sábado, 3 de setembro de 2011

PESSOAS FEIAS COMETEM MAIS CRIME


Quanto mais feio,
mais propenso ao crime,
dizem economistas
  Patricia Cohen 


Pobreza, cobiça, raiva, 
ciúme, orgulho, vingança. 
São esses os suspeitos habituais 
quando o assunto envolve as causas do crime. 

Nos últimos anos, porém, os economistas começaram a estudar uma explicação diferente para as atividades criminais: os atributos físicos.

Um pequeno grupo de economistas vem estudando de que maneira altura, peso e beleza afetam a probabilidade de cometer - ou ser condenado por - um crime. Observando registros dos séculos 19, 20 e 21, eles identificaram indícios de que os homens mais baixos têm de 20% a 30% mais chance de condenações a prisão, comparados aos mais altos, e que obesidade e atrativos físicos têm vínculos para com o crime.

"A profissão desenvolveu forte interesse pela biologia", ou o que alguns economistas definem como história ou economia antropométrica, diz Gregory Price, economista do Morehouse College e um dos autores de um estudo que correlaciona altura e crime.

Já existem diversas pesquisas que correlacionam atributos físicos e o mercado de trabalho. Os economistas constataram, por exemplo, que cada centímetro a mais de altura costuma resultar em quase 1% a mais de renda; que os funcionários classificados como bonitos tendem a ganhar 5% a mais do que as pessoas consideradas comuns, enquanto os feios ganham 9% a menos; e que a obesidade pode significar perda de renda para as mulheres brancas.

Para ilustrar um argumento sobre o imposto de renda, Gregory Mankiw, economista da Universidade Harvard e antigo assessor econômico do presidente George W. Bush, propôs cobrar mais imposto às pessoas com altura superior a 1,83 metro, porque elas ganham em média US$ 5.225 a mais por ano do que alguém com 1,66 metro, em cálculo ponderado por sexo, altura e peso.

Vincular traços físicos à criminalidade pode parecer um recuo ao determinismo biológico advogado pelos proponentes do darwinismo social no século 19, segundo os quais existia predisposição genética ao delito. Mas os modernos estudiosos se apressam a descartar essas ideias.

Price, por exemplo, argumenta que o crime pode ser visto, ao menos em parte, como um "mercado de trabalho alternativo". Se indivíduos com certos atributos físicos sofrem desvantagem na força de trabalho, podem considerar o crime mais atraente, diz.

H. Naci Mocan, economista na Universidade Estadual da Louisiana e autor de um estudo sobre a relação entre crime e beleza física, explicou que as teorias sobre o elo entre peso, altura ou beleza e a força de trabalho emergiram porque "economistas que estudavam determinantes padronizados -educação, experiência, produtividade, capital humano- constataram que estes só podiam explicar parte da variação entre salários".

"Isso é novo", disse Mocan, sobre a pesquisa quanto ao crime. "E expande um pouco os nossos horizontes".

Uma correlação entre atributos físicos e salários, ou crimes, não significa relação causal. Mocan aponta que não sabemos por que uma pessoa obesa, feia ou baixinha está em desvantagem no mercado de trabalho ou é mais propensa a cometer crimes. A causa pode ser discriminação pelo empregador, preferência dos clientes ou o fato de que aquele atributo físico torna o funcionário menos produtivo. Se um trabalho envolve carregar peso, por exemplo, porte físico maior é vantajoso.

É isso que Howard Bodenhorn, economista da Universidade Clemson, e Price concluíram analisando registros penitenciários do século 19. Naquela era, maior peso estava associado a menor risco de crime. No século 21, porém, uma era em que trabalho no setor de serviços é muito mais comum, Price constatou que o excesso de peso estava vinculado a um maior risco de crime.

