sábado, 4 de fevereiro de 2012

CÂNCER - MITOS E FATOS

Enviado por em 02/02/2012




Câncer sempre foi palavra assustadora para todos, mesmo para os médicos. Quando recebem este diagnóstico, muitos têm a reação de quem acabou de ser condenado à morte. Apesar das informações e dos grandes avanços terapêuticos obtidos na área, nos últimos anos, a primeira reação ainda é de desespero. Existem, no entanto, muitas idéias erradas em nosso meio sobre o câncer.

Hoje, no Brasil, é possível fazer diagnósticos precisos, tratamentos apropriados, obter qualquer tipo de informação. E isso tudo, quando acompanhado de um bom suporte emocional, pode curar ou controlar o tumor e ainda oferecer uma boa qualidade de vida ao paciente.
Nosso convidado é o Dr. Luiz Alberto Silveira, médico oncologista, membro da Sociedade Brasileira de Oncologia Clínica e membro da Sociedade Brasileira de Cancerologia. Natural de Florianópolis onde se formou em Medicina pela Universidade Federal de Santa Catarina em 1973, foi assistente do serviço de Oncologia Clínica do Rotterdamsch Radiotherapeutisch Instituut na Holanda em 1976 e desde 1977 desenvolve diversas atividades nas áreas de prevenção e tratamento do câncer em âmbito regional, nacional e internacional onde já representou o Brasil em vários eventos sobre Oncologia realizados no exterior.

PROGRAMA VIDA INTELIGENTE
com Eustáquio Patounas
Quinta-Feira, 8 às 9 da noite, AO VIVO
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Ramatis - O futuro do Brasil e do Mundo





Visão de Ramatis sobre o futuro do Brasil e do mundo.


Enviado por em 24/09/2010

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1) VIDA MATERIAL E ESPIRITUALISMO - 2) PORTAIS DIMENSIONAIS - 3) OS MUND...




Enviado por em 25/02/2011

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VIDA MATERIAL E ESPIRITUALISMO
Por que a quase maioria das pessoas que se voltam para o autoconhecimento, crescimento interior, altruísmo, fraternidade, etc, geralmente padecem de dificuldades materiais?
Que mistério existe por trás desta conduta?

PORTAIS DIMENSIONAIS E FRONTEIRAS ENTRE MUNDOS
A maioria das pessoas acredita que o mundo é único e concreto. Para os metafísicos, existem vários mundos, e neste onde estamos, existem portais que são passagens entre os mundos.
Mas não é de se assustar, porque várias pessoas já sabem da existência dos portais também. Existe até um grupo de cientistas ocupado nesse assunto. Entretanto, o problema não é exatamente saber que os portais existem. O problema é como localizá-los e como ultrapassá-los, considerando que os portais se movem.

OS MUNDOS SUBTERRÂNEOS 1 e 2
Os mundos subterrâneos compreendem três planos, conhecidos pelos nomes de "Badagas", "Duat" e "Agartha", quais reflexos no seio deste planeta dos Três Mundos Superiores, servindo a superfície da Terra para as relações intermediárias, comparáveis às numerosas pontes mediante as quais se podem realizar as desligações e as ligações entre os milhões de seres dos Três Mundos Superiores com os três lá de baixo. As ligações (quando os seres terrenos se realizam) são representadas pelo Hexágono, os dois triângulos equiláteros entrelaçados, o Vau (ou ponte).

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com Eustáquio Andréa Patounas
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quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012

VIVAS AO MAESTRO JORGE ANTUNES EM PORTUGAL!!!



Maestro Jorge Antunes em Portugal  

  O Maestro
Jorge Antunes 
viajará para Portugal no próximo dia 8.
 
Ele é convidado especial do Congresso Internacional “A Língua Portuguesa em Música”, que acontecerá em Lisboa de 9 a 11 de fevereiro na UNL (Universidade Nova de Lisboa). Algumas de suas canções serão interpretadas por cantores líricos portugueses, nos concertos que se realizarão nas noites do Congresso.

