu estava preparado para
continuar com minha pesquisa e publicar a todo custo, eu fui alertado de que
“coisas estranhas” indefinidas aconteceriam a mim se eu persistisse. Isto não é
uma desilusão de alguém sofrendo de um complexo de perseguição; é
perfeitamente real. Um advogado notado tinha o nome, e um registro da ameaça
velada e quem a fazia.
Eu fui capaz de dar ao intermediário uma resposta durante uma entrevista na
televisão; eu o deixei saber que eu tinha tomado um monte de precauções – tais
como ter um monte de cópias de manuscritos, gráficos, cálculos, mapas e outros
dados de pesquisa – colocados em vários lugares seguros, para que se algo
adverso acontecesse a mim, o trabalho seria realizado e consequentemente
publicado de qualquer maneira. Eu disse que eu não tinha medo.
Um pouco depois, eu fui novamente abordado, ofereceram uma posição
trabalhando com um pequeno grupo de cientistas com a alusão de um salário
muito saudável. Minhas resposta foi a mesma, e nessa ocasião, eu dei um relato
completo ao governo neo-zelandês da oferta.
Todos os grupos poderosos de hoje tem isto em comum: eles são capazes de
entender uma pessoa se recusa a ser comprada. Francamente, eu gostaria de
nada mais do que ser capaz de realizar pesquisa em tempo integral em todas as
questões que me interessam pelo resto da minha vida; mas eu também teria de
estar completamente livre para disseminar qualquer que seja o conhecimento que
eu pudesse ganhar, quaisquer que fossem as conclusões em que eu pudesse
chegar. Com esse desabafo, eu gostaria de citar a história de um jornal carregado
por Auckland Star em 23 de setembro de 1969. Foi arquivado do escritório de
Londres do NZPA-Reuter, e era intitulado:
ESTAÇÃO DE ENERGIA NA IDADE DA PEDRA?
Um grupo de arqueólogos amadores surgiu com uma resposta surpreendente a
um dos mistérios mais enigmáticos e mais velhos do mundo – a origem e o
propósito dos monumentos da idade da pedra, tal como Stonehenge.
Evidências reunidas por cerca de dezessete anos, podem alterar o pensamento
corrente nos círculos de pedra misteriosos.
A sugestão é de que as pedras formam uma rede de energia gigantesca.
O Sr. John Williams, Abergavenny, Mommouthshire, acha que todos os tais
monumentos na Grã-Bretanha devam estar alinhados em um único padrão
geométrico.
O Sr. Williams, um procurados, comparou as posições nos mapas de inspeção de
arsenal de mais de 3000 círculos de pedra e pedras únicas paradas.
Ele disse que caa uma está alinhada à suas vizinhas até vinte milhas de
distância num ângulo de 23 ½ graus, ou um múltiplo daquele ângulo.
Através dos anos, ele tirou de fotografias de pedras erguidas e acredita que ele
encontrou um significante vestígio para seu uso.
Um número surpreendente de fotografias deterioradas como se estivessem
“obscurecidas”.
“Eu não pensei em nada disso por anos e atribuía isso ao mau funcionamento da
camêra”, o Sr. Williams disse hoje, “mas em 1959, m amigo e eu fotografamos a
mesma pedra em Brecon juntos. Ambas as fotos apareceram com uma tira
enevoada através delas no mesmo lugar. Minha foto foi tirada em cores e a tira
enevoada era azul escura. Isso me levou a conjeturar que algo na pedra estava
deteriorando as imagens, um tipo de luz ultra-violeta.
“Desde então, eu tive muito mais exemplos do mesmo fenômeno”, Sr. Williams
continuou. “Muitas, se não todas, as pedras estáticas contém quartzo, um cristal
similar àquele usado com bigodes de gato nos primeiros receptores sem fio. Eu
acredito que muitas pedras mostrariam o efeito de névoa se sistematicamente
fotografadas. Eu agora acho que as pedras formam uma rede de energia
gigantesca, embora eu não possa adivinhar pra que propósito”.
O Sr. Williams oferece mais dois vestígios. Mais de 200 dos sítios de pedra estão
no alinhamento norte-sul e são chamados de Rei Arthur, “Mas Arthur”, diz o Sr.
Williams, “não significa um rei guerreiro celta. Em Welsh, o nome significa Ursa
Maior, e isso deve ser um vestígio de que o sistema de energia era baseado no
magnetismo polar”.
Disse o Sr. Williams: “As ondas de rádio e os raio-X tem sempre estado lá,
embora o homem moderno somente as descobrisse recentemente. É possível que o
homem pré-histórico somente descobrisse algo análogo que ainda é desconhecido
para nós?”.
Dolmens, grupos de pedras com uma pedra de cobertura, muitas vezes
delicadamente equilibradas, são habitualmente pensadas como sendo sepulcros.
Mas o Sr. Williams diz que restos humanos tem sido encontrados em somente 2
porcento de tais sítios. Ele acredita que as pedras de cobertura eram colocadas
como pedras de balanço para operar o sistema de energia.
Naturalmente, eu fiquei muito interessado neste relato, já que ele apoiava uma
boa porção de minhas próprias teorias. O fato de que as pedras, como descritas
pelo Sr. Williams são alinhadas em ângulos de 23 1/2º ou múltiplos dessa figura é
muito significante, já que este é o ângulo de inclinação do eixo da Terra. O Sr.
Williams indubtavelmente estava ciente disto quando ele foi entrevistado, embora
a questão não seja apresentada no artigo.
Isso será valoroso enquanto fazendo uma rápida visita a Stonehenge: ele se
consiste de dois círculos de blocos de pedra eretos, com duas outras séries de
pedras erguidas dentro, cada uma das quais na forma de uma ferradura. O círculo
externo evidentemente continha originalmente trinta pedras, cada uma com 13 ½
de altura; o esquema é conhecido como Círculo Sarsen. O diâmetro deste círculo é
97 pés, 4 polegadas, de acordo às medições publicadas no livro Stonehenge
Decoded, do astrônomo americano Gerald S. Hawkins. O autor realizou uma
avaliação científica de Stonehenge e de todos os dados conhecidos e referências a
ele, e então, com o auxílio de um computador, foi capaz de mostrar que a
organização geométrica das massivas pedras formavam um relógio astronômico
altamente preciso. Este estudo também demontrou que os arquitetos daquela
época tinham um conhecimento extremamente avançado de matemática e
astronomia. As medições que eu dei aqui são aquelas publicadas por Hawkins em
seu fascinante livro.
Das trinta pedras que uma vez erguiam-se no Círculo Sarsen, somente vinte e
quatro estão hoje em suas posições originais. As trinta pedras eretas foram uma
vez cobertas por trinta lintéis, encaixados em cada extremidade; somente cinco
dos lintéis permanecem no lugar. As pedras não eram de minas locais, mas foram
trazidas de uma posição perto de Newbury, cerca de quarenta milhas de distância.
Do lado de fora do círculo Sarsen havia ainda outro círculo, o Círculo Aubrey,
chamado por causa de seu descobridor. O que permanece neste é uma série de
buracos de cinquenta pés uniformemente espaçados que variam em profundidade
de dois pés para quatro. O diâmetro deste círculo razoavelmente preciso foi
medido em 288 pés, com uma distância de 16 pés de um buraco para o próximo.
Enquanto o círculo não era um perfeito, o maior erro de proporção radial foi
descoberto ser de 19 polegadas; e em volta da circunferência, no espaçamento
dos buracos, 21 polegadas.
Entre os buracos de Aubrey e o Círculo Sarsen, dois outros padrões circulares de
buracos – agora chamados de buracos Y e buracos Z – tem sido descobertos. Há
trinta buracos na série Y, formando um círculo de aproximadamente 35 pés do
lado de fora do Círculo Sarsen, e na série Z, vinte e nove buracos, de 5 a 15 pés
além do Círculo Sarsen. Os buracos não são regularmente espaçados. A escavação
de cada buraco trouxe à luz um único fragmento de pedra azul da variedade de
riólito.
Mais descrições e medições do complexo de Stonehenge preencheriam um
volume; mas a informação acima foi de vital interesse para mim. Ligada com a
descoberta pelo Sr. Williams do que parecia ser uma forma de radiação saindo das
grandes pedras, o trabalho de Hawkins ajuda a formar uma imagem mais clara do
possível propósito do padrão geométrico das pedras de quartzo.
O diâmetro no Círculo de Aubrey é de importância. O diâmetro médio é dado
como 288 pés. Eu sinto com certeza que se uma análise precisa fosse feita, a
medição verdadeira seria descoberta ser 287.8 pés da grade; um pé da grade
sendo uma fração maior do que um pé padrão. Como é mostrado em outra parte
neste livro, o valor de 2878 é igual a 2C, isto é, duas vezes a velocidade do
harmônico da luz de 1439.
Em seguida, nós notamos que o Círculo Sarsen tinha trinta pedras erguidas;
trinta também é o espaçamento básico do sistema de grade dos OVNIs. O
diâmetro do círculo é dado como 97 pés, 4 polegadas. Não é indicado se a
medida é tirada da extremidade ou do centro das pedras eretas. Novamente eu
tenho um pressentimento de que se a medida for analisada de novo e traduzida
em pés da grade, ela vai chegar a 96.6 pés, que dariam um raio para o Círculo de
Sarsen de 48.3 pés da grade. Como mostrado em outra parte, o quadrado do
harmônico recíproco da velocidade da luz de 695 é igual a 483.
Parece que Stonehenge foi construída de acordo aos harmônicos geométricos
universais da própria luz. O raio do círculo Aubrey é aquele da velocidade da luz;
o raio do Círculo Sarsen corresponde ao quadrado do recíproco da velocidade da
luz.
E o que pensar do fato de que as grandes pedras parecem ser de uma estrutura
cristalina, e aparentemente emitem uma forma de radiação, como mostradas pelo
efeito de névoa nas fotografias tiradas por Williams? Ele próprio sugere que o
cristal quartzo é similar aqueles usados nos primeiros tipos de cristais do rádio,
muito venerado por pequenos garotos em anos já passados – eu mesmo incluído.
Eu acredito que ele está muito próximo da verdade. As pequenas lascas de pedra
azul encontradas nos buracos Y e Z poderiam também ter uma estrutura cristalina
e ser impulsionadas para ressonar aos campos harmônicos estabelecidos pelos
círculos internos e externos baseados nos harmônicos da velocidade angular da
própria luz.
Poderia Stonehenge ter sido elaborado como um gigantesco emissor de cristais?
Um massivo aparelho geométrico construído em tempos antigos para servir como
um transmissor e receptor de sinais dos céus? Isto eu creio ser uma
probabilidade, não apenas uma possibilidade.
Há ainda mais evidências apontando para isto. Quando os homens constroem
uma estaão de radar moderna num local de terreno plano, é necessário cercar o
scanner do radar central com uma muralha térrea circular a fim de criar um
horizonte artificial. Esta baixa barreira corta todas as interferências aleatórias da
tela do radar, e fornece ao operador um horizonte positivo de qual para calcular
altitude angular.
Stonehenge, também, é cercada por uma muralha similar, embora seja formada
de marcações ubíquas que são encontradas em abundância nesta parte da
Inglaterra. O montículo de marcações forma a borda de um círculo de cerca de
320 pés de diâmetro. Este muro branco, quando foi construído, deve ter tido
cerca de 20 pés de largura e 6 pés de altura, de acordo às medições de seus
restos.
Os buracos de cinquenta pés de Aubrey eram também preenchidos com cascalho
de giz. Então, talvez haja algum tipo de afinidade eletromagnética entre as
moléculas do giz e o cristal quartzo nas pedras do Círculo Sarsen, e as lascas de
pedra colocadas nos buracos Y e Z.
Outro tipo de equipamento eletrônico moderno é um aparelho de navegação
usado pelos aviões e conhecido como VOR, sigla para Very High Frequency Omnidirectional
Range Station. O equipamento consiste de uma estação terrestre e
aparato especial num avião que analisa sinais transmitidos da estação. Por
variação constante da sincronização dos sinais transmitidos da estação terrestre,
o avião pode se concentrar nos radiais de um grau da estação. Por estes meios, o
avião pode tanto escapar ou se dirigir para a estação terrestre em definitivo,
configuradas as direções magnéticas.
É perfeitamente possível que Stonehenge fosse um equivalente antigo da estação
VOR moderna. As trinta pedras erigidas de quartzo do Círculo de Sarsen devem
ser parecidas com os trinta transmissores radiais de alta frequência. Os buracos
de Aubrey de seis pés ter estabelecido certos padrões de interferências, com
sinais sendo emitidos de cristais sintonizados nas pedras de Sarsen. Muitas
permutações resultariam quando os padrões radiantes dos sinais do buraco de
Aubrey e as trinta pedras de Sarsen fossem combinadas, que poderia ter
estabelecido uma quantidade muito grande de radiais eletromagnéticos para
propósitos de navegação. Tais sinais vajariam muito além no espaço, já que eles
teriam sido sintonizados ao harmônico da própria luz.
Algo mais de grande importância para mim, foi revelado no livro de Hawkins. Ele
refere-se a um certo alinhamento de pedras, revelada por análise de computador,
no equinócio do pôr-do-sol. Quando as posições designadas por Hawkins em “94”
e “C” são alinhadas com o sol, o deslocamento no azimute no sentido horário é
dado como 269.5! Aqui nós temos o harmônico de 2695 mostrando-se
novamente: melhor ainda, é o resultado de um programa de computador. Poderia
isto ser meramente uma possibilidade, como insistem os cientistas? Quantas
possibilidades eu sou permitido ter antes que alguém da autoridade admitirá
publicamente que talvez – mesmo um talvez qualificado – eu devo ter descoberto
algo que deve tornar-se de imenso valor para a humanidade.
Stonehenge pode ter sido tanto um relógio cósmico como uma estação terrestre
de navegação. Para produzir a ressonância harmônica requerida para impulsionar
radiação das pedras, o padrão geométrico deve estar alinhado com certas
posições geométricas relacionadas ao sol e à lua; dessa forma, um propósio duplo
deve ser atribuío ao sistema de Stonehenge.
Muito mais evidências do que eu tenho sugerido aqui, com certeza vira à luz no
futuro, mas eu creio que o suficiente já tem sido apresentado para sugerir que
uma examinação mais próxima da matemática inerente de Stonehenge irá revelar
uma autêntica mina de ouro de informação. Eu admito a possibilidade de que de
fato, os cientistas já tem feito exatamente isto; o fato que nós, o público, não
temos ouvido nada deles não seria nada incomum.
Outra linha de pesquisa que seria igualmente recompensadora seria uma
sondagem matemática da Grande Pirâmide, claro que realizadas usando os
harmônicos inerentes da grade de OVNIs.
Eu devo lembrar você que a palavra “pirâmide” tem significado literal de “medida
da luz”.
Um dia, esperançosamente em meu próprio tempo de vida, uma academia será
estabelecida de cientistas dos quais submissão será somente para a verdade, e
para a relatação da verdade para o público, e dos quais as funções principais
serão empreender pesquisas nos monumentos antigos dos quais os segredos nós
ninca fomos capazes sondar apropriadamente.
Qualquer homem verdadeiro da ciência já teria reconhecimento dos fatos e
quadros que eu apontei neste capítulo. Ele já teria empreendido pesquisas ao
longo destes caminhos excitantes.
Os monumentos dos tempos antigos de tamanho enorme; eles olham fixamento
em nossa face; seus segredos nos desafiam.
A resposta human é dar de ombros para eles.
“Meramente templos e lugares de adoração, erigidos por trabalho escravo”, é a
“explicação” que nós geralmente temos.
Em algum lugar, deve haver mestres sobreviventes do mundo antigo,
desfrutando de um risada silenciosa de nossa cegueira obstinada.
NOTA:
Desde a publicação deste livro, eu tenho realizado mais investigações na
estrutura matemática de Stonehenge com o auxílio de uma calculadora. Eu
descobri que os valores, como mostrados, embora somente à precisão de quatro
lados, estão de fato construídos no complexo. Um completo colapso matemático
dos padrões circulares concêntricos do espaçamento das pedras erigidas e os
buracos de Aubrey, tem sido concluídos, e as descobertas mostram que os
valores estão de acordo com aqueles demonstrados nas equações unificadas
harmônicas. Agora não há dúvidas em minha mente de que esta estrutura é de
imensa importância científica, e que a compreensão da mensagem matemática,
inerente dentro do padrão geométrico das pedras irá um dia a capacitar o homem
a conquistar o universo. É minha intenção publicar este dado num livro posterior.
19 – DO ALFA AO ÔMEGA
ALPHA CENTAURI, AQUELA CURIOSA ESTRELA HÁ MILHÕES DE ANOS LUZ DA
Terra, que tem empolgado cientistas por causa dos sinais de rádio que
aparentemente se originam em sua superfície, deve ser bem um dos objetivos da
era espacial. Uma das muletas científicas que irão ajudar nossos primeiros
viajantes do espaço a coxear para aquela destinação deve bem ser Ômega.
Por bem cerca de um ano, controvérsias se intensificara na Nova Zelândia para
se as antenas de uma estação de navegação Omega deveriam ser permitidas para
decorar um dos vales pitorescos da Ilha Sul como uma rede torcida por alguma
aranha psicótica (veja o diagrama).
Relatos e comentários tem sido feitos a respeito, palavras tem sido distorcidas e
citadas fora de contexto para apoiar uma ou outra causa partidária, e evasões de
nível governamental não tem feito nada para esclarecer a história de Ômega. Em
essência, a controvérsia tem se centrado nesta questão: deveria uma estação
Ômega auxiliar submarinos Polaris? Se fosse o caso, não deveria tal estação se
tornar um alvo primário no evento de um grande guerra, mesmo se a Nova
Zelândia fosse neutra?
Oito destas tão-chamadas estações de rádio náuticas estão para ser
posicionadas em várias localidades ao redor do mundo; a Ilha Sul da Nova
Zelândia foi selecionada como localização para uma delas. Já há quatro estações
em operação – na Noruega, Trinidad, Havaí e perto de Nova Iorque.
Supostamente, o sistema completo de oito estações será estabelecido pelo único
porpósito de fornecer uma rede náutica global para marinha mercante,
submarinos e aviões. Sem dúvida, as estações Ômega irão preencher este
propósito em máxima eficiência, já que o conceito está muito mais avançado que
o sistema de tempo de guerra conhecido como LORAN, ou navegação de longo
alcance.
Leituras simultâneas destas ou outras estações adicionais irão dar uma posição
em qualquer ponto da superfície da Terra dentro de uma precisão de meia milha.
Entretanto, um número muito grande de neo-zelandeses, incluindo cientistas,
professores universitários e o público em geral, tem expressado um temor de que
a instalação de tal estação na Nova Zelândia imediatamente faria este país
vunerável a ataque nuclear no evento da III Guerra Mundial. O temor vem da
crença, errônea ou não, de que o propósito oculto de Ômega é capacitar
submarinos nucleares para obter posições fixas precisas enquanto ainda
submergidas, a fim de realizar um ataque. Se isto fosse verdade, então qualquer
país com tal estação obviamente se tornaria uma prioridade – um alvo para o
inimigo.
Mas este é o propósito real do Ômega, de fato? Possivelmente, mas não
provavelmente. Submarinos nucleares não precisam deste tipo de sistema. Já
estão em uso sistemas de navegação inercial muito mais precisos e confiáveis, e
não podem ser adulterados por qualquer nação hostil ou seus agentes. A
declaração oficial do Ômega está falando precisamente quando ela declara que o
Ômega não é essencial para as forças militares de qualquer nação.
Então por que os americanos deveriam ficar tão ansiosos para estabelecer as
estações Ômega em outros países, e contra os desejos populares das pessoas
daqueles países? Há certamente a crença muito difundida de que algo está sendo
conciliado sobre o plano Ômega, e que todos os fatos não estão sendo revelados.
Já a imprensa tem nos informado de que pessoas envolvidas com as operações
destas estações serão cobertas pelo Oficial Secret Acts (New Zeland Herald, 2 de
julho de 1968). Isto seria razoável se o Ômega não fosse de natureza militar? Eu
por minha parte, não acredito nisso. Então pode haver alguma outra razão além
daquela oficialmente declarada para construir uma estação particular em uma
posição particular?
O TRANSMISSOR ÔMEGA BÁSICO
A. A antena transmissora de 10kw
B. Fios carregadores melhoram a eficiência da antena A, mas não transmitem.
C. Pequena choupana de controle.
O punho grosso do fio é a única parte transmissora. Se uma estação é
construída em terreno liso, uma antena de 1000 pés de altura é estabelecida com
uma rede de forma de guarda-chuva de fios apoiando em volta dela, e o custo é
muito mais do que aquele da antena de laço de montanha mostrado.
Como deve ser esperado, um volume um tanto grande de evasivas tem
confundido a inteira discussão do Ômega mesmo mais – deliberadamente, eu
suspeito. Três “prováveis” locais para o Ômega da Nova Zelândia foram
selecionados por avaliação na Ilha Sul, e uma parelha mais foram sugeridas para
localidades no sul da Austrália por boas medidas. Quando o público normalmente
despreocupado da Nova Zelândia começou a mostrar sinais de inquietação sobre
o projeto, inferências foram dadas pela maneira da imprensa diária de que o
projeto Ômega seria cedido para a Austrália, com a estação sendo construída em
New South Wales ou Tasmânia.
Esta possível troca de planos deve ter sido elaborada para ter um apelo
psicológico ao público neo-zelandês; a implicação era de que a Nova Zelândia
estava sendo tão difícil sobre a questão toda, que este domínio pouco pacífico
não se agradaria bem merecer uma estação Ômega, então o Tio Sam daria ele
para a Austrália em vez disso.
Se este de fato era o artifício, não foi inteiramente um grande suscesso: o
público tendia a respirar um pouco mais facilmente no pensamento de que depois
de tudo, seu país não se tornaria uma alvo potencial; mas ainda há altas
demandas de que o Governo rejeitar qualquer oferta pelo Ômega, mesmo se a
estação fosse ser apresentada como um presente. Deixe os aussies (australianos)
tê-la, por todos os meios; quem quer um cavalo de madeira abrigado em seu
quintal?
Houveram meses deste argumento e contra-argumento. Todos entraram no ato,
inclusive estudantes universitários que fizeram paradas carregando cartazes antiÔmega.
Consequentemente alguma decisão tinha sido feita. Foi anunciado que
um local próximo a Lake Pearson, na Ilha Sul da Nova Zelândia, tinha sio escolhido
para o Ômega. Esta localidade era a “mais barata” e “mais estimada” escolha do
começo.
A decisão veio como nenhuma surpresa. De volta em 1968, eu tinha sido
abordado por um grupo de estudantes universitários que me pediram para
emarcar as posições propostas mais estimadas para a estação, para ver se havia
qualquer conexão com a grade de OVNIs que eu tinha descoberto, ou se haviam
quaisquer outras evidências geométricas para explicar o Ômega como qualquer
outra coisa além de um sofisticado sistema náutico civil.
Eu informei os estudantes que eu não estava particularmente interessado em sua
batalha sobre a questão Ômega, já que eu tinha evidências mais do que
suficientes de minha própria pesquisa para avaliar em relação à atividade OVNI
sem ficar misturado no que tinha todos os sinais de uma discussão política.
Mesmo assim, eu fiz uma análise inacabada das posições geométricas dos locais
que tinham sido mencionados, e eu descobri que q área de Lake Pearson era a
única que mostrava qualquer conexão com os harmônicos da grade. Eu deixei
isso, depois de dizer pros estudantes que eu não tinha mais interesse na questão.
Se esta era de fato a área que seria consequentemente selecionada, naquela
época, eu deveria me tornar um pouco mais interessado.
Em abril de 1969, a decisão foi anunciada: Lake Pearson seria o local da estação
Ômega. Os cientitstas tinham analisado através de todos os prós e contras para
este local e que, eles disseram, Lake Pearson era a mais significante e magnífica
localização sob a qual colocar a caixa de truques reverentemente chamada de
Ômega.
Então agora eu estava definitivamente interessado. Peguei meus mapas
desgastados e tabeles de registros.
A altitude e longitude do lago foram checadas uma vez mais, e uma recalculação
feita das probabilidades harmônicas da área. Eu fiquei convencido de que os
cientistas estavam a par de algo que eles não tinham intenções de revelar para o
público em larga escala.
Eu calculei uma posição um pouca a norte-noroeste do lago que eu pensava ser
um local provável para a estação, e ousei passar a informação para o adido aéreo
da Embaixada Americana em Wellington, na esperança de despertar algum tipo de
comentário de alguém da autoridade lá. Eu não tinha certeza que princípio
harmônico a estação seria construída para incorporar, então eu tinha de trabalhar
somente por intuição. Entretanto, eu estava certo de que quando o ponto de vista
exato fosse conhecido, uma conexão matemática com o sistema da grade seria
evidente. Uma resposta direta não se apresentou, mas umas poucas semanas
depois, eu encontrei o adido aéreo por acaso em Auckland e ele me disse que os
cálculos que eu tinha enviado para Wellington não eram “muito ruins”. Eu sentia
que ao menso eu estava chegando perto.
Alguns meses depois, eu recebi mais informação e descobri que a posição que
eu tinha escolhido era evidentemente um erro. Canta, um jornal publicado pela
Associação de Estudantes da Universidade de Canterbury, publicou um comprido
artigo sobre a questão Ômega, e sua ilustração de um mapa esboçado (veja mapa)
mostrou a posição vigente estar no final sudeste do lago.
MAPA 7
Fotocópia do artigo do jornal da Universidade de Canterbury, Canta.
A área onde a antena seria suspensa era fechada por quatro montanhas. No final
norte, Purple Hill (5505 pés) e monte St. Bernard (5119 pés); e no final norte,
Constitution Hill (4409 pés) e Broken Hill.
Residentes locais acreditam que a antena de duas milhas será fixada em algum
lugar entre Purple Hill e Constitution Hill. Os proprietários de cada fim da antena
disseram ser arrendados pela própria Universidade de Canterbury (Reserva
Educacional 1577). Me parecia que era muita conicidência que o terreno que seria
usado era pertencente à universidade. De qualquer maneira, o relato do Canta
soletrou para mim uma área muito pequena que eu seria facilmente capaz de
checar a fim de encontrar quaiquer harmônicos matemáticos interessantes.
Meus cálculos originais, quando publicados em meu trabalho anterior, Harmonic
695, indicaram que a posição mais provável da antena seria: 43º 08' 09.6''
sul/171º 48' 43.9'' leste. Os harmônicos geométricos associados foram
descobertos estar relacionados de meneira muito próxima aos valores recíprocos
da velocidade da luz e tempo, de acordo à precisão de meu trabalho naquele