Mocan e Erdal Telkin, economista da Universidade Estadual da Geórgia, analisaram dados de uma pesquisa nacional sobre saúde adolescente que envolveu 15 mil alunos de segundo grau entrevistados em 1994, 1996 e 2002. Eles constataram que baixa atratividade na escola se correlacionava a notas menores, mais problemas com professores e mais suspensões.

Outros estudos constataram que alunos mais baixos tendem a participar menos de clubes e esportes. Como resultado, eles podem sofrer perda de autoestima ou não desenvolver certas competências sociais que lhes seriam úteis posteriormente, teorizaram os economistas.

De acordo com o estudo, homens e mulheres vistos como pouco atraentes na escola tinham maior probabilidade de cometer -ou de serem apanhados cometendo- diversos crimes, como furtos e venda de drogas, se comparados às pessoas consideradas médias ou atraentes.

Price diz que a economia antropométrica se baseia no trabalho de historiadores da economia, entre os quais Robert Fogel (ganhador do Nobel), John Komlos e Richard Steckel, que se basearam em dados sobre peso e altura para avaliar a mudança nas condições sociais.

Porque os biólogos acreditam que 80% da altura é determinada pela genética e 20% pelas condições ambientais, altura -e ocasionalmente peso- podem derivar das condições de nutrição, saúde e exposição a doenças na infância. Com isso, uma estatura mais baixa pode significar criação mais pobre.

Ainda que beleza possa parecer estar na mesma categoria que peso e altura, ao menos superficialmente, os estudos que avaliam a vantagem econômica de ser bonito são na verdade bem diferentes, diz Christina Paxson, economista da Universidade de Princeton que estudou o elo entre estatura e status. Enquanto altura é sinal de saúde e condição social, o impacto da beleza é mais psicológico, diz. No caso, a questão é a forma pela qual a percepção alheia sobre a produtividade, competência e talento de um trabalhador é influenciada pela aparência deste.

Price sugeriu que pode haver implicações políticas nesses trabalhos, afirmando que "políticas de saúde pública que reduzam com sucesso a obesidade tornarão a sociedade não só mais saudável como mais segura".

No momento, Mankiw é cético quanto a uso prático dessas teorias. "Os economistas adoram quantificar as coisas", disse, "mas existem tantas interpretações possíveis que esse tipo de estudo, em lugar de decidir disputas, abre novas questões".

Ele apontou para o fato de que seus alunos em Harvard pareciam especialmente fascinados por pesquisas que demonstram as vantagens econômicas quantificáveis da beleza. O benefício desses "fatos esquisitos", disse ele, é que "nos forçam a pensar sobre o mundo de maneiras novas".

Tradução: Paulo Migliacci ME

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Fonte:
AGRON - Agronegócios Online


 Patricia Cohen The New York Times
http://www.agron.com.br/v/10721-pessoas-feias-cometem-mais-crime
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O LADO FEMININO DE DEUS -



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 por Satyaraja Dasa

 A compreensão Vaisnava da Verdade Suprema
fornece uma resposta satisfatória para a pergunta
“Deus é masculino ou feminino?”.

Essência da beleza e da relação, 
Quintessência da compaixão e bem-aventurança, 
Corporificação da doçura e do brilho,
Epítome da arte, da graciosidade no amor:
Que minha mente se refugie em Radha,
A quintessência de todas as essências.

    —Prabodhananda Sarasvati
      
   Foto:


Minha irmã Carol se tornou uma feminista radical nos últimos anos. Eu
    acompanhei seu desenvolvimento. Depois de ter devorado um livro após o outro sobre patriarcalismo e sociedades construídas por machistas, ela veio me procurar – seu irmão, que adora um Deus “masculino” –, vítima de filósofos sexistas, ludibriado por homens sem consideração pelas mulheres. Em outras palavras, ela sabia que eu adorava Krsna, que é claramente masculino, e isto era suficiente para ela me colocar em pé de igualdade com aqueles que diminuem as mulheres. Ela ficou um pouco confusa, todavia, quando viu que eu não a contra-ataquei como machista, e, apesar de minha adoração a um Deus masculino, eu não diminuía as mulheres. Ela se deu conta que eu era lúcido demais para ser confrontado diretamente.
    