       No dia 10 ele ministrará uma conferência intitulada 
“Qualquer texto em Português pode ser musicado?”.
Antunes demonstrará como podem ser encontradas técnicas especiais para que qualquer texto, mesmo não poético, possa servir como letra de música. Para tanto ele analisará sua obra “Seis Missivas BB”, para barítono e piano.

Nessa obra Jorge Antunes 
utiliza textos burocráticos de cartas oficiais.
A obra, composta em 1997, 
criou grande polêmica na época.

O Centro Cultural Banco do Brasil havia encomendado obras de câmara a 34 compositores brasileiros, para uma série de concertos. Antunes foi um dos compositores convidados.
Como durante anos o CCBB e o Banco do Brasil negaram apoio aos projetos do maestro, ele resolveu se vingar escrevendo seis canções utilizando, como letras das músicas, os textos das cartas que aquelas instituições lhe enviaram comunicando a não aprovação de suas propostas.
A história acabou como longa pendenga nos tribunais, porque o CCBB censurou a composição e se negou a pagar a encomenda.

       Após o Congresso, o maestro Antunes seguirá para as cidades de Évora, Aveiro e Guimarães, onde também dará concertos e ministrará conferências.

Picasso
Li

Fonte:
        sistrum@sistrum.com.br
 sistrum brasília
23:48 (10 horas atrás)


                       para mim e a todos amantes 
da Música Brasileira
Sejam felizes todos os seres. Vivam em paz todos os seres.
Sejam abençoados todos os seres.

quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012

SAÚDE MENTAL





A internação de pessoas portadoras de transtornos mentais no Brasil remonta à metade do Século XIX. Desde então, atenção aos portadores de transtornos mentais foi quase sinônimo de internação em hospitais psiquiátricos especializados.

Cabe ressaltar ainda que a oferta desse atendimento hospitalar concentrou-se nos centros de maior desenvolvimento econômico do país, deixando vastas regiões carentes de qualquer recurso de assistência em saúde mental.

A partir dos anos 70, têm início experiências de transformação da assistência, pautadas no começo pela reforma intramuros das instituições psiquiátricas (comunidades terapêuticas) e mais tarde pela proposição de um modelo centrado na comunidade e substitutivo ao modelo do hospital especializado.

Com a proclamação da Constituição, em 1988, cria-se o Sistema Único de Saúde (SUS) e são estabelecidas as condições institucionais para a implantação de novas políticas de saúde, entre as quais a de saúde mental.

Consoante com diversas experiências de reforma da assistência psiquiátrica no mundo ocidental, e as recomendações da Organização Pan-Americana de Saúde (OPAS) contidas na Carta de Caracas (1990), o Ministério da Saúde, a partir da década passada, define uma nova política de saúde mental que redireciona paulatinamente os recursos da assistência psiquiátrica para um modelo substitutivo de base comunitária. Incentiva-se a criação de serviços em saúde mental de atenção comunitária, pública, de base territorial, ao mesmo tempo em que se determina a implantação de critérios mínimos de adequação e humanização do parque hospitalar especializado.

O QUE É A REFORMA PSIQUIÁTRICA?  
* É a ampla mudança do atendimento público em Saúde Mental, garantindo o acesso da população aos serviços e o respeito a seus direitos e liberdade; 

* É amparada pela lei 10.216/2001, conquista de uma luta social que durou 12 anos;

* Significa a mudança do modelo de tratamento: no lugar do isolamento, o convívio na família e na comunidade; 

* O atendimento é feito em Caps - Centros de Atenção Psicossocial -, Residências Terapêuticas, Ambulatórios, Hospitais Gerais, Centros de Convivência; 

* As internações, quando necessárias, são feitas em hospitais gerais ou nos Caps/24 horas. Os hospitais psiquiátricos de grande porte vão sendo progressivamente substituídos.