período.
Eu tenho estendido minha pesquisa consideravelmente desde então, e agora
tenho aceso a computadores que ajudam a simplificar o trabalho e permitir uma
cobertura mais abrangente de todos os parâmetros geométricos descobertos até
agora na busca por relacionamentos harmônicos. A melhor posição teórica, de
acordo ao conhecimento presente, calculado por computador, seria:
43º 08' 37.61'' sul/171º 48' 20.653'' leste.
Pesquisas recentes tem indicado que a latitude de várias estações científicas de
tal maneira que as deslocações relativas do Equador e do Norte, ou Pólo Sul, irão
criar um harmônico geométrico.
Então a latitude de 43º 08' 37.61'', ou, 43.14378 graus teria um deslocamento
como o seguinte:
distância do Pólo Sul = 46.85622 graus
distância do Equador = 43.14378 graus
diferença = 3.712440 graus
O harmônico 371244 é o recíproco matemático do valor geométrico derivado da
Equação Unificada: 2693645. A posição, por causa da latitude, permitiria uma
onda de transmissão eletromagnética sintonizada ressonar em harmonia com os
Campos Unificados. (Estes valores são explicados mais completamente em meu
livro posterior, “The Bridge to Infinity, Harmonic 371244”).
A posição da longitude também criava um harmônico interessante. Como todos
os cálculos estão relacionados para cada seção de 90 graus, nós processamos a
longitude como a seguinte:
171.805737 graus
menos 90.000000 graus
81.805737 graus
A Tangente deste ângulo é:
6.94444
O harmônico 694444 é o valor recíproco da velocidade da luz no espaço livre,
144,000 minutos do arco por segundo da grade, relativo à superfície da Terra.
Mais um harmônico é evidente na relação do transmissor para a grade do Pólo
Norte em:
78º 25' 33.33'' norte/105º 00' 00'' oeste.
A distância do círculo grande entre os dois pontos (precisão para dentro de 0.45
minutos no computador) é 7844.6296 minutos do arco, ou milhas náuticas.
Se este valor for multiplicado por 6, três vezes, a fim de aumentar o harmônico,
um calor de 1694440 é encontrado. Pesquisas recentes indicam uma associação
direta deste harmônico com massa, gravidade e comunicação.
O harmônico da comunicação também seria, em teoria, construído no próprio
sistema de antenas e mais um exercício no computador sugere o seguinte:
Altura da antena dada como:
1,000 pés
Um valor teórico de:
996.72393 pés seriam iguais a:
0.1639348 minutos do arco, relativos.
Multiplicar por seis duas vezes para aumentar o harmônico:
5.9016548
Que é o harmônico recíproco de:
0.169444 (comunicação).
Durante março de 1961, foi anunciado num jornal da Nova Zelândia, que os
americanos tinham finalmente decidido que a Estação Ômega não seria
estabelecida na Nova Zelândia.
Na sexta, 11 de agosto de 1978, um jornal australiano publicou um artigo que
relatava em parte:
“O Governo Federal vai convocar pessoas amanhã para uma Estação Ômega de
Navegação ser construída em Darriman, em Gippsland----------------- Espera-se que a
construção esteja pronta no meio de 1980 e a estação está planejada para estar
operacional antes do fim de 1980.
Ela terá uma torre de aço entrelaçado de 427 metros de altura para carregar o
sistema de antena.
O sistema de antena consiste-se de 16 cabos apoiados do topo e estendendo-se
para chão cerca de 730 metros da base em um arranjo uniformemente espaçado”.
Eu vou deixar meus leitores descobrirem a localização exata disto para calcular
os harmônicos apropriados. Eu estaria interessado em quaisquer resultados que
parecessem promissores.
Uma vez eu dei uma boa olhada em meus cálculos teóricos e senti alguma
satisfação com os resultados, eu pensava que meus próximos passos seriam
colocar a estação em meu mapa da grade original para ver apenas como ela se
encaixava dentro no sistema.
As várias posições que eu calculei através dos anos tinham todas estado dentro
de umas poucas centenas de pés uma à outra, para que a relação ao Sistema de
Grade Mundial permanecesse o mesmo no mapa de larga escala. Imediatamente
se tornou óbvio que a posição era uma ideal. A estação se encaixava na grade
apesar de uma ter sido sob medida para a outra (veja mapa). Eu produzi o mapa
da grade anos antes que fosse ouvido falar de Ômega, e eu não tenho alegações
de ser clarividente. Não pode ser acidente que o local se encaixe tão nitidamente
com o sistema de grade; eu estou certo de que a estação foi planejada anos atrás
por aqueles encarregados do projeto mundano de explorar o sistema da grade.
Do Alfa ao Ômega – do começo ao fim; da Terra para as estrelas.
Há alguém neste planeta que já tem possessão de too o conhecimento
necessário para fazer cidadãos do espaço todos nós. Quando eles irão nos deixar
a par do segredo?
MAPA 8
Seção do mapa da grade original publicado em Harmonic 33 (1968).
Posição calculada da estação Ômega traçada no mapa em agosto de 1970
mostra possível correlação com grade dos OVNIs.
20 – HÁ ALGUMA COISA NO AR
NO SÁBADO, 7 DE DEZEMBRO DE 1969, A FAMÍLIA BRAMMAL ESTAVA SE
acomodando para assistir seu programa de TV favorito, High Chaparral. Pouco
antes dele começar, por volta das 20:25 horas, toda a energia no distrito foi
repentinamente cortada. Uma violenta tempestade de relâmpagos estava
iluminando o céu ao sudeste, com prolongados flashes brilhantes seguindo-se
uma ao outro em uma sequência espetacular.
Ted Brammal saiu pra fora para ver a tempestade e imediatamente viu um objeto
brilhante que ele depois descreveu como se parecendo com uma “grande luz
fluorescente”. Jennifer Brammal saiu da casa para se juntar a ele, e eles o
observaram por cinco minutos. Quando a energia voltou novamente, Ted
telefonou para o Departamento de Energia e foi informado de que o distrito
inteiro tinha sofrido apagão, provavelmente como resultado de uma violenta
tempestade elétrica nos arredores de Rotorua.
O objeto que os Brammal observaram era grande e muito brilhante. Ele pairava
no ar, com um cenário de fundo de nuvens escuras, estrelas, mostrando-se
através de brechas nas nuvens, que Ted avistava de tempos em tempos, dava a
ele uma ideia de seu grande tamanho.
Depois de pairar imóvel, o objeto se moveu “lentamente e deliberadamente”,
inclinando-se para que as projeções tipo cone de sua superfície da base, cobrindo
uma grande quantidade da área e parecendo e parecendo como “áreas negras
ovais”, pudessem ser claramente vistas. Para ainda mais assombro dos
observadores, a luz emanando do objeto, pulsava para se equiparar ao brilho dos
flashes dos relâmpagos. Projeções como espinhos de luz colorida – azul,
vermelho e verde – irradiavam das laterais e de cima pra baixo.
Separado deste ângulo, rolando em movimentos lentos, o objeto permanecia
estacionário. Posteriormente, numa declaração para um investigador (Sam Rix), os
Brammal declararam que o objeto dava a impressão de que era construído, uma
máquina de algum tipo. Eles depois fizeram desenhos independentes do que eles
tinham visto; sua declaração e seus esboços estão em meus arquivos – junto com
muitos outros relatos de testemunhas oculares e esboços de diferentes partes do
país. Avistamentos como estes são agora uma ocorrência muito frequente, mas já
que os OVNIs oficialmente não existem, a mídia de notícias está inclinada a deixar
eles sozinhos. Mas os Brammall sabem que eles viram algo – um objeto que
corresponde em todos os aspectos às descrições típicas de OVNIs. No mínimo,
eles sabiam que eles não estavam sozinhos. Aqui está outro relato detalhado
novamente acompanhado de esboços feitos logo depois do avistamento, e
assinados como uma gravação verídica de Y. R. Plant, E. F. Plant, S. Plant, B. R.
Plant e M. C. Clapp, todos de Auckland. O avistamento teve lugar em TeKaha,
Costa Leste.
Por volta das 21:00 horas, no anoitecer de 21 de janeiro de 1969, nós notamos
uma luz flamejante e brilhante que parecia estar viajando além da cordilheira
das montanhas do lado oposto. Ela ficou estacionária, e os lampejos brilhantes
continuaram como se parecessem revolver.
Ao mesmo tempo, em intervalos de aproximadamente dois minutos, um flash
como de relâmpago de um ponto levemente mais ao sul, iluminava o céu. Ele
vinha de trás de uma pequena nuvem negra acima das montanhas, e os flashes
eram direcionados na luz revolvente. Um flash similar ocasional era visto muito
mais ao sul.
Haviam cinco de nós: minha esposa e eu, meus dois filhos adolescentes e o
amigo deles, observando este fenômeno por cerca de uma hora, quando nós
percebemos que havia muita atividade acontecendo no céu. O que parecia ser
uma pequena estrela repentinamente cairia em excepcional velocidade, e então
pairar no céu. Em um momento, haviam cerca de seis destas luzes cadentes, uma
das quais desapareceu até o sul, em um movimento saltitante.
No céu à leste havia uma grande luz brilhante com raios emanando dela e
abaixo desta, uma pequena “estrela” flutuava pra cima e pra baixo. Conforme nós
observávamos uma longa nuvem escura se formava acima do alcance das
montanhas.
Depois de observar esta contínua atividade por três horas, duas luzes foram
vistas erguendo-se de trás das montanhas. Uma luz era vermelha e a outra uma
luz verde azulada rotatória, e elas davam a impressão de ser anexadas a um
objeto, já que elas se moviam em conjunção uma com a outra. Este permaneceu
parado por trinta minutos antes de se mover lentamente pra cima, além da longa
nuvem. Neste momento, o lampejar no chão cessou. Vinte minutos depois, cinco
luzes vermelhas, uniformemente espaçadas, erguiam-se acima da extensão de
montanhas, pairando por cerca de cinco minutos, e então vaijando pra trás e pra
frente acima dos montes.
Isto ainda estava ocorrendo quando nós consequentemente nos retiramos,quatro
horas e meia depois do primeiro avistamento da luz lampejante.
Grupos de observações são obviamente de interesse muito maior para qualquer
investigador do que avistamentos individuais e casuais. Histórias e dados podem
ser checados de um observador à outro, e fé muito maior pode ser colocada em
tais relatos quando são encontradas comparações em aspectos importantes. O
mais fascinante avistamento de grupo da Nova Zelândia veio em dezembro de
1968, quando um número de alunos da escola primária em Te Muta School,
Havelock Norte – o centro de uma região que tem rendido avistamento após
avistamento no passar de quatro anos – relatou ver um disco voador numa
distância próxima. Todas as seis crianças concordaram no tamanho e forma dos
objetos – e em ter sido “assustadas” por ele. Elas relataram que elas viram uma
comporta e uma antena conforme o objeto em forma de disco pairava em baixa
altitude sobre algumas árvores álamo, que fazia um barulho de estalido, e que era
cerca de metade do tamanho da piscina da escola – na ual eles estavam etudando
na época como uma classe sem natação. Eles chamaram a atenção de seu
professor para o objeto; repentinamente, ele se atirou para cima e viajou na
direção da cidade próxima de Hastings,deixando um rastro de vapor para trás.
Um professor relatou que ele observou o mesmo objeto por cerca de dez minutos,
conforme ele se movia pra trás e pra frente através de Hastings. O aeródromo
próximo e o Departamento de Aviação Civil em Napier, confirmaram que não
haviam aviões na área no momento do avistamento.
Gavin King, dez anos, descreveu-o como isto para a Tribuna-Herald em Hawker's
Bay, que pesquisou a história em 20 de dezembro: “Ele era redondo, com três
coisas no topo... havia luzes todas em volta da base e aqui era um tipo de
comporta no lado... fazia um barulho de tique, como um relógio”. (similar barulho
de tique foi associado com os OVNIs, como descrito em Harmonic 33).
Graham Hebden, dez anos: “No começo, o objeto parecia como um pássaro, mas
cresceu ao tamanho de cerca de metade da piscina da escola quando ele
finalmente pairou sobre as árvores”.
Peter Taylor, nove anos: “Ele tinha 'coisas' suspendendo dele. Eles tinham 'coisas
redondas' ligadas à eles”.
Gavin King e os outros alunos fizeram depois esboços do que eles tinham visto.
Enquanto isso, uma mulher de Haverlock North disse que ela tinha visto alguma
coisa, evidentemente o mesmo objeto, por cerca de cinco minutos. A Srta. M.
Berg, de Lipscombe Crescent, disse que ela parou em sua porta e observou o
objeto se aproximar de sudeste. “Foi o barulho que fez me impulsionar a olhar
para cima”, ela disse. “Era um barulho engraçado – algo diferente”. Ela observou o
objeto até que ele foi direto para cima de sua casa.
Ela disse que a base do objeto era como a base de um bote, e que ele tinha asas
quadradas.
Estes relatos foram feitos apenas quatro meses depois de outras ocorrências
bizarras próximas, em Taradale.
John Dow, 19 anos, aprendiz de marceneiro, e seu amigo Paul Franklin, estavam
fora do depósito em Taradale, num anoitecer de setembro, procurando por ratos
para exercício de tiro. Era por volta de 9:30. Repentinamente, os dois jovens
ouviram algo que eles foram descrever depois como “soando como o trovão”. O
chão abaixo de seus pés sacudia; olhando pra cima no céu, eles viram umas trinta
luzes se movendo, desaparecendo em intervalos da visão. Eles observaram o
espetáculo por cerca de meia hora, e finalmente, mistificados e excitados, foram
para casa.
Luzes tem sido vistas no céu sob esta área muitas vezes durante o passar de uns
poucos meses: apenas um ano antes, avistamentos verificados de OVNIs foram
relatados na área próxima de Hastings. Naquela época, eu tracei estes
avistamentos no mapa da grade de Nova Zelândia e encontrei, não muito para
minha surpresa, que as posições verificadas todas ficavam nitidamente em linhas
latitudinais paralelas da grade.
Objetos tão estranhos no céu não eram muito incomuns nesta área. Na noite
seguinte, os dois garotos retornaram para o depósito; era um sábado, e eles
planejaram fazer uma vigília. Eles não viram nada de interessante e foram pra
casa um pouco decepcionados. Na noite de domingo, eles estavam viajando no
carro de John Dow; Paul, olhando pra trás, avistou uma luz branca brilhante, mas
não havia nada de nota particular para registrar.
Duas noites depois, eles estavam dirigindo perto do curso do golfo Waiohiki,
quando viram uma luz verde no céu; a cor mudou para vermelho, e logo eles
viram um flash “feixe de luz” através do céu.
As declarações seguintes foram dadas em evidência em Napier Magistrate's
Court, quando John Dow, acusado de direção perigosa, alegou não ser culpado.
Na corte, ele disse: “Quando nós estávamos passando pelo campo automotivo de
Taradale, paul, que estava olhando fixamente para trás, repentinamente deixou
escapar um grito de que isto (o feixe de luz) estava chegando em nós. Eu o vi no
espelho. Paul se esgueirou do seu lado; seus pés chutavam os meus”.
Dow estava metade atirado pra fora de seu carro: “Eu comecei a levantar”, ele
prossegue, “e Frankilin disse: Por Deus! Fique abixado! Eles estão atrás de nós!”.
Agora fora de controle, o carro mergulhou por cerca de duas centenas de jardas
ao longo da rua Gloucester de Taradale, e finalmente bateu através da placa da
janela de vidro de uma loja de frutas. Foi este fim repentino à perseguição que
trouxe os dois moços primeiro para o hospital e depois para a Magistrate's Court
em Napier.
O Promotor Público era o Sargento W. T. Pender. Depois que Dow descreveu a
luz que perseguia o carro como estando cerca de dois pés e meio atrás, o
Sargento Pender perguntou a ele o que ele pensava que era. “Um disco voador”,
Dow respondeu.
O Promotor Público perguntou se as luzes coloridas poderiam ter se originado
de uma explosão no depósito. Não, afirmou Dow, eles tinham observado as luzes
no céu por cerca de meia hora.
O Sr. W. K. I Dougall dispensou o caso de direção perigosa contra Dow.
Entretanto, antes de enviar Dow para seu caminho, o magistrado tinha algo a
acrescentar.
“Muitas destas luzes pessoas vêem ter uma causa natural”, ele declarou, “e o
'disco voador em perseguição' deve ter sido as luzes de um carro vindo em volta
da esquina... Quanto mais cedo ele (Dow) falar a um adulto sensato sobre a
questão, melhor”.
Entretanto, dois fatos pertinentes permanecem: a história dada pelos dois jovens
na explicação de sua batida de carro de uma janela de loja foi aceita pela polícia;
o magistrado admitiu que Dow tinha ficado em tal estado mental que ele tinha
agido involuntariamente quando “alguma coisa o tinha distraído”.
O segundo ponto é que a companhia de seguros relacionada com os danos ao
carro também aceitou a história de Dow. Isto, no mínimo, foi algo novo na Nova
Zelândia. Uma declaração que eu tenho no arquivo de Paul Frankilin mostra que
outras pessoas no distrito, incluindo no mínimo dois policiais, tinham
testemunhado as luzes no céu sobre Taradale.
Tem havido incontáveis outros avistamentos, não somente de objetos no céu –
mas de evidências mostrando que objetos tem aterrissado.
Pouraua South Road se estende por uma milha através de uma superfície
pedregulhosa nas Planícies Hauraki. Ela se dirige em uma terra coberta pouco
convidativa onde arbustos manuka predominam. Aqui, um bloco de cinquenta
acres de terra é pertencente a um antigo fazendeiro de laticínios, Bert O' Neil, que
em 4 de setembro de 1969, fez uma descoberta surpreendente. Alguma coisa,
parecia, tinha aterrissado em sua propriedade deixando um círculo alvejado de
manuka por cerca de cinquenta pés de lado a lado, haviam três sulcos em forma
de V de preocupantes manchas de turfa no centro do círculo, cada uma cerca de
duas ou três polegadas de profundidade e espaçadas precisamente nove pés de
separação. Em nehuma parte, as manukas tinham sido esmagadas, levando o Sr.
O' Neil a teorizar que “três pernas tinham sido deslizadas no chão e então
chanfradas em direção externa”. Um repórter para um dos jornais de fim de
semana de Auckland, escreveu: “O manuka, que é extremamente saudável em
outras partes, parece ter sido alvejado em branco-verde e secado pelo calor de
dentro do círculo claramente definido. Os arbustos definitivamente não tinham
sido queimados”.
O círculo de Ngatea causou considerável excitação – mais do que qualquer
avistamento OVNI relatado anteriormente na Nova Zelândia, de fato, por aqui no
mínimo foi algo tangível. Hordas de pessoas vinham de carro por dias após o
evento, pisando sobre a área em busca de céus sabe o quê.
Como de costume, investigadores oficiais estavam entre os últimos visitantes, e
muito antes, as explicações estavam chegando em ritmo intenso. A área tinha
sido atingida por uma “praga”, neste caso, a manuka branca-verde; as, as marcas
no chão foram feitas por porcos, arraigamento por comida, e assim por diante.
Um fungo foi descoberto estar crescendo na manuka, e isto foi aclamado como a
causa da condição do arbusto – embora ninguém fosse capaz de declarar por que
somente um círculo perto da perfeição tivesse sido atacado. Então foi descoberto
através de examinação científica da manuka, que os galhos e troncos estavam
secos de seiva e tinham sido “cozidos” de dentro pra fora – talvez como se eles
tivessem sido expostos à radiação extrema.
O apresentador de um programa rural, Reg Chibnall, fez testes independentes
no solo de dentro do círculo e do lado de fora; ele descobriu que as sementes
cresciam normalmente no último solo, mas produzia plantas de aparência doente
e miseráveis em vasos contendo terra de dentro do círculo. O então Ministro da
Ciência favoreceu a versão dos fungos e porcos e deixou de lado a questão toda.
Entrementes, os cientistas em Auckland University concluíram que aranhas mortas
na área de manuka alvejada tinham sido mortas por radiação. O Sr. Don
Lookwood, de Waihi, fez outra interessante descoberta: vinte e dois pés fora da
posição da linha central das marcações terrestres, a manuka mostrava sinais de
onde a radiação tinha terminado e o resto da árvore tinha morrido. Este ponto de
demarcação estava um pouco acima do nível do chão, mas aumentava em altura
até as árvores mais ao sul onde as marcas foram feitas.
Árvores e outros exemplos foram coletados pelo Sr. H. L. Cooke, de Tauranga, e
estes foram examinados por um horticultor na mesma cidade. O Sr. Stuart-
Menzies, que deu o seguinte relato: “O arbusto é radioativo e foi cozinhado
instantâneamente de dentro pra fora. Eu não conheço nenhuma fonte de energia
terrestre que possa produzir este efeito. A manuka foi alvejada seca, mas não
mostrava sinais visíveis de queimadura. Cada medida de umidade da planta tinha
sido instantâneamente vaporizada, e estava completamente seca e quebradiça.
Isto é muito incomum na manuka, que normamente leva um longo tempo para
secar. Algum tipo de radiação de alta-frequência cozinhou o material de dentro
pra fora. A energia recebida reduziu o cerne a carbono negro, sem o lado de fora
mostrar qualquer sinal de queimadura. As células nos raios medulares foram
queimadas por repentina vaporização da seiva da célula. Um meteorito ou
relâmpago não poderia fazer isto, e era muito repentino para combustão”.
O Sr. Stuart-Menzies acrescentou que o processo parecia ter sido similar àquele
empregado em cozinhar infra-vermelho, “mas em uma escala enorme”.
Assim, o círculo de Ngatea permanece um mistério. O Sr. O'Neil gostaria que ele
nunca tivesse encontrado a área onde algo fora deste mundo aterrisasse – ele está
cansado das piadas amistosas que ele tem sido exposto desde então.
É bem conhecido pra mim que operadores de radar de vários aeródromos por
toda a Nova Zelândia estejam pegando constantemente objetos não-identificados
no céu em suas telas. Relatos oficiais são arquivados, mas estes homens
raramente falam do que eles viram – mais do que ridículo, eles temem perder
seus empregos, tal é a muralha oficial do silêncio. Em numerosas ocasiõe
autoridades de campos aéreos tem se tronado tão empolgadas sobres os blipes
de radar de objetos voadores desconhecidos, que aviões que chegam tem sido
desviados a fim de permitir o controle dar olhada mais próxima nos intrusos.
Outros trabalhadores dos campos aéreos frequentemente vêem objetos no céu
que certamente não são aviões – ou pássaros, ou gás charco, ou Vênus em
descendência.
Na frente de mim, estão agora dois relatos independentes feitos por
trabalhadores no Aeroporto Internacional de Auckland em respeito a algo que
atraiu sua atenção em 3 de dezembro de 1967. Para proteger os dois
trabalhadores relacionados, eu não darei seus nomes; seus relatos assinados
estão em minha posse e estão disponíveis para investigadores genuínos.
“Enquanto trabalhando no aeroporto, eu vi luzes limão pálido à prateado
atravessarem o céu de sul-sudoeste à direção norte-nordeste. Elas eram convexas
em ambos os lados e no lado superior estava um pequeno domo. Elas voaram
juntas por um curto tempo até que o mais inferior começasse a fazer alterações
acentuadas em sua altitude, zig-zagueando pra cima e pra baixo. Eles ficaram à
vista por cerca de quatro a sete segundos... Eles finalmente desapareceram de
vista num banco de nuvens ao norte”.
O segundo relato é confirmatório:
“Dois objetos voadores em forma de disco, em cores prata, atravessaram o céu
de SSO à NND. Eles voaram em formação por algum momento; o disco inferior
então moveu-se aos arrancos sobre o outro disco até que ambos desapareceram
atrás de um grande banco de nuvens no horizonte ao norte deles. Ambos os
objetos viajavam numa velocidade extremamente alta, acima de mil milhas por
hora”. Ambos os relatos incluem desenhos de naves em formas de disco
salientando um domo proeminente.
Muito por uma mera amostra de avistamentos e mais eventos dramáticos perto
de casa, em cada país do muno tem havido relatos de natureza similar –
estranhos objetos no ar, no chão, no mar; a repentina aparição de seres
alienígenas; a descoberta de construções e artefatos peculiares.
Um dos tipos mais irritantes de relato é o relatório incompleto. Jornais
sulamericanos são cheios de meias histórias sobre os OVNIs – aparições
repentinas de discos, seu desaparecimento na selva, o levantamento de posses
para traçá-los, e então – silêncio.
Em outubro de 1968, um grupo de alpinistas procurava pelos Andes, uma base
de discos voadores; eles relataram que eles tinham encontrado, mas como um
subproduto para falar, uma “fortaleza” de uma civilização anteriormente
desconhecida. Isto estava numa região do Chile conhecida como Talca, 150
milhas ao sul de Santiago. Houveram repetidos relatos de OVNIs na área, carros
parando e ligando sem explicação, flores fora de estação florindo. A “fortaleza”
compreendia duas plataformas cada uma com setescentas jardas quadradas, e
feita de 233 blocos de rocha vulcânica, cada bloco com um peso médio de dez
toneladas.
Em fevereiro do ano seguinte: na suposição de que a plataforma dos Andes
devesse de fato ter sido uma área de lançamento de OVNIs (“cosmódromo” era a
palavra apreendida sob os serviços de telégrafos), uma expedição liderada por
Humberto Sarnataro Bounaud, um comerciante e pintor de trinta e dois anos,
preparado para explorar os blocos gigantes, bem como uma caverna dita estar
abaixo da plataforma. Muitos camponeses e aldeões na área alegam que eles
viram discos voadores decolando e aterrissando na montanha perto da
plataforma.
Infelizmente, a imprensa nunca informou-nos o que aconteceu com a expedição
de Bounaud. Ele já concluiu? O que eles encontraram? Qual era o segredo da
caverna?
Entrementes, por volta da mesma época, doutores na Colômbia relataram estar
perplexos pelo caso de um homem que morreu de uma doença misteriosa depois
que ele relatou ter visto um disco voador. O homem era Arcesi Bermudez,
cinquenta anos, que ficou doente depois que ele disse que viu um OVNI azul e
laranja com luzes lampejantes em seu quintal em Anolaima, sudoeste de Bogotá.
Ele alegou ter se aproximado dentro de dez pés de distância da nave, e então
virou-se pra trás para pegar uma lanterna. Quando estava retornando o OVNI
voou.
Uma semana depois, Bermudez estava morrendo, sofrendo de ataques de vômito
e diarréia; gastro-enterite foi o diagnóstico. Mas a baixa temperatura de Bermudez
desafiava os doutores. Até o momento da morte, ele manteve sua história de ter
se aproximado de um OVNI aterrissado. Se houve um inquérito, as descobertas
nunca foram publicadas nos pápeis que eu li. Os sintomas do homem morto soam
suspeitosamente como envenenamento por radiação.
Perto de casa, em 28 de dezembro de 1968, um homem em Goulburn, New
South Wales, viu e falou com um ser de Saturno; ao menos, esta foi a história