    “Por que você adora aquele garoto azul Krsna?”, ela perguntou. “Por que você imagina Deus como masculino? Por que não imaginar Deus como feminino?”.
    
    “Bom”, eu respondi rápido e irritado, como se uma conversa de dois minutos pudesse resumir a perspectiva teológica de uma pessoa: “Ele é Deus”. “E além do mais”, eu adicionei, “nós não imaginamos Deus como queremos. Aprendemos sobre Ele a partir das fontes autorizadas, as escrituras, sejam os Vedas, da Índia, ou escrituras ocidentais, como a Bíblia e o Corão”.
    
    “Como você pode saber?”, ela perguntou. “Talvez esses livros estejam
    enrolando você. Eu diria que Deus teria de ser a mulher suprema, com toda a sensibilidade e elegância que isso implica”.
    
    “Mas isso não é sexismo, apenas vindo da direção oposta?”
    
    Eu esperei que aquela pergunta a fizesse pensar duas vezes.
    
    “Se, por fim, Deus fosse a mulher suprema, isso não deixaria o homem fora da equação? Não se estaria dizendo que a forma da mulher é melhor do que a forma do homem? Você seria culpada por aquilo que você culpa a religião patriarcal”.
    
    Depois de uma pausa, ela retrucou: “Mas você continua dizendo que Deus é homem...”.
    
    “Primeiramente”, eu a interrompi, “de acordo com a consciência de Krsna,
    Deus é tanto masculino quanto feminino. Não é uma visão mais igualitária de Deus?”.
    
    “Bom, talvez – se for verdade”, ela disse ainda descrente de uma tradição (e de um irmão) que ela havia se treinado para ver como sexista.
    
    “Veja bem”, eu disse, “Krsna é descrito como Deus na literatura Védica
    porque Ele tem todas as qualificações de Deus. Por que você sabe que o
    Presidente dos Estados Unidos é o Presidente? Porque ele tem as
    qualificações do Presidente. Ele tem certas credenciais. Não é que você
    possa simplesmente “imaginar” que alguém é o presidente e então – puf! – ali está o presidente. Não. Assim, se você estudar Krsna seriamente, você verá que Ele possui todas as opulências: força, beleza, riqueza, fama, conhecimento e renúncia. Qualquer um que tenha todas as essas qualidades em plenitude é Deus”.
    
    Ela estava ficando agitada. Ela já me ouvira falar aquela definição de Deus e pensou que eu estava fugindo do assunto de Deus ser feminino.
    
    “Mas a consciência de Krsna vai além”, eu continuei. “Radharani é a
    manifestação feminina de Deus. Ela é a mulher suprema. Então, vemos Deus tanto como masculino quanto como feminino”.
    
    A Carol sorriu. Ela tinha uma carta atrás da manga.
    
    “Se vocês reconhecem que Deus é tanto masculino quanto feminino, por que o principal mantra de vocês – aquela oração que você canta o tempo todo – é focado em Krsna, o aspecto masculino de Deus?”.
    
    O “Ela” do Maha-mantra
    
    O que minha cara irmã não sabia era que o maha-mantra é uma oração primeiro a Radha, e depois a Krsna.
    
    “Você conhece o mantra que eu canto, sobre o qual você está falando?”
    
    Ela o recitou: “Hare Krsna, Hare Krsna, Krsna Krsna, Hare Hare / Hare Rama,Hare Rama, Rama Rama, Hare Hare”.
    
    Eu fiquei feliz em ver que ela sabia o mantra.
    
    “Você sabe o que significa Hare?”.
    
    “Não”, ela admitiu.
    