Nosso entrevistado é o Dr. Paulo César Trevisol Bittencourt, 
professor titular de Neurologia da UFSC.

Enviado por em 12/02/2011
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terça-feira, 31 de janeiro de 2012

Como brasileiro eu simplesmente falaria ... (Cristovam Buarque)



Enviado por em 30/01/2012

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Como brasileiro eu simplesmente falaria ...

Autor: Cristovam Buarque

Arte & Cultura

28/11/11 14:58 - Atualizado em 28/11/11 14:58

Como brasileiro eu simplesmente falaria contra a internacionalização da Amazônia.

Por mais que nossos governos não tenham o devido cuidado com esse patrimônio, ele é nosso. Respondi que, como humanista, sentindo o risco da degradação ambiental que sofre a Amazônia, podia imaginar a sua internacionalização, como também de tudo o mais que tem importância para a humanidade.

Se a Amazônia, sob uma ótica humanista, deve ser internacionalizada, internacionalizemos também as reservas de petróleo do mundo inteiro. O petróleo é tão importante para o bem-estar da humanidade quanto a Amazônia é para o nosso futuro. Apesar disso, os donos das reservas sentem-se no direito de aumentar ou diminuir a extração de petróleo e subir ou não o seu preço. Os ricos do mundo, no direito de queimar esse imenso patrimônio da humanidade.

Da mesma forma, o capital financeiro dos países ricos deveria ser internacionalizado. Se a Amazônia é uma reserva para todos os seres humanos, ela não pode ser queimada pela vontade de um dono, ou de um país.

Queimar a Amazônia é tão grave quanto o desemprego provocado pelas decisões arbitrárias dos especuladores globais. Não podemos deixar que as reservas financeiras sirvam para queimar países inteiros na volúpia da especulação.

Antes mesmo da Amazônia, eu gostaria de ver a internacionalização de todos os grandes museus do mundo. O Louvre não deve pertencer apenas à França. Cada museu do mundo é guardião das mais belas peças produzidas pelo gênio humano. Não se pode deixar que esse patrimônio cultural, como o patrimônio natural amazônico, possa ser manipulado e destruído pelo gosto de um proprietário ou de um país.

Nesse momento, as Nações Unidas estão realizando o Fórum do Milênio, mas alguns presidentes de países tiveram dificuldades em comparecer por constrangimentos na fronteira dos EUA. Por isso, eu acho que Nova York, como sede das Nações Unidas, deveria ser internacionalizada.

Pelo menos Manhatan deveria pertencer a toda a humanidade. Assim como Paris, Veneza, Roma, Londres, Rio de Janeiro, Brasília, Recife, cada cidade, com sua beleza específica, sua história do mundo, deveria pertencer ao mundo inteiro. Se os EUA querem internacionalizar a Amazônia, pelo risco de deixá-la nas mãos de brasileiros, internacionalizemos todos os arsenais nucleares dos EUA. Até porque eles já demonstraram que são capazes de usar essas armas, provocando uma destruição milhares de vezes maior do que as lamentáveis queimadas feitas nas florestas do Brasil.

Nos seus debates, os atuais candidatos à presidência dos EUA têm defendido a idéia de internacionalizar as reservas florestais do mundo em troca da dívida. Comecemos usando essa dívida para garantir que cada criança do mundo tenha possibilidade de ir à escola.

Internacionalizemos as crianças tratando-as, todas elas como patrimônio que merece cuidados do mundo inteiro. Ainda mais do que merece a Amazônia. Quando os dirigentes tratarem as crianças pobres do mundo como um patrimônio da humanidade, eles não deixarão que elas trabalhem quando deveriam estudar; que morram quando deveriam viver.

Como humanista, aceito defender a internacionalização do mundo. Mas, enquanto o mundo me tratar como brasileiro, lutarei para que a Amazônia seja nossa. Só nossa.

Categoria:

Educação

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Sejam felizes todos os seres.Vivam em paz todos os seres.Sejam abençoados todos os seres.