sendo investigada pelo posterior Miran Lindtner, presidente do Centro de
Investigação de Objetos Voadores Não-Identificados em Sydney, e o Dr. D.
Herbison-Evans, um astronômo do departamento de física de Sydney University.
O homem teve o encontro com o alien, ele dizia, enquanto estava numa viagem
para caçar perto de Goulburn; dez anos antes ele teve uma experiência quase
idêntica exatamente no mesmo local, enquanto caçava por rapozas. De acordo ao
Dr. Lindtner: “Ele disse que atirou e atingiu algo, que deixou sair um barulho
terrível. Então houve um lampejo de luz e alguma coisa – nós não sabemos o quê
– queimou pelo braço de casaco e deixou uma pequena marca na pele de seu
braço. A marca levou um ano para curar, mas antes que ela curasse, ela cresceu
em tamanho e agora mede três polegadas por duas e meia. É exatamente a
mesma forma que a do planeta Saturno – um globo com um anel em volta dele”.
Em sua mais recente viagem na área, o homem viu uma nave de cerca de
quarenta pés de diâmetro e uns dez pés de altura. Quando ele se aproximou da
nave, um ser andando em volta do outro lado dela – um humanóide cerca de
cinco pés e meio de altura, com cabelo longo e aspecto juvenil; ele trajava sapatos
da cor prata. Houve uma conversação – em inglês – por cerca de três minutos,
durante os quais o ser revelou que era de Saturno. Com isso, o ser correu de volta
para a nave, que ergueu-se por cinquenta pés acima do chão, flutuou, e então
partiu. Antes que ele desaparecesse de vista, o homem tirou quatro fotografias
dele.
O ano de 1969 foi um agitado para os pesquisadores de OVNIs. Um pesquisador
argentino, Dr. Pedro Romaniuk, quando a privada John Kennedy University abriu
sua temporada de conferências de verão de biopsicosíntese, declarou que ambos
a União Soviética e os Estados Unidos possuíam discos voadores danificados. O
galardão americano, ele disse, tinha sido levado quando ele caiu em Alamogrodo,
Novo México. De acordo ao Dr. Romaniuk, este fato tinha sido trazido à nota da
US Air Intelligence Centre pelo diretor do Observatório norte-oeste, Dr. Silas
Newton.
Citando o Dr. Newton, Romaniuk disse que a nave extraterrestre tinha alçapões
de saída pequenos, em vez de portas, permitindo a passagem de somente seres
de tamanho pequeno. Dentro da nave de metal duro e sem emendas foram
encontrados seis corpos pequenos mortos, disse ser morfologicamente similar ao
homem, e provavelmente mortos por decomposição atmosférica seguida do
fracasso de uma das portas funcionar apropriadamente. De acordo ao Dr. Newton,
a nave era propulsada por energia cósmica; os corpos estavam cobertos por uma
roupa azul transparente, resistente à tesouras e golpes de maçarico.
Depois que Harmonic 33 foi publicado, eu comecei a receber correspondência de
pessoas de muitas partes do mundo, ansiosos em passar recortes, fotografias,
informação, teorias. Muito do material recebido desta maneira tem sido valor
duvidoso, e alguns deles tem sido trabalhos “excêntricos e estranhos; há uma
carta que eu mantenho voltando de volta, embora, e eu gostaria de checar seu
conteúdo. Eu espero por mim mesmo – algum dia. A carta é de um “novo
australiano” escandinavo, e ela tem, na minha opinião, um toque de veracidade.
Eu espero conhecer seu escritor em pessoa algum dia – e caçar ambos o dingo
(cão selvagem da Austrália) e o OVNI que ele menciona. Aqui está sua história em
suas próprias palavras:
Na minha chegada na Austrália em Janeiro de 1958, eu me pus a caminho para
o distante noroeste de Queensland e o território norte em busca do dingo. Foi
durante uma de minhas explorações na selva quase inacessível que eu encontrei o
canyon, com seu “disco”.
Eu tinha andado no canyon por cerca de quatro horas, e acreditava que eu tinha
coberto entre dez e doze milhas, quando eu notei “alguma coisa” sob uma
saliência projetada, fazendo do lugar parcialmente uma caverna. Eu uso as
palavras “alguma coisa” porque era um tanto difícil compreender o que era
exatamente, devido à sua coloração.
O objeto era um tipo de cinza. Poderia ser verde cinzento, azul cinzento ou
vermelho cinzento; poderia-se facilmente passar de uma distância sem vê-lo.
Eu o observei por algum tempo antes que eu continuasse no canyon, que se
tornava mais profundo, e eu nunca atingi o fim. No meu retorno, eu procurei pelo
objeto, mas não podia vê-lo. Sendo um bom explorador de matas, eu sabia que eu
estava no exato local onde eu o tinha visto antes, mas não havia nada lá. Eu disse
a mim mesmo que devia ter sido algo criado pela luz, mas percebi que o sol não
atingia a base do canyon. Para ter certeza, eu apanhei um seixo e o lancei para
onde que supunha o objeto estar. O resultado foi que a pedra parou no meio do
caminho, ou quando ela bateu no meio do objeto. Então ela deslizou pra baixo no
chão e no impacto com o terreno rochoso, a pedra fez um barulho, embora não
tenha havido barulho quando ela parou no meio do caminho.
Eu decidi que, o que quer que fosse, devia ter uma concha, ou ser uma massa
sólida, mas lisa o suficiente para não fazer barulho quando atingida por uma
pedra. Eu então decidi que o que quer que o objeto fosse, ele ainda estava lá, mas
não visível ao olho. Eu saí de lá e retornei para meu campo decidindo dar uma
olhada mais de perto no dia segunte.
No dia seguinte, eu retornei e descobri que o objeto estava novamente visível. Eu
tinha trazido comigo um longo pedaço de fio de cerca e meu rádio transistor. Eu
comecei a berrar e fazer minha presença conhecida para o que quer que fosse, e
eu admito que eu me sentia um idiota fazendo isto, mas nada aconteceu. Então eu
liguei mau rádio transistor, e quando a música veio dele, o objeto começou a
reagir. Eu o observei mais de perto. O objeto gradualmente desapareceu, mas o
processo foi tão lento, que era difícil dizer exatamente quando ele se tornou
invisível.
Eu tinha trazido o fio de cerca comigo para descobrir se o objeto era um
fenômeno elétrico. Eu amarrei este longo fio à um galho e atingi no nada. E então
com um palito molhado de saliva, eu toquei o fio. Tivesse o objeto sido elétrico, eu
deveria ter sentido um leve formigamento em meus dedos, mas eu não senti.
Ganhando confiança, eu segurei firme o fio com minhas mãos, mas eu ainda não
podia sentir nada. Quando eu apertei meus dentes no final do fio e o toquei com
minha língua, eu pude sentir alguma vibração ritmíca vindo através do fio.
A vibração parecoa mudar de ritmo quando berrava-se, tocasse música ou
lançasse um pedra em direção ao objeto invisível. Mas mesmo sem qualquer
barulho, uma vibração continuava cunhando-se dela.
Depois eu vi o objeto mudar de visível para invisível, e novamente foi difícil
seguir as mudanças graduais de um estado para outro.
Eu encontrei primeiro o objeto no final de 1958, e durante minha estadia na
área por cerca de oito anos, eu visitei o canyon aproximadamente treze ou
quatorze vezes, e em cada uma das vezes, ele tinha estado lá, tanto visível ou
invisível. No começo, eu acreditava que minha presença o fazia desaparecer, mas
desde a minha experiência com ele, eu fui capaz de berrar, tocar música e lançar
pedras nele sem ele desaparecer.
Eu procurava por ele durante a noite e ele não emitia qualquer luz, e é somente
mais difícil de ver. Eu tenho certeza que o que quer que seja, é inofensivo. Eu
admito que eu não tentei interferir muito com ele, em caso ele fosse capaz de
retaliar. O que eu pude ver dele, é que ele não tinha janelas, portas, ou quaisquer
outras partes tais como buracos, etc.
O lado inferior da projeção saliente parecia transpirar; é úmido, considerando
que a área inteira, incluindo o canyon, fosse muito seca.
Tem se passado anos entre algumas de minhas visitas, e às vezes somente
meses, mas ele sempre esteve lá.
O que quer que este objeto fosse, ele não é nada comparado com nada que nós
tenhamos ouvido de origem deste planeta. Poderia ele ser – uma nave
astuciosamente escondida num canyon isolado, protegido por uma campo de
força até que seus tripulantes voltassem para reivindicá-lo? E onde estão os
tripulantes? Misturando-se com as multidões em Bondi Beach, misturando-se com
capitães da indústria em Sydney, demarcado em algum lugar acessível à vasta e
ultra-secreta estação de pesquisa espacial americana no deserto australiano – uma
estação espacial tão secreta que mesmo o primeiro-ministro da Austrália
admitisse que ele soubesse pouco do que está acontecendo lá?
Um dos registros mais recentes de uma visita de uma espaçonave extraterrestre
consiste-se das fotografias Alberton. Ellis E. Matthews, de Alberton, sul da
Austrália, tinha algumas películas de filme não usadas sobrando em sua camêra
Paillard Bolex, quando ele quando ele se apressou para a varanda de sua casa
numa noite de 1967. De onde ele estava, ele viu a cerca de uma milha de
distância e entre 15 e 20 graus acima do horizonte, um OVNI. Usando uma
abertura de 1.9 e com zoom total, ele tirou seu filme restante, focado no objeto –
um total de uns cinquenta frames.
Foi uns oito meses depois que ele teve o filme desenvolvido – por Ilford
Australia, Oakleigh, Victoria. Ambos o Sr. Matthews e sua esposa forneceram
declarações notórias do que eles viram no céu.
O filme foi subsequentemente enviado para mim pelo Sr. Matthews, e com sua
permissão eu promovi uma sessão dele para o International UFO Research and
Analytic Network, em Nova Iorque, para análise intensiva. Depois de estudo
microscópico detalhado, o Major Colman Vonkeviczky, Diretor do Projeto de
ICUFON, promoveu um relato completo do que é citado das seguintes conclusões:
1. O objeto é inidentificável como qualquer veículo terrestre comercial ou
militar. A iluminação própria e traços de luz não podem ser identificados
como luzes de posição como demandadas pelos regulamentos da aviação
internacional.
2. Um meteoro ou um satélite não podem ficar estacionários por 10/18
segundos, e não podem apresentar uma imagem definida de sua forma e
contorno.
3. O veículo aéreo filmado está em sua forma e tipo totalmente identificáveis
com o que são popularmente denominados “discoa voadores”. O filme do
Sr. Matthews foi tirado em cores; o objeto voador nos frames cruciais,
quando visto projetado numa tela, mostra um disco com uma “cabine”
abaixo dele. Há luzes em volta da periferia do disco, e há luz fluindo do que
parece ser uma “porta” na “cabine”.
Mais interessante de tudo: silhuetado nesta “porta” de luz, está uma figura,
vagamente humanóide em seu contorno. Comparando os primeiros frames
das sequências com os últimos, é observado que a figura está em
movimento.
Esta é uma das melhores séries de fotografias OVNI já feitas. Peritos declararam
ela ser genuína, e a integridade do Sr. Matthews nunca foi questionada. Ele nunca
fez qualquer tentativa de buscar ganho comercial de seu filme notável, e não
buscou qualquer tipo de publicidade. O que nós temos nesta tira de filme é
indubitávelmente uma série de figuras de um OVNI, completo com um ser que
deva ser seu “piloto”.
Este capítulo foi uma mescla de mistérios aparentemente não resolvidos e não
relatados; um objeto voador de pequeno tamanho persegue um par de
adolescentes dirigindo em volta de uma pequena cidade do país – investigadores
seguiram relatos de OVNIs na zona rural chilena e descobriram um “cosmódromo”
– algo aterrissa nos cafundós desolados das Planícies Haurake e deixa um largo
círculo de arbustos morrendo, suas partes de madeira cozinhadas de dentro pra
fora por radiação de um tipo desconhecido – crianças da escola, seu professor e
uma dona de casa independente vêem que um OVNi está nos céus de Napier, as
crianças o observando em alojamentos suficientemente próximos são capazes de
desenhar o objeto em detalhes – equipamento de radar em campos aéreos
apanham blips de OVNIs como uma questão de rotina.
Mas espere! OVNIs não existem! Os relatórios Condon dizem isso. Lembrem-se
da história do abelhão. Esta criatura de aparência desajeitada, com seu vasto
corpo volumoso e suas asas frágeis, é evidentemente, e de acordo à todas as leis
e regras da aerodinâmica, incapaz de voar.
Mas em sua feliz ignorância da situação, o abelhão voa de qualquer maneira. Até
se ele devesse desenvolver uma boa compreensão da aerodinâmica, e então
percebesse que estaria quebrando a lei, ele irá continuar a voar.
OVNIs não existem. Eles não poderiam possivelmente existir. Eles não se
encaixam em qualquer espécie de conhecimento terrestre. Portanto, eles não
existem.
Entrementes, conforme cada mês se vai, relatos de OVNIs por todo o mundo
continuam a aumentar. Milhares de pessoas a cada ano vêem eles, se aproximam
deles, ficam com náuseas por causa deles, até mesmo alguns morrem de
exposição a eles.
É a negação oficial dos OVNIs baseada em descrença sincera? Ou há um vasto
trabalho de cobertura, uma monumental cobertura em operação?
Se Senor Bermudez de Bogotá deixou uma viúva e crianças órfas, eles deviam ser
aqueles a responder estas questões.
21 – OOPARTS E OOPTHS
EM 1961, ARQUEÓLOGOS ESCAVANDO NOS MONTES DO PALATINADO, ROMA,
descobriram um aposento anteriormente desconhecido. Em um vão deste
aposento havia uma pintura, tema do qual foi tão surpreendente que nenhuma
explicação satisfatória a todos os tipos de crença ainda foi oferecida.
A pintura?
No piso central fica o que parece ser uma moderna espaçonave, um foguete de
fato. Ele fica numa plataforma de lançamento, e dele saem cabos ou pessoas; no
plano de fundo há um muro alto – isso mesmo parecendo um muro protetor.
Pergunta Ivan T. Sanderson, antigo oficial de inteligência naval britância e um
biólogo distinguido: O que esse artista romano pintou? Era sua imaginação?
Realidade? Uma previsão do futuro? Uma reprodução da pintura aparece em seu
livro, Uninvited Visistors. Ela merece análise cautelosa.
Por que a pintura de um foguete apareceria no muro de um aposento escondido
datando dos tempos antigos – como ele poderia possivelmente estar lá (ainda
está!) – poderia ser a conjetura de alguém. Ainda assim, curiosamente o
suficiente, deve haver muito mais ligações entre lugares de veneração e viagem
espacial do que deve-se primeiro ousar a pensar.
Isto não é pretendido como um declaração irreverente; não há necessidade de
ofença tomada por algo escrito por leitores cristãos devotos ou outras crenças.
Mas nós gostaríamos de apresentar alguns fatos de investigação e algumas
teorias que devem tender a abrir linhas fascinantes de investigação por trabalho
de pesquisa sério.
Considere, antes de tudo, um lugar típico de veneração em qualquer país do
mundo de hoje, e reflita que a arquitetura religiosa tem virtualmente seguido um
padrão específico de eras passadas. Matematicamente falando, a arquitetura do
tipo mostrada pelas grandes catedrais da Europa, por exemplo, apresentariam o
maior desafio possível para os designers e construtores da época, com grandes
cúpulas, estruturas ameaçadoras, abóbodas soberbas. Chartres, datando do
século doze, mencionada por alguns para representar a mais fina florescência da
arquitetura religiosa, é acreditada ter sido elaborada nos princípios da matemática
platônica, na qual as harmonias do universo inteiro fossem ser representadas.
Olhar atentamente sob as faces dos reis e rainhas esculpidos em Chartres,
representações desconhecidas e não identificadas, com expressões de suprema
nobreza, eles parecem olhar abaixo sob os milhares de turistas que chegam a
cada ano. Olhe nos pináculos gêmeos da poderosa catedral – e menatlmente
comparesua forma e proporções com aqueles de Apollo 12.
olhe em qualquer igreja cristã com novos olhos, e veja a semelhança entre o
típico pináculo de igreja e um típico foguete. Figuras de estudo de mesquitas
islâmicas, pagodes orientais, templos budistas; lugares de veneração na Índia,
Tailândia, Oriente Médio: veja como suas torres se elevam para cima, até onde
muitas pessoas acreditam o “céu” estar localizado. Tolerando as diferenças entre
Ocidente e Oriente na interpretação de detalhes, tente obter uma imagem de raio-
X mental das estruturas de torre básicas – e veja quão semelhantes elas realmente
são debaixo das adições superficiais de várias formas de pilastra, decorações de
gárgulas ou relevos entalhados.
A torre de sino de Ivan, o Grande de Moscou no Kremlin, vista com novos olhos
abertos, é um foguete de três estágios cobertos com uma cápsula semi-esférica;
os foguetes multi-estágio disfarçados como torres cercando a igreja de Sta.
Sophia, Constantinopla, são repentinamente óbvias; as lindas abóbodas góticas
dentro da catedral de Colônia repetem a forma de foguete; pagodes chineses,
templos e estupas indianas, torres de sino armênias, e simples igrejas de campo
de qualquer lugar no mundo cristão – todas repentinamente parecem ter sido
construídas expressamente em imitação de espaçonaves.
Mas admitida a coincidência da forma – por quê?
Essa é uma questão que Vyacheslav Zaitsev, filólogo na Academia Bielorussa de
Ciências, tem procurado responder em vários trabalhos (Cosmic Reminiscences in
Written Relics of the Past; The Evolution of The Universe and Intelligent Beings;
mais muitos artigos de revista, condensações de alguns destes aparecendo de
tempos em tempos na revista Sputnik). Mas este campo de pesquisa não foi
aberto por Zaitsev; ele dá crédito à Nikolai Rynin, um amigo e pupilo de
Konstantin Tsiolkovsky, o cientista russo que no começo deste século,
estabeleceu princípios para a construção de foguetes espaciais.
Há mais de quarenta anos atrás, Rynin estava dando atenção às
correspondências nos mitos de várias pessoas em relação à visitas na Terra por
seres de outros mundos. Em 1959, outro cientista russo, Modest Agrest,
considerava que muitos eventos descritos na Bíblia, fossem de fato referências à
visitas feitas neste planeta por astronautas de outros mundos. Três anos depois,
o astrofísico americano, Carl Sagan, publicou uma hipótese similar.
Deixe-nos ser claros sobre isto, não há apoio científico para a teoria que tem
sido colocadas em evidência e que nós agora tomamos atenção – que a
semelhança entre arquitetura religiosa e máquinas elaboradas para viagem
espacial não são mera coincidência. Para uma recente versão publicada e relato
atualizado de evidências trazidas de antigas inscrições na rocha, fontes bíblicas e
outras escrituras e artefatos, veja Chariots of the Gods de Erich von Daniken. Este
arqueólogo suíço também põe em evidência a teoria provocativa de que as
origens do homem estão ligadas com visitas à Terra por seres de outros planetas
em tempos antigos.
Retornando à arquitetura de igreja: de onde os arquétipos vieram – o arquétipo
que tem sido perpetuado com leve variação de tempos antigos até o dia presente?
E quais são as razões para a forma particular desse arquétipo? Quando Davi
ascendeu para o céu, os Apócrifos relatam, os anjos mostraram a ele a “imagem
da igreja” que se tornaria o arquétipo do Templo de Jerusalém. Retornando à
Terra, Davi construiu um modelo deste da memória, e ordenou seu filho Salomão
erigir uma Casa do Senhor ao longo das mesmas diretrizes. Então, acredita-se, o
Templo de Jerusalém, construído no século dez A.C., veio a ser concebido.
Esta é a questão de Zaitsev – é, claro, uma retórica: “Porventura, a “imagem da
igreja” era a imagem de uma espaçonave? Porventura, algum ser humano foi
induzido por astronautas a ir à bordo da 'máquina celestial', onde ele viu a
residência de Deus? Tal interpretação desta antiga lenda judaica sobre a origem
do Templo de Salomão pareceria ainda mais crível à luz de outros textos,
notavelmente os Apócrifos”.
Os hindus acreditavam que seus templos fossem construídos à imagem daqueles
de outros mundos, novamente o design sendo revelado por uma divindade. A
obra clássica, Ramayana, fala de uma “carruagem celestial”, um veículo de dois
andares com “muitos aposentos e janelas” que “rugia como um leão” no
lançamento, “emitia um som de tom único” e “resplandescia como chamas
vermelhas” quando ele corria através do ar até que finalmente ele parecesse com
um 'cometa no céu' (Vyscheslav Zaitsev, “Temples end Spaceships”, Sputnik, Set.,
1968).
Outra fonte, o Mahabharata, diz que o veículo era “ativado por relâmpago alado”.
A obra sânscrita, Samarangana Sutradhara, contém uma longa descrição do
veículo que nas obras Veda é referido como Vimana.
Como Zaitsev aponta: “A arquitetura judaica e cristã, assim como a budista e a
bramanista vem de uma fonte, um certo 'templo celestial', a aparência na qual na
Terra foi melhor imitada pelas igrejas abobadadas”.
Supondo que espaçonaves de outros planetas aterrissaram na Terra há muito
tempo atrás, para o homem primitivo não teria sido o efeito aproximadamente
similar àquele dos “cultos carga” pelos aviões modernos aterrissando em tais
lugares como Nova Guiné e Nova Bretanha em tempos recentes? Naqueles últimos
casos a chegada do avião levava à uma veneração das criaturas que chegavam
perto da nave, e várias práticas religiosas foram adotadas como um meio de
tentar induzir o avião e suas cargas mágicas a retornar.
Uma palavra ou duas sobre os “cultos carga”, como os antropólogos tem
apelidado eles. Acredita-se ter primeiro surgido no Fiji, nos anos 1880, o padrão
sempre tem sido repetido; um profeta aparece dentre as pessoas e proclama a
chegada da salvação, possivelmente na forma de uma nave ou avião carregado
com um monte de mercadorias – abrangendo dos refrigeradores aos alimentos
enlatados. Ele ordena certos rituais, e mesmo tais atividades, como a construção
de armazéns, uma imitação de trilha de pouso ou um desembarcadouro.
Basicamente, todos os tais cultos são provavelmente tentativas primitivas de pôr
em movimento as mudanças sociais necessárias requeridas para contender com
uma situação de conflito cultural – o impigimento do moderno e “civilizado” sob o
antigo e “bárbaro” – todos no aspecto de uma nova religião.
Em tempos antigos, deve-se conjeturar, naves vinham a este planeta de outro
mundo (outros mundos?), trazendo seres estranhos e estranha – mas vastamente
útil – mercadoria. Talvez as naves fossem embora, talvez algumas
permanecessem; talvez algumas permanecessem em órbita, e alguns homens
deste planeta, reconhecidos por sua inteligência superior ou liderança
comparadas aos outros de seu grupo, fossem transportados para os veículos
espaciais e presenteados com dádivas – e recebido a instrução em tecnologias
simples, tais como a invenção da roda, canais de irrigação, técnicas melhores para
trabalhar com pedra ou metal, e assim por diante.
Certamente, há razão para crer que algo do tipo deva ter acontecido,
possivelmente há alguns 15,000 anos atrás.
Por isso foi naquela época que o homem começou uma massiva ruptura no
tratamento dele mesmo e do meio ambiente, um fato que nunca foi
satisfatoriamente explicado. Naquela época há muito tempo atrás, o homem
repentinamente, por nenhuma razão aparente, começou a desenvolver novas
técnicas em tais questões como partir ossos para criar ferramentas, embora
técnicas existentes estejam em voga por quase um milhão de anos.
O homem é um enigma para os biólogos, tão tremendamente diferente de seus
parentes mais próximos, os macacos gigantes, se nós aceitarmos a teoria
darwiniana de evolução. Entre os primatas, estudos recentes tem mostrado que o
homem tem 312 características únicas e exclusivas que nenhum outro primata
possui. Por alguma razão, ele evoluiu num ritmo que, comparado com aqueles da
evolução de outras criaturas neste planeta, pode somente ser descrito como
fantasticamente rápido. O processo evolucionário é conhecido ser muito lento,
imperceptível sob o curso de centenas de gerações. A maior conquista
evolucionária do homem foi desenvolver um cérebro que de uma capacidade de
400 centímetros cúbicos (estabelecido de muitos crânios antigos de homens
semelhante a macacos) evoluiu para uma capacidade de 1300 cc, no espaço de
um milhão de anos – um mero tique do relógio evolucionário. Ainda assim, levou
uns trinta milhões de anos, para primatas evoluirem uma mão com um polegar
opositivo que, de acordo aos evolucionistas, é o que deu ao homem sua vantagem
na corrida.
Dois escritores americanos, Otto Binder e Max Flindt, tem recentemente
colocado em evidência uma teoria postulando que a resposta pode somente vir
com uma visita a este planeta em tempos antigos de outra inteligência de outro
mundo, e um esforço consciente por parte dos visitantes de criar uma raça de
homens na Terra, tanto por motivos de altruísmo ou no espírito de
experimentação biológica. Se os homens do espaço estiveram aqui, eles
realmente já foram embora? Sua presença deu origem ao mito quase universal da
origem racial, uma descida de seres superiores das “estrelas” ou “do céu”? E
aquels pés em tempos remotos andaram sob montanhas verdes da Inglaterra?
A questão das experiências biológicas nós deixamos para o biólogos. Mas
trabalhar arduamente evidências por vocês mesmos – é começar uma avalanche.
Nós sugerimos as seguintes áreas para uma investigação frutífera:
Mitos e Lendas.
As antigas religiões clássicas funcionam de todos os países habitados desde
muito, muito tempo atrás – particularmente Índia, China, Suméria, Babilônia,
Egito.
Uma nova examinação dos sistemas “secretos” do conhecimento, religioso e
científico, incluindo trabalhos em alquimia, astronomia, livros secretos das ordens
maçonicas e rosacrucianas, e o sistema ensinado nos tempos modernos por
Gurdjief.
Arquitetura Religiosa.
A presença “inexplicável” do que Ivan Sanderson chama de OOPARTS (para Out
Of Place Artifacts – Artefatos fora de lugar) e OOPTHS (Out Of Place Things –
Coisas fora do lugar).
Pelo restante deste capítulo, vamos dar uma olhada em alguns dos mais
destacados “objetos fora de lugar”:
Em 1965, um arqueólogo chinês publicou um relato no qual especulava que
seres do espaço devem ter visitado este planeta uns 12,000 anos atrás. Seus
principais itens de evidência vinham de cavernas nas montanhas Bayan-Kara-Ula,
na fronteira China-Tibet. Aqui, tem sido encontrado uns 700 discos de pedra
cobertos com misteriosos esquemas e escrituras. Cada disco tem um buraco no
centro, do qual espirais em dobro entalham-se à circunferência. As cavernas são
habitadas até hoje por pessoas das tribos Ham e Dropa – pessoas frágeis,
somente uns quatro pés de altura; eles desafiam a classificação étnica. Os discos
tem sido datados de vários milhares de anos atrás.