    “É uma forte súplica a Radha.
Por ‘Hare’, nós nos referimos à Mãe Hara,
    outro nome de Radha, de forma suplicante. 
Hare é a forma vocativa de Hara. 
Basicamente, 
o mantra está pedindo à Mãe Hara, Radha, 
que ‘por favor,ocupe-me no serviço ao Senhor’.”
    
    “Quer dizer que o cantar de Hare Krsna é uma oração à forma feminina de
    Deus?”.
    
    “Perfeito”.
    
    Aquilo chamou sua atenção.
    
    “Diga-me uma coisa”, ela disse com sua crescente curiosidade, “o que
    significa a palavra Radha?”.
    

    “Significa ‘aquela que melhor adora Krsna’.”
    
    “Aha!”, minha irmã disse com o dedo indicador em riste. “Então Radha não é
    Deus. Se Ela é a melhor adoradora de Krsna, ela é obrigatoriamente distinta
    dEle!”.
    
    “Isso não é verdade”, eu disse. “Deus é a pessoa que faz tudo melhor. Como
    Krsna diz no Gita, Ele é o primeiro e o melhor em todos os campos. Das
    montanhas, Ele é o Himalaia; dos corpos d’água, Ele é o oceano, e assim por diante. Então, dos adoradores dEle, Ele também é o melhor [a melhor]. Quem poderia adorar Krsna melhor do que Ele mesmo? Ninguém. Dessa maneira, Ele se manifesta como Radha, Sua forma feminina, e mostra que Ele é Seu melhor adorador. 


Como Radha, Ele é o Deus adorador; e, como Krsna, Ele é o Deus
    adorado. Ambos igualmente excelentes”.
    
    “Hmm. Fale-me mais”, ela disse.
    
    “Tudo bem, mas pode ficar um pouco técnico”, eu disse. “Do ponto de vista
    Vaisnava, ou da consciência de Krsna, a energia feminina divina (shakti)
    implica uma fonte de energia divina (shaktiman). Assim, quando a deusa se
    manifesta nas várias tradições Vaisnavas, ela sempre tem uma contraparte
    masculina. Sita se relaciona com Rama; Laksmi corresponde a Narayana; Radha
    com Krsna. Uma vez que Krsna é a origem de todas as manifestações de Deus,
    Sri Radha, Sua consorte, é a fonte de todas as shaktis, ou energias. Ela é,
    portanto, a Deusa original”.
    
    “O Vaisnavismo pode ser visto como uma espécie de Shaktismo, no qual a
    purna-shakti, a mais completa forma da energia feminina divina, é adorada
    como o aspecto mais proeminente da divindade, até mesmo eclipsando o Supremo
    masculino em alguns aspectos. No Sri-Vaisnavismo, por exemplo, Laksmi (uma
    expansão primária de Sri Radha) é considerada a divina mediatriz, sem a qual
    o acesso a Narayana não é possível. Em nossa tradição da consciência de
    Krsna, Radha é aceita como a Deusa Suprema porque Ela controla Krsna com Seu
    amor. Vida espiritual perfeita só é obtenível por Sua graça”.
    
    “Na tradicional literatura Vaisnava, Krsna é comparado ao sol e Radha ao
    brilho solar. Ambos existem simultaneamente, mas um vem do outro. Ainda
    assim, dizer que o sol existe antes do brilho solar é incorreto – tão logo
    existe sol, existe brilho solar. E o mais importante: o sol não tem
    significado sem brilho solar, sem calor e luz. E calor e luz não existiriam
    sem o sol. O sol e o brilho solar, portanto, coexistem, um igualmente
    importante para a existência do outro. Pode-se dizer, então, que eles são
    simultaneamente unos e distintos. Eles são, em essência, uma única entidade
    – Deus – que se manifesta como dois indivíduos distintos com o objetivo de
    se relacionarem interpessoalmente.
    
    “Deixe-me ler algo sobre isso para você do Caitanya-caritamrta [Adi-lila
    4.95-98]: ‘O Senhor Krsna encanta o mundo, mas Sri Radha encanta até mesmo
    Krsna. Assim, Ela é a Deusa suprema de tudo. Os dois não são diferentes,
    como evidenciam as escrituras reveladas. E, ao mesmo tempo, eles são unos,
    assim como o almíscar e sua essência são inseparáveis, ou como o fogo e seu
    calor não são diferentes. Enfim, Radha e Krsna são um, embora Eles tenham
    aceitado duas formas para desfrutarem de um relacionamento”.
    
    “Mas Krsna continua sendo a fonte. Ele é predominante”.
    
    “Apenas em um sentido”, eu disse. “Em termos de tattva, ou ‘verdade
    filosófica’, Ele é predominante. Mas em termos de lila, ou ‘divinas
    atividades amorosas’, Radha predomina sobre Ele. E lila é considerado mais
    importante do que tattva”.
    
    Carol estava deslumbrada.
    
    “Eu não tinha a menor idéia disso tudo”, ela disse.
    
    “Poucas pessoas têm”, eu disse a ela. “É por isso que os devotos trabalham
    duro na distribuição dos livros de Prabhupada – queremos que este
    conhecimento seja de todos”.
    
    Carol me prometeu que iria começar a experimentar o maha-mantra e que nunca mais iria julgar prematuramente uma religião, especialmente a consciência de Krsna. Também me pediu por uma oração que se focasse na posição suprema de Radharani, algo que ela pudesse cantar para se lembrar que a consciência de Krsna reconhece – até mesmo enfatiza – uma forma feminina de Deus. Eu pensei  por um instante e, então, compartilhei com ela um mantra composto por Bhaktivinoda Thakura, um grande mestre espiritual do começo do século XX:    


    atapa-rakita suraja nahi jani
    radha-virahita krishna nahi mani
    

    
    “Assim como não há tal coisa como sol sem calor e luz, eu não aceito um
    Krsna que está sem Sri Radha!” (Gitavali, Radhashtaka 8)
    
    Carol estava deslumbrada. Ela me revelou em confidência que há muito orava
    por uma tradição religiosa que não fosse sexista, que reconhecesse uma forma
    feminina do Divino. É claro que ela não estava plenamente convencida que
    Radha era essa religião, mas ela já estava, agora, desejosa de ouvir, já se
    abrira um pouco à consciência de Krsna. Ela estava inclinada a começar com
    as práticas de base, como o cantar e a leitura dos livros de Srila
    Prabhupada. Ali estava uma tradição que finalmente parecia atender a sua
    demanda, que satisfaria suas necessidades feministas. Radharani era o sonho da minha irmã que se tornava realidade – a resposta a uma prece feminista.
    
    A Melhor das Gopis
    
    Sri Radha é, dentre todas as gopis – vaqueiras namoradas do Senhor Krsna – -a original. Ela é capaz de comprazer a Krsna com apenas um olhar de relance.
    Ainda assim, Radha sente que Seu amor por Krsna pode se tornar sempre mais grandioso, portanto Ela se manifesta como as diversas gopis de Vrndavana,que satisfazem o desejo de Krsna por relacionamentos ricos em variedade (rasa).
    
    As gopis são consideradas o kaya-vyuha de Sri Radha. Não existe uma palavra em inglês [ou em português] equivalente a este termo, mas ele pode ser explicado da seguinte maneira: Se uma pessoa pudesse existir simultaneamente em mais de uma forma humana, aquelas formas seriam chamadas o kaya (“corpo”) vyuha (“multiplicidade de”) daquele determinado indivíduo.

Em outras palavras, é a mesma pessoa, mas ocupando diferentes espaços e tempos com diferentes humores e emoções. 

Como a única razão da existência 
de Radha e Krsna é a troca de sentimentos amorosos,
as gopis existem para auxiliá-los
 nesse amor.
    