Quando finalmente decifrados, um dos hieróglifos, possivelmente registrado por
um membro antigo da tribo Ham, diz: “Os Dropas desceram das nuvens em seus
planadores. Nossos homens, mulheres e crianças esconderam-se nas cavernas
dez vezes antes do nascer do sol. Quando finalmente eles compreenderam a
linguagem de sinais dos Dropas, eles perceberam que os recém-chegados tinham
intenções pacifícas...”.
Os discos foram foram raspados livre de partículas de rocha aderente e enviados
para Moscou para estudos. Lá, os cientistas fizeram duas descobertas
surpreendentes: os discos continham uma grande quantidade de cobalto e outros
metais, e eles foram descobertos vibrar num ritmo bizarro, como se eles fossem
carregados com carga elétrica ou fossem parte de um circuito elétrico.
A arte primitiva – desenhos das cavernas, estatuetas de barro – fornecem uma
abundância de material para o pesquisador sério na possibilidade de visitantes do
espaço terem estado aqui há muito tempo atrás. Um figura de rocha encontrada
perto da cidade de Fergana, Usbequistão, é o que parece como um astronauta;
um artista nos Alpes suíços 4000 anos atrás desenhou uma imagem de um
homem no capacete espacial; a pintura no muro de uma nave-foguete num canto
de um quarto secreto abaixo de uma velha igreja romana já foi mencionada: um
afresco no Monastério Dechany, Iugoslávia, representa anjos voando dentro de
máquinas que muito se assemelham à espaçonaves dos dias atuais; alguma coisa
muito parecida com uma espaçonave é vista num ícone do século dezessete. A
Ressurreição de Nosso Senhor Jesus Cristo, na Academia Teológica de Moscou,
como representado a Casa do Senhor.
Arqueólogos japoneses tem encontrado em várias escavações dogu – estatuetas
de barro – de humanóides vestidos em trajes espaciais peculiares, com capacetes
cobrindo inteiramente suas cabeças. Nos capacetes estão representações de algo
parecido com óculos tipo semi-cerrados, filtros pra respiração, antena, fones de
audição e até mesmo aparelhos de visão noturna.
Figuras de rocha dos “homens do espaço” foram encontradas no Saara, na
Austrália, na Ásia central soviética e em outras partes do Velho e Novo Mundos.
Há tantos desenhos e entalhes conhecidos deste tipo que, de fato, eles tem se
tornado conhecidos como os “cartões de visita dos viajantes do espaço”.
Quando nós damos uma olhada nas OOPARTS, como oposto às representações
em muros de rocha e em estatuetas, os primeiros são “inegavelmente objetos
fabricados ou artificiais ditos ter sido encontrados dentro de sólidos estratos de
rocha, assim como os fósseis de animais e plantas são encontrados”. (Ivan T.
Sanderson, Uninvited Visistors, Cowles, 1967).
alguns dos mais impressionantes OOPARTS que tem vindo à luz, incluindo
pregos de aço de cabeça lisa descobertos no fundo de uma mina de arenito na
Escócia; finas fibras de ouro dentro de um grande bloco de calcário em pedreira
do norte da Inglaterra; um recipiente metálico em forma de sino desgastado de
rocha em Dorchester; Inglaterra, o metal contendo uma grande proporção de
prata; e uma variedade de objetos encontrados dentro de montes de carvão (no
qual datariam eles de no mínimo doze milhões de anos atrás), incluindo uma
linda corrente dourada de intrincado artesanato, um prêmio para um Sra. Culps
de Illinóis, que a descobriu quando um monte de carvão que ela estava colocando
em seu forno, em 1891, quebrou em dois. Um objeto no museu de Salzburg,
Áustria, é outro mistério – um perfeito cubo de ferro-níquel meteorítico, cerca de
duas polegadas quadradas, que é circundado por um entalhe profundo,
precisamente virado, compreendido como sendo por máquina, encontrado num
bloco de carvão que teria de tido entre doze e vinte e seis milhões de anos. Um
engenheiro alemão, contratado para construir canos de esgoto para a cidade de
Bagdá, descobriu numa prateleira empoeirada no museu local entre objetos
rotulados como “objetos rituais”, algumas “pedras” datando de mil anos. Somente
uma coisa era conhecida com certeza sobre estas “pedras” – elas viham do
período Sassanid. O engenheiro acrescentou outra peça de conhecimento: as
“pedras” eram de fato, baterias.
Outros itens fora de lugar incluem um modelo notável do sistema solar datando
de tempos muito antigos e recuperado do fundo do mar, no qual os movimentos
de ambos os seus planetas e satélites em volta do sol são precisamente afetados
através do virar de uma manivela; o artesanato e materiais impedem a construção
deste aparelho incrível em tempos recentes. De onde vem o conhecimento
astronômico detalhado? E de onde a tecnologia para a fabricação do modelo
vieram?