    As gopis são divididas em cinco grupos, o mais importante sendo o
    parama-preshtha-sakhis, as oito gopis primárias: Lalita, Vishakha, Citra,
    Indulekha, Campakalata, Tungavidya, Rangadevi e Sudevi. Muitos detalhes de suas vidas e serviço – incluindo a idade, o humor, o aniversário,
    temperamento, instrumento, cor da pele, nome dos parentes, nome do cônjuge, melodia favorita, melhores amigas, e outras informações de cada uma delas – são descritos nas escrituras Vaisnavas. Esses elementos formam a substância de uma meditação interna, ou sadhana, projetada de forma a levar o devoto para o reino espiritual. Através desta meditação, gradualmente se desenvolve prema, amor por Krsna. Essa forma avançada de contemplação, todavia, deve   ser feita apenas por devotos avançados sob a guia de um mestre autêntico.

 

    Tal nível é raramente alcançado. 

É, portanto, recomendado que se pratique o cantar do santo nome e que se aceite o caminho regulado de vaidhi-bhakti – ou a prática da devoção sob estritas regras e regulações – como é ensinado   no movimento para a consciência de Krsna. Assim se alcançará naturalmente o nível mais elevado de consciência espiritual.
    
    A tradição Vaisnava na linha do Senhor Caitanya vê, claramente, o amor das
    gopis como amor transcendental da mais alta estirpe, retaliando acusações de sexualidade mundana com claras definições distinguindo luxúria e amor.

    Assim como o conceito da Noiva-de-Cristo na tradição cristã e o conceito
    cabalístico do Divino Feminino do misticismo Judaico, a verdade por trás do amor das gopis é de profunda natureza teológica e constitui o zênite da compreensão espiritual. O amor das gopis representa o amor mais puro que uma alma pode ter por sua origem divina; a única relação que tal amor talvez tenha com a luxúria mundana é a aparência, aparência esta que é desfeita tão logo se estude os livros deixados pelas autoridades puras e auto-realizadas acerca destes tópicos tão queridos ao coração.
    
    Tradução de Bhagavan dasa (DvS)


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sexta-feira, 2 de setembro de 2011

TRANSIÇÃO - GLANDULA PINEAL E A MEDIUNIDADE - PARTE 3


Enviado por em 03/08/2009

TRANSIÇÃO - GLANDULA PINEAL E A MEDIUNIDADE - PARTE 3



TRANSIÇÃO - GLANDULA PINEAL E A MEDIUNIDADE - PARTE 2.


Enviado por em 03/08/2009

TRANSIÇÃO - GLANDULA PINEAL E A MEDIUNIDADE - PARTE 2.



TRANSIÇÃO - GLANDULA PINEAL E A MEDIUNIDADE - PARTE 1


Enviado por em 03/08/2009

TRANSIÇÃO - GLANDULA PINEAL E A MEDIUNIDADE - PARTE 1


A GLÂNDULA PINEAL- Dr.Sérgio Felipe de Oliveira


Enviado por em 04/12/2008
 
Novos conceitos e avanços nas pesquisas. Dr. Sérgio Felipe de Oliveira

 http://youtu.be/9hwsfO9lgH4
Enviado por FraternidadeLuzeVida em 12/12/2011


A glândula pineal tem sido considerada - desde René Descartes (século XVII), que afirmava que nela se situava a alma humana - um órgão com funções transcendentes. 

Os defensores 
destas capacidades transcendentais
 deste órgão, consideram-no como uma antena. 