22 – ESPAÇONAVE OU CRAVILHA DE SONDAGEM?
EM 1908, UMA EXPLOSÃO DE PROPORÇÕES CATASTRÓFICAS EM TUNGUSKA,

deixou um precípicio na superfície, aplainada em 400 milhas quadradas de
floresta, e destruiu 80 milhões de árvores. Habitantes locais descreveram uma
enorme bola de fogo no céu que parecia como um cometa. Isto foi imediatamente
antes da explosão. Posteriormente, cientistas examinaram a cratera, mas
nunhuma massa meteórica foi encontrada. Somente pequenos pedaços de metal
espalhados em volta, e alguns relatos sugerindo em vestígios de liga metálica. Em
anos recentes, cientistas russos tem novamente investigado este local e relataram
vestígios de radioatividade. Teria a Natureza ficado louca de novo? Eu não acho
isso. Aquele OVNI foi um que não escapou.

Muitos anos depois, o seguinte conteúdo de notícias foi lançado de Moscou:
Um mistério de cinquenta anos causou grande dissenssão entre os principais
cientistas espaciais da Rússia. Eles não podem concordar a respeito de uma teoria
de que o “Grande Meteorito Siberiano” que caiu nas florestas remotas em 30 de
Junho de 1908 fosse, de fato, uma nave espacial de outro planeta.
Uma expedição de Moscou está agora trabalhando na área, tomando medições
de radiação.