A glândula pineal
 tem na sua constituição cristais de apatita. 
Seu funcionamento depende da luminosidade que atinge seus receptores celulares na retina e que trafegam pelo SNC passando pelo núcleo supraquiasmático. Segundo esta teoria, estes cristais vibram conforme as ondas eletromagnéticas que captassem, o que explicaria a regulação do ciclo menstrual conforme as fases da lua, ou a orientação de uma andorinha em suas migrações. No ser humano, seria capaz de interagir com outras áreas do cérebro como o córtex cerebral, por exemplo, que seria capaz de decodificar essas informações. Já nos outros animais, essa interação seria menos desenvolvida.
 Esta teoria
 pretende explicar fenômenos paranormais 
como a clarividência, a telepatia e a mediunidade.
 
 
 http://youtu.be/9hwsfO9lgH4
Enviado por FraternidadeLuzeVida em 12/12/2011

Categoria:Educação- Licença padrão do YouTube 

Principais comentários

  • Que beleza! Estamos afinal discutindo a Glândula Pineal! Isso é muito saudável e proveitoso, pois até a algum tempo atrás, a ciência e a medicina dizia que a Pineal, também conhecida como epífise era um órgão atrofiado e residual, que não servia para nada. O matemático-filósofo francês René Descartes foi o único a dizer até então que a Pineal era o "centro da alma".
  • interessantíssimo e realmente somos muito mais do que números e ainda bem que apareceu alguém para avaliar o Ser além das pesquisas e verdadeiramente somos pura energia e espíritos Parabéns e continue a levar as pessoas que existe uma melhora/cura nas doenças ainda não esplicáveis pela Medicina Tradicional
ver tudo

Todos os comentários (126)

  • Amei ver o Dr. Sergio Hideki Suzuki, um neurocirurgião, elogiar o belo trabalho do Dr. Sérgio felipe de Oliveira - Que bom, dois Sérgios confiáveis na Medicina Brasileira! Parabéns aos dois e para nós que temos 'carne que pensa' !
  • Essa palestra eh perfeita! Quem dera que tivéssemos mais estudiosos como o Dr. Sérgio, talvez a humanidade não estivesse em tanto sofrimento, mas conforme nossa crença e esperança, um dia chegaremos lá. Aprendi muito!!! Obrigada Dr. Sérgio.
  • Oi Sergio, estava estudando um pouco sobre a Pineal, em consideração a um paciente que estou atendendo, vi o seu video e aprendi muito além do que imaginava. Obrigado e Parabéns.
    Sou neurocirurgião e somos contemporaneos na Faculdade (Sergio Hideki Suzuki Turma 71)
  • Parabens Dr. Felipe!!! Deus está incito em nós e o Sr. nos traz esta confirmação. Através da Glandula Pineal, onde está a ligação do corpo ao Espírito.
  • Ciência não é só a logica matématica. Se fosse assim a psicologia( assim como as ciências humanas) não seria uma Ciência, as unicas provas que a validam são as experiências praticas.
    O mesmo vale para a mediunidade.
  • Abaixo vai o currículo do doutor.
    Apague os (%), para deixar o link correto.
    w%w%w.buscatextual.cnpq.br/bus­catextual/visualizacv.do;jsess­ionid=D52C662FC545699E0FE4CC6B­A19DE36B.node7
  • Gostaria de saber por que minhas palavras incomodam tanto a Nemesi696?
    Já lhe disse que respeito sua forma de pensar,mas não tenho motivos para pensar como você!Por que essa ironia com os mediuns?Algum já lhe fez mal?Há gente desonesta em toda parte,não só no meio espiritual.
    Se não gosta dos vídeos do Dr Sérgio,vá assistir outros que o agradem e seja feliz!
  • @JackAngelBlue Os (coloque aqui as pessoas esquisitas com alegações malucas e sem evidências que desejar) de todas as denominações sabem que não precism de provas "científicas","cabais" e "definitivas" pois eles já conhecem os fenômenos.
    Beleza de "argumento"..:-) E diz isso usando um computador, uma rede mundial de comunicação, satélites geo-estacionários, construídos apenas com conhecimento real. Fala sério..:-) Se for responder, use telepatia, sim?..:-)