Três cientistas soviéticos, Professores Korkarkin, Krinov e Fesenkov, acreditam
que o objeto era “provavelmente” um meteorito – mas eles preferem a palavra
cautelosa “fenômeno”.
Os Professores Alexander Kasentsev e B. Lepunov insistem que deve ter sido um
foguete ou uma nave de Marte.
Kasentsev informou alguns detalhes de sua teoria de espaçonave depois de anos
de acumular evidências.

Os fatos conhecidos são que naquele dia de Junho, habitantes da área Jenisaci
da Sibéria, viram uma gigantesca bola de fogo. Então uma explosão colossal
devastou quase 400 milhas quadradas de floresta. As ondas de choque foram
registradas até na Inglaterra.

Cientistas procurando em vão por uma cratera, ou vestígios de um meteorito,
descobriram que no centro da área detonada, somente os topos das árvores
foram cortados. Mas a teoria do meteorito persistiu até a explosão da bomba
atômica de Hiroshima.

Pouco depois da guerra, Kasentsev apontou para a similaridade entre a
devstação de Hiroshima e aquela na Sibéria, e sugeriu que o “meteorito” fosse
uma explosão atômica numa altura de uma milha e meia.
Em 1951, Kasentsev e Lepunov desenvolveram a teoria de um veículo
propulsado por energia atômica que explodiu enquanto tentando aterrissar.
Expedições para a área ainda fracassam em encontrar qualquer evidência de
meteorito, e a controvérsia abriu-se novamente.

O perito aerodinâmico russo, Manotskov, juntou-se ao grupo dos teóricos da
“espaçonave”. Ele declara que a “bola de fogo” siberiana estava rompendo-se
quando ela se aproximou da Terra, pois que sua velocidade final era cerca de dois
quilômetros (1.24 milhas) por segundo, comparado com a velocidade comum de
um meteorito de 30 a 60 quilômetros (18-37 milhas) por segundo.

1. A distância do grande círculo entre o ponto (C ) e o ponto (H) é igual a
347.2 milhas náuticas, ou minutos do arco. O harmônico recíproco deste
valor é 288, ou duas vezes a velocidade da luz. Se nós dobrarmos o valor,
então nós teremos 6944 (695), a velocidade da luz recíproca.

2. A distância do grande círculo entre o ponto (C ) e o ponto (H) é igual a
411.635 milhas náuticas, ou minutos do arco. Este valor ao quadrado é
igual a 16944 (1695). Pesquisas posteriores provaram este valor estar
associado com os fatores de aceleração de gravidade, e da massa.
CHAVE MATEMÁTICA PARA O DIAGRAMA MOSTRANDO A RELAÇÃO DA
EXPLOSÃO DE TUNGUSKA À GRADE DE OVNIS
A, B, C, D = Seção polar da grade de OVNIs como publicado em Harmonic 33.
Cada um destes pontos é uma grande posição aérea do sistema de grade.
E = Pólo da grade de OVNIs.
F = Pólo geográfico norte.
G = Intersecção da grade longitude 90º da explosão de Tunguska 60º 56.8'.
H = Posição da explosão de Tunguska. Latitude 60º 55.8'/Longitude 101º 57'
Leste.
C = Posição da grande antena na longitude 90º/ 65º 8.88'.

DIAGRAMA 17
Diagrama mostrando a relação da explosão de Tunguska à seção polar da grade
de OVNIs. Sem escala.
Um mapa traçando o movimento do visitante do espaço. O padrão é mais
característico de um aparato guiado do que o de um corpo celestial natural. ''/''
mostra a sua trajetória “do sul” e ''//'' sua trajetória “do leste”.
O secante do ângulo da latitude do ponto de explosão (60º 55.8') é igual à:
2.0581 (20581) Harmônico
(20581 X 2) ao quadrado igual à 16943
Harmônico 1695 (16944 em trabalho posterior).
Uma questão interessante que emerge no mapa é o trajeto real do “objeto da
explosão – habitualmente referido como um “meteorito”.
Se o fenômeno tivesse sido um normal, de um meteorito, como tem sido
assumido por muitos cientistas, então a trajetória que se esperaria seria uma
curva parabólica. Mas o objeto que detonou uma grande ruptura na superfície em
Tunguska não exibia tal regularidade. Ele ignorou completamente todas as regras
terrestres afirmadas para a entrada de objetos na atmosfera da Terra: ele ignorou
as leis da física completamente.
Antes de tudo, ele se aproximou de uma direção ao sul, e quando ele atingiu
uma latitude de cerca de 58º, ele repentinamente decidiu alterar o curso; ele se
voltou para o leste por vinte milhas ou mais, ao que mudou de direção ainda
novamente, executando uma curta virada para oeste-noroeste, pouco antes do
impacto que liquidou em um lampejo milhões de árvores na área florestal
circundante.
Um objeto natural, se um meteorito ou outra coisa mais, e executando de
acordo com leis conhecidas, não poderia possívelmente ter realizado tal trajetória.
O que deixa somente uma conclusão à uma mente lógica: o objeto, o que quer
que fosse, estava sob o controle de algum tipo de inteligência; e a questão do
impacto não era uma questão de probabilidade – ela foi cautelosamente prédeterminada
ou pré-calculada. Isto me leva a concluir que o que voava sobre a
Sibéria naquele dia há muito tempo atrás era ou uma espaçonave que detonou
algo na grade naquele ponto em particular, ou mais um míssil controlado que foi
explodido na área por algum propósito definido.
Se o objeto era de fato uma espaçonave que se acidentou por desventura, nós
podemos entender a situação até um ponto. Mas se o objeto fosse um míssil
guiado, outra questão imediatamente vem à tona: por quê?
Pode ter sido que quando o sistema fosse reativado, fosse necessário planejar
um marcador dos quais todas as medições seriam tomadas? A explosão de
Tunguska, nesse caso, poderia ter sido causada pela colocação de uma colossal
cravelha de sondagem. Deste ponto, qualquer outro ponto na superfície da Terra
poderia ser eletronicamente calculado.
Há cientistas na Rússia que dizem que a explosão perto de Tunguska em 1908
foi de origem atômica, e eu medescobri em completo acordo. A grande questão é:
quanto tempo vai se passar antes que os russos determinem por que a explosão
ocorreu?
Item de notícias do Western Leader, Auckland, 17 de março.
OVNI?
Uma misteriosa catástrofe ocorreu na taiga de Tunguska, Rússia, em 1908, mas
é somente agora que uma teoria plausível tem sido sugerida para explicá-la, diz a
agência de notícias Novosti.
Albert Zolotov, um engenheiro físico, devotou muitos anos ao estudo dos artigos
de notícias sobre o meteorito de Tunguska e estudou o local da catástrofe,
coletando exemplos e tirando fotografias.
Recentemente, o livro de Zolotov sobre o tema, foi publicado. “O corpo espacial
de Tunguska”, escreve o autor, “não poderia ter sido um cometa, uma
aglomeração de partículas ou uma nuvem de poeira espacial, nem poderia ter sido
um meteorito de ferro, pedra ou gelo comum”.
Houve, ele disse, uma explosão nuclear numa altitude de três a quatro milhas
sobre a taiga, por um corpo espacial de 160-230 pés de comprimento, viajando à
2300-4500 m.p.h.
23 – RUAPEHU ESTOURA
UM TAMBORILHAR NO TELHADO COMO O SOM DE UMA CHUVA DE PEDRAS DE
granizo foi a primeira indicação aos ocupantes em uma das construções
empoleiradas nos declives do Monte Ruapehu de que algo estava errado.
O som veio uns vinte e cinco minutos depois da meia-noite numa friorenta noite
miserável, 21 de Junho de 1969.
Se tornou logo evidente que isso não era chuva de pedra. O que estava chovendo
era rochas e escombros da agora ativa cratera de Ruapehu, encobertas em
grossas nuvens milhares de pés acima. Gragarejando os milhões de galões de
água sulfurosa em seu lago-cratera não muito tempo atrás tinha o efeito
suavizante desejado; o velho homem decidiu que uma boa tossidela deslocaria o
material abrasivo que tinha se alojado em sua garganta e estava lentamente
tirando a fala de sua traquéia.
Ruhapehu tossiu: chuvas de rocha e escombros caíram em volta dele, e depois
de umas poucas horas, alívio foi obtido. Sonolência dominou o gigante e uma vez
mais ele silenciosamente se inclinou para dormir. A doença tinha se passado.
A erupção deste vulcão, localizado no centro da Ilha Norte da Nova Zelândia,
tinha sido completamente inesperada. Os cientistas não receberam o alerta da
engrenagem eletrônica que eles tinham implantado no cume – a atividade tinha
vindo muito repentinamente.
Com todo o devido respeito àqueles engajados e vulcanologia no Departamento
de Pesquisa Industrial e Científica da Nova Zelândia, eu reitero algo que eu tenho
enfatizado antes. Um estudo das relações harmônicas das posições geométricas
da Terra e do Sol na época das erupções vulcânicas irá render importantes
descobertas e apontar o caminho para um sistema inteiramente novo de estudo.
Um programa completo, baseado em data, tempo e relações geométricas da
Terra e do Sol vai capacitar um cientista, ou um leigo versado em matemática,
calcular com extrema precisão o tempo em que atividade vulcância deve ser
esperada. O período sobre o qual a atividade deve ocorrer e também o grau de
intensidade no qual deve ocorrer, de acordo aos harmônicos particulares
envolvidos, pode ser previsto por este método.
Eu estou totalmente ciente de que os cientistas vão tratar com scárnio elocuções
deste tipo de um mero leigo como eu. Vulcanologistas tem construído seu ramo
particular de ciência por um período considerável de tempo. Ainda assim, aqui
estou eu, um desconhecido qualquer, ousando arrancar as muitas fundações
debaixo de sua preciosa pilha de dados.
Cavalheiros, minhas desculpas. Nenhum anarquista científico, eu, se eu pareço
estar balançando seu bote um pouco, é somente a fim de sacudir uns poucos
intelectuais para um estado mais desperto. Como matéria, de fato, eu não sou
mesmo particularmente interessado no estudo dos vilcões – eu tenho muito mais
para me interessar em outros campos. Mas eu recomendo que apenas um de
vocês vulcanologistas, em alguma parte do mundo, tomem o problema para
analisar minhas ideias com um computador. Se minha teoria está destinada a
estar correta, então um programa extensivo pode ser planejado e realizado, para
explorar um ramo completamente revitalizado da ciência.
Deixe-nos calcular a relação harmônica da posição de latitude do Sol na época da
erupção em 21 de Junho de 1969. As relações harmônicas para luz e gravidade
podem ser encontradas por toda a abrangência inteira das tabelas matemáticas
baseadas em medição angular. Estes harmônicos são os blocos de construção do
Universo, e são os únicos valores que tem tais interrelações. Quem foi que disse
que Deus fez o Universo de acordo às regras da geometria? Ele era um cara com
profundo entendimento do caráter fundamental da Natureza.
Eu desafiei cientistas a fornecer quaisquer valores randômicos além daqueles
que eu tenho calculado para a luz e a gravidade, e tentar encontrar relações
similares por todas as tabelas. Até aqui, para meu conhecimento, ninguém tem
sido capaz de demonstrar que outros harmônicos são válidos.
ANÁLISE DAS ERUPÇÕES GEOMÉTRICAS DURANTE A ERUPÇÃO:
Latitude e longitude do ponto ativo abaixo do Monte Ruapehu:
Latitude: 39.28371º sul / Longitude 175.558333º leste.
O valor latitude 39.28371 cria uma associação harmônica com o campo
magnético resultante da Terra:
3928.371 linhas de força por polegada geodésica quadrada.
O Sol estava passando por cima da seguinte posição na superfície da Terra:
Latitude 23.44º norte / Longitude 7.219166º oeste.
Nesta hora, a posição do Sol teria sido:
4116.3621 minutos do arco da Grade Pólo “B”.
O quadrado de 4116.3621 é igual a:
16944444 harmônico (massa e gravidade).
A distância do grande círculo entre a posição do Sol e o ponto ativo abaixo de
Ruapehu era:
590335.72 do arco.
O recíproco deste valor é igual a:
1694 (169444 harmônico) (massa e gravidade).
A distância do grande círculo entre a Latitude do Sol e a Latitude do ponto ativo
em Ruhapehu era:
62.72371 graus.
O logaritmo do secante de 62.72371 graus é:
0.33888
Este valor dividido por 2 é igual a:
0.16944 harmônico (massa e gravidade)
Todos os valores calculados por computador.
Novamente, eu teorizo que toda a atividade vulcânica é causada por um
desequilíbrio geométrico dos harmônicos universais que formam nosso mundo
físico.
Os cientistas agora podem combater isto entre eles mesmos. Ficaria satisfeito se
eles ao menos dessem à minha teoria um julgamento claro e fizessem uma
análise para verificação.
24 – A STONEHENGE AUSTRALIANA
ATÉ ANOS RECENTES, O VASTO INTERIOR AUSTRALIANO ERA PENSADO COMO
sempre ter sido um deserto infrutífero, varrido e arenoso, privado de todos os
sinais da civilização. Uma descoberta acidental no começo de 1953, mudou esse
conceito e provou ao mundo que em algum período, há muito tempo no que os
Aborígenes chamam de tempo do sonho, uma raça altamente avançada e há
muito esquecida, ergue construções lá que poderiam ser de grande importância
científica.
A evidência tinha estado escondida por baixo da areia por séculos e veio à luz
somente porque um grupo de pesquisa científica moderno achou necessário se
aventurar na área a fim de sondar os segredos do átomo. Desde que as primeiras
bombas atômicas foram lançadas em Hiroshima e Nagasaki para terminar a
Segunda Guerra Mundial, a corrida tinha estado aberta para descobrir tudo o que
possivelmente pudesse ser conhecido sobre a estrutura da matéria.
Depois de testes bem sucedidos na Ilha Monte Belo realizadas por um grupo de
cientistas chefiadas por Sir William Penny, foi decidido estabelecer um local de
teste mais permanente no sul da Austrália Central.
A pessoa escolhida para encontrar e examinar o local foi um homem bem
habituado a tipos de operações similares, com o nome de Len Beadell. Ele tinha
gastado meses de sua vida no interior da Austrália em expedições de avaliação e
foi escolhido como o homem mais experiente para o trabalho. A viagem no
interior foi uma história até para ele próprio e o Sr. Beandell fez um excelente
trabalho disso em seu bem escrito livro chamado Blast The Bush, publicado em
1967.
O local inicial escolhido era chamado “Emu”, e desnecessário dizer que as
coordenadas da torre bomba foram tais que certos harmônicos da luz foram
preenchidos para causar rompimento atômico do material radioativo colocado
sobre ele.
Enquanto as preparações estavam sendo realizadas para os primeiros testes, foi
decidido enviar uma expedição para avaliar um local mais permanente mais ao
sul que seria muito mais próximo da linha ferroviária trans-australiana. Len
Beadell uma vez mais liderou seu pequeno grupo no deserto despovoado em suas
Land-Rovers para marcar uma trilha para esta nova posição. Durante esta viagem,
ele foi o primeiro homem nos tempos modernos a pôr os olhos nos restos de uma
antiga civilização no continente australiano.
Eu tinha lido o livro do Sr. Beadell alguns anos antes, e o tinha colocado de lado
com uma ideia em minha mente de realizar em alguma data posterior algumas
pesquisas na informação que ele deu. Durante uma de minhas viagens para a
Austrália, eu vi algumas fotografias que tinham sido tiradas da mesma área.
Foi essa informação que tomou a minha atenção imediata para aquele local
isolado no deserto. Retornando para a Nova Zelândia, eu realizei alguns cálculos e
decidi contatar o Sr. Beadell imediatamente para informação mais precisa. Com
sua permissão, eu cito de seu livro: “Quase todos tinham uma camêra colorida, e
eu tinha uma preto e branco, então as fotografias para o registro de nossa viagem
estavam constantemente sendo tiradas. Nenhum de nós sabíamos que nós
estávamos à beira de uma das mais surpreendentes descobertas já feitas em
qualquer de nossas expedições do passado, do presente ou do futuro, uma
descoberta que forneceria amplo âmbito para nossas camêras”.
O comboio de Land-Rovers tinha chegado sob uma pequena camada de solo
barrento abrigada entre dunas de areia, e enquanto os outros dirigiam seus
veículos apenas por pura alegria de estar numa superfície lisa depois de horas de
se debater pra cima e pra baixo as dunas de areia, Len Beadell decidiu fazer um
pedaço silencioso de exploração por sua própria conta:
“Eu entretanto fiz uma breve varredura bancos íngremes rochosos no lado
ocidental para encontrar a melhor direção fora desta duna. O pequeno platô além
tinha aproximadamente seis pés de altura além do nível da duna. Salpicado com
casuarinas e sheoaks parecia um local muito agradável. O xisto parecia ter se
rompido para formar um plano inclinado que poderia ser usado como uma rampa
levemente ao sul de onde eu estava, então eu dei partida e me voltei até estar em
posição em sua base quando os outros estivessem prontos para seguir. Quando
eles notaram meu movimento, eles vieram até mim, então eu comecei a rude
subida do xisto espalhado.
O momento em que meu veículo cobriu a elevação ao nível novamente, eu o vi,
espalhado bem através do meu caminho, estendedo-se por no mínimo, sessenta
jardas de cada lado. Era quase como um cercado de estacas, com pilares de seis
pés de separação, feitos de lasca de xisto. Tinindo de excitação, eu parei e saltei
pra fora da cabine. Estando numa área tão isolada, era obviamente uma antiga
construção terrestre cerimonial aborígene, construído por aqueles nômades
primitivos da Idade da Pedra em algum distante tempo do sonho. E aqui nós
estávamos, certamente os primeiros homens brancos a estar olhando fixamente
com admiração à vista, escassamente ousando respirar para manter a atmosfera
disso tudo e para prolongar a memória deste momento dramático a seu limite.
Os outros tinham subido a inclinação rochosa e tinham parado, perguntando-se
por um fugaz instante qual era o problema, até que todos eles viram a razão por
eles próprios. Nós todos saíamos sem dizer que isso iria causar muita
especulação e teoria, e que nós todos estaríamos recapturando esta cena por
anos que viriam. Movidos por curiosidade, nós nos aventuramos lentamente
adiante a pé, como se nós estívessemos rastejando sobre uma antiga loja chinesa
de cascas de ovos...
Era impossível dizer quão velhos os pilares eram, mas eles devem ter sido muito
bonitos antigamente, pois eles estavam bem gastos em sua base, onde
incontáveis termais e corrente de vento das dunas tinham coberto eles de areia.
A área era de cerca de cento e vinte jardas de comprimento, a linha principal
comportando uns poucos graus à oeste do norte. As lascas individuais de xisto
cinza e não enetrado pela água, eram projetadas três pés acima da superfície do
platô, e julgando por uma ou duas nas quais estavam se inclinando ou decaindo,
eles pareciam estar embutidas sobre um pé ou mais abaixo.
Cada um era comparável em seção a seu vizinho, medindo quatro polegadas por
três, muito retangulares, e com um eixo longo perfeitamente reto. Haviam cerca
de sessenta deles sobre duas jardas separadas. Tanto como estes, haviam
ramalhetes vagamente assemelhando-se à pilhas de feno, cada uma moldada de
um “pilar” central de xisto com uma dúzia ou mais de lascas inclinando-se em
direção a ele, as partes internas repousando contra, e aparentemente reforçando
o centro; eles cobriam um círculo de três pés em diâmetro e tinham três pés de
altura. Numa inspeção mais detalhada, eles pareciam ser um tanto
cautelosamente colocados. Eu contei meia dúzia destes ramalhetes ao todo,
colocado num ou noutro fim da linha principal, como seu centro e várias jardas
distantes dele próprio; os outros dois estavam no nível do platô no lado leste e
oeste. Um destes foi erigido cerca de quinze jardas a oeste da extremidade ao sul,
mas numa plataforma de rocha natural erguida de oito pés de altura além das
outras, e o que nós tomamos ser o principal de todos. Era o ramalhete construído
grosseiramente uma cadeia a oeste da extremidade norte.”.
Na época desta incrível descoberta, o Sr. Beadell tinha realizado uma apressada
sondagem do local para registrar sua posição para os críticos “boffins” (cientistas)
da civilização, e foi esta informação que era necessária para minha própria
pesquisa na possível razão para a localização remota da antiga construção. Len
tinha pensado que a obra tivesse sido realizada por uma comunidade aborígene
de muito tempo atrás no passado distante, e naquela época não havia muitas
evidências para mostrar de outra maneira. Nenhuma outra explicação encaixaria
os fatos conhecidos.
As fotografias mostradas para mim mudaram esta explicação dramaticamente.
Pelo passar dos anos, desde a descoberta original, tanto a natureza, devido à
desagregação das rochas, ou o homem, devido à sua curiosidade insaciável, tem
descoberto a areia de uma extremidade do platô, e ficado exposta uma pequena
seção de cantaria, que tinha ficado escondida possivelmente por séculos.
No detalhe surpreendente, as fotografias mostraram uma pequena seção de
superfície ladrilhada. As pedras ladrilhadas eram largas e retangulares em forma e
tinham várias polegadas de grossura. Elas foram cortadas muito precisamente e
encaixavam-se juntas num padrão de mosaico extremamente preciso. Era
imediatamente óbvio que nenhuma raça primitiva tivesse uma habilidade numa
construção tal como esta. As ferramentas necessárias para realizar tal operação
apontavam para um tipo de civilização muito mais avançada estando na área
naquela época. Um achado dessa natureza seria esperado mais então na Grécia,
ou em Roma, do que no interior australiano.
O Sr. Beadell descreveu o platô como sendo cerca de seis pés acima do nível da
duna, com uma espécie de rampa natural de um lado, acima do qual ele tinha
dirigido sua Land-Rover. Isto sugere que a plataforma de pedra debaixo da areia
seja o topo da superfície de uma construção que é no mínimo, uns poucos pés de
altura e possivelmente de algo enterrado mais profundamente na nuvem de areia.
A rampa poderia ser os restos enterrados de uma escada talvez.
Recentemente, o Sr. Beadell de forma bem sucedida, liderou outro grupo na área
do local da “Stonehenge”, armado com câmeras filmográficas e outras bugigangas
a fim de apanhar mais informação necessária para nossos porpósitos de pesquisa.
Eu somente gostaria de ter estado na festa, mas os meus compromissos de vôo
com a linha aérea necessitavam da minha permanência na Nova Zelândia.
Quando discutindo o achado com ele por telefone, ele disse que ele tinha se
colocado mal na informação da inspeção original que ele tinha registrado na
época, mas remarcaria a posição em seus mapas e me enviaria uma configuração
de coordenadas que estariam com um minuto do arco em latitude e longitude. Ele
foi verdadeiro em sua palavra e me enviou os dados no mesmo dia.
DIAGRAMA 18
Local da Bomba.
A razão de eu ficar curioso era que o local da “Stonehenge” não era muito
distante daquele escolhido para testes atômicos. Eu tinha desde muito tempo
descoberto a natureza geométrica da bomba, na qual tinha sido verificada de
fontes científicas desde que eu publiquei minhas descobertas.
Em minhas publicações anteriores, eu tinha mostrado um conjunto de
harmônicos que parecia encaixar as coordenadas geométricas do local da bomba.
Conforme o tempo passava e mais conhecimento se tornava disponível, e fiquei
insatisfeito com os resultados iniciais e decidi realizar outra série de cálculos. Eu
pensava que eu tinha encontrado a combinação mais provável, então eu recebi m
mapa muito preciso atrvés do correio, de um de meus leitores que me motivou a
checar os resultados uma vez mais.
Eu agora acredito que as coordenadas geométricas usadas eram as seguintes:
Dado do livro: “Blast The Bush”, de: Len Beadell
A localização do local da bomba do mapa de referência:
28º 41' 54.35'' S/132º 22' 12'' E
Latitude local da bomba: 28.6984305º
Igual à : 286984305 harmônico
A raiz quadrada: 169406 harmônico
Deslocamento de longitude 90º = 2217.7 minutos do arco (grande círculo)
Deslocamento de longitude 180º = 2489.2 minutos do arco (grande círculo)
Total = 4706.9 minutos do arco (4706.9 X 6 X 6) = 169448.4 harmônico
Em minha pesquisa recente, eu descobri a relação harmônica da velocidade da
luz e da gravidade. A indicação é que a luz geométrica muda com a posição de
latitude em conjunção com a aceleração de gravidade. (Isto será demonstrado em
publicações posteriores).
Das mais recentes tabelas de luz e gravidade:
A luz harmônica (gravidade) em 28º 41' 54.35'' = 143551 minutos por segundo
da grade
Duas vezes a velocidade da luz (2C) = 287102
A raiz quadrada = 169440845 (16944) harmônico
Em cada caso, os harmônico geométricos mostram um relacionamento próximo
com o valor unificado de 16944. Eu acredito que uma parelha exata ocorreira se
uma estrela examinada da posição do local fosse obtida e as tabelas de luz e
gravidade fossem corrigidas por um programa completo de computador.
O harmônico 16944 é agora sabido ser a ligação de conexão entre o campo
magnético da Terra, a velocidade da luz e a aceleração da gravidade.
Publicações, em uma data posterior, indicam que muitos dos testes atômicos
foram realizados num lugar chamado Maralinga. A posição em que Len Beadell
estava se dirigindo em sua viagem ao sul. Os harmônicos centrados em volta
desta posição também provaram-se ser extremamente interessantes.
O Atlas da Austrália completo mostra a posição de Maralinga ser: 30º 09''
sul/131º 35' leste.
A distância do grande círculo para o Pólo Grade “B” no sul, provou ser 3240
minutos do arco.
O harmônico 324 é igual a metade harmônica de 648.
A raiz quadrada de 648 é igual a 25.455844.
O harmônico 25455844 está relacionado ao campo magnético da Terra, como
demonstrado em outras seções do livro.
Se o harmônico de 324 for reduzido pela divisão por 6 (seis vezes), o harmônico
resultante é 6944444, que é o recíproco da velocidade da luz.
O local da “Stonehenge” não estava relacionado com o rompimento da matéria,
mas como ela era próxima ao ponto geométrico necessário para realizar este
método de destruição, poderia possivelmente estar conectada com de alguma
forma com os harmônicos da luz. O local antigo poderia também ter algum
significado científico que seria de grande importância para nós.
A posição fornecida pelo Sr. Beadell era:
Latitude 28º 58' é igual à:
28.9666º
Se nós reduzirmos o harmônico dividindo ele por 6, nós teremos:
4.82777
A raiz quadrada do harmônico 482777 é:
6948221 harmônico, no qual com leve correção, igualaria a velocidade da luz
recíproca.
O valor de longitude, em relação à longitude de 180º na distância do grande
círculo, tem conexão com os harmônicos gravitacionais que tem sido descobertos
em pesquisa posterior. (O valor: 2502.35). Também a longitude 132º está
deslocada 2880 minutos do arco da longitude 180(0). O harmônico 288 é igual à
2C, ou duas vezes a velocidade da luz.
Possivelmente está área será examinada com equipamento eletrônico apropriado
no futuro, para averiguar se não há nada escondido debaixo do solo. O local da
Stonehenge poderia dar somente uma sugestão de que se alojam abaixo do chão
para ser descoberto.
Esperançosamente, muito mais informação será disponível sobre a plataforma de
pedras num futuro próximo, no qual vai nos ajudar a sondar mais adiante dentro
do mistério. Muito deste tipo de evidência está sendo descoberto agora ue várias
vidas seriam necessárias para realizar toda a pesquisa. O que nós precisamos é de
uma concentração de mentes científicas dedicadas a gastar tempo integral nas
descobertas desta natureza, com completa liberdade para passar todas as suas
descobertas para o público.
MAPA 10
Este mapa foi originalmente produzido por Len Beadell durante a investigação
do local para o teste de bomba atômica. A posição rascunhada da “Native
Stonehenge”, descoberta puramente por acidente, é claramente mostrada.
MAPA 11
EMU: local de teste de Bomba Atômica.
FOTOCÓPIA 3
Estas fotos mostram as lajes cortadas descobertas no local da plataforma
Stonehenge descoberta pelo Sr. Beadell. A caixa de fósforos repousando na
extremidade esquerda da pedra deslocada dá uma ideia do tamanho. É óbvio que
esta construção não foi disposta por uma raça primitiva.

25 – A ORGANIZAÇÃO DE UM MILAGRE
QUANDO UMA MODERNA CIVILIZAÇÃO, POR QUERER UMA EXPRESSÃO MELHOR,
primeiro impingiu sob uma floresta primitiva da Nova Guiné, ela inadvertidamente
criou novas religiões. Membros de tribos primitivas encontraram seus primeiros
representantes do mundo externo, em muitos casospor cortesia do avião. Muitos
missionários chegavam nos interiores da mata de avião; para as mentes nativas,
estes eram seres superiores que desciam em veículos das nuvens, apeavam-se, e
distribuíam presentes e medicamentos. Estes estranhos seres brancos com seus
poderes superiores, suas roupas bizarras, seus benefícios materiais, eram como
deuses.

Dessa forma nasceram as crenças que tem chegado a ser conhecidas como
“cultos carga”.

No encalço dos primeiros missionários transportados por avião, deseludidos
guinéus em partes espalhadas do território entalharam grosseiras faixas aéreas na
floresta, penduraram trapos esfarrapados para representar sacos de areia, e
cantavam encantamentos religiosos, esperando atrais os deuses para vir numa
outra visita. Sem dúvida, tribos rivais adotaram crenças religiosas diferentes; uma
tribo insistiria que Deus tinha seis pés de altura, tinha cabelo vermelho e uma
barba crescente; para seus rivais do outro lado do rio, Deus era um ser baixo,
gordo em calças cáqui com óculos. Ninguém prontamente aceitaria que Deus era
uma força intangível, que tem características que são manifestadas de uma
maneira idêntica a toda a vida por todos o Universo; a força criativa que permeia
todo o espaço, todas as coisas materiais; que todos os seres são células do
gigantesco corpo-Deus. “Nós somos deuses”, disse Cristo. Nós todos somos
manifestações do Criador. E por nossa vez, a uma extensão limitada, nós também
podemos criar.

Quando nós compreendemos totalmente a força criativa e aprendemos como
aplicá-la, nós criaremos o que agora nós nos referimos como milagres. Cristo
insistiu que os homens deveriam, algum dia, duplicar todos os milagres que ele
realizou. Todos nós temos Deus dentro de nós mesmos – um Deus que está
batendo furiosamente de dentro numa tentativa de emergir. Antes que nós
possamos fazer milagres, nós deveremos primeiro ter de aprender a manter os
ensinamentos dos grandes líderes religiosos colocados através do tempo: Deus é
Luz, essa é a verdade fundamental. Pois cada partícula de substância material no
Universo é constituída de uma combinação particular de comprimentos de onda
da força criativa, da qual nós chamamos de luz. Deus é Luz – Luz é Deus. Eu
espero demonstrar esta verdade através das equações de campo unificado
derivadas de um estudo da grade de OVNIs que envolve este planeta.

Eu tenho tentado alhures mostrar algumas possíveis relações entre o fenômeno
OVNI e certas passagens da Bíblia. O mesmo tipo de ligações não tem sido
ignorada por outros pesquisadores de OVNIs; as similaridades entre certas
descrições bíblicas e relatos modernos de OVNIs são muito notadas a ser
ignoradas. Novamente, outros escritores tem mostrado apoio para a teoria de que
muitas religiosas modernas baseiam-se de visitas a este planeta de seres
superiores do espaço em tempos antigos. Teria o Cristianismo, por exemplo,
evoluído de religiões mais antigas que, por sua vez, emergiram-se de cultos de
carga? Há uma grande quantidade de evidências que indicariam que a hipótese
deve ser válida – sem de qualquer maneira denegrir as crenças religiosas básicas
que nós somos ligados. Pelo contrário, o estudo das evidências, longe de
desgastar doutrinas religiosas básicas, pode dificilmente falhar em apoiar elas,
para nos dar confiança em sua verdade fundamental.

Algumas dessa evidências, e algumas das teorias tem sido colocadas em
destaque em tempos recentes, nós examinaremos neste capítulo.
É quase inevitável que um investigador de OVNI, cedo ou tarde, sinta-se
compelido a examinar as conexões entre o fenômeno OVNI e a religião. Deve-se
satisfazer a si mesmo que as conexões estejam lá; mas tentar encorajar esta ideia
em outros é perigoso. Pessoas de muitas raças, credos e culturas diferentes tem
chegado a uma crença inabalável na existência de algum tipo de salvador pessoal.

Há umas quatro mil religiões diferentes no mundo; a conversão para qualquer
uma delas irá para qualquer extensão provar que os seguidores das outras 3999
estão enganados, descrentes do Deus verdadeiro, e irrecuperáveis. Separações na
crença cristã tem levado a algumas guerras terrivelmente sangrentas durante os
últimos dois mil anos ou mais. Onde a persuasão e o argumento tem fracassado
em ganhar convertidos de uma crença para outra, a força tem sido empregada
quase como uma questão de costume... Quão lamentáveis e muito divididos nós
somos!

Aqui estamos nós, agitados como loucos, procurando freneticamente por algo
que seja certo perante nossos olhos; sempre tem sido e sempre será, a verdade
simples de que nós somos parte do Criador; este é o significado por trás de frases
verdadeiras tais como: “a igualdade de todos os homens”, “todos os homens são
irmãos”, e assim por diante, pois como células entre as incontáveis bilhões de
células, nós somos todos aspectos de Deus, Deus é Nós, Nós somos Luz.

Quando nós aprendemos como usar as leis da harmonia que permeiam o todo
da Criação, nós seremos livres para criar aquilo que é agora inalcançável. Nós
seguramos as chaves para nossa própria salvação – não alguma figura do Velho
Testamento nos observando do alto, distribuindo punições ou recompensas
conforme ele ver que se encaixa.

Consciência, as leis de causa e efeito, os ensinamentos dos irmãos superiores do
espaço – estas são as guias.

Eu acredito em tudo isso mesmo se você não acredita, porque as evidências que
eu tenho estudado me dizem que é verdade. Talvez você me condene por estas
crenças; talvez você esteja me chamando de blasfemador, ou coisa pior. Eu nunca
deverei saber se todas as minhas crenças estão corretas ou não; mesmo assim, eu
devo ser honesto comigo mesmo, e eu devo obter minhas conclusões nas
evidências que eu tenho perante a mim. Uma coisa que eu já tenho certeza: “Ele”
não criou um Universo habitado somente com sicofantas e bajuladores; se “Ele”
fizesse isso, “Ele” certamente teria ficado horrivelmente entediado conosco há
muito tempo atrás.

Quando eu comecei a escrever meu primeiro livro, eu fiquei hesitante acerca de
incluir referências a qualquer religião; de fato, eu fui advertido contra isso. Eu
estava certo de que os leitores ficariam ofendidos, e que o livro como um todo
consequentemente seria condenado. Eu não nego que o risco de ofensa está la,
embora essa certamente não seja minha intenção. O que eu espero conseguir é a
mesma coisa que um amigo busca fazer quando ele chama a um gaiúto de
dormir. Se eu puder ser bem-sucedido em sacudir algumas pessoas pra dentro de
um estado de vigília, mesmo se isso signifique provocar argumento e
controvérsia, minhas intenções terão sido bem-sucedidas.

Um ministro e estudioso bíblico, Barry H. Downing, também tem uma graduação
em física. Quando eu me deparei com seu livro, The Bible and Flying Saucers, eu
fiquei compreensivelmente surpreendido. Seu livro, um reverente para todos os
levantares de sambrocelha que seu título deve causar, questiona as grandes
fundações dos ensinamentos formais religiosos, e reinterpreta a Bíblia à luz da
ciência moderna.

Foi este livro que recentemente reacendeu meu interesse em traçar ligações
entre o fenômeno OVNI moderno e seções da Bíblia. Eu achava que eu tinha sido
um pouco controverso quando eu apresentei algum materia deste tipo. O Sr.
Downing tinha sido muito mais franco, e usa argumento científico para sugerir
que muitos dos acontecimentos científicos relatados na Bíblia estava conectados
com visitas a este planeta de pessoas do espaço – uma raça superior enviada aqui
para tentar ensinar as pessoas da Terra como viver suas vidas em harmonia com o
Universo, em vez de existindo em condições que levariam ao caos e à destruição.

Se alguns dos pontos que eu tinha colocado em evidência foram sussurrados em
vento de mudança, o Sr. Downing produziu um verdadeiro tornado. Em seu livro,
ele discute muitos dos milagres clássicos da Bíblia que outros investigadores
OVNI tem considerado estar relacionado a intervenção de seres do espaço
externo. Alguns destes eventos incluem a Ascenção, a escada de Jacó; Elias sendo
levado ao céu num redemoinho; e as experiências de Ezequiel. A passagem
bíblica que descreve as rodas brilhosas que Ezequiel viu numa visão, sejam talvez
a mais interessante; o relato corresponde com muitas descrições modernas de
OVNIs, cheias de passageiros. Entretanto, eu devo deixar a você estudar estas
questões por você mesmo; muitos livros tem sido publicados lidando com tais
correspondências.

O Sr. Downing particularmente me interessou com suas explicações do Êxodo.
Alguns meses atrás, foi sugerido que eu analisasse todas as localizações
geográficas de significância religiosa onde acontecimentos miraculosos e outros
eventos tivessem ocorrido, dos tempos bíblicos aos recentes, para averiguar se a
localização vigente tinha qualquer relacionamento direto com a ocorrência em
termos de harmônicos.

Eu consequentemente realizei uma análise aproximada em vários lugares,
incluindo Lurdes e Fátima. Eu descobri, por exemplo, que toda a matemática
incorporada na posição geográfica de Belém invariavelmente funcionava de volta à
unidade. Outras descobertas me convenceram de que as posições geográficas,
tinham uma relação a eventos particulares e manifestações. Nos concordamos
que a questão inteira devia ser levantada em outro trabalho, numa data posterior,
uma vez que nós tivermos estabelecido a existência dos harmônicos geométricos
que conectam o mundo físico, como nós o conhecemos, aos mundos menos
tangíveis alcançados por manipulações harmônicas das frequências de luz e
gravidade.

Em qualquer caso, meu interesse foi suficientemente estimulado depois de ler a
interpretação do Êxodo do Sr. Downing de que eu determinei localizar a posição
geométrica do Mar Vermelho (Junco), onde era próximo a passagem dos israelitas
em sua fuga do Egito. Era possível que evidências pudessem ser encontradas para
mostrar que as águas do mar fossem divididas por um campo de força antigravidade,
dessa forma permitindo os israelitas atravessar em terreno seco?
Vamos citar uma passagem do livro de Downing:

A Bíblia narra que “quando o Faraó deixou o povo ir... Deus conduziu o povo
rondar pelo caminho do deserto em direção ao Mar Vermelho”, Êxodo 13:17,18.
Qual é o significado em dizer que Deus conduziu os israelitas? Aqui está a
resposta:

O “Senhor” foi antes deles (os israelitas) de dia num pilar de nuvens para
conduzi-los ao longo do caminho; e pela noite num pilar de fogo para dar a eles
luz; o pilar de nuvens pelo dia e o pilar de fogo pela noite não afastava-se de
diante do povo (Êxodo 13:21,22). Por meios de um objeto voador não-identificado,
Deus conduziu os israelitas para o Mar Vermelho.

Como este OVNI bíblico se compara com os OVNIs modernos? Os OVNIs
modernos algumas vezes exibem um efeito coroa, que resulta numa aparência de
halo como nuvem branca. OVNIs modernos também normalmente brilham no
escuro, como os “pilares de fogo” bíblicos parecem ter feito. Mas a questão difícil
é a importância do termo hebreu para pilar. Há de fato duas palavras hebraicas
que tem sido traduzidas como pilar na Revista e Atualizada: 'ammud e mazzebah.
Nesta passagem a palavra 'ammud é usada, que deve significar uma coluna
cilíndrica; dessa forma, a implicação pareceria ser que este OVNI parecia com
uma coluna cilíndrica (altura não especificada), como nuvem durante o dia, mas
aparecendo no escuro... Se a Bíblia está descrevendo um OVNI que parece como
uma coluna cilíndrica como nuvem durante o dia e como uma coluna cilíndrica
incandescente à noite, então este OVNI corresponde em descrição com uma classe
de OVNIs modernos que tem sido vista com considerável frequência.

Ocasionalmente, estes OVNIs cilíndricos ou “pilares” parecem agir como um tipo
de “nave-mãe” para os discos voadores ou classe de OVNI, que parecem menores
em dimensão do que os pilares dos quais ele vem.

Este OVNI deliberadamente conduziu os israelitas para o Mar Vermelho, que
parecia como uma coisa tola a ser feita, porque com o exército egípcio se
aproximando de trás, os hebreus estavam literalmente presos entre o Faraó e o
profundo mar azul. A Bíblia diz que o Faraó pensava que os israelitas fossem
“envolidos na terra; o deserto prendeu eles” (Êxodo 14:3). O Faraó e seu exército
moveram-se para a matança com o “pilar” tendo provado-se um guia medíocre, a
menos que o ser encarregado do OVNI soubesse antes da hora o que aconteceria
no Mar Vermelho.

O texto sugere que algum tipo de OVNI, totalmente sob seu próprio controle,
conduziu os israelitas pra fora do Egito para o Mar Vermelho e então, quando o
exército do Faraó se aproximou, o OVNI moveu-se da frente para a retaguarda do
exército de Israel, e manteve os dois acampamentos militares separados durante
a noite. A Fase Um da operação envolvia conduzir Israel para o mar; a Fase Dois
requer que o OVNI mantenha os acampamentos separados até a escuridão cair.
Agora começa a Fase Três: “Então Moisés estirou sua mão sob o mar; e o Senhor
empurrou o mar pra trás por um forte vento leste por toda a noite, e fez a terra
só mar seca, e as águas foram divididas.” (Êxodo 14:21).

Eu examinei estes extratos do livro de Downing com um mapa recentemente
adquirido da revista National Geographic ilustrando “The Lnads of Bible Today”
(veja mapa12).

No mapa, está mostrado a rota tradicional dos israelitas em seu vôo perante os
egípcios. A primeira questão que se imprime é o curso incomum seguido pelos
israelitas, considerando que o exército do Faraó estava em estreita perseguição.
Primeiro eles se dirigiram à sul-sudeste, de Rammses à Succoth; então, por
alguma razão inexplicável, eles voltaram-se e dirigiram-se ao norte para o ponto
de travesia no Mar ou “Junco” Vermelho. Parece bizarro que o “Senhor” conduzisse
os israelitas numa possível armadilha desta natureza, quando uma rota livre
poderia ter sido tomada ao sudeste, pela terra que eventualmente teria conduzido
ao lado oriental do Golfo de Suez.

Esta rota teria sido também muito mais curta – a menos, claro, como o Sr
Downing comenta, os “seres encarregados dos OVNIs antes da hora o que
aconteceria no Mar Vermelho”. Eu também creio este ser o caso. Se o “pilar de
nuvem” era de fato, um OVNI em forma de cigarro, então a inteligência
controlando ele teve de conduzir os israelitas para um lugar na área onde um
milagre inesquecível ser encenado, e o exército do Faraó destruído.

Uma posição geográfica tinha de ser selecionada onde todas as coordenadas
harmônicas necessárias para estabelecer um campo de força com o qual o milagre
aparente pudesse ser organizado, fosse disponível. E já que nós no século vite
ainda somos incapazes de duplicar tal proeza, um milagre foi real.
De acordo a Downing, no momento da “separação das ondas”, o OVNI tinha
tomado uma posição atrás dos israelitas, que estavam então no banco oeste do
Mar Vermelho. Deste fato, nós podemos presumir que o veículo em forma de
cigarro estava posicionado a meia milha ou mais do contorno da costa ocidental.

Eu analisei as coordenadas do mapa para esta área e descobri que a latitude da
travessia de oeste para leste era próxima a 31 graus norte. Isto foi um ínicio
interessante, porque este ângulo da latitude é iguala 1860 minutos do arco. O
logaritmo de 1860 é 2695, do qual é um valor harmônico derivado do campo
unificado. Em minhas publicações iniciais, eu usei esta latitude, mas, com mais
evidências disponíveis neste momento, eu estou mais inclinado a pensar que uma
latitude de 30º 59' 00.426'' seria mais apropriada. Este deslocamento do pólo
norte então seria de 59.0165 gruas. O recíproco harmônico deste valor é 169444.
Pesquisas até o momento presente tem provado que este harmônico está
associado com a massa e a gravidade.

O valor longitudinal é estimado ser 32º 11' 45.1165'' que está dentro dos
segundos do cálculo original. Isto é igual a 32.195866 graus. Se este harmônico
for aumentado pela multiplicação de 6, como o seguinte: (32.195866 x 6 x 6 x 6)
= 6954307 harmônico, então a velocidade da luz recíproca é evidente.
Eu agora acredito que desta posição, um campo de força em forma de cunha foi
criado e focado o transversamento da extensão da água para o leste dos
israelitas.

A fim de que as águas fossem divididas, deve ter sido necessário produzir tal
campo de força caindo ao longo da linha de latitude, dessa maneira forçando as
águas separadas e formando um faixa de terreno seco por meios dos quais os
israelitas puderam atravessar para a margem leste.

A intensidade do campo poderia ter sido variada a qualquer valor desejado, e as
frequências necessárias para reagir com a água deveria antes de tudo, ter sido
usada para impulsionar a água a se dividir e permitir aos israelitas atravessar.
Uma vez seguros na margem leste, o campo poderia ter sido intensificado para
que quando os egípcios os tentaram seguir, eles e seus veículos teriam sido
sobrepujados pelas forças gravitacionais direcionadas sobre eles, encalhando eles
a meio caminho da travessia da faixa fundo de mar exposta. No momento
apropriado, o campo de força teria sido recolhido, a água teria inundado
novamente, afogando o exército do Faraó e destruindo seu equipamento.

O vento leste sentido pelos israelitas assoprando em todas as suas faces naquela
longa noite pode ser explicado pelo posicionamento do OVNI atrás deles. O
campo de força estabelecido causaria efeitos atmosféricos que certamente teria
deslocado massas de ar. O OVNI teria sido o ponto focal para o movimento das
massas de ar; em teoria, um vento de ambos leste e oeste convergeria no ponto
central do campo de força em forma de cunha. Os israelitas somente teriam sido
conscientes do vento do leste, batendo em suas faces, já que o OVNI estava à sua
retaguarda, isto é, ao oeste.

Se registros estivessem disponíveis, nós deveríamos descobrir que o exército do
Faraó experenciou fortes ventos soprando de trás deles.

Um inescrutável mas todo-poderoso Deus impulsionou o Mar “Junco” a se dividir?
Ou alguns seres altamente avançados realizaram um científico “milagre” para nós,
sabendo que algum dia, nós seríamos capazes de ir aos registros e compreender
por nós mesmos como isso tinha sido feito?

O milagre foi uma produção magistral; intencionalmente, talvez, fosse aquilo
que jamais pudesse ser esquecido pela raça humana. Deveria apenas Deus ter
destruído um exército inteiro de uma tal maneira horripilante? Eu acho que não.
Mas uma raça superior deve ter feito isso, se a ação fosse condizente com seu
propósito, qualquer que seja.

DIAGRAMA 19
Êxodo
A produção de um milagre
MAPA 12
Por cortesia da Revista National Geographic

26 – O HOMEM DIMINUTO DO MISTÉRIO
ELE ERA UM HOMEM FRÁGIL E PEQUENO, NÃO MAIS QUE 100 LIBRAS DE PESO. ELE
veio aos Estados Unidos em 1912 de perto de Riga, na Letônia, onde ele nasceu
numa fazenda no distrito de Metei.
Quase como se ele estivesse procurando um ponto particular no mapa, ele
passou através da Califórnia, Texas e Flórida. Ele foi para o sul, quase para a
ponta da península da Flórida, bem na extremidade dos Pantanais. Lá, num ponto
onde a US Highway No.1 agora opera, cerca de vinte e cinco milhas ao sul de
Miami, ele seguiu a vida de um recluso.
Seu nome era Edward Leedskalnin.
Até o dia de sua morte – 7 de Dezembro de 1951 – ele viveu uma vida de sigilo;
ele empreendeu e efetuou um projeto de construção colossal ao gosto do qua o
mundo nunca conheceu. Ele trabalhava sozinho e com ferramentas simples e
roldanas. Hoje, os cientistas confessam que eles ainda estão perplexos, pois ele
movia grandes pedras cortadas de rochas corais; ele levantava blocos massivos,
estabelecia edifícios fantásticos, incluindo um obelisco pesando mais de vinte e
oito toneladas; tudo sozinho, sem o auxílio de máquinas.
Em seus anos posteriores, na Letônia, foi fazer esta afirmação:
“Eu tinha descoberto os segredos das Pirâmides, eu tinha descoberto como os
egípcios e as construtores antigos no Peru, Yucatan e Ásia, com somente
ferramentas primitivas, ergueram e colocaram no lugar blocos de pedra pesando
muitas toneladas.”.
Um coronel da Engenharia do Exército dos Estados Unidos, Carrol A. Lake,
escreveu sobre as maravilhas que Leedskalnin construiu: “Leedskalnin provou
para todo o mundo ver hoje, que ele sabia os segredos de construção dos
antigos. Ele extraia e movia no lugar, sozinho e sem maquinaria moderna, pedras
pesando duas vezes o peso dos maiores blocos da Grande Pirâmide. Ao todo, ele
cortou e dispôs 1,000 toneladas de rochas de corais, a maior façanha em toda a
história para um homem. Aqui está uma das grandes maravilhas do mundo,
alinhando-se com as pirâmides do Egito, com Stonehenge na Inglaterra, com o
fabuloso Templo de Júpiter em Baalbeck, perto de Damasco, na Síria, com os
grandes mistérios em Pedra na Ilha de Páscoa.”.
Era natural para este engenheiro do exército associar o Castelo Coral, como é
agora conhecido pelos milhares de visitantes a cada ano, com as maravilhas do
mundo antigo que ele listou. Há toda a razão para crer que Baalbeck e Gizé são
posições neste planeta onde algumas condições físicas curiosas prevalecem. Eu
também tenho notado uma aparente conexão entre estes locais e a grade de
energia que circunda este globo; Stonehenge, também, cai dentro desta grade.

Ninguém viu Leedskalnin em trabalho quando ele foi quando ele estava absorto
com suas construções nos anos 1920. Ele construiu um muro de placas de
pedras, cada uma de várias toneladas, erguendo à uma altura de oito pés em volta
de um quintal. Dentro deste, ele erigiu uma torre de dois andares, o piso do chão
do qual se tronou uma oficina e depósito. Ele usou o andar superior como seu
aposento para viver.

Mas, das simples ferramentas que ele deixou pra trás, algumas conjecturas tem
sido feitas sobre seus métodos de trabalho. Parece que ele direcionaria um cabo
vários pés dentro da rocha com uma estaca de ferro, anexando o outro fim do
cabo à um aparato que ele movia pra trás e pra frente em um movimento de serra
até que um corte fosse feito atingindo a profundidade do cado acionado. Um
segundo corte feito da mesma maneira então seria feito numa distância
determinada pelo tamanho da placa que ele requeria. Em seguida ele cortaria uma
vala entre os dois cortes, vários pés de profundidade, e o colocaria numa fileira de
cinzéis planos; martelando cada um por vez, o bloco finalmente se romperia do
leito de rocha. Com a ajuda de um tripé feito de cepos e um macaco, ele então
colocaria um estilingue em volta da placa e pouco a pouco ergueria-a do chão
usando alavancas e cunhas. Com seu próprio arranjo de roldanas, é dito, mais o
uso de rolos, ele colocaria a placa em sua posição final.

Mas quando se chega ao movimentar dos blocos pesando acima de trinta e cinco
toneladas, esta explicação obviamente não é suficiente. Diz um escritor
americano, Vincent H. Gaddis, “O que mistifica a engenharia é como o
equipamento desta natureza e tamanho poderiam possivelmente ser encarregadas
de suposrtas